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Como fazer um pedido de desocupação do imóvel alugado?A partir do momento em que o inquilino receber esse aviso, ele tem...
17/05/2023

Como fazer um pedido de desocupação do imóvel alugado?

A partir do momento em que o inquilino receber esse aviso, ele tem até 30 dias para deixar o endereço

Proprietário tem direito a rescindir o contrato de locação a qualquer momento, mas precisa notif**ar o locador oficialmente

Ao alugar um imóvel, é importante f**ar atento à legislação para resguardar seus direitos sem ferir os do locatário. A devolução do imóvel antes do término do prazo acordado no contrato pode se estender muito e o conhecimento prévio da legislação ajuda a planejar melhor a locação.

O locador pode solicitar a entrega da propriedade alugada a qualquer momento. Mas não basta apenas pedir de volta as chaves. Tampouco é legítimo forçar o inquilino a sair do imóvel – neste caso, ele tem o direito de acionar a polícia para permanecer no local.

A solicitação de saída deve ser formalizada por meio do “pedido de desocupação de imóvel alugado”. Trata-se de um documento com a finalidade de notif**ação. A partir do momento em que o inquilino receber esse aviso, ele tem até 30 dias para deixar o endereço. Mas esse prazo pode variar de acordo com diversas situações previstas em lei.

Elementos que devem constar

O documento de pedido de desocupação de imóvel alugado é um aviso comum. De acordo com a Lei do Inquilinato, somente deve ser utilizado pelo locatário que deseja encerrar o contrato vigente.

No pedido de desocupação de imóvel devem constar principalmente a data completa da notif**ação e a informação de que o inquilino tem até 30 dias a partir desse dia para desocupação. Essa informação permitirá o início da contagem assim que o locador for notif**ado.

Outras informações comuns no aviso: endereço do imóvel, orientações sobre a devolução das chaves e quitação de débitos, além do espaço para assinatura do locatário. O pedido de desocupação pode conter mais ou menos dados, de acordo com suas necessidades.

Quanto à forma de envio, o aviso pode ser feito por meios digitais informais, desde que esses canais já sejam utilizados como forma de contato entre as partes. É o caso de e-mail, mensagem de texto SMS e aplicativos de conversa, como WhatsApp e Messenger.

Caso o imóvel seja alugado por intermédio de imobiliária, o corretor pode elaborar o pedido de desocupação de imóvel e orientá-lo sobre o envio. De toda forma, o ideal é contar com assistência de um advogado para avaliar a situação.

E se o locatário se recusar a sair?

Mesmo com o pedido de desocupação do imóvel, o inquilino pode se recusar a sair. Então será preciso entrar com ação de despejo. Por ser um processo judicial, pode levar até seis meses para conclusão. A partir da decisão judicial, será concedido mais seis meses de prazo para o locatário deixar o local.

Ao término desse prazo, se o inquilino desrespeitar o acordo e se recusar a entregar o imóvel, receberá a ordem de despejo judicial. Dessa vez, a saída deverá ser imediata. E o locador poderá acionar a polícia em caso de permanência.

O locatário também sairá prejudicado financeiramente, caso não cumpra o estabelecido. É que ele f**ará responsável pelas despesas e honorários dos advogados que foram gastos pelo proprietário para condução do processo. Mas isso somente acontecerá se não devolver o imóvel em seis meses após o encerramento da causa.

Fonte Crédito: congerdesign por Pixabay
12/05/2023 - Redação Estadão Imóvel

Mercado imobiliário: fundamentos são positivos para 2023, independentemente do vencedor das eleições Os fundamentos para...
21/10/2022

Mercado imobiliário: fundamentos são positivos para 2023, independentemente do vencedor das eleições

Os fundamentos para o mercado imobiliário brasileiro são positivos, quando se pensa em 2023, independentemente de quem for o próximo presidente da República – seja o atual mandatário, Jair Bolsonaro (PL), ou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A demanda por moradias continuará elevada, e há expectativa que, no próximo ano, a taxa básica de juros volte a cair, mesmo que economistas ouvidos pelo Boletim Focus estimem somente para 2024 a retomada da Selic de um dígito.

