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Aplicações web estão entre os principais alvos de ataques cibernéticos. Falhas de segurança, configurações incorretas e ...
30/10/2026

Aplicações web estão entre os principais alvos de ataques cibernéticos. Falhas de segurança, configurações incorretas e vulnerabilidades no código podem abrir caminhos para invasões, exposição de dados e comprometimento de sistemas.

O FortiDAST (Dynamic Application Security Testing), da Fortinet, automatiza te**es dinâmicos de segurança para identificar vulnerabilidades em aplicações web, simulando técnicas utilizadas por atacantes no mundo real.

Entre seus principais recursos estão:

🔹 Te**es automatizados de caixa preta, incluindo vulnerabilidades do OWASP Top 10.

🔹 Identificação e priorização de vulnerabilidades com base em pontuações CVSS.

🔹 Rastreamento avançado e te**es com técnicas de fuzzing.

🔹 Orientações para correção dos problemas identificados.

🔹 Integração com ferramentas de CI/CD e FortiDevSec, levando a segurança para todo o ciclo de desenvolvimento.

Com opções de execução em nuvem, via proxy ou on-premises, o FortiDAST ajuda as equipes de desenvolvimento, DevOps e segurança a adotarem uma abordagem mais proativa, incorporando a segurança desde o desenvolvimento até a produção.

Segurança de aplicações não deve ser uma etapa final. Deve fazer parte de todo o ciclo de desenvolvimento.

Uma vulnerabilidade no Microsoft Authenticator para Android permitia que aplicativos maliciosos se passassem por softwar...
28/10/2026

Uma vulnerabilidade no Microsoft Authenticator para Android permitia que aplicativos maliciosos se passassem por softwares legítimos da Microsoft e obtivessem tokens de autenticação de contas corporativas.

Identificada como CVE-2026-80097, a falha recebeu pontuação CVSS 8.6 e poderia permitir acesso a e-mails, arquivos, calendários e mensagens do Microsoft Teams, comprometendo informações sensíveis das organizações.

Como se proteger?

- Atualize o Microsoft Authenticator para a versão 6.2606.4246 ou posterior.

- Evite instalar aplicativos de fontes desconhecidas.

- Nas empresas, estabeleça versões mínimas de segurança por meio de soluções de gerenciamento de dispositivos móveis (MDM).

A vulnerabilidade já foi corrigida pela Microsoft. O caso reforça que até ferramentas utilizadas para proteger identidades digitais podem se tornar um vetor de ataque quando apresentam falhas.

Segurança digital exige atualização constante e proteção em todas as camadas.

A fabricante CrowdStrike identificou quatro novos agentes de ameaças que utilizam inteligência artificial agêntica para ...
23/10/2026

A fabricante CrowdStrike identificou quatro novos agentes de ameaças que utilizam inteligência artificial agêntica para planejar e executar ataques cibernéticos, tomando decisões e realizando ações com pouca intervenção humana.

Segundo a pesquisa, os grupos utilizaram agentes de IA para automatizar etapas de invasão, desde o reconhecimento de alvos até a exploração de vulnerabilidades e a exfiltração de dados. Entre os alvos identificados estão organizações governamentais, empresas privadas e instituições de saúde, inclusive no Brasil.

O alerta é claro: a IA está reduzindo as barreiras técnicas para a execução de ataques sofisticados, permitindo que criminosos com menor conhecimento técnico ampliem sua capacidade de atuação e operem em velocidade de máquina.

Como as empresas podem se preparar?

- Investir em detecção e resposta contínuas a ameaças.

- Monitorar identidades, endpoints, ambientes em nuvem e acessos privilegiados.

- Adotar inteligência de ameaças e análise comportamental.

- Utilizar automação defensiva para reduzir o tempo de detecção e resposta.

O avanço da IA agêntica exige uma nova postura de defesa. Se os atacantes estão automatizando suas operações, as equipes de segurança precisam evoluir na mesma velocidade.

A Wiz Research revelou vulnerabilidades críticas no núcleo do PHP, tecnologia utilizada por cerca de 70% dos sites da in...
21/10/2026

A Wiz Research revelou vulnerabilidades críticas no núcleo do PHP, tecnologia utilizada por cerca de 70% dos sites da internet. Identificadas como CVE-2026-109618 e CVE-2026-109619, as falhas podem permitir execução remota de código (RCE) sem autenticação e exposição de informações sensíveis na memória dos servidores.

