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Consultoria de Restaurante e Projetos Gastronômicos

Eiji Tomimatsu:
- Pós graduação em Orientação Profissional pelo Instituto Sedes Sapientiae
- Bacharel em Administração pela FGV/EAESP
- Formação em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi
- Pós graduação em Gestão de Empreendimentos, Administração de Recursos Humanos e Administração de Marketing, todos pela FGV/EAESP

RESTAURANTES NA PÓS PANDEMIAJá temos uma tendência, ou é apenas uma expectativa?Para que os estabelecimentos possam reto...
04/02/2022

RESTAURANTES NA PÓS PANDEMIA
Já temos uma tendência, ou é apenas uma expectativa?

Para que os estabelecimentos possam retomar o seu desempenho pré-pandemia, o "comer fora de casa" (que só isso, já poderia signif**ar um grande valor agregado) precisará oferecer algo a mais que a hospitalidade, o restaurar, a praticidade, o bem estar, a socialização, a exposição do comer diante dos outros... a lista ficou maior. Mas o público ficou mais exigente?

A revista "The Economist" aposta em novas "adaptações" e abandono de modelos antigos.

"(...) os restaurantes em sua forma atual têm, no máximo, algumas centenas de anos. Eles não satisfazem algum desejo primitivo, mas sim aqueles de tipos particulares de sociedades. Forças econômicas e sociais, da reforma política à urbanização e à mudança dos mercados de trabalho, criaram tanto a oferta quanto a demanda por restaurantes. Sua história também sugere como seria o futuro em um mundo pós-pandemia."
"O futuro a longo prazo do restaurante é menos claro. A pandemia levou muitas pessoas a comprar mais comida para viagem do que antes (a receita da Uber com entrega agora excede o que ganha ajudando as pessoas a se locomover), enquanto outras têm um novo amor pela culinária. Os restaurantes têm pouca escolha a não ser continuar a se adaptar."

https://www.economist.com/christmas-specials/2021/12/18/an-economic-history-of-restaurants
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And how the pandemic may change them

A SUA OPINIÇÃO (NÃO) É MUITO IMPORTANTE PARA NÓSEsta semana aconteceu o evento “Latin America’s 50 Best Restaurants 2021...
28/11/2021

A SUA OPINIÇÃO (NÃO) É MUITO IMPORTANTE PARA NÓS

Esta semana aconteceu o evento “Latin America’s 50 Best Restaurants 2021”, premiando os 50 primeiros colocados de uma lista que traz os 100 melhores restaurantes da América Latina (relação completa disponível em: https://www.theworlds50best.com/latinamerica/en/list/1-50).

Como toda lista de classif**ação, há critérios e pessoas (subjetividades) envolvidas em sua elaboração, além de, obviamente, os esforços e o desempenho dos estabelecimentos para manterem ou melhorarem seus padrões de qualidade para, intencionalmente ou não, estarem comtemplados nesta relação.

Independente de julgar se merecida ou justa a classif**ação, há que se refletir sobre estes espaço-lugares do que é definido como sendo os “melhores” (com ou sem aspas). Nesse sentido, duas questões parecem relevantes:
- o que se considera nas práticas avaliativas no campo da culinária?
- por que os outros são referências para um reconhecimento (o “melhor” é sempre em relação a um outro)?

O artigo, “Evaluative Practices in the Culinary Field – a Case of Restaurant Rankingsi”, de Bo T. Christensen e Jesper Strandgaard Pedersen, de 2011, traz uma análise sobre a elaboração de duas listas: o sistema Michelin Red Guide (ou simplesmente, Guia Michelin), do fabricante francês de pneus Michelin e a lista dos 50 Melhores restaurantes (50 Best Restaurants), de San Pellegrino, organizada pela revista inglesa Restaurant Magazine, esta última, responsável pelo evento desta semana.

A diferença, explica o artigo, é que (mantido o período de tempo do texto original): “o sistema de guias Michelin é um sistema de classif**ação com mais de cem anos (estabelecido em 1900) e é baseado em um sistema padronizado de critérios fixos. A avaliação é realizada por um grupo de inspetores treinados, resultando em um julgamento da qualidade (‘valor pelo dinheiro’) do restaurante em questão, premiando a(s) estrela(s) ou outros símbolos que indicam sua qualidade nominal. A lista dos 50 Melhores Restaurantes do mundo, de San Pellegrino é um sistema de classif**ação de dez anos (estabelecido em 2002) e não se baseia em critérios explícitos para a avaliação, mas com supostos critérios implícitos de "novidade" e "inovação". A lista de San Pellegrino é baseada em um elaborado sistema de votação realizado por um grupo de gastro-especialistas internacionais e resultando em uma lista de classif**ação de restaurantes.” Conclui os autores que “a lógica interna e estrutura do Michelin e San Pellegrino diferem em suas interpretações de como eles buscam ‘consenso’ através da aplicação de ‘padrões’, uma vez que a primeira lista envolve uma avaliação e a segunda, votação.

