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Acalântis Serviços Consultoria na área de Transição de Carreira e Diversidade Etária.

Atuação em processos de avaliação, sensibilização, desenvolvimento de pessoas e desenho de projetos. Consultoria na área de Diversidade Etária e Transição de Carreira com serviços customizados voltados para empresas e pessoas que desejam se reinventar profissionalmente.

𝗟𝗶𝗳𝗲𝘀𝗽𝗮𝗻, 𝗵𝗲𝗮𝗹𝘁𝗵𝘀𝗽𝗮𝗻 𝗲… 𝘄𝗼𝗿𝗸𝘀𝗽𝗮𝗻.Os dois primeiros termos já começam a fazer parte da conversa sobre longevidade. Mas wo...
30/09/2026

𝗟𝗶𝗳𝗲𝘀𝗽𝗮𝗻, 𝗵𝗲𝗮𝗹𝘁𝗵𝘀𝗽𝗮𝗻 𝗲… 𝘄𝗼𝗿𝗸𝘀𝗽𝗮𝗻.
Os dois primeiros termos já começam a fazer parte da conversa sobre longevidade. Mas workspan ainda é pouco conhecido. E talvez seja justamente o conceito que mais interessa às empresas...
Leia o artigo na HSM Management e deixe aqui suas considerações:

Dois jovens iniciaram a carreira no mesmo programa de trainees, com formações semelhantes e perspectivas promissoras. Trinta anos depois, vivem realidades profissionais e financeiras muito diferentes. A partir dessa história, o artigo propõe uma reflexão sobre como empresas podem contribuir par...

Você trabalha na área de Recursos Humanos?Tenho a alegria de fazer parte, mais uma vez, do time de mentores da 12ª ediçã...
26/09/2026

Você trabalha na área de Recursos Humanos?

Tenho a alegria de fazer parte, mais uma vez, do time de mentores da 12ª edição do Programa de MentoRHia da ABRH-SP.

É uma iniciativa muito bacana de troca de experiências, desenvolvimento e crescimento profissional, que conecta profissionais de RH a mentores com diferentes trajetórias e experiências.

As inscrições estão abertas de 22 a 26 de setembro.

Se você atua em RH e está buscando um espaço para ampliar repertório, trocar experiências e olhar para sua carreira por novas perspectivas, vale conhecer o programa.

Saiba mais e faça sua inscrição: https://abrhsp.org.br/projetos/programa-mentorhia/

E se nossas cidades e nossas empresas fossem realmente projetadas para a longevidade?O Canadá está dando um passo intere...
09/09/2026

E se nossas cidades e nossas empresas fossem realmente projetadas para a longevidade?
O Canadá está dando um passo interessante nessa direção: no Dia Mundial do Alzheimer, será inaugurado em Calgary um parque público planejado para pessoas com demência.
Rotas que facilitam a orientação, caminhos seguros, estímulos sensoriais e, principalmente, um espaço pensado para a convivência entre diferentes gerações.
Mais do que um parque, uma reflexão sobre como o design dos espaços pode promover inclusão, autonomia e pertencimento.
E isso vale também para as organizações.
Se a longevidade mudou a nossa sociedade, ela também precisa mudar a forma como pensamos os ambientes de trabalho.
Combater o etarismo não é apenas mudar comportamentos. É também repensar os espaços que criamos para viver e trabalhar.
Será que nossas cidades e empresas estão preocupadas de fato com a longevidade?

No meu artigo da HSM deste mês, parto de uma situação aparentemente distante do mundo corporativo: o eleitor que, depois...
05/09/2026

No meu artigo da HSM deste mês, parto de uma situação aparentemente distante do mundo corporativo: o eleitor que, depois dos 70 anos, não é mais obrigado a votar, mas continua escolhendo participar.
Porém, a pergunta que me interessa é outra: o que faz alguém continuar contribuindo quando já não é obrigado a fazê-lo? E o que isso pode nos ensinar sobre as pessoas que continuam trabalhando, contribuindo e colocando seu repertório a serviço das organizações?
Por isso, quero saber sua opinião: o que faz uma pessoa querer continuar participando quando a obrigação deixa de existir?



À medida que a população envelhece, cresce a necessidade de repensar o papel da experiência nas organizações e na sociedade. Tomando o comportamento do eleitor 70+ como ponto de partida, o artigo questiona o que faz alguém continuar contribuindo quando já não é obrigado a fazê-lo e por qu...

Vivemos mais, permanecemos ativos por mais tempo e acumulamos experiências valiosas ao longo da vida. Ainda assim, o mun...
31/05/2026

Vivemos mais, permanecemos ativos por mais tempo e acumulamos experiências valiosas ao longo da vida. Ainda assim, o mundo do trabalho insiste em tratar o envelhecimento como exceção, quando ele já é uma realidade demográf**a incontornável. Leia o novo artigo de Fran Winandy no Blog Etarismo:

"Descubra como a Gerontologia corporativa transforma capital geracional em vantagem competitiva. Dados, estratégia e ROEx explicados.

