2C Business Consultoria

2C Business Consultoria Página criada para reunir profissionais da área de eventos para divulgação de oportunidade e trabalho.

Em um mundo globalizado a agilidade na obtenção das informações disponíves, é uma questão de sobreviência corporativa. Um diagnóstico preciso das reais necessidades de uma empresa, no momento certo, faz a diferença entre o sucesso ou a estagnaçao e o prejuizo. Uma empresa bem administrada com uma equipe bem informada e treinada, dentro das mais novas técnicas do mercado, coloca sua empresa na frente da concorrência.

24/02/2013

Gestão Estratégica e Governança

As empresas estão, cada vez mais, começando a analisar suas operações a partir da leitura crítica da evolução dos processos ao longo da cadeia operacional ao invés de analisá-los de forma departamentalizada. Isso quer dizer que, para essas empresas, a venda, começa na prospecção passa pela pré-venda, negociação, emissão da nota fiscal, cobrança, recebimento, baixa do título, conciliação bancária e pós-venda. Dessa maneira a linha que separa a área comercial e a área financeira ficou muito mais tênue do que já era.

Portanto gestor de finanças, seja muito bem vindo a equipe de vendas !

Sendo essa nova alternativa para analisar o processo cabe a nossa área trabalhar no seu entendimento e adaptação. Para isso acho que dois pontos são cruciais.

Conhecer detalhadamente nosso mercado, o que o cliente compra, porquê compra e como compra !

Se vamos atender aos clientes como parte do processo de venda, ou de entrada como algumas empresas denominam, precisamos entender muito mais sobre o mercado no qual estamos inseridos, quais os nossos competidores, quais os nossos produtos, quais os diferenciais desses produtos em relação aos competidores, porquê o cliente compra esse produto e não o de um competidor e o que ele espera da empresa como modelo de atendimento. Fazendo esse exercício talvez possamos entender que a permissividade da equipe comercial ou a diversidade de formas de faturamento não são apenas facilitadores para a venda e sim o grande diferencial que faz com que o cliente opte por nossa empresa em detrimento das demais do mercado.

Obvio que apesar de ser fundamental adquirir esse conhecimento não tenho a ilusão de imaginar que isso seja um processo rápido e fácil, portanto os primeiros passos precisam ser dados imediatamente. Para começar sugiro matricular a equipe no treinamento que a empresa oferece para a formação de vendedores e pedir para receber o mapeamento das movimentações do mercado que a área de marketing, ou inteligência de mercado, normalmente prepara. Além disso, jornais, sites de informações do segmento, grupos de discussão na internet e associações de classe deixaram de ser opcionais e passaram a ser obrigatórios para o desenvolvimento da equipe.

Temos o dever e o direito de retroalimentar os processos com a nossa visão e percepção do relacionamento com os clientes

Agora que vamos conhecer mais e melhor nosso mercado, produtos e clientes, temos que fazer uma mudança em nossa postura perante os processos e a equipe responsável pela etapa da venda.

Temos que, imediatamente, fazer a equipe de finanças deixar de pensar que a área é o ponto final dos processos, que “as coisas” desencadeiam na área, que trabalhamos para corrigir os erros das etapas anteriores e que, após isso, damos por encerrado o processo. Temos que entender que podemos e devemos retroalimentar os processos com nossas experiências junto aos clientes e como nossa leitura do mercado e do negócio da empresa.

Resumindo, temos que conhecer mais de todas as variáveis que afetam o trabalho da equipe que responde pela etapa de prospecção e venda desse novo grande processo e temos que fazer com essa equipe entenda o que vivemos no dia-a-dia da área financeira.

24/02/2013

Minha Casa, Minha Vida vira um pesadelo para investidores europeus

Principal reclamação é que burocracia para a aprovação de projetos resultou em atrasos para a assinatura dos contratos, execução das obras e recuperação do capital investido

MADRI e BELO HORIZONTE - Concebido para realizar o sonho de milhões de brasileiros, o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) tornou-se um pesadelo para muitos investidores europeus. A violenta retração do mercado imobiliário em países como Espanha, Itália, Portugal e até Inglaterra, consequência da crise econômica que o continente atravessa, provocou um movimento de migração de construtoras, incorporadoras e fundos de investimento para o Brasil.