Diante do ambiente mais previsível esperado para depois do período eleitoral e do anúncio pelo próximo mandatário do plano de governo, a tendência é que os potenciais clientes de imóveis se sintam mais estimulados a bater o martelo da aquisição.

"Na UBlink, temos sentido apetite maior dos clientes por locação do que por compra de imóveis, movimento que deve se inverter no ano que vem, com um cenário mais definido e início da queda dos juros."

Do lado da oferta, incorporadoras têm terrenos para lançar projetos do econômico ao luxo, conforme o perfil de cada uma, e disposição para voltar a comprar áreas a partir de quando for possível vislumbrar a retomada da trajetória de corte dos juros e a melhora mais expressiva dos indicadores de emprego e desemprego.

Depois de anunciar 12 elevações consecutivas, o Comitê de Política Monetária (Copom) divulgou, na reunião de setembro, manutenção da taxa básica de juros em 13,75%. O mercado entendeu que o ciclo de alta iniciado um ano e meio antes chegou ao fim. Ou seja, espera-se que, após a reunião deste mês – que ocorre nos dias 25 e 26 de outubro –, o Copom informe nova continuidade da Selic no atual patamar.

Por enquanto, economistas preveem que, no fim de 2023, a taxa esteja em 11,25%. Mesmo que o custo do financiamento habitacional não oscile na mesma proporção da Selic, as variações da taxa básica de juros balizam as decisões dos bancos que emprestam dinheiro para as incorporadoras desenvolverem seus projetos e para os clientes comprarem a casa própria.

Na prática, quem contratar crédito habitacional, a partir de meados do próximo ano, deverá conseguir custo de financiamento inferior ao atual.

Em relação à inflação, o Brasil segue com uma das taxas mais elevadas do mundo – o poder de compra das famílias diminuiu, e a elevação dos custos de materiais de construção se refletiu, nos dois últimos anos, em aumento de preços dos imóveis.

Por outro lado, o país puxou a fila dos aumentos de juros para controlar o dragão inflacionário, entre as grandes economias mundiais, a ponto de começar a interromper as altas, enquanto Estados Unidos e União Europeia ainda não podem se dar ao luxo de fazer o mesmo. A maioria dos analistas espera que os juros americanos tenham alta de 0,75 ponto percentual em novembro.

Enquanto isso, no Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou, em setembro, deflação pelo terceiro mês consecutivo. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu 0,29% – maior queda registrada no mês desde o início da série histórica, em 1994. No ano, o indicador acumula alta de 4,09% e, em 12 meses, de 7,17%.

Levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontou que, em agosto, foram abertas 278.639 vagas de emprego com carteira assinada. Mesmo que longe do ideal, a criação de emprego formal divulgada pelo Ministério do Trabalho superou as expectativas do mercado.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou sua previsão de crescimento para a economia brasileira, neste ano, de 1,7% para 2,8%. Para o Produto Interno Bruto (PIB) mundial, a projeção do FMI é de aumento de 3,2% em 2022.

Mercado imobiliário desacelera em agosto

Apesar da melhora de indicadores macroeconômicos, o mercado imobiliário mostra sinais de desaceleração no país. Na cidade de São Paulo, os lançamentos imobiliários caíram 9,2%, em agosto, na comparação anual, para 7.036 unidades, de acordo com levantamento do Secovi-SP divulgado recentemente. As vendas de unidades residenciais novas tiveram queda de 15,1%, para 5.610 unidades.

No terceiro trimestre, as incertezas políticas e econômicas se refletiram em mais cautela, mas a retração foi menor do que a esperada. Em conjunto, Cury, Cyrela, Direcional, Even, EZTec, Gafisa, Helbor, Melnick, Mitre, Moura Dubeux, MRV&Co, RNI Negócios Imobiliários, Tegra e Tenda lançaram R$ 8,26 bilhões, com queda de 10,4% na comparação anual, conforme levantamento da área de conteúdo da UBlink.