A questão mais relevante nas análises e conclusões deste artigo, referente a elaboração dessas duas listas é que: “enquanto o sistema Michelin busca critérios fixos e qualidade consistente (ganhando legitimidade por meio da independência e anonimato), o sistema San Pellegrino incentiva a inovação em restaurantes e ciclos de vida de padrão encurtados (ganhando legitimidade por meio de novidades e votos entre um painel de “guardiões”). O sistema de avaliação da Michelin produz uma classif**ação de um único restaurante, enquanto o sistema de avaliação de San Pellegrino produz uma lista de classif**ação comparando e classif**ando os restaurantes, nomeando um como o ‘melhor’, proporcionando alta visibilidade e interesse da mídia alinhado com a ‘economia do nome’ (Moeran, 2003) e a busca da sociedade contemporânea por ‘vencedores’ por meio de uma série infinita de ‘competições’ em quase todos os aspectos da vida.”

A título de curiosidade, vale também citar um outro artigo: “Analysis of E-Complaints for Restaurant Enterprises in the World's 50 Best Restaurant List”, de Serkan Şengül, Osman Çavuşb e Erol Taşkin, de 2018, que traz considerações sobre os aspectos problemáticos apontados pelos clientes dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo: após análise das reclamações compartilhadas no TripAdvisor, concluiu-se que as reclamações dos clientes sobre os restaurantes listados são principalmente referentes ao valor médio publicado (concentrando-se na relação qualidade-preço), sendo avaliados como “abaixo da expectativa, causando decepção e avaliação negativa em relação ao sabor”. Continua o artigo: “os resultados mostram que os restaurantes são inadequados em termos de equilíbrio entre preço e qualidade e, portanto, as empresas precisam encontrar soluções para esse problema” (ou seja, o público para o qual esta lista se direciona, é o segmento do mercado alvo? Existe sintonia e equilíbrio entre os critérios dos avaliadores e dos consumidores?)

Listas do tipo “Os Melhores” são somatórias de pareceres de especialistas que resultam em votos. Guias são avaliações técnicas com critérios que não se considera a comparação ou subjetividades. Porém, em ambos os casos, para o público geral, acabam servindo como “guias” de orientação às escolhas. No mercado de Foodservice, com milhares de estabelecimentos, listas ou guias (agora no sentido popular dos termos) são necessariamente, recortes, por mais categorias que possam conter. Porém, como aponta o segundo artigo, há que se considerar que o público hoje, também manifesta e contribui para elaboração de suas listas em plataformas especializadas que servem como referências para fazer escolhas. Impressões, opiniões, pareceres, críticas, avaliações... cada um desses termos tem conceitos diferentes. A pergunta que os autores do primeiro artigo colocam logo no início, possui respostas e canais para sua exposição tão diversas quanto as diferenças existentes na base para sua elaboração: “O que constitui uma boa refeição e como você avalia um restaurante?”

Se precisamos de respostas mais elaboradas, precisaremos formar um público consumidor mais preparado.



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(foto: www.rewardsnetwork.com)

Criam-se assim, os parâmetros do que se pode ser considerado "os melhores": restaurante não é só comida, mas também a re...
23/11/2021

Criam-se assim, os parâmetros do que se pode ser considerado "os melhores": restaurante não é só comida, mas também a relação (função identitária) que se estabelece com o meio no qual está inserido...
E viva América Latina!


