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Lounge Empreendedor Empreendedorismo, Liderança, Sustentabilidade, Gestão, Comportamento Humano e Educação sob o olh

O Lounge Empreendedor é um ambiente (ainda que virtual) que aproxima pessoas interessadas em compartilhar assuntos relacionados a empreendedorismo, liderança, inovação, sustentabilidade, gestão, comportamento humano, educação e, por que não, sobre a própria vida sem modelos conceituais arraigados e onde JUNTOS podemos aprender e evoluir. Coach, palestrante e consultora de empresas, Ana Maria Coelho idealizou a criação do Lounge Empreendedor numa perspectiva que ampliasse seu próprio olhar sobre os temas com os quais atua e para “inter-agir” com amigos, mediadores e empresas no desejo de conseguir conectar as informações dispersas nas nossas organizações e na nossa forma de olhar e agir frente às possibilidades que o mundo apresenta. Assim é o Lounge Empreendedor, um espaço onde qualquer pessoa com espírito inovador pode entrar e se sentir a vontade!

Nos meus treinamentos, sempre que posso, faço uma correção nessa história de “sair da zona de conforto”. A zona de confo...
13/10/2026

Nos meus treinamentos, sempre que posso, faço uma correção nessa história de “sair da zona de conforto”.

A zona de conforto não é um lugar de acomodação por única definição. É o território das habilidades que você já domina, das situações que sabe enfrentar e das experiências que construíram sua confiança.

Desenvolvimento não exige abandonar esse território. Exige ampliá-lo.
Um vendedor que evita negociações difíceis não precisa jogar fora tudo o que sabe. Precisa praticar novas perguntas, preparar argumentos, simular objeções e receber feedback até que aquela conversa deixe de parecer tão ameaçadora.

O que antes gerava medo vira repertório. E isso raramente acontece por um salto heroico. Acontece com contexto, prática, repetição e desafios progressivamente mais complexos, atravessando uma zona de aprendizagem.
Crescer não é viver permanentemente desconfortável. É transformar em competência aquilo que antes parecia difícil demais.

Então, talvez, a pergunta mais útil não seja “como sair da zona de conforto?”, mas “que habilidade eu preciso desenvolver para a minha zona de conforto f**ar maior?”

09/10/2026

A Kantar mostrou no Marketing Trends 2026 que 74% das pessoas que usam assistente de IA com frequência já pedem recomendação de compra para eles.

Ou seja, a informação que durante muito tempo justificou a presença do vendedor virou commodity.

No B2B essa mudança f**a ainda mais evidente. Quem chega a uma reunião comercial hoje já pesquisou fornecedor, comparou solução, leu conteúdo e discutiu o problema internamente.

Mesmo assim, muita reunião ainda começa com vinte minutos de apresentação institucional e portfólio. É o tempo mais caro da conversa sendo usado para repetir o que a pessoa já tinha.

Enquanto isso, f**am de fora as perguntas que realmente ajudam a decisão a avançar: o que precisa mudar de verdade? Por que isso importa agora? O que está impedindo a decisão? Quem mais precisa estar convencido? O que acontece se nada for feito?

Tecnologia pode ampliar muito a capacidade comercial. Mas existe uma pergunta anterior à ferramenta: que conversa esse vendedor está preparado para ter com tudo isso na mão?

Hoje foi dia de estar com o time da VBLANC | MÓVEIS PLANEJADOS , falando sobre crescimento, experiência, responsabilidad...
07/10/2026

Hoje foi dia de estar com o time da VBLANC | MÓVEIS PLANEJADOS , falando sobre crescimento, experiência, responsabilidade e o próximo capítulo da empresa.

E talvez uma das coisas mais legais desse trabalho tenha acontecido antes mesmo de o treinamento começar… a Viviane Vieira me procurou porque percebeu que a empresa está vivendo um novo momento. E, em vez de esperar que o crescimento trouxesse os problemas para depois corrigi-los, decidiu reunir o time para conversar sobre como querem trabalhar daqui para frente.

Gosto muito disso porque desenvolvimento de pessoas não pode ser privilégio de empresa grande… simples assim!

