Mari Vianna

Mari Vianna Serviços de orientação e facilitação para desenvolvimento humano e organizacional. Com perfil 100% Hands On, adquiriu diversas competências.

Mari é como ela mesma diz:

“Um Espírito inquieto e 100% movida a novas ideias e novos negócios”

Respira a geração de oportunidades dentro do universo de empreendedorismo. Possui um forte talento para cruzar informações e tem uma capacidade natural para identif**ar soluções que promovam estruturação e crescimento para as organizações. Tem o desejo permanente de criar melhores estratégias para de

senvolver empresas e pessoas. Fez uma jornada interessante no universo de educação corporativa, participou do desenvolvimento de projetos para empresas multinacionais em parceria com profissionais seniores vindos de consultorias como McKinsey, Accenturye, PWC e Deloitte. Com destaque para construção de planejamento estratégico baseado nos três P’s que entende serem as premissas para a estruturação de qualquer negócio:

• Propósito
• Processos
• Pessoas

Dentro destes três pilares ela identif**a todas as áreas e unidades que deverão ser envolvidas em um projeto de construção estratégica. Propósito
“Acordo todos os dias para desenvolver pessoas para elas desenvolverem negócios.” Mari Viana

Mari é especialista em desenvolvimento organizacional e entrega através de seus projetos, alta qualidade em gestão empresarial para pequenos e médios negócios a um valor acessível. Ela apoia o desenvolvimento do seu negócio, em alguns casos, absorvendo parte da operação e direcionando os recursos de maneira estratégica para que sejam utilizados de maneira produtiva e escalável. Mari Viana conta com um hub de profissionais e empresas gabaritadas que fazem a extensão dos seus braços na execução dos projetos. Após um diagnóstico preciso, será elaborado um mapa estratégico para o desenvolvimento do negócio e execução das ações.

Áreas de apoio:
MARKETING – FINANCEIRO – CONTÁBIL – JURÍDICO – MÍDIA DIGITAL – RELAÇÕES PÚBLICAS - ASSESSORIA DE IMPRENSA

Soluções para sua empresa:

• Praticar a gestão estratégica
• Identif**ar novas fontes de receita
• Criar disciplina orçamentária
• Cultivar o reconhecimento de marca
• Gerenciamento de portfólio de produtos e serviços
• Promover inovação
• Conquistar competitividade
• Desenvolver novos canais de vendas
• Integrar os planos de marketing e vendas
• Conquistar excelência operacional
• Identif**ar perfil ideal para formar equipes
• Ser capacitado a delegar funções e tomadas de decisão

Consulte para um diagnóstico. A metodologia é compreensível, esquematizada e pode ajudá-lo a identif**ar estratégias que no curto prazo promovem diferencial competitivo para o seu negócio.

“A estratégia mostra onde uma empresa tem a intenção de ser única”
Michael Porter

Controlar pessoas é fácil. Criar pessoas responsáveis exige maturidade.A gestão do passado acreditava que, para garantir...
03/09/2026

Controlar pessoas é fácil. Criar pessoas responsáveis exige maturidade.

A gestão do passado acreditava que, para garantir resultado, era preciso vigiar, cobrar, centralizar e controlar cada movimento.

A gestão que está surgindo entende outra coisa, pessoas não precisam de menos gestão. Precisam de mais clareza, autonomia e responsabilidade.

Responsabilidade não é deixar cada um fazer o que quiser. É deixar claro o que precisa ser entregue, quais são os limites, quais recursos estão disponíveis, como será acompanhado e quais são as consequências.

O verdadeiro avanço da gestão não acontece quando o líder perde o controle.

Acontece quando ele deixa de precisar controlar tudo.

E talvez essa seja uma das maiores viradas de consciência que os gestores precisam fazer hoje.

Você ainda gerencia pelo controle ou já consegue construir responsabilidade?

A crise nas contratações não é apenas uma crise de mercado. É uma crise de gestão.Quando uma empresa contrata no desespe...
01/09/2026

A crise nas contratações não é apenas uma crise de mercado. É uma crise de gestão.

Quando uma empresa contrata no desespero, define mal o perfil, escolhe pela afinidade, olha apenas para a experiência técnica e não prepara a liderança para receber essa pessoa, o problema não termina na contratação.

Ele aparece depois,na baixa performance, na rotatividade, nos conflitos, no retrabalho e no custo para a empresa.

Foi sobre isso que escrevi na edição especial da revista Gestão In Foco, que celebra os 40 anos da روز خنده

Minha provocação é simples, antes de perguntar “onde estão os bons profissionais?” ou culpar o governo, a geração Z ou "uberização", talvez seja hora de perguntar “que empresa estamos oferecendo para eles?”

Contratar melhor exige mais do que encontrar pessoas qualif**adas. Exige clareza estratégica, critérios, cultura, liderança e uma gestão capaz de sustentar as escolhas.

Porque, no fim, contratação não é operação de RH. É decisão estratégica de negócio!!

📖 Edição completa da revista no minha LinkBio

E isso começa com clareza.Clareza sobre o que se espera.Clareza sobre quais recursos estão disponíveis.Clareza sobre o q...
31/08/2026

E isso começa com clareza.

Clareza sobre o que se espera.
Clareza sobre quais recursos estão disponíveis.
Clareza sobre o que é prioridade.
Clareza sobre as competências necessárias.
Clareza sobre como será o acompanhamento.
E, principalmente, clareza sobre as consequências das escolhas e dos resultados.

Quando isso não existe, a liderança tende a compensar a falta de gestão com controle, microgerenciamento e cobrança.