Há preocupação, no mercado, que uma desaceleração mais acentuada ainda esteja por vir e tenha potencial para elevar os níveis de estoque.

Algumas incorporadoras informaram que pretendem ter lançamentos, no quarto trimestre, pelo menos em linha com os do período de julho a setembro, enquanto outras vão pisar no freio. A Copa do Mundo, fora de hora, vai atrapalhar um pouco o calendário do trimestre – que costuma concentrar, sazonalmente, a apresentação do maior número de projetos –, mas não arranha o ânimo do setor em relação ao potencial de retomada do seu crescimento em 2023.

Rogério Santos
Por Rogério Santos
20/10/2022 - 10:09

62% dos empresários acreditam na melhora do setor imobiliário em 2023, diz pesquisaPesquisa da Associação Brasileira de ...
02/10/2022

62% dos empresários acreditam na melhora do setor imobiliário em 2023, diz pesquisa

Pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias mostrou, ainda, que 55% dos empresários consideraram as vendas de 2022 de acordo ou acima das metas previstas no início do ano

Além dos juros em alta, especialistas também acreditam que preços dos imóveis devem subir
Além dos juros em alta, especialistas também acreditam que preços dos imóveis devem subir

Um levantamento realizado pela Brain Inteligência Estratégica, em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), mostrou que 62% dos empresários do setor acreditam que o mercado imobiliário em 2023 estará um pouco ou muito melhor do que este ano. Além disso, 55% disseram que as vendas de 2022 estiveram de acordo ou acima das metas previstas no início do ano.

A pesquisa foi realizada com 356 empresários do setor imobiliário, com o objetivo central de coletar suas percepções sobre o desempenho do setor e das empresas neste ano, além das perspectivas para o futuro.

“A maioria das pessoas previa um cenário desfavorável, sobretudo pela alta dos juros, mas não é o que temos visto. Os resultados do ano têm sido positivos e os empresários mostram-se bastante otimistas para 2023”, disse Fábio Tadeu Araújo, CEO da Brain Inteligência Estratégica.

Outro levantamento, também englobado no material “Tendências para o Mercado Imobiliário”, buscou ouvir as percepções dos consumidores a respeito da intenção de compra de imóveis e da relação das pessoas com o imóvel. Foram ouvidos 850 entrevistados de todas as regiões do país. 85% dos consumidores que adquiriram imóveis nos últimos 12 meses, compraram unidades residenciais (69% para moradia e 16% para segunda residência ou imóvel de lazer).

Segundo o presidente da ABRAINC, Luiz França, tanto os imóveis populares como os de alto e médio padrão tiveram bons resultados e a expectativa para o ano que vem é boa.

“O setor imobiliário é um grande motor para o crescimento do país e para geração de empregos. (…) O Brasil hoje se destaca com relação aos outros países do mundo. Nós pudemos ter uma política de aumentar a taxa de juros antes dos próximos países, ou seja, nós estamos com uma inflação controlada comparado com outros países do mundo”, avaliou França.

Além disso, 78% dos entrevistados disseram que a residência é o local em que eles mais gostam de estar. Os dados, coletados entre os meses de agosto e setembro, foram apresentados durante a 5ª edição do Incorpora, o Fórum Brasileiro das Incorporadoras Imobiliárias.

O evento, em São Paulo, reuniu empresas e CEO´s do mercado imobiliário, além de representantes de instituições financeiras do Brasil, em uma série de painéis sobre os grandes desafios do setor e as perspectivas para o ano que vem.

“É fundamental reunir players importantes do setor para debatermos soluções que beneficiem o consumidor, abram portas para novos investimentos e gerem empregos e dividendos para o Brasil”, afirmou França.

Fonte: Isabelle Salemeda CNN
em São Paulo
29/09/2022 às 11:17

Conheça as fontes de energia sustentável mais fáceis de instalarEquipamentos podem ser incorporados à estrutura residenc...
07/08/2022

Conheça as fontes de energia sustentável mais fáceis de instalar

Equipamentos podem ser incorporados à estrutura residencial já pronta, sem a necessidade de processos complexos ou grandes reformas.