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https://paladar.estadao.com.br/noticias/restaurante-e-bares,novo-ranking-dos-melhores-restaurantes-da-america-latina-reverte-tendencias,70003905729

O peruano Central é o campeão de 2021, brasileiro D.O.M. f**a com 3ª colocação; lista deste ano é uma média dos votos dos últimos oito anos de prêmio, antigos campeões voltam ao topo. Confira lista completa

DÊEM AOS ROBÔS O QUE É DOS ROBÔS.(E AOS HUMANOS, O QUE OS TORNAM HUMANOS EM SUAS OCUPAÇÕES)              O artigo "Autom...
22/11/2021

DÊEM AOS ROBÔS O QUE É DOS ROBÔS.
(E AOS HUMANOS, O QUE OS TORNAM HUMANOS EM SUAS OCUPAÇÕES)




O artigo "Automação inteligente em hospitalidade: explorando a automatização relativa das tarefas de serviço de alimentação da linha de frente", (https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/JHTI-07-2021-0175/full/html), ressalta a importância de se determinar o grau de automação que é possivel realizar nos trabalhos de serviço de alimentação da linha de frente, trabalhos estes, constituídos por tarefas que requerem inteligência mecânica, analítica, intuitiva ou empática. Aborda também, sobre como identif**ar se essa tecnologia é capaz de produzir um serviço que satisfaça as necessidades e os critérios de escolha dos consumidores, criando a fidelização junto aos estabelecimentos que empregam robôs.

Na matéria publicada hoje (22/11/2021) no jornal O Estado de São Paulo, "DESESPERADOS POR MÃO DE OBRA, RESTAURANTES NOS EUA RECORREM A ROBÔS", apresenta um cenário onde, por um lado, há vantagens para os robôs, considerando a escassez de mão-de-obra e a saúde mental dos profissionais nesse período de pandemia e, por outro lado - e talvez, a médio e longo prazo - possibilita que a tecnologia proporcione aquilo que sempre deveria ter criado às pessoas: menos dedicação a trabalhos "emburrecedores", operacionais e repetitivos e maior dedicação a trabalhos criativos, afetivos e prazerosos que promovam um real inter-relacionamento entre pessoas.

Trechos da matéria:
"Especialistas do setor acreditam que a escassez de mão de obra decorrente da pandemia acelerou a aceitação dos robôs nos locais de trabalho.
(...)
O Servi (o garçom robô) evitou que garçons e atendentes tivessem de correr de um lado para o outro até a cozinha e deu a esses sobrecarregados funcionários mais tempo para conversar com os clientes e servir mais mesas, o que levou a gorjetas maiores."

"O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) estima que 48 milhões de pessoas adoecem, 128 mil são hospitalizadas e 3 mil morrem a cada ano de doenças transmitidas por alimentos. O uso de robôs como o Flippy melhora a precisão em uma cozinha, reduzindo o erro humano que pode levar a problemas de contaminação de alimentos"

"A síndrome de burnout está se tornando um grande problema para pessoas que trabalham em restaurantes”

"O segmento de lazer e hospitalidade registrou uma queda de 50% no emprego em 2020, que representa 8,3 milhões de trabalhadores”

https://link.estadao.com.br/noticias/cultura-digital,desesperados-por-mao-de-obra-restaurantes-nos-eua-recorrem-a-robos,70003903145

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16 de OutubroPRAZER, SAÚDE, SOCIALIZAÇÃO, SUSTENTAÇÃO...Muitas coisas fazemos através da alimentação: façamos melhor par...
16/10/2021

16 de Outubro
PRAZER, SAÚDE, SOCIALIZAÇÃO, SUSTENTAÇÃO...
Muitas coisas fazemos através da alimentação: façamos melhor para tornarmo-nos melhor.
Sejamos essa tendência.


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(ilustração: Google imagens)

VEIO PARA FICAR, MAS AINDA É TENDÊNCIAPara celebrar o Dia Mundial da Alimentação no dia 16 de Outubro, SESC traz uma pro...
11/10/2021

VEIO PARA FICAR, MAS AINDA É TENDÊNCIA

Para celebrar o Dia Mundial da Alimentação no dia 16 de Outubro, SESC traz uma programação para refletirmos sobre a relação comida, saúde e cultura.

"(...) a relação que temos com a comida e a nossa cultura alimentar são a chave para uma alimentação mais saudável."

https://paladar.estadao.com.br/noticias/geral,projeto-experimenta-do-sesc-debate-a-alimentacao-saudavel-alem-da-mesa,70003862784

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Com encontros online e gratuitos, 5ª edição do evento propõe reflexões sobre temas como cultura alimentar e consumo responsável

Antes de prosseguir: consultem sempre um profissional de Nutrição (sério, bom ressaltar).COMER PODE SER SAUDÁVEL, BEM HU...
14/07/2021

Antes de prosseguir: consultem sempre um profissional de Nutrição (sério, bom ressaltar).

COMER PODE SER SAUDÁVEL, BEM HUMORADO E... ECONÔMICO!