E aí nasce um ciclo perverso: quanto menos clareza, mais controle. Quanto mais controle, menos autonomia. Quanto menos autonomia, menos responsabilidade.

Gestão consciente rompe esse ciclo.

Porque pessoas adultas não precisam de vigilância constante. Precisam de direção, contexto, confiança e responsabilidade.

Talvez a mudança que você espera da sua equipe comece pela clareza que você ainda não está oferecendo.

Dump Agosto 26 ☯️Obrigada aos envolvidos..Quantas vidas ..
29/08/2026

Dump Agosto 26 ☯️
Obrigada aos envolvidos..
Quantas vidas ..

Investir em cultura não é gasto, é investimento na performance. Empresas que entendem isso não apenas planejam melhor, m...
27/08/2026

Investir em cultura não é gasto, é investimento na performance. Empresas que entendem isso não apenas planejam melhor, mas executam melhor.

Gestão Consciente | RH Estratégico

26/08/2026

Você está liderando ou controlando?

Durante muito tempo, aprendemos que gerir pessoas signif**ava acompanhar, cobrar, vigiar, centralizar e garantir que tudo acontecesse exatamente como planejado.

O problema começa quando o controle deixa de ser uma ferramenta e passa a ser o modelo de gestão.

A tecnologia mudou. As gerações mudaram. O trabalho mudou. Mas muitos modelos mentais de liderança continuam presos à lógica da obediência.

Uma gestão verdadeiramente consciente faz uma transição importante:

Do controle para a responsabilidade.
Da vigilância para a confiança.
Da obediência para a autonomia.
Da dependência para a autorresponsabilidade.

E isso não signif**a uma gestão permissiva ou sem cobrança.

Signif**a uma gestão adulta e madura, na qual existe clareza de expectativas, autonomia para decidir, competência para executar e consequência pelos resultados.

Porque pessoas não precisam ser infantilizadas para serem gerenciadas.

Precisam de direção, contexto, confiança e responsabilidade.

A pergunta que f**a para todo líder é:

Você está criando uma equipe que só funciona quando é controlada ou uma equipe capaz de funcionar porque compreende, decide e se responsabiliza?

Essa é a transição da gestão da obediência para a Gestão Consciente.

"O futuro da gestão é humano!!"Estive no CONARH 2026 semana passada e esta foi a provocação que vi.Em meio a tanta tecno...
25/08/2026

"O futuro da gestão é humano!!"

Estive no CONARH 2026 semana passada e esta foi a provocação que vi.

Em meio a tanta tecnologia, automação e inteligência artificial, uma coisa se torna ainda mais evidente: quanto mais as máquinas evoluem, mais precisamos desenvolver pessoas.

Porque IA pode ampliar capacidades. Tecnologia pode automatizar processos. Mas consciência, maturidade, autorresponsabilidade, pensamento crítico, colaboração e capacidade de construir relações continuam sendo profundamente humanas.

Talvez o próximo salto das organizações não seja tecnológico.

Seja humano.

E é sobre isso que precisamos falar.

Na última sexta-feira, tive o privilégio de conduzir a primeira edição do HR Decisions, da pypou , realizado dentro da G...
24/08/2026

Na última sexta-feira, tive o privilégio de conduzir a primeira edição do HR Decisions, da pypou , realizado dentro da Gupy

O HR Decisions nasceu com uma proposta que considero extremamente necessária, sair das respostas prontas e colocar na mesa as decisões reais que atravessam quem lidera pessoas.

Personalizar x padronizar?
Dados x intuição?
Eficiência x experiência?

Como mediadora, tive a oportunidade de conduzir a conversa sobre posicionamento pessoal e comunicação com Valeska Petek | Mentora de Comunicação e Carreira e Marcos Inocencio , uma reflexão potente sobre liderança, voz e a responsabilidade de compreender que, quando escolhemos não nos posicionar, também estamos comunicando.

Quero agradecer especialmente à Bruna Pereira , CEO e cofundadora da Pypou, pela confiança em me convidar para conduzir esse encontro e pela coragem de criar um espaço para conversas tão relevantes para o futuro da gestão.

Que venham os próximos!! 🚀

24/08/2026

A matéria do Valor aponta que apenas 25% dos RHs no Brasil chegaram à fase estratégica segundo escala de Dave Ulrich.

Mas existe uma questão anterior, a organização está preparada para ter um RH estratégico?

Porque não existe estratégia de pessoas onde ainda há liderança despreparada, centralização, comunicação falha, pressão constante e gestores que enxergam o RH como o único responsável por pessoas.

RH estratégico precisa ter voz e influência sobre sucessão, gestão de riscos, competências organizacionais, investimentos em desenvolvimento e produtividade.

Mas isso exige uma mudança de consciência da liderança.

O RH não se torna estratégico sozinho. A organização precisa amadurecer para permitir que ele seja.

24/08/2026

A matéria do Valor aponta que apenas 25% dos RHs no Brasil chegaram à fase estratégica, segundo a escala de Dave

Mas existe uma questão anterior: a organização está preparada para ter um RH estratégico?

Porque não existe estratégia de pessoas onde ainda há liderança despreparada, centralização, comunicação falha, pressão constante e gestores que enxergam o RH como o único responsável por pessoas.

RH estratégico precisa ter voz e influência sobre sucessão, gestão de riscos, competências organizacionais, investimentos em desenvolvimento e produtividade.

Mas isso exige uma mudança de consciência da liderança.

O RH não se torna estratégico sozinho. A organização precisa amadurecer para permitir que ele seja.

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