SB Conexão Entre caminhos e pessoas

SB Conexão  Entre caminhos e pessoas Presta serviços na Área de Recursos Humanos, com foco em Folha de Pagamento/Beneficios.

SB Conexão trabalha com métodos eficazes, objetivos e práticos, voltados para assessorar clientes, na Área de Recursos Humanos (R&S, Assessment, Coaching, Transição de Carreira, Folha de Pagamento & Benefícios). Existe uma metodologia para “cada produto”, visando atender as necessidades dos clientes. O atendimento “sob medida” permite o apontamento de irregularidades, ações corretivas e preventiva

s. Na informatização da Folha de Pagamento, cabe ressaltar a utilização do sofisticado sistema GoSoft no módulo Web, que possibilita a extensão e adequação a cada cliente.

21/06/2016

NOSSA FILOSOFIA

Atendimento ao cliente vai além de somente executar serviços. Comprometimento, responsabilidade e foco são alguns dos fatores imprescindíveis para o sucesso da parceria entre cliente e empresa. O bom relacionamento entre ambos é construído ao longo das experiências vividas.

21/06/2016

VISÃO

Consolidar-se no mercado através de serviços personalizados. Manter a ética, seriedade, responsabilidade, envolvimento e comprometimento com o cliente.

21/06/2016

SB Conexão presta serviços na Área de Recursos Humanos, com foco em Gestão de Pessoas (Recrutamento & Seleção, Assessment, Transição de Carreira e Coaching), Administração de Folha de Pagamento e Benefícios. Conta com uma estrutura constantemente atualizada para atender o mercado nas esferas industrial, varejista e de prestação de serviços, hoje com ênfase para Administradoras de Condomínios.

Possui uma equipe multidisciplinar, reunindo profissionais qualificados e com mais de 25 anos de carreira. A SB Conexão está focada no atendimento personalizado, priorizando as particularidades e necessidades de cada cliente.

21/06/2016

RECRUTAMENTO & SELEÇÃO

Agilidade / Assertividade / Confidencialidade

Identificação das necessidades da Empresa Cliente
Análise da Cultura / Valores / Missão
Seleção de Gestores, Diretores, Alta / Média Gerências, Profissionais Especializados e Operacionais (todos os níveis da Pirâmide)
METODOLOGIA PARA NÍVEIS DE GESTÃO

Definição da posição / perfil desejado pela Empresa Cliente
R&S e quando necessário, utilizando o método “hunting”
Mapeamento do mercado em questão
Entrevistas por Competências Técnicas e Comportamentais
Utilização da ferramenta DISC (Avaliação do perfil comportamental a respeito de como responder a desafios, influenciar pessoas, ritmo de trabalho, reação a regras e procedimentos)
Referências dos Candidatos aprovados
Apresentação de candidatos finalistas em até 15 dias úteis

21/06/2016

ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL

Utilização do sistema da Gosoft no módulo web com possibilidades de extensão nos clientes.
Acompanhamento do quadro de funcionários de forma minuciosa, apontando irregularidades de forma preventiva e sugestiva, otimizando a gestão de pessoas
Rotinas Mensais

Processamentos das admissões, férias, rescisões, folha de pagamento e adiantamento salarial, encargos sociais e demais contribuições
Autônomos/Isenções – Folha e Encargos Sociais
Solicitação e controle dos benefícios (VA, VR, VT, AM, AO e Seguro de Vida)
Apontamentos dos cartões e escala de revezamento
RAIS, DIRF, Informe de Rendimentos, PAT e FAP

21/06/2016

Terceirizar de forma certa sem perder a sua fonte.

21/06/2016

Nossa especialidade esta em processar sua folha de pagamento pelo sistema Gosoft e no seu banco de dados. Consulte-nos como é possível!