"Os resultados foram surpreendentes por várias razões. A dieta beneficiou a saúde mental apesar de os participantes não terem perdido peso. As pessoas também economizaram dinheiro ingerindo alimentos mais nutritivos, demonstrando que uma dieta saudável pode ser econômica. Antes do estudo, os participantes gastavam em média US$ 138 por semana em comida. Os que se submeteram a uma dieta saudável reduziram esse custo para US$ 112 por semana."

https://internacional.estadao.com.br/noticias/nytiw,saude-mental-alimentos-humor-estresse-depressao,70003776367

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Alimentos com muito açúcar e gordura que, com frequência, ingerimos quando estamos estressados ou deprimidos, são os menos benéficos para a nossa saúde mental

A CONTRIBUIÇÃO DOS CHEFS NA RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA LOCAL E DISSEMINAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS.Após o desastre nuclear da pr...
19/06/2021

A CONTRIBUIÇÃO DOS CHEFS NA RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA LOCAL E DISSEMINAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS.

Após o desastre nuclear da província de Fukushima (Japão), em 2011, o governo têm desenvolvido inúmeras ações para garantir a segurança de seus produtos agrícolas à população local e ao mercado internacional. Porém, com a crise da Pandemia, a situação ficou mais difícil ainda.

Dois chefs franceses que comandam restaurantes no Japão, realizam visitas em produtores locais para ajudá-los a encontrar novos mercados para seus produtos e superar o receio dos consumidores devido ao desastre nuclear.

É preciso repensar na atuação dos Chefs junto ao mercado, reposicionando-os numa visão "ecossistêmica" de desenvolvimento econômico.


https://www.japantimes.co.jp/life/2021/06/19/food/fukushima-farmers-french-chefs/

“'Se chefs de primeira linha se reunirem com produtores de alimentos, isso dará aos consumidores ainda mais segurança do que explicações científ**as', disse Daiju Takahashi, 45, secretário-geral da associação. 'As informações divulgadas em francês e inglês têm impacto e ajudam a encontrar novos clientes na área metropolitana de Tóquio, bem como no exterior', acrescentou ao explicar o objetivo dos passeios."

“É importante aumentar o número de pessoas que desejam comprar produtos da província de Fukushima e é signif**ativo ter chefs que podem ter esse efeito cascata”


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A recent tour of Fukushima Prefecture farms by two top Japan-based French chefs has raised hopes that they will help the prefecture find new markets for its agricultural produce.

COMA, POR OUTROS...Aplicativos que ajudam a identif**ar os processos envolvidos e os recursos agregados até chegar a sua...
16/06/2021

COMA, POR OUTROS...

Aplicativos que ajudam a identif**ar os processos envolvidos e os recursos agregados até chegar a sua mesa ajudam a construir o pensar sobre o papel que desempenhamos através das nossas escolhas alimentares.

Mas claro, isso deveria ajudar também no desenvolvimento de uma sociedade mais justa. Porém, talvez os alimentos que receberem maiores pontuações desses aplicativos, acabem sendo destinados a população de menor renda e poder aquisitivo... Há necessidade de criar ações governamentais para que opções melhores sejam oferecidas para quem não tem escolhas.


(do Jornal LIBÉRATION)

Pontuação ambiental: "Quanto mais curtas as cadeias de abastecimento e mais simples os produtos, mais fácil é ter transparência"

"A comida é um assunto chave para a transição ambiental: é cerca de um quarto da pegada climática dos franceses. Se quisermos atingir as metas climáticas coletivas, é essencial modif**ar nosso sistema alimentar. A rotulagem ambiental não é uma ideia nova. Isso remonta ao Grenelle de l'Environnement em 2009. Os primeiros te**es não foram muito conclusivos porque, na época, não tínhamos maturidade técnica nem política."

"Quanto mais curtos os canais, com produtos simples, mais fácil é ter transparência."

"O nosso trabalho, contando com o Conselho Científico e o Instituto Nacional de Investigação da Agricultura, Alimentação e Ambiente (INRAE), é verif**ar se existe uma grande diferença entre os métodos e quem é o intermediário “ideal” no que diz respeito ao objetivo de o dispositivo e os ganhos ambientais potenciais. Você tem que encontrar os critérios essenciais a serem especif**ados. Não há pontuação ecológica ruim hoje, tudo depende das prioridades que estabelecemos para nós mesmos. Para alguns, o principal objetivo é ajudar as pessoas a escolher entre produtos semelhantes, como dois iogurtes."
https://www.liberation.fr/environnement/alimentation/score-environnemental-plus-les-filieres-sont-courtes-et-les-produits-simples-plus-il-est-facile-davoir-de-la-transparence-20210416_CQZSE2ZW4FBCVMIIN5ENSIUSO4/


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Professionnels de l’agroalimentaire et acteurs du numérique tentent d’afficher le bilan écologique des produits sur les étiquettes. Vincent Colomb, ingénieur de l’Ademe, décrypte les enjeux de ce dispositif nécessaire mais à harmoniser.