Lançado num momento de forte depressão econômica na Europa, o Minha Casa, Minha Vida, com cifras grandiosas para construir milhões de moradias populares num curto espaço de tempo, parecia bastante sedutor para essas companhias, que cruzaram o Atlântico em busca de alta rentabilidade, o que compensaria a ociosidade da demanda europeia.

Os empresários europeus atuaram basicamente em duas frentes: constituindo subsidiárias no País ou associando-se a empresas locais. Ao se instalarem em terras brasileiras, porém, a realidade para muitos deles foi bem distinta da que motivou a vinda para o Brasil. A principal reclamação é que a burocracia para a aprovação de projetos resultou em atrasos para a assinatura dos contratos, execução das obras e recuperação do capital investido, tornando muitos empreendimentos inviáveis, segundo os empresários.

‘Nunca mais’. "Eu não quero participar do Minha Casa, Minha Vida nunca mais", sentenciou Sílvio Bezerra, presidente da Ecocil, a maior construtora e incorporadora do Rio Grande do Norte. A decisão de não investir mais no programa foi tomada em conjunto com o sócio inglês, o fundo de investimentos Salamanca Capital, que detém atualmente 65% da companhia. A gestão da companhia é compartilhada com os empresários brasileiros, que a fundaram há 64 anos.

A empresa tem um único projeto no Minha Casa, Minha Vida, para consumidores com renda de seis a 10 salários mínimos em Natal, que demorou um ano e meio para ter a análise de risco aprovada, de acordo com o executivo. "A Caixa pediu até identidade e CPF do dono da empresa na Inglaterra", relatou Bezerra.

Segundo ele, em função desse atraso, dos R$ 12 milhões investidos com capital próprio, a Caixa só reembolsou R$ 1,5 milhão até agora. Esse atraso, de acordo com Marcelo Freitas, diretor financeiro da empresa, jogou por terra a análise de risco feita na tomada de decisão dos investidores, quando a projeção de investimentos com recursos próprios seria de menos de 5%.

"É um banho de água fria muito grande. Os investidores estrangeiros têm um nível de sofisticação incrível e cálculos bem precisos que não comportam esse tipo de situação", afirmou o executivo.

24/02/2013

Após 7 baixas seguidas, Bovespa sobe com exterior

O Ibovespa encerrou em alta de 0,97%, aos 56.697,06 pontos; apesar do avanço, acumula queda de 5,13% no mês e de 6,98% no ano
SÃO PAULO - Sem conseguir fechar no azul desde a volta do carnaval, a Bovespa contou com a melhora dos mercados internacionais e conseguiu se firmar em terreno positivo no pregão desta sexta-feira. Mesmo com as blue chips Petrobras e Vale pressionando o índice à vista para baixo, as ações de bancos se sobressaíram e garantiram a trajetória de valorização, interrompendo uma sequência de sete fechamentos em baixa.


O Ibovespa encerrou em alta de 0,97%, aos 56.697,06 pontos. Na mínima, marcou 56.107 pontos (-0,09%) e, na máxima, foi aos 56.742 pontos (+1,05%). O giro financeiro somou R$ 8,936 bilhões (dado preliminar). Apesar do avanço nesta sessão, a Bolsa acumula queda de 5,13% no mês e de 6,98% no ano.

"A recuperação da Bovespa hoje foi mais técnica do que ligada a fundamentos. O patamar ao qual a Bolsa chegou é que está motivando essa reação", disse o chefe da mesa de operações da HSBC Corretora, André Moura. "Mas o mercado amanheceu com expectativa de alta maior da Bolsa hoje", ponderou.

O profissional destaca que o fato de o Ibovespa, após uma longa trajetória de queda, ter respeitado o suporte dos 55.500 pontos na véspera mostra que os investidores estão preferindo manter suas posições, acreditando em um ajuste de preços no curto prazo.

O setor bancário foi o destaque do dia. O IFNC, índice que reúne as ações do segmento financeiro, avançou 2,24%, puxando o Ibovespa para cima. Itaú Unibanco PN subiu 3,24%, as units do Santander avançaram 2,14%, Banco do Brasil ON teve alta de 1,70% e Bradesco PN registrou valorização de 2,06%.