Mudanças de hábitos para se obter fontes de energia sustentável

Quando se fala em uso de Fontes de energia sustentável e limpa, é bem comum pensar em instalações complexas e aparelhos caros. Embora alguns tipos de construção realmente exijam mão de obra especializada, existem projetos simples e flexíveis, adaptáveis para ambientes com pouco espaço disponível, como uma residência já em uso por seus moradores.

Além de optar por novos equipamentos de geração de energia ou reuso de água, hábitos simples do cotidiano podem ajudar a aproveitar melhor a luz solar e diminuir o consumo de energia elétrica, tornando sua casa mais sustentável. Listamos abaixo algumas possibilidades.

Energia solar

A energia solar é o tipo de energia sustentável mais fácil de instalar em residências, já que não exige grandes espaços para colocação dos aparelhos, como é o caso da eólica, que precisa de uma usina para transformar a força do vento em energia. Ao mesmo tempo, a exposição ao sol é algo acessível em diversas regiões do País, diferente de outros recursos.

O processo de instalação das placas solares é fácil e não exige grandes reformas no ambiente. O morador pode escolher entre a energia fotovoltaica, que gera energia elétrica para todos os ambientes, ou somente termossolar, que serve para aquecer a água.

Em ambos os casos, é necessário a utilização das placas colocadas no telhado. O recomendado é que seja contratada uma empresa especializada para realizar o serviços voltados para fontes de energia sustentável, investimento que oferece bons retornos, inclusive a valorização do imóvel.

Lâmpadas LED

Equipamentos LED são sustentáveis na medida em que economizam recursos. Substituir todas as lâmpadas halógenas ou fluorescentes da sua casa por esse tipo de iluminação ajuda a reduzir até 86% da energia consumida. Além disso, elas duram mais também: até 30 vezes.

A instalação de dimmers complementa a iluminação econômica. Esses dispositivos permitem controlar a intensidade e brilho da lâmpada e oferecem redução ainda maior do consumo consciente de energia elétrica.

Janelas solares como fontes de energia sustentável
Se na sua casa existem muitos ambientes escuros que para serem acessados é necessário acender a luz elétrica mesmo durante dia, uma alternativa é investir em janelas de teto ou claraboias. Elas ajudam a aproveitar melhor a luminosidade natural e não precisam de grandes obras para serem colocadas, por isso são consideradas mais sustentáveis.

Mudanças de hábitos para se obter fontes de energia sustentável

Você não precisa necessariamente investir em equipamentos para garantir economia de energia. Pequenas mudanças já ajudam a evitar o desperdício e aproveitar ao máximo os recursos renováveis naturais.

Abrir as janelas sempre que possível para evitar acender as luzes durante o dia é um deles. Ao mesmo tempo, esse hábito estimula a ventilação do ambiente e dispensa o uso de aparelhos que consomem energia, como o ar-condicionado e os ventiladores.

Outra forma de aproveitar ao máximo a luz natural para tornar os ambientes iluminados é recorrer a acabamentos decorativos que ampliem as condições de luminosidade. Móveis e paredes com cores mais claras são exemplos disso.

Vale também optar por aparelhos eletrônicos que economizem energia e retirá-los da tomada sempre que possível, para evitar o consumo de energia eletrica residencial desnecessário enquanto estiverem em stand-by.

Fonte: Estadão Imóveis
Data: 07/agosto/22
Por: Redação

De casas suspensas a segurança tecnológica: confira as tendências de moradia no setor imobiliárioSegurança, abrigo, acon...
26/06/2022

De casas suspensas a segurança tecnológica: confira as tendências de moradia no setor imobiliário

Segurança, abrigo, aconchego, conforto. Se estes adjetivos são, há muito, consenso para definir o ideal de lar, o que se espera na prática em termos de moradia muda de acordo com o tempo e espaço em que estamos inseridos. O que nos atendia há alguns anos, hoje pode não ser suficiente. O que era acessório, agora pode ser indispensável. Por isso, ano após ano, a questão se renova: o que esperamos do nosso lar?

