08/11/2025
Diversidade & Inclusão
Tenho participado de fóruns acadêmicos e assessorado organizações sobre o assunto Diversidade e Inclusão, excasses de mao-de-obra e resultados organizacionais.
As empresas tem passado por situações delicadas, por excasses de talentos.
Pois, além do fato da inclusão ter focado por um tempo (algumas empresas até hoje, outras nem começaram de fato) na D&I de negros, mulheres e LGBTS, e diferentes etnias, o que de fato é importante, hoje em dia também estão discutindo a inclusão das gerações X (1965-1980) e os Babyboomers (1946-1964).
De outro lado também existe uma certa discussão, preconceituosa, contra as gerações Z (1997-2012) e os Millennials (1981-1996).
Não irei me alongar aqui nos motivos, senão o texto ficará exaustivo para um post no LinkedIn.
Pois são temas a serem mais aprofundados e existem conteúdos para a publicação de livros, e vamos focar em evidências para empresários, executivos e lideranças da importância da pluraridade nas organizações e em como lidar com esta pluralidade.
Sendo assim, o que resta às organizações? Profissionais das faixas de 30 a 50 anos ou menos? Este modelo, não tem dado certo, afinal, todos temos a aprender uns com os outros e complementar às organizações com o conhecimento de novas tecnologias e também com a experiência.
Portanto, caros(as) amigos(as) que ainda tem um certo preconceito velado contra a Inclusão, também destas gerações e temos que aprender a trabalhar com toda esta diversidade.
Pois profissionais com 50+, assim como os 30-, tem muito o que aprender uns com os outros, conviver de forma harmoniosa, terem “a cabeça aberta”, assim todos contribuem uns com os outros em todos os segmentos.
Claro que todos temos que nos atualizar, quase que diariamente, pois a velocidade com que surgem novas tecnologias tem sido avassaladoras.
Afinal, alguém aqui gostaria de passar por um procedimento cirúrgico com um neurolista, contratar um advogado, um admistrador ou qualquer profissional que se formou na década de 70, 80, 90, etc e não se atualizou?
Da mesma forma trabalhar com um profissional formado nos anos 2000 que teoricamente está atualizado, mas não possui experiência suficiente?
Este texto é baseado não apenas no meu ponto de vista e no dos meus colegas, cliente e alunos que tido a mesma percepção. Pois tem bases científicas e acadêmicas.
Enfim, deixo aqui minha contribuição de hoje para o tema, mas como disse, esta discussão e este modelo tem muito a ser debatido!
Pelo fato da extensão do texto, deixo de escrever aqui, sobre estudos da correlação de empresas que trabalham com estas inclusões, que tem obtido resultados financeiros, retenção de clientes, inovação e clima bem melhores, mas deixarei este assunto para outro post!
Tenham um ótimo fim de semana, e continuemos a trabalhar para contribuirmos com mais esta mudança.
Abraços,
Renato Gutierrez