O Banco Central anunciou na noite passada mais uma rodada de medidas para reduzir os custos das instituições, o que contribuiu para o movimento. As ações também foram impulsionadas diante da expectativa da criação, por parte do governo federal, de uma fonte de recursos públicos para os bancos privados financiarem investimentos de médio e longo prazos em infraestrutura. O anúncio está previsto para a próxima semana, segundo fontes ouvidas pelo Grupo Estado.

As blue chips Petrobras e Vale jogaram contra o Ibovespa, o que reflete a contínua saída de estrangeiros da Bolsa. No caso das ações da estatal, as ON tiveram baixa de 0,46% e as PN recuaram 0,98%. Os papéis ON da mineradora tiveram a maior queda do índice à vista, com perda de 2,67%, e os PNA apresentaram declínio de 2,07%.

Após a forte alta de mais de 11% no pregão anterior, as ações da OGX subiram praticamente durante todo o dia, em reação à notícia de que o empresário Eike Batista estaria interessado em vender participações em blocos petrolíferos da companhia. Mas, nos momentos finais do pregão, as ações viraram e encerraram em queda de 0,28%.

Os destaques de alta do Ibovespa foram Gafisa ON, com ganho de 8,44%. Em seguida, apareceram Suzano PNA (+6,48%), Brookfield ON (+6,08%), MMX ON (5,94%) e BR Foods ON (+5,08%).

As principais quedas do dia, além de Vale ON, foram JBS ON (-2,61%), Usiminas ON (-2,56%), Bradespar PN (-2,52%) e Br Malls ON (-2,50%).

24/02/2013

MADRI e BELO HORIZONTE - Concebido para realizar o sonho de milhões de brasileiros, o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) tornou-se um pesadelo para muitos investidores europeus. A violenta retração do mercado imobiliário em países como Espanha, Itália, Portugal e até Inglaterra, consequência da crise econômica que o continente atravessa, provocou um movimento de migração de construtoras, incorporadoras e fundos de investimento para o Brasil.


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Lançado num momento de forte depressão econômica na Europa, o Minha Casa, Minha Vida, com cifras grandiosas para construir milhões de moradias populares num curto espaço de tempo, parecia bastante sedutor para essas companhias, que cruzaram o Atlântico em busca de alta rentabilidade, o que compensaria a ociosidade da demanda europeia.

Os empresários europeus atuaram basicamente em duas frentes: constituindo subsidiárias no País ou associando-se a empresas locais. Ao se instalarem em terras brasileiras, porém, a realidade para muitos deles foi bem distinta da que motivou a vinda para o Brasil. A principal reclamação é que a burocracia para a aprovação de projetos resultou em atrasos para a assinatura dos contratos, execução das obras e recuperação do capital investido, tornando muitos empreendimentos inviáveis, segundo os empresários.

‘Nunca mais’. "Eu não quero participar do Minha Casa, Minha Vida nunca mais", sentenciou Sílvio Bezerra, presidente da Ecocil, a maior construtora e incorporadora do Rio Grande do Norte. A decisão de não investir mais no programa foi tomada em conjunto com o sócio inglês, o fundo de investimentos Salamanca Capital, que detém atualmente 65% da companhia. A gestão da companhia é compartilhada com os empresários brasileiros, que a fundaram há 64 anos.

A empresa tem um único projeto no Minha Casa, Minha Vida, para consumidores com renda de seis a 10 salários mínimos em Natal, que demorou um ano e meio para ter a análise de risco aprovada, de acordo com o executivo. "A Caixa pediu até identidade e CPF do dono da empresa na Inglaterra", relatou Bezerra.

Segundo ele, em função desse atraso, dos R$ 12 milhões investidos com capital próprio, a Caixa só reembolsou R$ 1,5 milhão até agora. Esse atraso, de acordo com Marcelo Freitas, diretor financeiro da empresa, jogou por terra a análise de risco feita na tomada de decisão dos investidores, quando a projeção de investimentos com recursos próprios seria de menos de 5%.

"É um banho de água fria muito grande. Os investidores estrangeiros têm um nível de sofisticação incrível e cálculos bem precisos que não comportam esse tipo de situação", afirmou o executivo.

22/02/2013

NOVA REGRA DE ICMS EM SP TRAZ ILEGALIDADE

A recente Resolução 13 do Senado, que unificou em 4% a alíquota interestadual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre bens importados, promete trazer discussões na Justiça em São Paulo, replicando em outros estados.