Após um grande tempo de reclusão, durante a pandemia, é natural que as expectativas em relação às moradas tenham mudado. O desejo por espaços mais amplos, com mais áreas externas e que possam atender às diversas necessidades dos seus moradores, do lazer ao home office, foi intensif**ado. O ano de 2021 foi marcado pelo crescimento expressivo do mercado imobiliário brasileiro, e esses anseios refletiram na busca dos novos imóveis.

“Com a necessidade de f**ar mais tempo dentro do lar, houve uma reavaliação do espaço e da usabilidade das residências. Esse foi o grande catalisador para grande parcela das vendas de imóveis e do aumento expressivo na procura por móveis planejados, por exemplo, nos últimos dois anos”, avalia Guilherme Werner, sócio-consultor da Brain Inteligência Estratégica. Residências que conectam os moradores com espaços ao ar livre são alguns dos produtos imobiliários mais procurados, de acordo com ele. “Uma das tendências do novo morar são empreendimentos que prezam pela sua composição paisagística e por uma arquitetura biofílica”, afirma.

Para André Marin, diretor de incorporação na Construtora Laguna, a relação mais próxima com a casa fez com que as pessoas prestassem especial atenção naquilo que elas atribuem mais valor. “Muitas pessoas entenderam que não tinham dentro dos lares o que mais prezam, como uma cozinha completa, um quarto mais silencioso, conforto térmico ou acústico. Isso fez com que muitos começassem a procurar essa maior satisfação em outros empreendimentos”, diz Marin.

“A tendência agora é que as pessoas procurem muito conforto e bem-estar dentro do lar. E o conforto em diversos aspectos, desde o físico até o mental”, pontua André Marin, diretor de incorporação na Construtora Laguna.

Os desejos para o morar que surgem neste momento de efervescentes transformações sociais influenciam diretamente a configuração dos novos empreendimentos imobiliários. Confira a seguir algumas das principais tendências no setor.

Casas suspensas

Viver em um prédio, mas se sentir morando em uma casa. Esse é o desejo de quem busca as chamadas casas suspensas: apartamentos onde a prioridade são plantas integradas e generosas, grandes varandas, áreas de lazer, iluminação natural, terraços e jardins. Uma das principais vantagens desse tipo de imóvel é poder desfrutar do conforto das casas — que muitas vezes se concentram em bairros residenciais mais afastados — em imóveis totalmente conectados com a cidade, mas com a atmosfera de um refúgio urbano.

Condomínio completo

Passando mais tempo em casa, as pessoas também passaram a valorizar mais as áreas de lazer e serviços a poucos passos de distância, dentro dos próprios condomínios. Além de espaços compartilhados, como academia, piscina, espaço pet e espaço gourmet para eventos, é cada vez mais comum trazer serviços para dentro dos condomínios. Entre as novidades, entram desde pequenos mercados para compras básicas do dia a dia até a contratação de um personal trainer para os condôminos.

Casa-escritório

O modelo de trabalho remoto ou híbrido veio para f**ar em muitas empresas. Para quem trabalha em casa, ter um espaço de trabalho confortável e prático é um item fundamental em um imóvel. Mas não é necessário haver um cômodo exclusivo para o escritório: em muitos empreendimentos é possível encontrar plantas que integram a área de home office a um quarto ou sala, por exemplo, o que ressalta a importância da multifuncionalidade das novas residências.

Sustentabilidade

Um levantamento realizado no ano passado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Brain Inteligência Estratégica apontou que 56% dos entrevistados estariam dispostos a pagar mais por um imóvel com tecnologia verde. Em Curitiba, após um longo período de restrição hídrica, os aspectos de sustentabilidade foram ainda mais potencializados na escolha dos produtos imobiliários, de acordo com Werner. Soluções como sistemas de reúso de água de chuva e painéis fotovoltaicos, além de certif**ações de sustentabilidade do empreendimento, passam a ser grandes diferenciais na hora da compra.

