27/06/2025
Esses dois mundos, que à primeira vista parecem distantes, se entrelaçam de um jeito muito especial para mim.
No bordado livre, a gente parte de um desenho, de uma base comum. Mas cada ponto que damos é único, carregado da nossa intenção, do nosso ritmo, da nossa história. Mesmo quando estamos em uma sala cheia, bordando o mesmo desenho, o resultado nunca é igual, porque cada mão tem sua forma de criar.
No coaching, é a mesma coisa. Começamos com um objetivo, uma direção. E a cada encontro, a cada conversa, vamos alinhavando possibilidades, desenhando caminhos, construindo juntos uma nova imagem.
Às vezes, no meio do processo, parece que nada faz sentido. Que os pontos estão soltos. Mas com tempo, presença e confiança, o bordado vai se revelando…
No fundo, coaching é isso também: um bordado livre da alma. E é isso que me encanta: cada trajetória é única. Assim como cada bordado.