Não é preciso ter centenas de colaboradores, uma universidade corporativa ou uma grande estrutura de RH para criar espaços de desenvolvimento. Uma equipe de oito pessoas também pode parar, olhar para a própria história, reconhecer o que a trouxe até aqui e discutir o que precisa evoluir para sustentar o que vem pela frente

Foi um encontro leve, provocativo e cheio de boas conversas sobre a experiência que f**a para o cliente, sobre processos, interdependência, autonomia e sobre como pequenos comportamentos cotidianos carregam uma marca inteira.

Vivi, obrigada pela confiança. Que esse novo capítulo da VBlanc venha com muito crescimento e uma equipe cada vez mais preparada para construí-lo juntos. 🤍🤍🤍

Trabalhei muitos anos no Sebrae e uma parte importante do que penso hoje sobre vendas nasceu ali, acompanhando pequenos ...
05/10/2026

Trabalhei muitos anos no Sebrae e uma parte importante do que penso hoje sobre vendas nasceu ali, acompanhando pequenos negócios muito de perto.

Em uma MPE, as fronteiras são menos nítidas. O dono vende, atende, resolve problema, negocia, entrega e muitas vezes faz o pós-venda.

Isso deixa uma coisa muito visível: para o cliente, venda nunca foi apenas o momento da oferta.

Cada conversa ajuda a construir — ou desmontar — confiança, valor e vontade de continuar. Também foi convivendo com esses negócios que eu aprendi a olhar menos para o produto isolado e mais para a decisão que existe do outro lado.

Não por acaso, algumas dessas histórias atravessaram meus treinamentos por anos e acabaram chegando ao livro que estou escrevendo sobre Storyselling. Neste Dia da Micro e Pequena Empresa, meu carinho é também gratidão.

Muito do que eu sei sobre gente, cliente e vendas aprendi observando negócios que precisavam fazer cada conversa contar.

Tem amizades que começam por uma coisa em comum e, quando a gente percebe, já viraram parte importante da vida…A nossa c...
03/10/2026

Tem amizades que começam por uma coisa em comum e, quando a gente percebe, já viraram parte importante da vida…

A nossa começou no beach tennis. Idades diferentes, histórias diferentes, momentos de vida diferentes. E talvez seja justamente isso que eu mais goste: não precisamos estar na mesma fase para estarmos verdadeiramente juntas.

Hoje, essa amizade é uma das coisas que mais faço questão de cultivar. Porque a vida adulta vai f**ando cheia, né? Trabalho, filhos, responsabilidades, relacionamentos, novos amores, novas prioridades. E é muito fácil, sem perceber, ir deixando alguns pedaços da nossa própria vida para depois.

Tenho pensado muito sobre isso: estar em um novo momento não pode signif**ar sair da própria vida para caber em novos lugares.

Continuar encontrando as amigas, praticando o que gostamos, rindo das nossas histórias, tomando um vinho, jogando, conversando sobre bobagens e sobre coisas sérias também é uma forma de cuidar de quem somos. Amizade também é vínculo, intimidade, pertencimento, cuidado e história.

E talvez exista algo especialmente bonito nas amizades entre mulheres: elas nos lembram de versões nossas que não deveriam desaparecer quando a vida muda.

Que venham os amores, os projetos, as mudanças e tudo o que ainda temos para viver. Mas que a gente nunca deixe de reservar espaço na agenda — e na vida — para as mulheres que fazem tão bem caminhar ao nosso lado.

E, no nosso caso, jogar, rir, beber um vinho e descobrir que amizade não tem idade. Tem encontro. Amo vcs Carol Luccarini Carolina Vieira Tatiana Rossi D Amico Camila Rojas Antunes

Tem empresa que investiga o cliente profundamente até ele assinar o contrato.Depois da assinatura, a conversa muda.O dia...
02/10/2026

Tem empresa que investiga o cliente profundamente até ele assinar o contrato.

Depois da assinatura, a conversa muda.
O diagnóstico vira acompanhamento. As boas perguntas viram “está tudo certo?”.

E o relacionamento começa a funcionar mais pela ausência de reclamação do que pela presença de valor.

Só que cliente silencioso não é necessariamente cliente satisfeito.

Contexto muda. Prioridades mudam. Pessoas mudam. Concorrentes aparecem. Aquilo que era importante na compra pode deixar de ser alguns meses depois.

Por isso, para mim, retenção também é uma competência de conversa.

