NEC Brasil

NEC Brasil Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de NEC Brasil, Serviço empresarial, Avenida FRANCISCO MATARAZZO, n°1350, 5°andar, São Paulo.

A NEC, uma das maiores provedoras globais de soluções integradas de Tecnologia da Informação e Comunicação, está presente no mercado brasileiro desde novembro de 1968. Subsidiária da NEC Corporation, a NEC do Brasil foi reconhecida durante três décadas como uma das mais importantes indústrias no setor de telecomunicações do país, pelo pioneirismo na implementação de novas tecnologias que impulsion

aram o desenvolvimento do setor, e a alta confiabilidade de seus produtos e soluções que garantiram o retorno dos investimentos realizados pelo setor, culminando numa das mais expressivas plantas instaladas de rede de telecomunicações no país. Sintonizada com as profundas mudanças causadas pela evolução dos setores das telecomunicações e da tecnologia da informação, e com o objetivo de adequar-se ao novo perfil de clientes e do mercado, a NEC do Brasil iniciou, em novembro de 2001, uma ampla e gradual transformação em sua operação, redefinindo o seu foco estratégico, reorganizando seus processos organizacionais e modelos de negócios, visando principalmente a garantia de proposição de valor a seus clientes. O ambiente altamente competitivo, pela crescente consolidação dos mercados, bem como as tendências de convergências tecnológicas, entre as tecnologias móveis e fixas e entre as tecnologias de comunicação e tecnologia da informação, levaram a NEC a consolidar, em abril de 2008, as suas operações locais – NEC do Brasil e NEC Solutions Brasil - passando a se chamar NEC Brasil. Com isto, a NEC posiciona-se como uma empresa de excelência na oferta integrada das reconhecidas competências globais do grupo NEC em soluções de alto valor agregado em telecomunicações e em tecnologia da informação, participando efetivamente da construção de uma sociedade digital justa, humana e sustentável.

As cargas de trabalho de inteligência artificial estão elevando as exigências sobre os data centers corporativos. Mais p...
21/08/2026

As cargas de trabalho de inteligência artificial estão elevando as exigências sobre os data centers corporativos. Mais processamento significa novas demandas de potência, refrigeração, conectividade, escalabilidade e gestão operacional. E existe um ponto importante: preparar a infraestrutura para IA não significa simplesmente adicionar GPUs.

É preciso avaliar como diferentes componentes trabalham juntos para evitar gargalos, controlar custos e sustentar o crescimento das aplicações de IA com segurança e eficiência.

No novo artigo da NEC, mostramos o que diferencia um data center convencional de uma infraestrutura preparada para IA e quais aspectos devem entrar no radar das empresas que estão avançando nessa jornada.

🔗 Leia o conteúdo: https://hubs.li/Q04tMB8v0

A reputação é construída em cada interação e desempenha um papel fundamental na forma como uma empresa se posiciona dian...
21/08/2026

A reputação é construída em cada interação e desempenha um papel fundamental na forma como uma empresa se posiciona diante de seus clientes, stakeholders e da sociedade.

Esse foi um dos destaques trazidos por André Eletério, Diretor de Marketing e Relações Públicas da NEC na América Latina, durante o B2B Summit, na mesa-redonda “Lead não paga boleto”, ao lado de Cristina Baik (Head de Marketing B2B do Nubank) e Valkiria Suzuki (Diretora de Marketing B2B da Lenovo Brasil).

A conversa, mediada por Kelmer Teixeira (CEO da Bowe), trouxe reflexões profundas sobre a nova jornada de compra corporativa e como a construção de marca e reputação sustenta os relacionamentos e os negócios do futuro.

Confira a matéria completa na íntegra publicada pelo portal Mundo do Marketing: https://hubs.li/Q04tRK2M0


Salvador criou um plano de longo prazo para orientar o uso de tecnologia na gestão pública. Santos está usando dados e s...
19/08/2026

Salvador criou um plano de longo prazo para orientar o uso de tecnologia na gestão pública. Santos está usando dados e seu centro de controle urbano para repensar a mobilidade.