Qualidade de vida

A casa tem sido vista por cada vez mais pessoas como um verdadeiro templo do bem-estar. O desejo por um lar confortável, que garanta a qualidade de vida dos moradores, se aproxima do que os dinamarqueses chamam de hygge. Sem tradução exata, o termo signif**a a apreciação pelo conforto e bem-estar — inclusive na arquitetura. Elementos como iluminação, proximidade com a natureza — mesmo que por meio de plantas dentro dos ambientes — e decoração são alguns dos fatores que auxiliam na busca desse ambiente.

Segurança com tecnologia

É possível garantir a segurança dos empreendimentos sem cercá-los de grandes muros que os transformem em fortalezas em meio à cidade — até porque esse tipo de construção pode trazer ainda mais insegurança para a cidade. Edifícios que permitem a interação com as pessoas e com o espaço público ao seu redor geram ruas mais vivas, e por consequência menos propensas à criminalidade. Uma das maneiras de garantir a segurança dos moradores sem recorrer à chamada “arquitetura hostil” é com o uso de tecnologias como sensores de barreiras, soluções de vigilância por vídeo e sistemas de controle de acesso.

Fonte: Gazeta Imóveis
Data: 26/06/2022

Compactos dominam lançamentos de alto padrãoCom demanda em alta, os apartamentos tipo estúdio possibilitam um estilo de ...
19/06/2022

Compactos dominam lançamentos de alto padrão

Com demanda em alta, os apartamentos tipo estúdio possibilitam um estilo de vida moderno e já representam 60% dos novos residenciais lançados na capital paulista

Menos é mais. A lógica do mercado imobiliário comporta sinais trocados. Não há engano. A equação faz todo o sentido nos empreendimentos que se espalham pela capital paulista. A soma das variáveis resulta em espaços reduzidos de moradia — mas com grandes soluções para um estilo de vida moderno, que exige praticidade e infraestrutura qualif**ada. Reunindo tecnologia, sustentabilidade e design arrojado, apartamentos compactos e estúdios de até 45 metros quadrados dominam os lançamentos de alto padrão. A demanda por esse tipo de imóvel é crescente, seja para moradia própria ou locação.

Impulsionados por mudanças no Plano Diretor, que priorizou o crescimento do mercado imobiliário ao redor dos eixos de transporte público, os compactos viraram febre e já representam 60% dos novos lançamentos na capital. De janeiro a março, foram 7.785 novas unidades, segundo o Secovi-SP — 27% a mais que no primeiro trimestre de 2021. O valor do metro quadrado em regiões nobres, como Jardins e Moema, pode superar R$ 30 mil. Empresas do setor miram nos públicos formados por jovens solteiros, casais sem filhos e estudantes.

Na Vitacon, os residenciais compactos dão o tom dos lançamentos. São 90 prédios e landbanks desenvolvidos nesse padrão. Os projetos contam com tecnologia embarcada, áreas comuns compartilhadas que funcionam como extensão do lar e serviços pay per use. Na Vitacon, 90% dos clientes são investidores.

“Oferecemos moradia inteligente e prática em bairros com boa qualidade de vida e potencial de valorização. Compactar a moradia é uma forma de permitir que as pessoas possam investir ou morar em regiões nobres da cidade, com um tíquete menor”, explica o CEO da Vitacon, Ariel Frankel. A construtora projeta um VGV de R$ 1, 4 bilhão neste ano.

A Mitre Realty, há mais de 50 anos no mercado, optou por incluir estúdios em todos os seus empreendimentos, limitados a 20% do VGV. Os apartamentos compactos fazem parte de três empreendimentos da incorporadora ainda em fase de construção: Raízes Tucuruvi — Torre Figueira, Haus Mitre Residences e Haus Mitre Residences 370.

“Procuramos acompanhar as inovações do mercado e percebemos que havia essa demanda do consumidor”, diz o CFO da Mitre, Rodrigo Cagali, acrescentando que a boa localização e os projetos desenhados por arquitetos renomados fazem parte da grife. Além disso, os empreendimentos são equipados com espaços de coworking, minimercado, lavanderia, solário e brinquedoteca.

