28/01/2019
Stephen Covey, que criou a “matriz de gerenciamento do tempo”. Ela cruza o “importante”, na vertical, com o “urgente”, na horizontal. São, portanto, quatro quadrantes, I, II, III e IV.
No quadrante I está tudo que não pode ser deixado para depois: o cliente chamando, o vazamento no banheiro, as prateleiras vazias... Importante e urgente. Tarefas executadas com ansiedade, sem capricho, com pequenas possibilidades de serem prazerosas.
As ações do quadrante II são, igualmente, importantes, mas menos... Urgentes. Não há “pressão externa” para que nos concentremos nelas. Mas, segundo Covey, aí deve estar o foco de nossa atenção. Aí estará o tempo para a ginástica, o relaxamento, o planejamento pessoal e profissional. O lazer, o treinamento e o espaço para aperfeiçoar os relacionamentos. Se aumentarmos o tempo de planejamento, prevenção e preparação, teremos menos crises e precisaremos de menos tempo para o quadrante I.
No quadrante III, os eventos parecem importantes. Parecem porque são urgentes. Normalmente são importantes apenas para os outros e desnecessários à nossa missão. Imagine: você está concentrado num planejamento. O celular toca. Nesse instante atender a chamada passa a ser prioridade. Você para, atende, perde a concentração e, às vezes, consegue resolver algum problema. Criamos a ilusão de estarmos envolvidos com tarefas importantes.
O quadrante IV é o do desperdício. Nada de urgente ou importante. Longas reuniões improdutivas, conversas sobre a vida alheia, minutos valiosos lendo mensagens de qualidade duvidosa...
Pense e responda com honestidade: em qual quadrante tem passado a maior parte de seu tempo?