Em San José, na Califórnia (EUA), a inteligência artificial virou tema de educação para a população. E, em Nova York, até o calor produzido pelo metrô está sendo estudado como fonte de energia.

São iniciativas bem distintas, de diferentes cidades inteligentes ao redor do mundo, mas que apontam para a mesma questão: como transformar inovação em soluções que façam diferença no cotidiano das cidades?

No Start desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Caio Castro, CEO do iCities, sobre tecnologia, dados, inovação e os caminhos para construir cidades mais inteligentes e mais eficientes.

O podcast está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.

À medida que governos avançam em suas jornadas de transformação digital, tecnologias capazes de tornar processos mais ág...
19/08/2026

À medida que governos avançam em suas jornadas de transformação digital, tecnologias capazes de tornar processos mais ágeis, precisos e seguros assumem um papel cada vez mais estratégico.

Um exemplo disso é a aplicação do reconhecimento facial pela Receita Federal do Brasil.

Implementada em 2016, a solução de biometria digital da NEC agora terá seu alcance ampliado para 28 pontos de entrada e controle aduaneiro do país, pelos próximos cinco anos.

Daniel Bergonzelli, diretor da unidade de negócios de Identificação Digital da NEC na América Latina, destacou em publicações na imprensa da América Latina que uma das principais vantagens da solução fornecida pela NEC é justamente o elevado nível de precisão do algoritmo presente no motor biométrico, o que permite às autoridades contar com um sistema extremamente confiável e capaz de identificar pessoas em poucos segundos.

Como a inteligência artificial está mudando os ataques cibernéticos, e o que isso significa para as estratégias de ciber...
17/08/2026

Como a inteligência artificial está mudando os ataques cibernéticos, e o que isso significa para as estratégias de cibersegurança das empresas?

O novo Relatório de Caça a Ameaças da CrowdStrike mostra que o uso de inteligência artificial por cibercriminosos já é uma realidade. Adversários estão utilizando IA para gerar códigos, explorar LLMs corporativos, atacar infraestruturas de inteligência artificial e comprometer cadeias de software.

Além da sofisticação dos ataques, um fator chama atenção: a velocidade.

Grupos ligados à China exploraram vulnerabilidades críticas em até 24 horas após a divulgação de uma prova de conceito. Em outro caso, mais de 300 dependências de software foram comprometidas em um único dia. A atividade criminosa na nuvem também cresceu 171%.

Diante desse cenário, como as organizações podem reduzir o tempo de resposta a ameaças e preparar suas estratégias de cibersegurança para ataques cada vez mais rápidos e automatizados?

O novo episódio do Start Eldorado discute inteligência artificial, ameaças cibernéticas e o futuro da cibersegurança com Marcos Ferreira, vice-presidente de Pré-Vendas da CrowdStrike para a América Latina, em conversa com Daniel Gonzales.

O Start Eldorado está nas plataformas digitais do Estadão todas as quartas-feiras e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.

E se o maior desafio da inteligência artificial para a cibersegurança não for apenas o que ela pode fazer contra nós, ma...
12/08/2026

E se o maior desafio da inteligência artificial para a cibersegurança não for apenas o que ela pode fazer contra nós, mas a velocidade com que um ataque pode ser planejado e executado?

O novo Relatório de Caça a Ameaças da CrowdStrike mostra que isso já acontece. Adversários usam IA para gerar códigos, atacar infraestrutura de inteligência artificial, explorar LLMs corporativos e comprometer cadeias de software. E o tempo de reação está encolhendo. Grupos ligados à China exploraram vulnerabilidades críticas em até 24 horas após a divulgação de uma prova de conceito.

Em outro caso, mais de 300 dependências de software foram comprometidas em um único dia. A atividade criminosa na nuvem cresceu 171%. O que isso muda nas modernas estratégias de cibersegurança?

O Start Eldorado desta semana discute essa nova corrida entre ataque e defesa com Marcos Ferreira, vice-presidente de Pré-Vendas da CrowdStrike para a América Latina.

Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start Eldorado está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.

