Quero ser candidato

Quero ser candidato Você quer ser candidato nas próximas eleições? Acompanhe nossas dicas!

Quero ser candidato! é uma página feita para quem pretende atuar na política e precisa disputar eleições. Aqui são publicados conteúdos sobre legislação, boas práticas e dicas para campanhas eleitorais, além de informações gerais sobre política e eleições.

Participe de nosso estudo acadêmico! É uma pesquisa de 3 minutos sobre imagem de marca e perfil do respondente. Quem res...
01/07/2025

Participe de nosso estudo acadêmico! É uma pesquisa de 3 minutos sobre imagem de marca e perfil do respondente. Quem responder pode optar por deixar um e-mail para saber mais sobre o estudo.

O link é https://forms.gle/gFCbiGdL2zcV6fLUA

Obrigado!

Saiba mais sobre a pós-graduação em Mídia, Política e Sociedade na FESPSP, coordenada pela professora Rosemary Segurado!...
07/03/2022

Saiba mais sobre a pós-graduação em Mídia, Política e Sociedade na FESPSP, coordenada pela professora Rosemary Segurado!

Para mais informações, clique em

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo

Curso de Marketing Político e Campanhas Eleitorais na Oficina Municipal. Boa oportunidade para quem vai participar das e...
19/02/2016

Curso de Marketing Político e Campanhas Eleitorais na Oficina Municipal. Boa oportunidade para quem vai participar das eleições neste ano!

Datas: 15.03, 16.03.2016 Área: Cidadania e Política Tema: Marketing Político Carga horária: 14h Público-alvo: Prefeitos, vereadores, assessores de comunicação, profissionais envolvidos no planejamento de campanhas eleitorais ou estratégias de comunicação de governos, membros de partidos políticos, c…

21/07/2015

Pesquisa CNT/MDA mostra cenário preocupante para a política

A nova edição da pesquisa promovida pela Confederação Nacional do Transporte, divulgada nesta terça (21), apresenta o resultado mais baixo para avaliação de um presidente desde o início da série histórica, em 1998. Dilma Rousseff recebeu apenas 7,7% de avaliações positivas, contra 70,9% de negativas.

O levantamento, realizado entre 12 e 16 de julho, traz também números que refletem o descontentamento da população com as instituições políticas. Governo, Congresso Nacional e Partidos Políticos receberam porcentagens baixíssimas de confiança, e 67,1% não acreditam em punições aos envolvidos nos casos de corrupção investigados pela operação Lava Jato.

A percepção de crise econômica e política também são altas, com expectativa de aumento no desemprego e no custo de vida.

Saiba mais sobre a pesquisa CNT/MDA no link:

http://bit.ly/querosercandidato8

Porta a Porta: a política em dois temposEm 2008, o cineasta Marcelo Brennand acompanhou a campanha eleitoral no municípi...
30/06/2015

Porta a Porta: a política em dois tempos

Em 2008, o cineasta Marcelo Brennand acompanhou a campanha eleitoral no município de Gravatá, no interior de Pernambuco, e fez um ótimo registro da realidade das eleições municipais brasileiras.

O documentário ganha força pelo fato de o diretor não ter envolvimento político com a campanha, o que possibilitou uma visão mais desapaixonada do processo e o relato de experiências típicas da população mais simples, distante da política, mesmo entre os que disputavam os cargos de vereador.

Quem já participou de campanhas em cidades do mesmo porte de Gravatá certamente irá se identif**ar com as histórias e situações retratadas por Marcelo Brennand.

Atualmente o DVD pode ser encontrado na Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br/p/porta-a-porta-15061902), mas o trailer abaixo dá uma boa ideia do seu conteúdo.

http://bit.ly/querosercandidato7

Datafolha mostra maior distanciamento dos eleitores Os resultados da pesquisa Datafolha divulgados hoje sobre a opinião ...
23/06/2015

Datafolha mostra maior distanciamento dos eleitores

Os resultados da pesquisa Datafolha divulgados hoje sobre a opinião acerca de temas da reforma política, como reeleição, voto obrigatório e prazo dos mandatos, mostram que o eleitor brasileiro pode ter optado por se distanciar ainda mais da vida política.

A maioria dos entrevistados (66%) é contra o voto obrigatório e 58% disseram que não votariam caso o voto fosse facultativo. Estes são os maiores percentuais obtidos pelo instituto para estas perguntas desde 1994, quando esta avaliação teve início.

