15/12/2021
1 – Planejamento estratégico:
É fundamental que os empreendedores enxerguem exportar como parte do planejamento estratégico. A emprese deve analisar desde sua capacidade produtiva, pensando nas mudanças necessárias a serem feitas, até o plano de exportação se tornar cultura no negócio.
Internacionalizar produtos requer seguir regras novas, aprimorar e aperfeiçoar serviços e definir uma estratégia de exportação.
2 – Conhecer os países que possuem acordos internacionais com o Brasil:
Os acordos internacionais entre países apresentam inúmeras vantagens durante um processo de exportação, o que torna importante conhecer quais são os acordos e os países na hora da tomada de decisão.
Os benefícios atrelados aos negócios realizados entre países que mantêm acordos comerciais internacionais são vantajosos para importadores e exportadores. Os acordos proporcionam redução ou isenção de imposto de importação para quem compra. Para quem exporta, a vantagem é a ampliação do acesso ao mercado externo, consequentemente traz um aumento do faturamento.
Atualmente, o Brasil mantém 19 acordos de livre comércio segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a tendência é aumentar mais ainda.
Mesmo com todos esses acordos, trazendo muitas vantagens para exportar, a maioria das empresas ainda desconhecem sobre o assunto e por isso não utilizam disso como parte do planejamento os planos de exportação, sendo insatisfatório o faturamento diante da concorrência que conhece os processos e exportam.
3 – Gerir a tomada de decisão:
Para a tomada de decisão a empresa deve conhecer e ter em mãos informações assertivas, a fim de gerenciar essas informações durante todo o processo no planejamento. Devem ser conhecidas todas as exigências externas, normas, documentos, tributos, todo os dados necessários que estão incorporados aos sistemas governamentais.
No Brasil, esses processos estão quase totalmente automatizados, sendo obrigatório que os dados sejam coerentes e apresentados de forma correta. Podendo ocasionar multa para as empresas que não estejam totalmente adequadas, segundo a Lei Anticorrupção.
Esses números também, devem estar corretamente enquadrados desde os fornecedores e parceiros, para que assim nenhuma parte do processo possa ser lesada diante da legislação e também tenha a reputação questionada a negócios ilícitos.
Já existem ferramentas no mercado, as quais é possível avaliar a reputação das empresas parceiras no momento de fazer negócio, baseadas em informações relevantes e coletadas de alta confiabilidade.
4 – Regimes Aduaneiros Especiais:
Os regimes aduaneiros especiais envolvem todos os processos de importação e exportação, eles possibilitam aumentar a competitividade dos produtos exportados, quando estão ajustados as regras do comércio exterior junto as tarifas que podem ser descontadas, ou isentadas.
Os Regimes mais comuns como o Drawback, Recof, Trânsito Aduaneiro estão entre os principais e entre outros que estão especificados aqui com todos os tributos e regras enquadrados a eles e também os benefícios individuais de cada um durante o processo de exportação.
5 – Normas legais e regulatórias:
É importante estar sempre atento a normas legais e regulatórias, visto que mensalmente são registradas no Brasil, sofrendo alterações e mudanças e que fazem toda diferença no momento da exportação. Trazendo vantagens, ou até impactando e ocasionando uma mudança de planejamento para determinada negociação.
Terceirizar esse serviço pode ser uma solução sábia, entendendo que a empresa contratada para tal serviço, esteja sempre adequada e informada de todas essas mudanças nas normas e assim ter total segurança e confiabilidade perante os parceiros.