Na verdade, a Justiça tem afastado a obrigação criada pela resolução de discriminar na Nota Fiscal Eletrônica o custo da mercadoria ou produto vindo do exterior, pois consideram que informar o valor da parcela importada em meio aberto a terceiros viola o segredo do negócio e a livre concorrência das empresas.

Bem dizer que o Senado, ao estabelecer a alíquota, não falou sobre a necessidade de expor os custos dos bens nas notas, e o Congresso alterou a alíquota e determinou que o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) baixasse normas para os procedimentos necessários na importação. Daí, surgiu o Ajuste n. 19, do Sistema Nacional de Informações Econômicas e Fiscais (Sinief), sendo o alvo dos questionamentos na Justiça por trazer a exigência de informar o valor da parcela importada do exterior e o conteúdo de importação expresso percentualmente.

Sabemos que as normas unificam em 4% a alíquota interestadual nas operações com bens e mercadorias importados que tenham similar nacional, ou cujo conteúdo de importação após processo de industrialização seja superior a 40%.

A Secretaria de Fazenda de São Paulo, por meio da Portaria CAT nº 174/12, de 29 de dezembro de 2012, regulamentou as disposições contidas no Ajuste Sinief nº 19 e na Resolução 13. Mas a Portaria manteve a obrigação prevista para que o importador informe em suas notas o custo da mercadoria importada, o que expõe de forma indireta os custos internos nas operações praticadas.

Assim, em São Paulo, o agravante foi estender a obrigatoriedade de informar o custo da mercadoria importada também nas operações internas, situação não prevista no Ajuste Sinief, esta é a questão !

O que facilita a fiscalização ao estado, é contrário as normas, sendo, sob nossa ótica, um vício de ilegalidade, onde o Supremo Tribunal Federal já tem uma ação de inconstitucionalidade contestando a Resolução 13, afirmando que a norma extrapola competência do Senado, devendo irmos no sentido de buscar este direito.

22/02/2013

NOVA REGRA DE ICMS EM SP TRAZ ILEGALIDADE

A recente Resolução 13 do Senado, que unificou em 4% a alíquota interestadual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre bens importados, promete trazer discussões na Justiça em São Paulo, replicando em outros estados.

Na verdade, a Justiça tem afastado a obrigação criada pela resolução de discriminar na Nota Fiscal Eletrônica o custo da mercadoria ou produto vindo do exterior, pois consideram que informar o valor da parcela importada em meio aberto a terceiros viola o segredo do negócio e a livre concorrência das empresas.

Bem dizer que o Senado, ao estabelecer a alíquota, não falou sobre a necessidade de expor os custos dos bens nas notas, e o Congresso alterou a alíquota e determinou que o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) baixasse normas para os procedimentos necessários na importação. Daí, surgiu o Ajuste n. 19, do Sistema Nacional de Informações Econômicas e Fiscais (Sinief), sendo o alvo dos questionamentos na Justiça por trazer a exigência de informar o valor da parcela importada do exterior e o conteúdo de importação expresso percentualmente.

Sabemos que as normas unificam em 4% a alíquota interestadual nas operações com bens e mercadorias importados que tenham similar nacional, ou cujo conteúdo de importação após processo de industrialização seja superior a 40%.

A Secretaria de Fazenda de São Paulo, por meio da Portaria CAT nº 174/12, de 29 de dezembro de 2012, regulamentou as disposições contidas no Ajuste Sinief nº 19 e na Resolução 13. Mas a Portaria manteve a obrigação prevista para que o importador informe em suas notas o custo da mercadoria importada, o que expõe de forma indireta os custos internos nas operações praticadas.

Assim, em São Paulo, o agravante foi estender a obrigatoriedade de informar o custo da mercadoria importada também nas operações internas, situação não prevista no Ajuste Sinief, esta é a questão !

O que facilita a fiscalização ao estado, é contrário as normas, sendo, sob nossa ótica, um vício de ilegalidade, onde o Supremo Tribunal Federal já tem uma ação de inconstitucionalidade contestando a Resolução 13, afirmando que a norma extrapola competência do Senado, devendo irmos no sentido de buscar este direito.

Celso Salles Cyrillo
Advogado
2C business consultoria

02/02/2013

Página criada para reunir empresários

Endereço

São Paulo, SP
04437-000

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