01/06/2026
No sonho, eu estava atendendo empresas.
Enquanto observava o ambiente, via diversos empresários se apresentando como artistas de um grande circo. Faziam acrobacias, saltos e movimentos impressionantes.
Tudo parecia extraordinário. Mas então algo mudou.
Uma mulher sentada a uma mesa começou a me chamar.
Ela insistia para ler minhas mãos; Eu recusava. Ela continuava insistindo.
Depois de muita pressão, sentei-me à mesa, mas deixei claro que não queria ouvir aquela leitura.
Foi então que percebi que a verdadeira batalha não estava nas palavras.
Era uma luta invisível.
Em determinado momento ela declarou:
“Não adianta estratégia. Não haverá novos clientes.”
E naquele instante compreendi que o problema não era a previsão. O problema era a tentativa de definir o futuro através do medo.
Levantei da mesa. E acordei.
Ao refletir sobre o sonho, percebi algo importante:
Existem vozes que tentam determinar limites para aquilo que Deus ainda está construindo.
Existem ambientes que alimentam escassez.
Existem conversas que roubam esperança antes mesmo que os resultados apareçam.
Mas nem toda voz merece crédito.
Nem toda opinião merece espaço.
“Porque Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.” — 2 Timóteo 1:7