As imobiliárias também apostam nesse nicho de mercado. Pioneira em apartamentos compactos, com foco em atendimento humanizado, a Lounge.161 tem hoje 632 imóveis catalogados, que se somam a outros 3,2 mil em parceria com players como Loft e QuintoAndar. Hoje, 60% do público é formado por investidores que desejam operar locações ou revendas nos principais bairros da cidade.

A startup trabalha com um ciclo integrado de negócios, oferecendo soluções de ponta a ponta ao cliente, inclusive assessoria jurídica e financeira. Um diferencial é o upsell: os apartamentos são entregues mobiliados e decorados em 45 dias. Os bairros mais visados são os da região central e das zonas Oeste e Sul.

“Além de morar perto do trabalho, os clientes buscam praticidade e espaços funcionais. Nos residenciais de alto padrão, temos muitos espaços compartilhados, desde cozinhas até salas de trabalho e piscinas de borda infinita. A tecnologia também faz parte desse estilo de vida, o que inclui portarias virtuais, salas de ginástica conectadas à internet e espaços para entregas. Esse é um caminho sem volta”, afirma Juliana Pravatta, fundadora da Lounge.161. A imobiliária projeta um crescimento de 230% neste ano e prepara uma rodada de captação de R$ 3 milhões.

Projetos inteligentes são parte do sucesso

Aumento dos índices de aproveitamento de terrenos também foi fator de estímulo

Não foi apenas o Plano Diretor de 2014 que impulsionou o mercado de compactos em São Paulo. A Lei de Zoneamento, de dois anos depois, estimulou esse tipo de empreendimento, através de benefícios que possibilitaram a elevação dos índices de aproveitamento do terreno.

O Sinduscon-SP admite que a oferta de serviços e a facilidade de locomoção para o trabalho são fatores importantes nesse cenário, mas credita o sucesso dos compactos a projetos inteligentes que incluam rooftop e itens de lazer nas áreas comuns.

“A perspectiva é que o custo desses imóveis suba, mais em função dos aumentos de custos de materiais do que em decorrência da demanda aquecida”, avalia o presidente da entidade, Odair Senra.

Ely Wertheim, presidente-executivo do Secovi-SP, vê os compactos como solução provisória de moradia para quem es-tá começando a vida. “É o chamado consumidor de entrada, que está iniciando a faculdade ou tem uma relação estável e precisa das facilidades que esse tipo de imóvel oferece. Costuma ser uma solução de médio prazo.

”Segundo Wertheim, as altas taxas de juros são um ponto desfavorável para os compactos, que podem continuar com a demanda aquecida se houver queda dos juros. “Há poucos terrenos disponíveis para essas edif**ações. Então, uma melhora no cenário econômico pode ter impacto positivo”, conclui.

Imóveis de Valor
Por G. Lab
Data: 18/06/2022

Elevação da taxa básica de juros impacta o mercado imobiliárioAltos custos afetam construções de menor valor e financiam...
17/05/2022

Elevação da taxa básica de juros impacta o mercado imobiliário
Altos custos afetam construções de menor valor e financiamentos

A alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, hoje em 12,75%, impacta o dinamismo da economia e, aliada à alta dos custos da construção, pode prejudicar a aquisição da casa própria, principalmente, na categoria de imóveis de menor valor. O aumento dos juros também traz insegurança em relação ao impacto econômico, pesando na decisão das construtoras em lançar novos imóveis. Apesar do cenário, o momento ainda é considerado favorável para a compra de imóveis em estoque, já que os lançamentos tendem a vir muito mais caros.

De acordo com a assessora econômica do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Ieda Vasconcelos, de março de 2021 a março de 2022, a Selic passou de 2% para atuais 12,75% e este avanço colocou o Brasil no primeiro lugar do ranking das maiores taxas de juros reais do mundo, com taxa de 6,69%. O segundo colocado, a Colômbia, tem taxa de juros real de 3,86%.

