Renato Oliveira Bobrick

Renato Oliveira Bobrick Consultor Especialista em Tecnologia, Marketing e Liderança. Professor Especialista de Administração e Liderança com MBA pela USP.

30/04/2015

O Padrão ISDB-TB - TV DIGITAL BRASILEIRA

Especif**ações tecnicas do padrão ISDB-TB
Aplicações EPG, t-GOV, t-COM, Internet
Middleware Ginga
Compressão de áudio MPEG-4 AAC 2.0 , 5.1 canais
Compressão de vídeo MPEG-4 H.264
HDTV/1080i (1920 colunas por 1080 linhas entrelaçadas, 16:9)
HDTV/720p (1280 colunas por 720 linhas progressivas, 16:9)
SDTV/480p (720 colunas por 480 linhas progressivas, 4:3)
LDTV/1SEG (320 colunas por 240 linhas, 4:3)
Transporte MPEG-2 TS
Modulação COFDM dividido em 13 segmentos da portadora de 6 MHz

O padrão de televisão digital adotado no Brasil é o ISDB-TB, uma adaptação do ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial), padrão japonês acrescida de tecnologias desenvolvidas nas pesquisas das universidades brasileiras.

O padrão japonês foi escolhido, conforme dito anteriormente, por atender melhor as necessidades de energia nos receptores, mobilidade e portabilidade sem custo para o consumidor, diferente do padrão europeu (DVB-T), onde esta operação é tarifada pelas empresas telefônicas. A principal diferença constatada inicialmente após a decisão de se adotar o padrão japonês para ser utilizado na televisão digital brasileira, em junho de 2006, foi a substituição do formato de compressão MPEG-2 para o MPEG-4.

O formato ISDB-TB também permite, além da transmissão em alta definição, a transmissão em multiprogramação, onde é possível transmitir, no lugar de um único programa em alta definição, oito programas diferentes simultaneamente em definição padrão (720 × 480 pixels, a mesma do DVD). Para comparar, a televisão analógica, por ter perdas na transmissão pelo ar, chega a no máximo 333 × 480. Com o codec H.264 do formato MPEG-4, será possível transmitir até 2 canais HD (1080i), 4 Canais HD (720p) e/ou 8 SD (480p) pela mesma transmissora.

Desenvolvimentos recentes

Alguns desenvolvimentos recentes merecem destaque. Um deles é o middleware Ginga, camada de software intermediário open source que permite o desenvolvimento de aplicações NCL interativas para a TV Digital de forma independente da plataforma de hardware dos fabricantes de terminais de acesso (set-top-boxes).

Resultado de anos de pesquisas lideradas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o Ginga reúne um conjunto de tecnologias e inovações brasileiras que o tornam a especif**ação de middleware mais avançada e, ao mesmo tempo, mais adequada à realidade do país.

O Ginga pode ser dividido em dois subsistemas principais, que permitem o desenvolvimento de aplicações seguindo dois paradigmas de programação diferentes. Dependendo das funcionalidades requeridas no projeto de cada aplicação, um paradigma possuirá uma melhor adequação que o outro.

Outro avanço importante foi a aprovação do contrato que dá início a fabricação do primeiro chip nacional para a TV Digital. A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinou recursos não-reembolsáveis do Funtec, no valor R$ 14,6 milhões 5 para a União Brasileira de Educação e Assistência (UBEA) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e o Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC) vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Também participam do projeto a empresa Telavo Digital que apoiou a pesquisa e o design do chip e o Instituto Ábaco, de Campinas, SP, responsável pelo hardware do projeto. O chip criado pela PUC-RS e pelo Ceitec atenderá aos três sistemas de modulação para transmissão de TV Digital internacionalmente reconhecidos.

