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Regularização Fiscal
Processos de Saída Definitiva ou Temporária
Declaração de Imposto de Renda
Cálculos de Ganho de Capital e carnê-leão
Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior - BACEN

04/11/2026

Na BVI, a sua offshore não paga imposto de renda. As empresas constituídas pelo BVI Business Companies Act são isentas do imposto de renda local, e as Ilhas Virgens Britânicas estão na lista de tributação favorecida da Receita Federal (IN RFB 1.037/2010).

Só que você mora no Brasil. Desde 2024, a Lei 14.754/2023 tributa todo ano o lucro da offshore controlada por quem é residente aqui, a 15%, na declaração de ajuste anual, mesmo que o dinheiro continue lá fora. E, como lá não se paga imposto de renda, não existe imposto de fora pra abater desses 15%.

O balanço também não chega aqui do jeito que saiu de lá. O que vai pro agente registrado na BVI segue o formato de lá e costuma estar em dólar. Pra Receita, como a BVI está na lista, a lei pede que o lucro seja apurado no padrão contábil brasileiro e convertido em reais pela cotação de venda do dólar do último dia útil de dezembro. E, se você tem US$ 1 milhão ou mais no exterior em 31 de dezembro, esses valores também vão pra DCBE, a declaração de Capitais Brasileiros no Exterior, entregue ao Banco Central.

A BVI tem direito de base inglesa e usa o dólar americano como moeda oficial. Pra quem está abrindo uma offshore lá, ou já tem uma, o mais simples é deixar os dois lados em ordem desde o primeiro balanço. O cumprimento na BVI é feito com o agente registrado de lá. A Fiscal Care acompanha a sua estrutura com parceiros na BVI e cuida do lado brasileiro, pra que os dois lados mostrem os mesmos números. O enquadramento muda de caso pra caso e a análise é individual. Fale com a gente em fiscalcare.com.br.

03/11/2026

Chegou o Portal do Cliente, o app da Fiscal Care. Guias a pagar, documentos a enviar, o seu imposto de renda, a sua declaração do Banco Central, os documentos da sua offshore, os parcelamentos e uma conversa direta com a nossa equipe, num lugar só e protegido pela sua biometria. Já é cliente? Baixe agora na App Store ou na Play Store. Ainda não é? Chama a gente no link da bio e conheça.

Pagar o teto do INSS não garante receber o teto. Em 2026, o teto é de R$ 8.475,55, e muita gente que contribui sobre ess...
29/10/2026

Pagar o teto do INSS não garante receber o teto. Em 2026, o teto é de R$ 8.475,55, e muita gente que contribui sobre esse valor descobre tarde que a aposentadoria vai sair bem abaixo dele.

Desde a Reforma da Previdência (EC 103/2019), o benefício é calculado sobre a média de todos os salários de contribuição desde julho de 1994, inclusive os do começo da carreira. Antes, os 20% menores f**avam de fora. E, na maioria das regras, o benefício parte de 60% dessa média, com 2 pontos percentuais a mais para cada ano de contribuição acima de 20 anos (homens) ou 15 (mulheres).

Tem ainda o CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais), que é a base que o INSS usa para calcular tudo. Quando um vínculo antigo não aparece ali, aquele período pode f**ar fora da conta até ser corrigido com documento.

Esse valor entra direto no seu planejamento financeiro, porque dele depende quanto você ainda precisa acumular para manter a renda que quer. A Análise da Situação Previdenciária da Fiscal Care mostra quanto tempo você já contribuiu, quanto falta, qual o valor ideal de contribuição e qual o valor provável do benefício. Serve para quem mora no Brasil e para quem mora fora. A análise é individual e parte do seu histórico real.

Fale com a gente em fiscalcare.com.br.

21/10/2026

Todo aniversário soma um ponto na conta da aposentadoria. O que pouca gente lembra é que a exigência também sobe, todo 1º de janeiro.

Na regra de pontos da transição da Reforma da Previdência (EC 103/2019), a soma da sua idade com o seu tempo de contribuição precisa chegar a um mínimo. Em 2026, são 93 pontos pra mulheres e 103 pra homens, com pelo menos 30 e 35 anos de contribuição. Em 2027, passa pra 94 e 104. A exigência continua subindo um ponto por ano até chegar a 105 pros homens, em 2028, e a 100 pras mulheres, em 2033.

Quem segue contribuindo ganha dois pontos por ano, um pela idade e outro pelo tempo de contribuição, e vai encurtando a distância. Quem parou de contribuir, o que é comum depois de uma mudança pro exterior, ganha só o ponto da idade e anda no mesmo passo da exigência. E sem contribuição o tempo mínimo também não avança.

Por isso a previdência entra no planejamento financeiro antes, e não perto da data. A Análise da Situação Previdenciária da Fiscal Care mostra quanto tempo você já contribuiu, quanto falta, qual o valor ideal de contribuição e qual o valor provável do benefício. Serve pra quem mora no Brasil e pra quem mora fora. A regra de pontos é uma das regras de transição, e a análise é individual: ela parte do seu histórico e vê qual regra se aplica ao seu caso.

Fale com a gente em fiscalcare.com.br.

PlanejamentoFinanceiro Aposentadoria BrasileirosNoExterior

Mudar de país já dá trabalho de sobra: casa, escola dos filhos, banco, visto. No meio de tudo isso, quase ninguém lembra...
15/10/2026

Mudar de país já dá trabalho de sobra: casa, escola dos filhos, banco, visto. No meio de tudo isso, quase ninguém lembra que a Receita Federal também precisa saber que você foi embora.

