Psicóloga Stephanie

Psicóloga Stephanie Psicóloga Clínica
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Muitas vezes, passamos grande parte da vida tentando lutar contra quem somos, mascarando nossas dores ou exigindo uma pe...
19/07/2026

Muitas vezes, passamos grande parte da vida tentando lutar contra quem somos, mascarando nossas dores ou exigindo uma perfeição que não existe. Jung nos lembra de que o verdadeiro movimento de mudança não começa na autocrítica severa, mas sim no acolhimento da nossa própria totalidade, incluindo nossas luzes e nossas sombras.

Olhar para si mesmo com honestidade e afeto é o passo mais corajoso (e necessário) no processo terapêutico. A cura não significa se tornar "perfeito", mas sim se tornar inteiro.

Como tem sido o seu processo de olhar para si com mais aceitação? 💡✨

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01/06/2026

Dizer "não" para o outro costuma ser um dos passos mais difíceis na busca pelo equilíbrio emocional. Muitas vezes, nos p...
19/05/2026

Dizer "não" para o outro costuma ser um dos passos mais difíceis na busca pelo equilíbrio emocional. Muitas vezes, nos pegamos tentando justificar nossas escolhas, com medo de parecermos egoístas ou sermos incompreendidos.

Mas a verdade é uma só: os seus limites servem para proteger a sua integridade, e não para agradar as expectativas alheias. 🌻

Winnicott defendia que um ambiente saudável é aquele que nos dá suporte e segurança para existirmos. Quando esse ambiente externo falha ou nos exige demais, precisamos nós mesmos criar essa barreira de proteção. Ele dizia que:

"É na saúde que se encontra a preservação do direito de não ser invadido."

Impor limites nada mais é do que exercer esse direito fundamental. É demarcar onde o outro termina e onde você começa, garantindo que o seu espaço interno não seja invadido pelas demandas, pressões ou expectativas do mundo. Quando você estabelece um limite, você não está afastando as pessoas por maldade; você está protegendo a sua saúde mental para poder se relacionar de forma mais autêntica e inteira.

Não tenha medo de não fazer sentido para os outros. O seu ritmo e o seu bem-estar são sagrados. 🤍

Mas no fim, quem são "eles"?​Muitas vezes, quando olhamos para essa frase, pensamos logo nas pressões externas, nas pess...
15/05/2026

Mas no fim, quem são "eles"?

​Muitas vezes, quando olhamos para essa frase, pensamos logo nas pressões externas, nas pessoas ao nosso redor ou em uma sociedade que exige que estejamos sempre bem. Mas, olhando um pouquinho mais de perto, "eles" também podem ser os nossos próprios fantasmas internos: a dúvida, o medo, a insegurança, a vergonha, a ansiedade e a culpa.

​Quantas vezes você já engoliu o choro, guardou um incômodo para si ou fingiu que estava tudo bem só para não "dar trabalho" ou por medo de não ser compreendido?

​O problema é que o silêncio não apaga o que sentimos. Pelo contrário, o que o coração esconde, o corpo e a mente costumam gritar em forma de sintoma, seja através daquela ansiedade que aperta o peito ou de um esgotamento que parece não ter fim.

​O pai da psicanálise, Sigmund Freud, já nos alertava sobre isso com uma sabedoria cirúrgica: ​"As emoções não expressas nunca morrem. Elas são enterradas vivas e saem das piores formas mais tarde."

​Falar sobre as nossas dores, colocar em palavras o que nos machuca, é o primeiro e mais potente passo para a resolução de qualquer conflito — seja com o outro ou com nós mesmos. A palavra tem poder de cura. Quando damos nome ao que sentimos, tiramos o peso do monstro que criamos na nossa cabeça.

​Se o peito estiver muito apertado e as palavras difíceis de saírem sozinhas, lembre-se de que a psicoterapia é um espaço seguro, livre de julgamentos e feito justamente para dar voz ao que você guardou por tanto tempo.

Pense nisso! 🩷

Muitas vezes acreditamos que nossa história é composta somente por aquilo que conseguimos lembrar e narrar. Mas, na psic...
07/05/2026

Muitas vezes acreditamos que nossa história é composta somente por aquilo que conseguimos lembrar e narrar. Mas, na psicanálise, aprendemos que a nossa verdadeira essência é esculpida por forças que não vemos. Como bem disse Freud: "O ego não é o senhor em sua própria casa."

​O nosso inconsciente não é apenas um depósito de memórias esquecidas, mas uma força viva que pulsa em nossas escolhas, em nossos afetos e até naquelas reações que não conseguimos explicar de imediato. São as marcas do que nos "atravessou no silêncio" que compõem a nossa história mais profunda.

​Winnicott nos ensinou que para nos sentirmos reais, precisamos de um espaço seguro para integrar essas partes. Olhar para o que está submerso não precisa ser assustador; é, na verdade, um ato de profundo autocuidado e liberdade.

​Quando damos voz ao que estava mudo, permitimos que a nossa história floresça com mais verdade e menos peso.

​Como você tem cuidado das coisas que te atravessam em silêncio? Lembre-se: cuidar da sua saúde mental é acolher todas as suas camadas. ✨

Muitas vezes, recebemos a ansiedade como uma inimiga, uma intrusa que desorganiza o nosso viver e nos impede de irmos al...
03/05/2026

Muitas vezes, recebemos a ansiedade como uma inimiga, uma intrusa que desorganiza o nosso viver e nos impede de irmos além. Mas e se pudéssemos, por um momento, enxergá-la como um grito de socorro? Não do mundo, não dos outros, mas do seu próprio ser, pedindo por pausa, por cuidado e por um pouco de gentileza.

​Viver com a carga da ansiedade não é um sinal de fraqueza, mas sim, reflexo de uma alma que tem sentido muito, que tem processado muito e que, talvez, esteja precisando de um pouco mais de espaço para respirar, para se organizar e para se equilibrar novamente.

​Se hoje o peso parece grande demais, lembre-se: você não precisa carregar tudo isso sozinha(o). Validar o que você sente é o primeiro passo para aliviar essa carga.

​Como você tem cuidado da sua alma ultimamente? Deixe um comentário ou, se preferir, guarde esse reflexão para o seu momento de autocuidado hoje. 🤍

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