02/04/2015

ANFISA TECNOLOGIA - Em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado, as empresas de todos os portes dependem de sistemas e processos que ajudem a transformar cada uma de suas atividades em um diferencial no mercado. A Anfisa Tecnologia IPTV tem todo o conhecimento e recursos humanos necessários para oferecer alternativas criativas e fazer da Tecnologia da Informação, Telecom e IPTV um poderoso aliado de sua empresa.
A Anfisa Tecnologia oferece soluções de ponta nas áreas de telecomunicações, IPTV, redes de informática, além de elaboração, gerenciamento e implantação de projetos. A Anfisa Tecnologia assume toda a responsabilidade pelo gerenciamento da implementação de todas as fases do projeto. Assim, você pode f**ar tranquilo e se concentrar no que realmente importa – seus negócios.
Contando com os mais de 10 anos de experiência de seus sócios e colaboradores, a Anfisa Tecnologia busca soluções que agreguem o maior valor ao negócio do cliente.

Renato Oliveira Bobrick - Arquiteto de Soluções & Sistemas IPTV, Big Data, Meta Data & TI/Telecom

02/04/2015

SOMOS ESPECIALISTAS EM TREINAMENTOS DE LIDERANÇA PARA EMPODERAR E CAPACITAR SEUS FUNCIONARIOS PARA VENDER MAIS E MELHOR! LEVANTAMOS OS PROCESSOS DE SUA EMPRESA, DEFINIMOS A VISÃO, MISSÃO E VALORES E FOCAMOS SUA EMPRESA NO CORE BUSINESS PARA MAXIMIZAR OS RESULTADOS COM SUSTENTABILIDADE E QUALIDADE NOS NEGÓCIOS DE CURTO, MÉDIO E LONGO PRAZO. ANFISA TECNOLOGIA & SOLUÇÕES - TEL: (11) 3768-52.80 / CEL.: (11) 9-9944-51.66

04/05/2014

VOCÊ É UM LÍDER PREPARE-SE PARA SERVIR E VENCER !

O pai da administração moderna, Peter Druker, escreveu sobre as quatro características que observou em líderes. São essas as palavras-chave:

1- Seguidores,
2 - Resultado,
3 - Exemplo e
4 - Responsabilidade.

Segundo Drucker, “O líder é alguém capaz de fazer com que os outros o sigam, sendo esta uma das habilidades que melhor o descrevem".

O líder ef**az é alguém que serve, e que gera admiração pela sua devoção ao povo e a causa a que serve. A qualidade da liderança não se mede pela popularidade, mas pelos resultados que consegue produzir. Os líderes estão em grande evidência. É por isso que lideram pelo exemplo. A liderança não é uma questão de classif**ação, de privilégios, de títulos ou de dinheiro. É uma questão de responsabilidade. Essa responsabilidade é avaliada pelas decisões que o líder toma. Boas decisões geram credibilidade e a confiança mutua passa a existir entre o líder e os seus liderado.

Liderar signif**a um ato voluntário. Os líderes, no geral, estão conscientes da missão que lhes compete. Alinham suas metas com o seu propósito e declaram diariamente a sua própria definição de liderança. Assim, é necessário que as pessoas conheçam a causa e a sua percepção sobre o que é liderar. A consistência do líder ao servir, gera credibilidade e a partir daí, a influência se estabelece. O nível de eficácia do líder que serve é estabelecido a partir da percepção que os seguidores possuem a respeito dele.

Como ser um líder ef**az? Acredito que o ponto de partida é o autoconhecimento, o desenvolvimento da liderança é, em última análise, um autodesenvolvimento, portanto, o desafio da liderança é pessoal. Busque ser um líder moral. Tenha um interesse genuíno pelas pessoas, principalmente, as da sua equipe. A precisão de conhecimento do outro é uma atitude indispensável ao exercício da influência de um líder. Trate o outro da forma que ele gosta de ser tratado e guie pelo exemplo.

Renato Bobrick
Anfisa Tecnologia & Sistemas

01/10/2013

Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, escreveu sobre as quatro características que observou em líderes. São essas as palavras-chave: seguidores, resultado, exemplo e responsabilidade. Segundo Drucker, “O líder é alguém capaz de fazer com que os outros o sigam, sendo principalmente esta o tipo de habilidade que melhor o descreve. O líder ef**az não é alguém que se adore ou se admire. A qualidade da liderança não se mede pela popularidade que gozam, mas pelos resultados que ele consegue produzir. Os líderes estão em grande evidência. É por isso que lideram pelo exemplo. A liderança não é uma questão de classif**ação, de privilégios, de títulos ou de dinheiro. É uma questão de responsabilidade”. Essa responsabilidade é avaliada pelas decisões que o líder toma. Boas decisões geram credibilidade e a confiança mutua passa a existir entre o líder e o liderado.