02/09/2015

Fator Acidentário de Prevenção (FAP) será por Estabelecimento em 2016
28/08/2015
O Fator Acidentário de Prevenção (FAP) – multiplicador calculado anualmente que incide sobre a alíquota do Seguro Acidente de Trabalho (SAT) – trará uma mudança a partir de 2016.

Seguindo entendimentos judiciais, será calculado por estabelecimento empresarial (no caso de a empresa ser composta por mais de uma unidade) e não mais por CNPJ raiz.

A mudança no FAP foi anunciada nesta quinta-feira (27), durante reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS).

O Superior Tribunal de Justiça, a Secretaria da Receita Federal do Brasil e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional são unânimes no entendimento de que a atribuição do grau de risco e a respectiva alíquota do Seguro Acidente do Trabalho (SAT) devam ser realizados por estabelecimento. Como o FAP incide sobre a alíquota do SAT, entende-se que seu cálculo também seja feito por estabelecimento.

“Acima de tudo, o objetivo primordial é assegurar melhores ambientes de trabalho”, afirmou o secretário de Políticas de Previdência Social do MPS, Benedito Brunca. Ele reiterou que o FAP – que pode dobrar a alíquota do SAT no caso de altos índices de acidentalidade ou reduzi-lo à metade – tem o objetivo de incentivar a prevenção dos acidentes de trabalho.

O coordenador geral de Política de Seguro contra Acidentes do Trabalho e Relacionamento Interinstitucional do MPS, Paulo César Almeida, explicou que a nova metodologia alcançará empresas com várias filiais. “Uma empresa com 100 estabelecimentos, por exemplo, terá o FAP calculado para cada um deles, já que as condições de trabalho podem variar em locais diferentes”, acrescentou.

Metodologia – Criado em 2010 com o objetivo de incentivar as empresas a investirem na melhoria das condições de trabalho e de saúde do trabalhador, o FAP é um multiplicador, que varia de 0,5 a dois pontos, aplicado às alíquotas de 1%, 2% ou 3% do SAT incidentes sobre a folha de salários das empresas para custear aposentadorias especiais e benefícios decorrentes de acidentes de trabalho.

O FAP varia anualmente. É calculado sempre sobre os dois últimos anos de todo o histórico de acidentalidade e de registros acidentários da Previdência Social. A metodologia, porém, não é aplicada à contribuição das pequenas e microempresas, uma vez que elas recolhem os tributos pelo sistema simplificado, o Simples Nacional.

Pela metodologia do FAP, pagarão mais os estabelecimentos que registrarem maior número de acidentes ou doenças ocupacionais. Por outro lado, o Fator Acidentário de Prevenção servirá para bonificar os que registrarem acidentalidade menor. Quando não for registrado nenhum caso de acidente de trabalho, o estabelecimento poderá pagar a metade da alíquota do Seguro Acidente de Trabalho (SAT).