Ataques cibernéticos contra infraestruturas críticas deixaram de ser uma preocupação distante. Quando sistemas de água, ...
10/08/2026

Ataques cibernéticos contra infraestruturas críticas deixaram de ser uma preocupação distante. Quando sistemas de água, energia, transporte ou saúde entram na mira de invasores, os impactos podem ultrapassar o ambiente digital e chegar diretamente à rotina das cidades e da população.

Casos recentes envolvendo estações de tratamento de água nos Estados Unidos reforçam um alerta importante: proteger esses ambientes exige cada vez mais preparo, tecnologia e capacidade de resposta.

Quais são hoje os principais pontos de vulnerabilidade dessas infraestruturas?

Como o Brasil está se preparando para esse cenário?

E de que forma a inteligência artificial pode tanto fortalecer a proteção quanto criar novos desafios?

No novo episódio do Start Eldorado, Daniel Gonzales recebe Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil, para uma conversa sobre cibersegurança, infraestruturas críticas e os riscos que acompanham a crescente digitalização de serviços essenciais.

🎧 Acompanhe o episódio nas plataformas digitais do Estadão. O programa também está no canal Estadão Analisa, aos sábados.

A inteligência de uma cidade não está em uma câmera ou em um sensor isolado. Está no software que conecta tudo.Ao integr...
07/08/2026

A inteligência de uma cidade não está em uma câmera ou em um sensor isolado. Está no software que conecta tudo.

Ao integrar dados de segurança, mobilidade e meio ambiente, as cidades podem antecipar riscos, responder com mais agilidade e oferecer serviços que façam diferença na vida das pessoas.

Em entrevista ao OVALE, Elias Reis, head regional de Soluções para Cidades Inteligentes da NEC, explica por que São José dos Campos e o Vale do Paraíba são estratégicos para a evolução das cidades inteligentes no Brasil.

Mais do que instalar tecnologia, o desafio é transformar dados em decisões e resultados que possam ser percebidos pelo cidadão.

Leia o artigo completo: https://hubs.li/Q04s7rqv0

Ataques cibernéticos já não representam apenas o risco de roubo de dados. Hoje, eles podem comprometer o funcionamento d...
05/08/2026

Ataques cibernéticos já não representam apenas o risco de roubo de dados. Hoje, eles podem comprometer o funcionamento de serviços essenciais, como abastecimento de água, energia, transporte e hospitais. Na semana passada, as agências internacionais divulgaram várias tentativas de invasão e ataques contra estações de tratamento de água em sete estados norte-americanos.

O que torna essas infraestruturas críticas tão vulneráveis?

O Brasil está preparado para enfrentar esse tipo de ameaça?

E como inteligência artificial e novas tecnologias podem reforçar (ou mesmo ampliar) esses riscos?

No Start Eldorado desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil, sobre os desafios de proteger os sistemas que sustentam a vida nas cidades e a economia digital, o cenário e os desafios ligados à sua proteção. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.

Quando a Inteligência Artificial decide agir por conta própria, até onde vai o nosso controle?Na quarta-feira passada, n...
03/08/2026

Quando a Inteligência Artificial decide agir por conta própria, até onde vai o nosso controle?

Na quarta-feira passada, no episódio #439 do podcast Start, trouxemos para o centro do debate um tema que deixou de ser ficção científica para se tornar um desafio real de governança e segurança: o avanço dos agentes autônomos de IA.

Em te**es fechados de segurança, um modelo da OpenAI surpreendeu pesquisadores ao achar formas de burlar restrições e planejar, por conta própria, um ataque cibernético contra outra empresa. Esse episódio representa um caso isolado ou acende o alerta sobre os controles rígidos que a próxima geração de tecnologias vai exigir?

Para analisar os impactos desse cenário nos negócios, na inovação e na sociedade, o apresentador Daniel Gonzales conversou com o Professor Marcos Barretto (Fundação Vanzolini e da Escola Politécnica da USP), um dos maiores especialistas e pesquisadores do tema no Brasil.

💡 Perdeu o programa ou quer rever essa discussão fundamental para o futuro corporativo?

🎧 Ouça o episódio completo nas plataformas digitais do Estadão: https://hubs.li/Q04rJg8p0

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