Liderar signif**a um ato involuntário. Os líderes, no geral, estão conscientes da missão que lhes compete. Alinham suas metas com o seu propósito e falam diariamente a sua própria definição de liderança. É necessário que as pessoas conheçam a causa e a sua percepção sobre o que é liderar. Consistência gera credibilidade e a partir daí, a influência se estabelece. O nível de eficácia do líder é estabelecido a partir da melhor ou pior percepção que os seguidores possuem a respeito dele.

Como ser um líder ef**az? Acredito que o ponto de partida é o autoconhecimento, o desenvolvimento da liderança é, em última análise, um autodesenvolvimento, portanto, o desafio da liderança é pessoal. Busque ser um líder moral. Tenha um interesse genuíno pelas pessoas, principalmente, as da sua equipe. A precisão de conhecimento do outro é uma atitude indispensável ao exercício da influência de um líder. Trate o outro da forma que ele gosta de ser tratado.

18/07/2013

OTT & IPTV OE O FUTURO DA PAY TV:

IPTV e o vídeo over-the-top (OTT) começaram a morder a base do cabo no mercado mundial de TV paga, de acordo com uma análise do mercado da ABI Research. No relatório TV Subscriber Market Data, a empresa calcula que, no final do primeiro trimestre de 2011, o mercado de TV paga adicionou 11,3 milhões de assinantes e projeta que até o final de 2011, o número total de assinaturas de TV paga ultrapassará 759 milhões. De forma reveladora, os dados mostram que, apesar da TV a cabo manter a maior participação de mercado na televisão por assinatura, sua participação relativa de assinaturas caiu de 72% em 2009 para 69% em 2010.

A ABI aponta que os operadores de televisão por cabo na Europa Ocidental e América do Norte enfrentaram perdas signif**ativas particularmente em 2010, à medida que IPTV e serviços OTT tornaram-se alternativas viáveis. No entanto, a empresa não vê o cabo perdendo mercado em regiões como a América Latina. Além disso, aponta o Brasil como um exemplo concreto de onde o cabo ainda será bem sucedido, e cita dados da Anatel que preveem que a penetração da televisão por cabo chegará a 10% da população em 2011.

"O surgimento da televisão digital em diferentes plataformas de distribuição por assinatura começa a oferecer mais opções aos consumidores", observou o analista de pesquisa Khin Sandi Lynn. "Os canais de televisão digital terrestre e os canais de alta definição estão ganhando popularidade nos mercados de TV paga. A ABI Research prevê que haverá mais de 230 milhões de assinantes de TV de alta definição em diferentes plataformas no final de 2011", diz.

10/07/2013

BIG DATA - O QUE FAZ ESTA NOVA TECNOLOGIA?

O crescente volume de dados que precisa ser processado, analisado e armazenado nas redes corporativas tem desafiado os departamentos de TI e criado um novo ambiente tecnológico pautado pelo conceito de big data. Trata-se de um conjunto de soluções que propõem a gestão inteligente de enormes quantidades de dados estruturados e não estruturados. E, apesar de muitas empresas já terem iniciado a implantação desse modelo, o que se vê na prática são muitos projetos que fracassam pela dificuldade de captar, gerenciar e, principalmente, transformar os dados em informações relevantes para o negócio.

Domar imensos volumes de dados e ser capaz de extrair informações para as áreas de negócio já representa uma tarefa difícil por si só. No entanto, existem outras variáveis, além da tecnologia, que contribuem para o fracasso nos projetos de big data, as principais delas são: falta de alinhamento entre a área de negócio e de tecnologia, dificuldade de acesso aos dados distribuídos e ausência de conhecimentos específicos do negócio, que são críticos para a geração de bons “insights”.