Fonte: site MPAS – 27.08.2015

28/07/2015

e-Social vai exigir cuidado das empresa no preenchimento das suas informações.
em Clipping, Notícias
A partir do ano que vem o Governo Federal estará exigindo das empresas a transmissão das informações relativas aos seus trabalhadores através da internet. Trata-se da escrituração digital das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, também chamada de e-Social. Em setembro de 2016 as empresas com faturamento anual superior a 78 milhões de reais serão as primeiras a serem obrigadas a utilizar o novo sistema e em 2017 as demais empresas também terão que aderir a esta nova forma de prestação de informações. A definição sobre os prazos foi publicada no último dia 25 de junho pelo Ministério da Fazenda.
Na verdade o e-Social não pede nenhuma informação que as empresas não eram obrigadas a prestar a diferentes órgãos da Administração. A grande novidade é que as informações que estavam dispersas em diferentes órgãos estarão a partir da sua implantação num único banco de dados e passíveis de cruzamentos. Especialistas alertam para a necessidade das empresas se prepararem na organização e avaliação das informações que são prestadas. Uma das áreas que mais será atingida com a implantação do e-Social é a de Saúde e Segurança do Trabalho muitas vezes negligenciada pelas empresas.
O e-Social voltado à Saúde e Segurança do Trabalho será tema de um seminário que acontecerá em São Paulo no dia 7 de agosto, dentro da programação da Feira Expo Proteção, no Expo Center Norte. Na programação representantes do Ministério do Trabalho, e das áreas de RH, e Saúde e Segurança do Trabalho debaterão as novidades do sistema e como as empresas precisam se preparar para as mudanças implantadas pelo novo sistema sob a ótica da prevenção de acidentes e doenças.
O coordenado da Feira e do Seminário, jornalista Alexandre Gusmão, se diz muito otimista com os efeitos que o e-Social terá sobre a prevenção de acidentes e doenças no Brasil. “Hoje uma boa parte das empresas não tem uma cultura de prevenção e quando o tema é saúde e segurança do trabalho preocupa-se em fazer apenas o mínimo, sem perceber que o acidente de trabalho gera um custo altíssimo para a sociedade e para os cofres da empresa. Como a fiscalização do Trabalho é insuficiente, muitas empresas hoje não se preocupam nem em desenvolver os programas básicos.” Mas ele alerta que a estrutura do e-Social vai permitir o cruzamento de informações, apontando inconformidades e incoerências, permitindo com que a ação de fiscalização dos órgãos governamentais se multiplique brutalmente.
“A fiscalização – destaca Gusmão – não vai nem precisar se deslocar até a empresa para encontrar erros básicos. Um exemplo é o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, que toda empresa é obrigada a desenvolver. Neste programa a empresa deve identificar os riscos existentes no local de trabalho e propor ações para eliminá-los ou neutralizá-los. Mas muitas vezes isto não é feito. Se acontecer um acidente numa situação de risco que existe dentro da empresa, e que não consta do PPRA, a empresa estará deixando de agir corretamente e o sistema vai apontar esta contradição. E de forma eletrônica sem precisar deslocar a fiscalização até lá.”
Na avaliação dele, muitas empresas que hoje fazem de conta que desenvolvem prevenção deverão rever sua estratégia e realmente desenvolver ações para a melhoria das condições de trabalho. “E isto será muito bom para o Brasil, para as empresas e para os trabalhadores”, finaliza.
Fonte: Revista Proteção, 27.07.2015

23/07/2015

O RH e a qualidade de vida.
em Clipping, Notícias
Um dos principais desafios do sistema de recursos humanos das empresas é ajudar as companhias a ter um corpo de trabalho qualificado, em clima ameno. Outro: contribuir para que as pessoas encontrem satisfação em sua rotina e consigam equilibrar de maneira confortável vida pessoal e profissional. Essa equação contemporânea é bastante legítima e ninguém duvida que trabalha melhor quem está mais contente. Por outro lado, a conta de bem-estar, desempenho e resultado só fecha realmente no azul se alinhados os interesses e as iniciativas de funcionários e patrões. Isso nem sempre ocorre sem que surjam algumas asperezas. Nesse sentido, o papel dos profissionais de RH é bem importante.
Quem trabalha no RH deve conhecer em profundidade a empresa e sua cultura e acompanhar de um jeito aberto o modo como a sociedade está se relacionando com o trabalho. Isso é bastante útil, por exemplo, ao propor uma relação saudável entre a gestão de pessoas e os resultados do negócio ou ainda ao entender que o envelhecimento da população joga uma luz no repertório, no patrimônio cultural e nas demandas dos funcionários mais velhos (e também em suas relações com os colegas de todas as idades).
Mesmo sem bola de cristal, dá para apostar que é fundamental encontrar meios de conduzir a gestão de pessoas de um jeito harmônico, levando em consideração diversidade e qualidade de vida, oportunidades boas e iguais para todos – obviamente, só vai ser feliz nessa empreitada quem conseguir emprego em lugares que pensam igual e oferecem abertura.

Endereço

São Paulo, SP

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