𝗤𝘂𝗲𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝘃𝗶𝘃𝗲𝗿 𝗺𝗮𝗶𝘀, 𝗺𝗮𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝗾𝘂𝗲𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝘃𝗲𝗿 𝗮 𝘃𝗲𝗹𝗵𝗶𝗰𝗲.Essa contradição tem nome, e está moldando nossas cidades de forma ...
25/05/2026

𝗤𝘂𝗲𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝘃𝗶𝘃𝗲𝗿 𝗺𝗮𝗶𝘀, 𝗺𝗮𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝗾𝘂𝗲𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝘃𝗲𝗿 𝗮 𝘃𝗲𝗹𝗵𝗶𝗰𝗲.
Essa contradição tem nome, e está moldando nossas cidades de forma cruel. Você já ouviu falar do NIMBY? (Not In My Backyard — "Não no meu quintal")
Em 1969, o geriatra norte-americano Robert Butler cunhou o termo ageism (etarismo) ao presenciar moradores do nobre bairro de Chevy Chase, em Washington, protestando contra a criação de moradias para idosos de baixa renda. O argumento da vizinhança na época era de que a presença daquelas pessoas desvalorizaria a região. Butler percebeu ali que os argumentos usados contra os idosos eram cruelmente semelhantes aos do racismo e do sexismo.
Corta para maio de 2026. Bairro da Lapa, em São Paulo.
Moradores vizinhos a uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) instalaram caixas de som direcionadas para a casa de repouso, tocando rock pesado em alto volume para perturbar os residentes. Em vídeo, uma moradora resume o sentimento: "As pessoas não querem a nossa rua cheia de casa de repouso, entendeu? Isso faz nossos imóveis desvalorizarem."
O desfecho? A gestão municipal cedeu à pressão e expulsou as casas de repouso da região.
Mais de cinco décadas separam Chevy Chase da Lapa. O idioma mudou, a geografia mudou, mas o padrão estrutural permanece intacto. A sociedade não aprendeu com o passado; apenas refinou suas justif**ativas.
Isso tem nome: é o fenômeno NIMBY (Not In My Backyard — "Não no meu quintal") aplicado à velhice. Queremos que a longevidade exista, desde que seja invisível. Desde que fique bem longe dos nossos olhos, da estética das nossas ruas e do valor do nosso metro quadrado.
Quando o poder público legitima esse tipo de pressão sob o manto da "gestão urbana", ele não está organizando a cidade. Ele está institucionalizando o etarismo. Estamos segregando as pessoas longevas, empurrando-as para a periferia social e física, como se o envelhecimento fosse uma patologia urbana a ser erradicada.
A ironia trágica desse comportamento é que a mesma vizinhança que hoje expulsa uma ILPI é a que amanhã precisará de uma. Ao desumanizarmos o envelhecimento alheio hoje, pavimentamos o caminho para a nossa própria exclusão amanhã.
Uma cidade que trata seus cidadãos mais velhos como "prejuízo imobiliário" é uma cidade que faliu moralmente.
Como você enxerga essa segregação do envelhecimento nos nossos espaços urbanos e corporativos? Estamos realmente preparados para a longevidade ou apenas fingimos tolerá-la até que ela bata à nossa porta?
Deixe sua opinião nos comentários. 👇


OUTRO LADO: Prefeitura diz que estabelecimentos não respeitam zoneamento 'estritamente residencial'

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10/03/2026

Você já reparou como nunca estivemos tão acelerados mentalmente e tão sedentários fisicamente?
Hoje é o dia Nacional do Combate ao Sedentarismo. Neste novo artigo, uma provocação que tem aparecido com frequencia em artigos científicos: será que sentar é o novo fumar?
Confira!

Por que passar horas sentado pode comprometer a saúde — mesmo em pessoas que se exercitam. Treinar uma hora por dia pode ser excelente para a saúde.Mas passar o restante do dia sentado talvez esteja anulando parte desse esforço. A imobilidade prolongada: por que pausas ativas ao longo do dia po...

11/02/2026

Será que todos envelhecemos da mesma forma?
Quando é que o " envelhecer mal" virou motivo de exclusão?


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O etarismo ainda é um dos preconceitos menos debatidos — e um dos que mais impactam pessoas, carreiras e organizações.O ...
08/01/2026

O etarismo ainda é um dos preconceitos menos debatidos — e um dos que mais impactam pessoas, carreiras e organizações.

O Blog "Etarismo nas Organizações" é um espaço de reflexão, informação e diálogo sobre longevidade, diversidade geracional, mercado de trabalho e os desafios de uma sociedade que envelhece.

Se você se interessa por temas como trabalho, economia da longevidade, relações entre gerações e inclusão etária, f**a o convite para conhecer, acompanhar e participar dessa conversa.

👉 Acesse, leia e contribua. O debate é coletivo!



O envelhecimento da força de trabalho já impacta as empresas. Entenda qual é o custo invisível da longevidade para as organizações.

A longevidade deve ser incluída nas estratégias de negócios, com investimentos em preparação para todas as gerações. Ign...
08/12/2025

A longevidade deve ser incluída nas estratégias de negócios, com investimentos em preparação para todas as gerações. Ignorar o impacto da longevidade nas organizações não é apenas uma escolha conservadora — é um risco estratégico.
Mais do que uma adaptação necessária, a nova realidade etária representa uma oportunidade histórica de reinvenção. As organizações que compreenderem o valor estratégico da longevidade poderão liderar num futuro em que experiência, inovação e propósito caminham juntos.

Leia matéria no Diário do Paraná:

A transição demográf**a impulsiona a inclusão de profissionais 50+ nas empresas brasileiras e evidencia desafios estruturais como o etarismo, a menopausa, as práticas ligadas à aposentadoria e a necessidade de revisar políticas internas, saúde corporativa e estratégias de desenvolvimento co...

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