18/06/2026
Sucessão é um dos temas que mais aparecem nos discursos de liderança e menos aparecem nos planos de ação.
Boards declaram que é prioridade. Mas menos de 35% das empresas têm um pipeline de sucessão estruturado para posições críticas, com critérios claros, avaliação real de prontidão
e plano de desenvolvimento ativo.
O resultado já é conhecido: quando a posição abre, começa a corrida. Alguém interno que "se vira", uma contratação externa às pressas ou um executivo que volta porque não havia alternativa preparada.
O problema não é falta de talento. É falta de processo.
Sucessão estruturada começa antes da vaga abrir. Começa com a pergunta certa: quem está pronto, para qual desafio, com que prazo e o que precisa acontecer para acelerar essa prontidão?
Sem essas respostas, a empresa não tem pipeline de sucessão. Tem uma lista de nomes e muita esperança.