E pela primeira vez desde que começou a ser avaliada, em 2005, a possibilidade de reeleição para presidente passou a ser negada pelos eleitores: 67% acham que o presidente não deve ter o direito de se candidatar a um segundo mandato consecutivo.

Se juntarmos a esses dados os resultados divulgados nos dias anteriores sobre preferência partidária e avaliação de governo, é possível imaginar que este descontentamento do eleitor com a classe política se reflita nas eleições de 2016, tanto com a diminuição da participação quanto com a busca por novos nomes.

Este cenário será um desafio para quem se candidatar em 2016, pois, se por um lado haverá espaço para renovação dos quadros políticos, por outro os candidatos devem enfrentar uma grande apatia por parte dos eleitores.

Veja mais no link http://bit.ly/querosercandidato5.

Pesquisa Datafolha mostra alterações contundentes de opinião da população a respeito de dois temas da reforma política, pacote hoje em discussão no Congresso.

A proposta do distritão não foi aprovada e teve votos contrários mesmo entre os que se beneficiariam eleitoralmente da m...
27/05/2015

A proposta do distritão não foi aprovada e teve votos contrários mesmo entre os que se beneficiariam eleitoralmente da mudança.

http://bit.ly/querosercandidato3

Proposta de adoção do sistema teve 210 votos a favor e 267 contra

Distritão: fim do túnel ou fundo do poço?Antes de continuar com as dicas para candidatos, vamos falar sobre um dos temas...
26/05/2015

Distritão: fim do túnel ou fundo do poço?

Antes de continuar com as dicas para candidatos, vamos falar sobre um dos temas mais controversos na proposta da reforma política que começa a ser votada hoje no Congresso Nacional, o chamado “distritão”.

Atualmente, as eleições para deputados e vereadores seguem o sistema proporcional para distribuição das vagas. Neste sistema os eleitores votam nos candidatos, mas os votos são contabilizados primeiro para os partidos. O número de eleitos por cada partido vai ser definido pela soma de todos os votos no partido, seja em candidatos ou na legenda.

Mas, antes de definir quem está eleito, é preciso alcançar o quociente eleitoral, que nada mais é do que uma votação mínima para que os partidos ou coligações participem da distribuição das cadeiras. O total de votos válidos da eleição é dividido pelo número de cadeiras disponíveis, resultando no quociente eleitoral. O partido ou coligação que não chegar a este número mínimo de votos não tem direito à divisão das vagas.

Por fim, as cadeiras são divididas pelos partidos de acordo com o total de votos que eles conseguiram, e os candidatos mais votados vão ocupando as vagas na ordem de colocação dentro do partido. Este é um sistema que garante mais representatividade dos diversos grupos políticos, pois um partido menor pode conquistar uma cadeira pela soma de seus votos, mesmo que seus candidatos, isoladamente, não consigam uma votação expressiva.

Por outro lado, existe o problema do “puxador de votos”, que são candidatos estrategicamente escolhidos para receber votações muito altas e ajudar a eleger outros concorrentes do partido ou coligação. É por causa deste efeito que muitos partidos lançam candidatos de grande visibilidade, as “celebridades”, mesmo que eles não tenham identif**ação com o partido ou com sua ideologia.

Já o distritão é um sistema majoritário de eleição, ou seja, são eleitos os candidatos mais votados independentemente da votação de seus partidos. Neste caso, o que conta é o voto em cada candidato e os eleitos são definidos por sua colocação geral na lista ordenada pela quantidade de votos. Não existe voto em legenda e o cargo não pertence ao partido, portanto, se um eleito deixar o cargo ele será substituído pelo candidato mais votado na ordem da lista, independentemente de qual seja seu posicionamento político.

A proposta do distritão tem sido defendida como um modelo mais simples e de fácil compreensão pelo eleitor, além de ser uma solução para o problema dos puxadores de voto. No primeiro caso, é verdade que o sistema proporcional não é bem compreendido pelos eleitores, principalmente em situações em que um candidato é eleito mesmo tendo recebido menos votos que outro concorrente, pois foi beneficiado pela votação do partido.

Mas o sistema majoritário também traz muitos problemas, a começar pelo aumento do personalismo na política, uma vez que o candidato não precisa mais se identif**ar com o partido ou com uma ideologia. E os eleitores que votaram em candidatos não eleitos perdem a relação de representatividade, pois seus votos são inutilizados e nem ao menos foram contabilizados para o partido dos eleitos.