Não se trata "apenas" de alinhar-se a nova (antiga) tendência em consumir insetos como uma fonte nutricional. Signif**a ...
26/05/2021

Não se trata "apenas" de alinhar-se a nova (antiga) tendência em consumir insetos como uma fonte nutricional. Signif**a também trabalhar com o conceito de sustentabilidade: estas Cicadas, como são chamadas, formaram um grande enxame nos EUA (bilhões delas, após 17 anos desenvolvendo-se debaixo da terra) e um Chef resolveu incluir em seu cardápio sazional, um sushi recheado destes insetos, como mostra esta matéria do Japan Times (/https://www.japantimes.co.jp/life/food).

Esta outra matéria, da ABC WMAR (https://www.wmar2news.com/news/local-news/why-eating-cicadas-is-good-for-you-and-good-for-the-environment ) explica as vantagens nutricionais - e ambientais - para o seu consumo: "Precisamos começar a pensar em fontes alternativas para alimentos ricos em proteínas, micronutrientes, vitaminas e minerais, sendo os insetos um deles.", explica uma especialista em Política Alimentar.

O livro "On Eating Insects" (https://www.amazon.com.br/Eating-Insects-Essays-Stories-Recipes/dp/0714873349/ref=asc_df_0714873349/?tag=googleshopp00-20&linkCode=df0&hvadid=379738605768&hvpos=&hvnetw=g&hvrand=11894104828669042302&hvpone=&hvptwo=&hvqmt=&hvdev=c&hvdvcmdl=&hvlocint=&hvlocphy=1001773&hvtargid=pla-327875601794&psc=1), cita as produções experimentais do Chef Atex Atala em diversos capítulos, sob a égide do tema "Plantas e Insetos: Juntos pela Vida". E traz, ao longo da obra, fotos de diversas produções de chefs que utilizaram os insetos como ingrediente principal (reproduzidas do Google)


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Saia do "quando a vida lhe der limões, faça limonada":"QUANDO A VIDA LHE DEU AZEITONAS, ESTE FAZENDEIRO DE SHIDOSHIMA FE...
05/04/2021

Saia do "quando a vida lhe der limões, faça limonada":

"QUANDO A VIDA LHE DEU AZEITONAS, ESTE FAZENDEIRO DE SHIDOSHIMA FEZ CARNE DE PRIMEIRA"

"O alto teor de ácido oleico da azeitona é transferido para o gado, conferindo um toque extra e leveza ao sabor da sua gordura. Quando Ishii deu ao presidente de mercado uma degustação às cegas, a reação foi imediata e positiva."

https://www.japantimes.co.jp/life/2021/04/03/food/shodoshima-olive-wagyu-beef/


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Shodoshima’s Olive-fed Wagyu Beef is taking the “Wagyu Olympics” by storm, and putting the island on the gastronome’s map.

O PODER DA REDE (de vizinhos próximos).     Uma divulgação mais segmentada e local, a contratação de um serviço de entre...
16/03/2021

O PODER DA REDE (de vizinhos próximos).

Uma divulgação mais segmentada e local, a contratação de um serviço de entrega menor que não cobre uma comissão tão alta e um atendimento mais personalizado podem fidelizar clientes locais e ajudar na sobrevivência de restaurantes nessa crise.
É o tema desta matéria do The New York Times.

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"Como a Covid Ajudou Um Bairro a Descobrir Seus Restaurantes
(...)
O estresse e a perturbação da pandemia, muitos disseram, une a comunidade de novas maneiras. Criou-se uma nova dependência mútua, não só entre os restaurantes e os clientes locais, mas também entre os proprietários, que se tornaram mais solidários do que competitivos."

https://www.nytimes.com/2021/03/16/dining/ditmas-park-brooklyn-restaurants-covid.html?action=click&module=Editors%20Picks&pgtype=Homepage

In Ditmas Park, Brooklyn, the pandemic brought more change to a neighborhood in flux, as locals rallied around their restaurants.

Endereço

São Paulo, SP

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