02/06/2026
Esta frase de Alessandra Becker no webinar sobre o papel da Comunicação Interna em relação à NR-1 é uma reflexão que extrapola as barreiras organizacionais.
Quando a linguagem que usamos deixa de descrever e passa a classificar as pessoas como “doentes”, “difíceis”, “disfuncionais”, a Comunicação abandona seu potencial de vínculo e se torna o que Alessandra chamou de "agente adoecedor".
Patologizar o outro retira sua "complexidade" ao mesmo passo que o reduz a um diagnóstico — um gesto que não só machuca o interlocutor, mas também empobrece quem emite a mensagem, porque o desobriga da escuta e da compreensão genuína.
Esse dano duplo revela que o cuidado com a palavra não é um "acessório para educação", e sim um "movimento evolutivo": à medida que aprendemos a nos comunicar sem estigmatizar, nós nos humanizamos e construímos espaços onde as pessoas podem existir por inteiro. Por isso, transformar normas como a NR-1 em Cultura Organizacional viva não é uma operação burocrática, e sim uma escolha estratégica.
Assista ao webinar inteiro pelo link a seguir e veja tudo que foi dito pelos profissionais convidados: https://www.youtube.com/live/CYT1DPndYaQ