Outro problema sério é a dificuldade de renovação na política, uma vez que os votos dos candidatos de um mesmo partido não são compartilhados e os políticos já eleitos tenderão a dificultar ainda mais a entrada de novos concorrentes para evitar a dispersão de seus eleitores. Quem tiver o controle do partido para indicar quem pode ser candidato terá muito poder em mãos e deve beneficiar seu grupo mais próximo, concentrando ainda mais as decisões partidárias.

Por fim, ao contrário do que defendem os apoiadores do sistema distrital clássico, no qual os distritos representam uma divisão geográf**a, o distritão não aproxima o eleitor de seus representantes, pois não há uma identif**ação regional ou ideológica com os eleitos. Se hoje já há pouca proximidade nesta relação, o distritão só iria piorar o quadro ao descartar os votos de quem optou por candidatos não eleitos ou tem alguma identif**ação ideológica com os partidos.

Com tudo isso, f**a difícil compreender qual é o real objetivo desta proposta para além de favorecer quem já tem uma estrutura eleitoral bem definida, tanto em suas bases eleitorais como na direção de seus partidos. Em outras palavras, parece que a proposta só beneficia quem já está no poder.

Planejar antes de se candidatarQuando falamos em campanhas eleitorais é comum vir à mente as cenas do candidato em comíc...
22/05/2015

Planejar antes de se candidatar

Quando falamos em campanhas eleitorais é comum vir à mente as cenas do candidato em comícios ou passeatas, cercado de eleitores com bandeiras e adesivos de apoio. Também lembramos das propagandas de TV, dos debates e dos jingles, alguns tão marcantes que são usados por anos e ainda assim fazem sucesso.

Todo o envolvimento e comoção característicos destes momentos por vezes dão uma impressão equivocada sobre as eleições, levando muitas pessoas a acreditar que as campanhas eleitorais são simples e que basta um bom slogan para ser vitorioso.

Mas a realidade é bem diferente. As campanhas eleitorais são difíceis, caras e desgastantes, sem falar na reduzida chance de ser eleito para a maioria dos candidatos. Nos casos de eleições para vereadores e deputados esta situação é ainda pior, pois o sistema proporcional estimula os partidos a lançarem o máximo de candidatos com o objetivo de acumular votos e alcançar o quociente eleitoral, o que signif**a que poucos nomes serão realmente competitivos.

Por isso, antes de se aventurar em uma eleição é fundamental dedicar tempo para a decisão de ser candidato. Faça um planejamento pessoal, levando em consideração que a campanha irá tomar boa parte do seu tempo e afetará sua vida social, familiar e profissional.

Este deveria ser o primeiro passo de todo planejamento de campanha, mas infelizmente muitos candidatos menosprezam sua importância. Para quem ainda não pensou nisto, é importante dar atenção especial a três aspectos principais:

• SITUAÇÃO FINANCEIRA. Faça uma avaliação detalhada de suas finanças. Durante o período de eleições é comum que o candidato se dedique à campanha e interrompa sua atuação profissional, reduzindo ou até anulando suas fontes de rendimento justamente em um momento de muitos gastos. E se você não se sente seguro financeiramente é muito provável que não conseguirá se envolver como deveria na campanha.

• VIDA SOCIAL. Não se iluda com o suposto glamour das eleições. São poucos os políticos que contam com a simpatia da sociedade e é normal ser hostilizado ao pedir votos, mesmo que seja sua primeira candidatura. E isto acontece também em seus círculos mais próximos de relacionamentos. Converse com seus amigos e familiares sobre suas ideias, escute com atenção as opiniões deles e avalie se é a hora certa para se candidatar.

• APOIO FAMILIAR. Acima de tudo, esteja certo de que terá apoio de sua família, pois as dificuldades só tenderão a aumentar no período de eleições. O candidato é muito demandado e assediado durante a campanha, sobrando pouco tempo para suas atividades familiares, ainda que ele se planeje para isso. Ser um homem público implica em perder parte da privacidade, incluindo a de sua família.

Com o planejamento pessoal delineado, a decisão de ser candidato f**a mais fácil e ganha força, possibilitando uma discussão mais profunda sobre os objetivos da candidatura e suas questões ideológicas e políticas. Este será o tema de nosso próximo texto.

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