Lounge Empreendedor

Lounge Empreendedor Empreendedorismo, Liderança, Sustentabilidade, Gestão, Comportamento Humano e Educação sob o olh

O Lounge Empreendedor é um ambiente (ainda que virtual) que aproxima pessoas interessadas em compartilhar assuntos relacionados a empreendedorismo, liderança, inovação, sustentabilidade, gestão, comportamento humano, educação e, por que não, sobre a própria vida sem modelos conceituais arraigados e onde JUNTOS podemos aprender e evoluir. Coach, palestrante e consultora de empresas, Ana Maria Coelh

o idealizou a criação do Lounge Empreendedor numa perspectiva que ampliasse seu próprio olhar sobre os temas com os quais atua e para “inter-agir” com amigos, mediadores e empresas no desejo de conseguir conectar as informações dispersas nas nossas organizações e na nossa forma de olhar e agir frente às possibilidades que o mundo apresenta. Assim é o Lounge Empreendedor, um espaço onde qualquer pessoa com espírito inovador pode entrar e se sentir a vontade!

Hoje é Dia dos Pais.E, para mim, o Jorge sempre será uma referência de pai e de homem.Os “meninos” cresceram. Hoje são d...
09/08/2026

Hoje é Dia dos Pais.
E, para mim, o Jorge sempre será uma referência de pai e de homem.
Os “meninos” cresceram. Hoje são dois homens incríveis. E tenho certeza de que, onde estiver, ele deve sentir muito orgulho de quem eles se tornaram.
A saudade continua. Às vezes ainda parece que, a qualquer momento, ele vai chegar em casa pra ajudar em algo que quebrou ou mandar uma mensagem sobre algo que aconteceu no clube ou na prefeitura.
Mas por aqui seguimos com tudo o que ele deixou em nós.
Hoje é dia de honrar sua história, seu amor e o pai que ele escolheu ser todos os dias.
Porque filhos crescem. Mas o jeito como um pai esteve presente f**a.
Feliz Dia dos Pais!

Uma boa história não substitui uma boa conversa de vendas. Ela dá direção à conversa.Muita gente me pergunta se um bom s...
07/08/2026

Uma boa história não substitui uma boa conversa de vendas. Ela dá direção à conversa.

Muita gente me pergunta se um bom storytelling substitui uma técnica de venda ou constrói um script… Vamos lá…

Storytelling não é decorar um caso, criar suspense ou tornar a mensagem mais bonita. É saber organizar contexto, tensão, evidência e signif**ado para que o outro compreenda por que aquela informação importa.

Foi esse o trabalho realizado com Eleve Consulting e o time da Apsen : transformar conteúdo técnico em conversas mais claras, relevantes e capazes de avançar — sem perder precisão, escuta ou naturalidade.

Porque, em vendas, a melhor narrativa não é a que chama mais atenção.

É a que ajuda o médico a compreender, atribuir valor e decidir.

05/08/2026

Tem uma cena que vi acontecer e, mesmo simples, nunca esqueci. Normalmente, quando fecho um projeto com uma empresa, faço o que chamo de dia de campo e acompanhando a visita com um vendedor, ele começou o papo com o cliente perguntando sobre um projeto pessoal que ele tinha comentado no mês anterior.

Não era uma pergunta decorada. Não era simpatia de abertura. Não era “e aí, tudo bem?” no automático.

Era contexto. O cliente percebeu.
Parou, falou, abriu o jogo e mostrou o que realmente estava tentando resolver.
A venda avançou naquele dia não porque o produto entrou primeiro na conversa.

Avançou porque o vendedor lembrava do que importava antes de apresentar o que vendia.
Conexão, em vendas, não é ser simpático. É prestar atenção.

É lembrar. É retomar. É ligar pontos.
É mostrar para o cliente que aquela conversa não começa do zero toda vez.

Seu time começa reuniões com conexão ou com slides?

03/08/2026

Julho foi intenso. Estive com times comerciais de contextos diferentes e, em muitas conversas, escutei uma dor parecida: “a gente sabe o que precisa fazer, mas na hora da conversa com o cliente, trava.”
Essa frase diz muito.

