14/08/2026
O Drawback não está acabando. Mas sua porta de entrada pode ficar mais estreita.
O artigo “O silencioso assassinato do drawback”, publicado recentemente no Estadão, trouxe à tona uma discussão que merece a atenção das empresas que importam, produzem e exportam.
A regulamentação da CBS e do IBS manteve a suspensão dos novos tributos no Drawback Suspensão, mas trouxe novas condições para sua utilização, com requisitos que envolvem aspectos fiscais, operacionais, tecnológicos e econômico-financeiros.
Os impactos, porém, não serão iguais para todas as empresas. Estrutura da operação, fluxo de importações e exportações, capacidade de controle e efeitos sobre o caixa precisam entrar nessa avaliação.
Ao mesmo tempo, mudanças discutidas para o RECOF podem ampliar o acesso ao regime. Não se trata de uma substituição automática do Drawback: dependendo da operação, os dois podem atender a necessidades diferentes ou integrar uma mesma estratégia.
O momento é de avaliar cenários e entender qual caminho faz mais sentido para cada operação.