Sem a Comunicação de Saída Definitiva do País, você continua residente fiscal no Brasil até completar doze meses fora. E residente declara aqui a renda que recebe no mundo todo, inclusive o salário de lá.

Para quem saiu em 2026, são duas entregas: a comunicação de saída até 28 de fevereiro de 2027 e a declaração de saída definitiva no prazo do imposto de renda de 2027. Depois disso, a conta comum dá lugar a uma conta de não residente, e um procurador passa a cuidar do que ficou aqui, como imóvel, aluguel e investimentos.

Cada saída tem um enquadramento próprio, e a análise é individual. Se você já foi ou está de malas prontas, fale com a gente em fiscalcare.com.br.

NãoResidente Expatriados

Casa em ordem, para quem tem offshore, são quatro coisas. Balanço patrimonial convertido e ajustado ao padrão exigido no...
01/10/2026

Casa em ordem, para quem tem offshore, são quatro coisas. Balanço patrimonial convertido e ajustado ao padrão exigido no Brasil. Lucros apurados todo ano pela Lei 14.754/2023, com alíquota de 15%, mesmo que nada tenha sido distribuído. DCBE entregue ao Banco Central quando os ativos no exterior somam US$ 1 milhão ou mais em 31 de dezembro, com multa que chega a R$ 250 mil. E documentação societária em dia, do estatuto às atas.

Antes disso vem a escolha da jurisdição, como BVI ou Bahamas, que faz parte da análise do perfil de cada cliente. Faça a sua avaliação em fiscalcare.com.br/lp/offshore

Sim, tem direito, e o que decide não é o endereço, é a contribuição. As regras gerais pedem 15 anos de contribuição, 180...
24/09/2026

Sim, tem direito, e o que decide não é o endereço, é a contribuição. As regras gerais pedem 15 anos de contribuição, 180 contribuições de carência e idade mínima de 62 anos para mulher e 65 para homem, além da regra de pontos, critérios que valem para quem mora aqui e para quem mora fora (referência out/2024). Morando fora dá para seguir recolhendo ao INSS como segurado facultativo, e quem vive em país com acordo previdenciário com o Brasil pode somar os períodos dos dois lados e usar o Certif**ado de Deslocamento para não contribuir em duplicidade. O erro mais caro é parar de contribuir no dia da mudança, porque a carência é a primeira coisa a f**ar para trás. O enquadramento é individual e pede análise. Faça a sua em fiscalcare.com.br/servicos/analise-da-situacao-previdenciaria

No dia 1º de outubro a Fiscal Care participa do BD Invest Preview 2027, o jantar do BDayan Exchange no Cantaloup, no Ita...
22/09/2026

No dia 1º de outubro a Fiscal Care participa do BD Invest Preview 2027, o jantar do BDayan Exchange no Cantaloup, no Itaim Bibi.
Às 20h40 apresentaremos o tema que mais chega à nossa mesa: Imposto de Renda para quem tem patrimônio no exterior e a abertura de estruturas offshore em BVI ou Bahamas.
Será um encontro intimista com profissionais altamente renomados da área.

Se você está pensando em abrir uma offshore ou não sabe se está declarando certo o que tem lá fora, dia 1º é a oportunidade de tirar isso a limpo. Venha falar com a gente ou nos envie uma DM para agendarmos uma conversa.

Quando você deixa de ser residente fiscal, a venda de um imóvel no Brasil para de seguir o calendário da declaração anua...
21/09/2026

Quando você deixa de ser residente fiscal, a venda de um imóvel no Brasil para de seguir o calendário da declaração anual. O ganho de capital é a diferença entre o valor da venda e o custo de aquisição declarado, tributado por alíquotas progressivas de 15% a 22,5% conforme o lucro apurado, regra vigente em 2026, e a guia do não residente vence antes da declaração do ano seguinte. Reforma e benfeitorias comprovadas por nota fiscal e recibo podem compor o custo de aquisição, desde que estejam na ficha de Bens e Direitos. Já a isenção de imóvel único abaixo de R$ 440 mil, sem outra venda nos últimos cinco anos, é a regra pensada para quem é residente. Cada caso tem enquadramento próprio e a apuração é individual, então, se você está negociando um imóvel no Brasil morando fora, fale com a Fiscal Care antes de assinar. A gente simula o ganho, organiza a documentação e cuida do prazo. fiscalcare.com.br

17/09/2026

Você mora fora do Brasil há anos, construiu vida em outro país, mas nunca entregou a declaração de saída definitiva. Para a Receita Federal, você continua residente fiscal aqui.

Isso não é detalhe de papelada. Enquanto o Brasil te enxerga como residente, a renda que você recebe no exterior entra na conta aqui dentro. E é exatamente aí que a fiscalização apertou: com o intercâmbio automático de informações entre países, o que está lá fora ficou muito mais visível para a Receita.

A regra vigente em 2026 é objetiva. Ausência por mais de 12 meses ou saída definitiva já muda o seu status, mas as obrigações de residente só se encerram com dois documentos entregues: a Comunicação de Saída Definitiva, até o último dia de fevereiro do ano seguinte à saída, e a Declaração de Saída Definitiva, no prazo de entrega do imposto de renda do ano seguinte.

Se a sua saída ficou anos para trás, ainda existe caminho. A Declaração de Saída Definitiva pode ser apresentada retroativa à data em que você deixou o país. F**a sujeita a penalidade por atraso, mas formaliza a sua condição de não residente naquele período. Quanto mais tempo passa, mais trabalhoso f**a.

O enquadramento depende de cada caso e a análise é individual. Se você mora fora e nunca formalizou a saída, fale com a Fiscal Care.

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