Porque, na maioria das vezes, o problema não é falta de informação. O time tem produto, processo, meta, material e discurso. Mas, quando chega na conversa real, aquela que envolve dúvida, objeção, pressão, comparação, insegurança e decisão, nem sempre consegue conduzir.

E é aí que muita venda se perde.
Não porque a solução era ruim. Não porque o cliente não tinha interesse. Mas porque a conversa não ajudou o cliente a entender o que estava em jogo, confiar no caminho e avançar com clareza.

Vender não é apenas apresentar melhor. É ler cenário, construir confiança, organizar valor e conduzir decisão.
E isso não se resolve com script. Se resolve com escuta, narrativa, método e prática.

Se você quer que o segundo semestre do seu time seja diferente, me chama. Estou abrindo agenda para agosto.

Ontem, foi dia de visitar a Casa da minha Mãezinha Aparecida com meu parceiro de todas as horas Marcello Coelho ...  Mes...
03/08/2026

Ontem, foi dia de visitar a Casa da minha Mãezinha Aparecida com meu parceiro de todas as horas Marcello Coelho ...

Mesmo com o Lucca Magni Coelho longe, ele estava presente em cada pensamento e em cada oração.

Fui agradecer. 🙏 Pelo que conseguimos construir, pelo que chegou em momentos improváveis e pela força que me sustentou até aqui — inclusive quando eu mesma não conseguia percebê-la.

Também fui pedir proteção. Para os meus filhos. Para a nossa casa. Para os caminhos que estão começando. E para mim, nesta fase em que algumas certezas se desfizeram e outras ainda estão sendo construídas.

Conversei com a Mãezinha do meu jeito. Em silêncio, com fé e com tudo aquilo que eu ainda não sei organizar em palavras.

Não voltei com todas as respostas. Voltei com um pouco mais de paz, energia e fôlego. E, por hora, isso já é bastante coisa, viu? Que venham os próximos passos...

29/07/2026

Esse é um daqueles temas em que eu não consigo falar só pela teoria. Porque, em alguma medida, também é biografia.

Passei muitos anos confundindo disponibilidade com comprometimento.

Achava que dizer sim era sinal de força.
Que resolver tudo era sinal de competência.
Que aguentar sem reclamar era sinal de maturidade.
Até perceber que nem tudo precisa passar por mim.
Responsabilidade sem limite não é virtude.

É risco. Pra saúde. Pra liderança. Pra qualidade das decisões. E principalmente pro desenvolvimento das pessoas ao meu redor.

Hoje, vejo limite de outro jeito. Limite não é descompromisso.

É critério. É saber onde minha presença é necessária e onde minha necessidade de dar conta está ocupando espaço demais.

Se você se reconheceu, me conta aqui.

24/07/2026

Que cena foi essa, Brasil?
Leticia Colin e TONY RAMOS | por fãs deram um show em .
Mas o que essa conversa pode nos ensinar sobre crenças e valores?

Otoniel tenta explicar a própria confusão diante de um mundo que mudou.

Adriana não concorda com ele. Não minimiza o que machucou a ela e ao irmão. Mas também não julga o avô ou reduz às crenças que ele aprendeu ao longo da vida.

Ela questiona a generalização e pede que ele escute. E isso muda a conversa.

Enquanto assistia, lembrei muito do meu avô. Da minha relação com ele... Que saudade do meu primeiro Marcello. Uma das pessoas de quem mais morro de saudade.

Ele também veio de outro tempo. Nem sempre pensávamos igual, mas havia amor suficiente para conversar, discordar e continuar perto.

Questionar uma crença não signif**a condenar toda a história de alguém.

É possível confrontar uma ideia sem diminuir a pessoa. É possível amar e, ainda assim, dizer: isso precisa mudar.

No fim, Otoniel escuta, reconhece o erro e pede desculpas. Porque evoluir não é negar de onde viemos. É escolher o que, dentro da nossa história, não precisa continuar e reconstruir a partir do que f**a...

