31/03/2019
Essa semana o Vice-Presidente Hamilton Mourão falou para a Diretoria FIESP – CIESP. Em seu discurso contextualizou as dores vividas pelo Brasil, como a corrupção, as reformas, previdenciária, tributária, trabalhista e o consequente peso do estado para quem produz.
Defendeu a mudança do sistema educacional, e o trabalho do governo na agenda de produtividade para o desenvolvimento do país, baseado no ajuste fiscal, na mudança da política comercial com foco no comércio internacional e privatizações.
Amparado pelo baixo crescimento econômico e a deterioração das contas públicas, o governo defende que o ajuste fiscal é essencial para a reorganização do sistema tributário e das taxas que incorrem sobre a indústria. Deste modo, a intenção é obter a consolidação fiscal através da combinação da reforma do sistema previdenciário e do sistema social, pois o problema fiscal está intrinsicamente ligado a discussão previdenciária.
Portanto, a agenda de produtividade, além do foco das reformas, tem a missão de abrir a economia mundial, segundo o Vice- Presidente, de forma lenta, gradual e segura.
Neste ponto, acrescento, que a inserção da economia no comércio internacional através das negociações de Acordos Bilaterais com países desenvolvidos, o avanço das Negociações entre Mercosul e União Europeia, além de uma Reforma da Tarifa Externa Comum, podem certamente ser o caminho para o desenvolvimento sustentável do país.
Finalizou seu discurso dizendo que Jair Bolsonaro não é uma ameaça a democracia e que seu governo será marcado pela eficiência, responsabilidade e zero corrupção.
Ainda acrescentou: “Jair Bolsonaro está pensando nas próximas gerações e não nas próximas eleições”.