Não basta entregar o que foi vendido.

É preciso continuar descobrindo o que o cliente considera valioso agora.

Porque confiança não se renova automaticamente junto com o contrato.

Ela precisa continuar fazendo sentido.

Feliz dia do vendedor! Mas a minha conversa é com quem lidera vendedores...Porque hoje o feed vai estar cheio de homenag...
01/10/2026

Feliz dia do vendedor!

Mas a minha conversa é com quem lidera vendedores...

Porque hoje o feed vai estar cheio de homenagem e amanhã tudo volta exatamente como estava. O que eu observo nas empresas com que trabalho é que quase nada do que trava um time comercial chega inteiro à reunião de segunda.

O vendedor não conta que travou; conta que o cliente sumiu.
Não conta que não soube conduzir a conversa de preço; conta que o concorrente estava mais barato.
Não conta que tem medo de insistir; conta que vai acompanhar.

Isso raramente é desonestidade. É leitura de ambiente.
Em algum momento ele entendeu que falar do que não está funcionando soa como desculpa. E aí a informação mais valiosa sobre a operação f**a parada na cabeça de quem está na linha de frente; e o líder segue decidindo apenas com o número, que mostra onde o time chegou, mas nunca explica por quê.

Por isso, o melhor presente que um líder comercial pode dar hoje ao seu time talvez não seja um “parabéns” no grupo. É abrir uma conversa em que dizer “eu não sei onde estou perdendo” seja uma resposta aceitável.

“Não consigo entregar isso hoje sem comprometer outra prioridade.”O que você entenderia ao ouvir essa frase?Falta de com...
30/09/2026

“Não consigo entregar isso hoje sem comprometer outra prioridade.”

O que você entenderia ao ouvir essa frase?
Falta de comprometimento? Resistência? Má vontade? Ou consciência sobre capacidade?

Tenho pensado bastante sobre isso. Vejo empresas falando muito em autonomia, mas que nem sempre gostam do que acontece quando alguém usa essa autonomia para questionar uma prioridade, renegociar um prazo ou dizer que não consegue absorver mais uma demanda.

É claro que existe o “não” irresponsável. Mas também existe o “sim” irresponsável.

Aquele dado para tudo. “Pode deixar.” “Eu faço.” “Dá tempo.” “A gente consegue.”

Até não dar. E aí aparece uma questão que, para mim, é de gestão.

Quando todo mundo diz sim, o líder pode ter a falsa sensação de que existe capacidade onde existe apenas sobrecarga.

O prazo aceito vira atraso.
A nova prioridade atropela a anterior.
A qualidade cai.
E um problema que poderia ter aparecido numa conversa aparece depois no resultado.

Por isso, uma equipe que consegue dizer: “Se isso entra, alguma coisa precisa sair” não está necessariamente criando dificuldade. Pode estar oferecendo ao líder uma informação importante para decidir.

Porque tempo é finito. Capacidade é finita. E prioridade, se tudo é prioridade, deixa de signif**ar escolha.
Talvez maturidade profissional não seja formar equipes que dizem sim para tudo.

Seja formar equipes capazes de dizer sim e não com critério — e líderes capazes de transformar essas respostas em melhores decisões sobre prazo, capacidade e prioridade.

Autonomia não é fazer tudo. É ter repertório para discutir o que deve ser feito, em que ordem e com quais consequências.

28/09/2026

Uma das armadilhas da liderança comercial é tratar pessoas diferentes com o mesmo resultado como se tivessem o mesmo problema.

Dois vendedores estão em 70% da meta.
Um tem poucas oportunidades no funil.
O outro tem oportunidades suficientes, mas elas não avançam.

Um terceiro chega até proposta e perde em preço.
O número final pode ser parecido.

A conversa de desenvolvimento não deveria ser.
Meta é indispensável.
Indicador também.

Mas indicador é ponto de partida para investigação, não diagnóstico de comportamento.

Por isso, quando trabalho com liderança comercial, uma pergunta me interessa muito:

qual conversa este líder precisa aprender a ter para que o comportamento que produz o resultado possa mudar?

É nesse ponto que cobrança pode virar desenvolvimento.

E desenvolvimento pode chegar à performance.
Resultados mudam quando as conversas mudam.

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São Paulo, SP

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