12/03/2026
Essa foto é de 10 anos atrás, no PMO Summit. Naquele momento eu havia acabado de tomar uma decisão importante: deixar uma posição executiva em empresas grandes e de renome para abrir a Repensando Negócios.
Até então minha trajetória estava muito ligada à gestão e transformação organizacional dentro de grandes empresas. Tive a oportunidade de coordenar o Programa APEX, com mais de uma centena de belts, que gerou cerca de R$ 2,5 bilhões em redução de custos, além de participar de um ciclo muito marcante de gestão que levou empresas como AES Eletropaulo, AES Tietê e AES Sul a conquistarem quatro vezes o Prêmio Nacional da Qualidade.
Mas naquele momento a pergunta que me incomodava era outra: o que fazer com essa experiência?
Abrir a Repensando Negócios foi, em muitos sentidos, um experimento. A ideia era simples e ambiciosa ao mesmo tempo: criar um espaço para trabalhar estratégia, inovação e sustentabilidade ajudando organizações a pensar melhor seus desafios.
Dez anos depois, olhando para trás, fico impressionado com o caminho percorrido.
Nesse período trabalhamos com empresas, instituições e cadeias produtivas em projetos de estratégia, inovação e sustentabilidade, formamos centenas de profissionais, estruturamos programas de desenvolvimento de fornecedores, criamos metodologias próprias, usamos serious games, Lego e muitas conversas difíceis para ajudar organizações a tomar decisões melhores.
A Repensando Negócios nasceu de uma inquietação: a de que muitas organizações têm respostas demais e perguntas de menos.
Talvez seja por isso que, dez anos depois, sigo acreditando na mesma ideia que nos move desde o início: não são as respostas que movem o mundo, mas as perguntas.