“A taxa de juros impacta a aquisição da casa própria mais pela perda do dinamismo da economia do que pela taxa de financiamento, a taxa do financiamento imobiliário é uma das menores do mercado. Hoje, a taxa de financiamento imobiliário, na média do Banco Central, está na casa de 9,5%, se olharmos outros tipos de crédito ela é baixa. Para aquisição de veículos, a taxa está na casa de 26,5%, crédito pessoal, 38%, cheque especial 130%. O crédito imobiliário, apesar de sofrer a influência do aumento da taxa Selic, não tem relação direta da mesma proporção. Em março do ano passado, a taxa era de 7% e subiu para 9,5%, um avanço muito menor”.

Ieda explica que o momento atual continua sendo excelente para quem vai comprar um imóvel, isso porque a taxa continua sendo uma das menores de crédito do mercado. Além disso, os próximos lançamentos tendem a vir muito mais caros, resultado de um custo de produção que vem crescendo nos últimos anos e não tem estimativa de estabilizar.

“Estamos com um estoque de unidades muito baixo, cerca de 2.300 unidades, e o custo não para de aumentar. Então, o custo dos empreendimentos em estoques e disponíveis para venda estão com preços anteriores às altas sistemáticas que continuamos a ter nos insumos”.

Baixa renda ameaçada

O aumento da Selic vai gerar a perda do dinamismo da economia, e, com os custos em alta, a tendência é que o segmento de imóveis de preços mais baixos seja o mais atingido. Além da perda do poder de compra da população, as empresas do setor da construção perdem a capacidade de construir imóveis voltados para a população de baixa renda.

“Os lançamentos de imóveis de menor valor tendem a ser prejudicados. O menor dinamismo e o aumento de insumos impactam mais esta categoria. F**a impossível construir com os custos elevados e manter os preços de venda dentro da faixa. Então tira o acesso à casa própria da faixa do déficit habitacional. Quem mais precisa comprar, que é a baixa renda, é o maior impactado”, afirma.

A professora de economia da Una, Vaníria Ferrari, explica que o que vem encarecendo com a alta da Selic são as compras na planta, que acabam f**ando mais caras. Segundo ela, para decidir se o momento é ideal para a compra da casa própria, é preciso avaliar as taxas praticadas no mercado.

“Para saber se é o momento de investir na casa própria, é importante avaliar as taxas de juros no mercado. Alguns bancos estão reduzindo as taxas de juros para financiamento imobiliário em função da alta demanda. Ou seja, as taxas estão em torno de 9,5% mais TR, o que f**a inferior à Selic. Então é importante avaliar a forma de contratar o financiamento imobiliário. Se a pessoa for contratar um financiamento longo, que seja prefixada ou atrelada a um indexador que não tenha perspectiva de variação muito alta”.

Ainda segundo Vaníria, mesmo com o mercado aquecido e com bastante vendas, as construtoras estão tendo que se readaptar. “A readaptação é necessária porque os custos de captação estão altos, elevados pela Selic, e também pelo tipo de imóvel. As construtoras estão tendo que reavaliar o tipo de imovel e existe um grande desafio para o lançamento de novos empreendimentos”, destaca.

O economista, analista de investimentos CNPI e CEO da Eu me banco, Fabio Louzada, explica que o aumento da Selic impacta o setor da construção devido à alta relevante e pode adiar o sonho da casa própria.

“O aumento dos juros tem efeito muito grande para quem está precisando de crédito. O tomador vai buscar empréstimo e vai pagar mais caro e, no caso dos imóveis, que são financiamentos mais longos, quanto mais longo, mais a taxa de juros vai pesar. No Brasil se atua muito com juros compostos. A tendência é que o tomador adie um pouco o sonho da casa própria, espere os juros caírem, para tomar o financiamento”.

As construtoras também são prejudicadas. “As construtoras estão sofrendo com a inflação nos custos de construção, que tem afetado bastante. Além disso, as construtoras atuam alavancadas, elas pegam empréstimos para fazer a construção. No momento em que as taxas de juros estão altas, as empresas freiam os investimentos e diminuem a oferta de imóveis”, disse Louzada.

Fonte: Por Michelle Valverde
Em 17 de maio de 2022 às 00:29

Endereço

São José Dos Campos, SP

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