E isso vale também para vendas, comunicação e liderança: ninguém muda porque foi julgado. As pessoas mudam quando encontram uma conversa firme o suficiente para provocar e segura o suficiente para permitir que elas revejam o que acreditam.

22/07/2026

Um papo reto sobre sobrenome corporativo, decepções e surpresas da vida real… Simples assim!

17/07/2026

Uma única venda me ensinou mais do que muita teoria sobre vendas.

Eu estava preparada.
Talvez preparada até demais.
Tinha apresentação, dados, cases, método, repertório.
Só esqueci de uma coisa: antes de contar uma história, eu precisava entender qual história o cliente estava vivendo.

Quando o cliente disse “você entendeu qual é o meu problema?”, ficou claro que eu tinha contado a história errada. Não era a história da minha solução que importava.

Era a história do problema dele, foi ali que uma das diferenças entre storytelling e storyselling ficou visível pra mim na prática. Storytelling coloca você no palco, storyselling coloca o cliente no centro da narrativa.
E isso acontece mais do que a gente admite.

A pessoa chega para a reunião querendo mostrar valor, mas começa contando a história da própria solução antes de entender o enredo do cliente.

O problema é que cliente não decide porque você contou bem a sua trajetória.
Ele decide quando consegue se reconhecer na conversa. Esse é o poder do Storyselling: tornar a conversa mais decisiva.

Se esse tema fez sentido para você, preparei um material simples com perguntas que ajudam a entender a história do cliente antes de apresentar uma solução.
Porque, muitas vezes, a venda não trava por falta de argumento. Trava porque a conversa começou pela história errada.

Curta esse post e comente HISTÓRIA que eu te envio.

06/07/2026

O Brasil perdeu para a Noruega.
E aqui no sofá de casa, conversando com meu filho, a derrota virou mais do que futebol. Porque uma coisa me chamou atenção: o contraste de comportamento.

De um lado, o Brasil parecia jogar com a sensação de que, em algum momento, o jogo iria se resolver. Teve pênalti. Teve chance. Teve troca. Teve camisa. Teve nome. Teve o craque. Mas faltou transformar tudo isso em decisão.

Do outro lado, a Noruega não precisou parecer brilhante o tempo inteiro. Ela esperou. Ajustou. Sustentou o desconforto. Jogou um jogo menos bonito e mais objetivo. E aí apareceu Haaland.

Antes da partida, ele tinha jogado o favoritismo para o Brasil. Falou em poucas possibilidades. Baixou a espuma. Reduziu o barulho. Mas em campo fez o oposto do discurso. Não precisou aparecer toda hora. Precisou aparecer na hora certa.

E talvez seja aí que o jogo fique interessante para pensar comportamento. Às vezes, o excesso de confiança não aparece no grito da torcida ou do próprio jogador na cara do goleiro… Aparece na demora para perceber que o jogo mudou. Na sensação de que ainda dá tempo. Na crença de que aquilo que você representa vai se impor naturalmente.

O Efeito Dunning-Kruger fala justamente sobre essa falha de calibragem: quando a percepção sobre a própria competência f**a maior do que a leitura real da situação. Não estou dizendo que o Brasil não soube jogar.
Seria simplista.

Estou dizendo que, em alguns momentos, o Brasil pareceu confiar mais no que representa do que no que estava conseguindo produzir. E a Noruega fez o contrário. Entrou menor no discurso. Mas foi maior na execução.

E olha: torci muito. Também ganhei esperança ao longo da primeira fase.
Mas terminei o jogo com uma provocação que vai além do campo: não basta ser bom.
É preciso perceber, durante o jogo, se aquilo que você acredita que sabe ainda está funcionando.

Assiste ao vídeo para entender melhor o Efeito Dunning-Kruger e me conta: você também viu isso no jogo?

Brasil Futebol Comunicação Liderança Vendas AprendizagemAplicada

Endereço

São Paulo, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Lounge Empreendedor posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Lounge Empreendedor:

Atalhos

Compartilhar