De todas as armadilhas, a primeira — e talvez a mais importante delas — é a questão da falta de alinhamento, já que os projetos exigem o envolvimento de pessoas de diferentes áreas e que tendem a ter visões diferentes sobre as prioridades do projeto e das empresas. Nesse caso, especialmente se a TI e as áreas de negócios não estiverem alinhadas para definir o escopo do projeto, as iniciativas tendem a perder o foco ao longo do tempo e se voltarem apenas ao gerenciamento da tecnologia necessária para atender às diversas exigências, em vez de focar na resposta aos objetivos de negócio.

O segundo grande gargalo das iniciativas de big data é a falta de acesso aos dados, o que normalmente acontece por conta da tendência de as informações estarem divididas em silos dentro das organizações, pelas diversas áreas de negócio (vendas, marketing, recursos humanos, entre outros). Para superar essa questão, os projetos precisam começar com o comprometimento dos executivos, para que os mesmos forneçam esse acesso aos dados relevantes.

Por fim, a terceira armadilha está na dificuldade de encontrar profissionais que tenham as competências adequadas para executar cada uma das etapas dos projetos de big data. Por tratar-se de uma tecnologia relativamente recente e que exige conhecimentos analíticos específicos — como entender o processamento da linguagem natural e o aprendizado das máquinas, entre outros — faltam pessoas capacitados no mercado para liderar e implantar as iniciativas. Na prática, esse tipo de iniciativa exige profissionais que mesclem a mentalidade de cientista e de pesquisador investigativo, com a habilidade de um programador.

A pergunta que f**a é: Como, em meio a tantas barreiras, as empresas podem ter sucesso nos projetos de big data? A primeira resposta está em definir a ação de forma mais clara para toda a empresa. Assim, em vez de usar o termo big data, as empresas podem classif**ar as iniciativas como “projetos para aprender mais sobre clientes e entender o comportamento dos mesmos”. Com isso, f**a mais fácil demonstrar o valor desse tipo de ação ao demonstrar, na prática, como a análise de grandes volumes de dados possibilita responder a questões cruciais para as áreas de negócios.

Ao mesmo tempo, as empresas devem evitar a implantação de uma iniciativa enorme. Para isso, vale dividir o projeto em diversas ações menores, voltadas a solucionar problemas específicos. Dessa forma, há uma menor tendência de se perder o objetivo da ação e evitar a causa de fracasso de muitos projetos de TI: a constante mudança de exigências e de foco de todos os envolvidos.

Por fim, é necessário mapear quais as questões relacionadas à análise de grandes volumes de dados têm mais impacto para o negócio e, a partir daí, criar uma lista prioritária de projetos envolvendo big data. E lembre-se: uma iniciativa de sucesso independe de sua abrangência. A melhor forma de não se expor ao fracasso é focar em ações que tenham mais chances de sucesso, em vez de falhar em grande escala.

10/07/2013

ANFISA TECNOLOGIA - Em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado, as empresas de todos os portes dependem de sistemas e processos que ajudem a transformar cada uma de suas atividades em um diferencial no mercado. A Anfisa Tecnologia IPTV tem todo o conhecimento e recursos humanos necessários para oferecer alternativas criativas e fazer da Tecnologia da Informação, Telecom e IPTV um poderoso aliado de sua empresa.

A Anfisa Tecnologia oferece soluções de ponta nas áreas de telecomunicações, IPTV, redes de informática, além de elaboração, gerenciamento e implantação de projetos. A Anfisa Tecnologia assume toda a responsabilidade pelo gerenciamento da implementação de todas as fases do projeto. Assim, você pode f**ar tranquilo e se concentrar no que realmente importa – seus negócios.

Contando com os mais de 10 anos de experiência de seus sócios e colaboradores, a Anfisa Tecnologia busca soluções que agreguem o maior valor ao negócio do cliente.

10/07/2013

Endereço

São Paulo, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Renato Oliveira Bobrick posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Renato Oliveira Bobrick:

Compartilhar