O impacto vai além de uma aplicação específica: ambientes que utilizam WordPress, Drupal e Joomla também podem estar vulneráveis, mesmo quando o código da aplicação está seguro. A gravidade chega a CVSS 9.2, e as falhas foram corrigidas em atualizações disponibilizadas pelo PHP em 21 de outubro de 2026.

Outro ponto de atenção é o uso de inteligência artificial na descoberta e exploração dessas vulnerabilidades. A IA ajudou pesquisadores a transformar falhas antigas e complexas em exploits funcionais, reduzindo significativamente o tempo e o conhecimento necessários para desenvolver ataques sofisticados.

O que fazer agora?

✔️ Atualize imediatamente o PHP para uma versão corrigida.

✔️ Identifique todos os servidores e aplicações que utilizam PHP, inclusive ambientes legados.

✔️ Investigue possíveis sinais de exploração e monitore comportamentos suspeitos.

✔️ Se a atualização imediata não for possível, aplique as mitigações recomendadas e reforce a detecção.

O caso PHP2Shell reforça um alerta importante: vulnerabilidades antigas podem se tornar ameaças críticas quando novas ferramentas tornam sua exploração mais acessível.

A tecnologia evolui, mas o fator humano continua sendo um dos principais alvos dos cibercriminosos. Phishing, engenharia...
16/10/2026

A tecnologia evolui, mas o fator humano continua sendo um dos principais alvos dos cibercriminosos. Phishing, engenharia social e golpes cada vez mais sofisticados exploram o comportamento das pessoas para comprometer credenciais, acessar sistemas e causar prejuízos às organizações.

É nesse cenário que a KnowBe4 se destaca, oferecendo uma plataforma de conscientização e treinamento em segurança que ajuda as empresas a transformar seus colaboradores em uma linha ativa de defesa.

Com treinamentos interativos, simulações de phishing e avaliações de comportamento, a plataforma contribui para desenvolver uma cultura de segurança contínua, preparando as equipes para reconhecer ameaças e agir de forma mais segura no dia a dia.

🔐 Segurança cibernética não depende apenas de tecnologia. Depende também de pessoas preparadas.

Aproveite o mês de conscientização para fortalecer a cultura de segurança da sua organização!

Um ataque cibernético contra supermercados na França evidenciou um risco pouco discutido: a invasão de equipamentos indu...
14/10/2026

Um ataque cibernético contra supermercados na França evidenciou um risco pouco discutido: a invasão de equipamentos industriais conectados à internet. O incidente comprometeu sistemas de refrigeração, causando perdas de alimentos e danos a equipamentos.

Como o ataque aconteceu?
Os invasores teriam explorado falhas em controladores de refrigeração de geladeiras, freezers e câmaras frias. Equipamentos expostos à internet, com firmware desatualizado ou autenticação inadequada, podem permitir acesso remoto não autorizado.

Dentro desses sistemas, é possível alterar temperaturas e ciclos de degelo, comprometendo os alimentos e danificando os equipamentos. O caso reforça os riscos da tecnologia operacional (OT), que controla processos físicos e nem sempre recebe a mesma proteção da TI.

Como evitar?

🔥 Reduzir a exposição: não deixar interfaces de administração acessíveis diretamente pela internet. Usar VPN, acesso remoto seguro e MFA.

🔥 Corrigir vulnerabilidades: manter inventário dos dispositivos, atualizar firmware e substituir equipamentos sem suporte.

🔥 Segmentar as redes: separar TI e OT, restringindo a comunicação entre elas.

🔥 Monitorar atividades suspeitas: registrar acessos remotos, alterações de configuração e comandos fora do padrão.

🔥 Implementar proteções independentes: sensores, alarmes de temperatura e limites operacionais que contenham alterações perigosas, mesmo com o controlador comprometido.

🔥 Controlar acessos de terceiros: contas individuais, privilégios mínimos, MFA e acessos temporários.

A principal lição: a superfície de ataque vai muito além de computadores, servidores e aplicações. Refrigeração, automação predial, energia e produção também precisam fazer parte da estratégia de cibersegurança.

Quando a tecnologia digital controla o mundo físico, uma vulnerabilidade pode gerar prejuízo financeiro, interrupção operacional e riscos à segurança das pessoas.

O mercado de cibersegurança precisa de profissionais preparados para enfrentar ameaças digitais, proteger informações e ...
09/10/2026

O mercado de cibersegurança precisa de profissionais preparados para enfrentar ameaças digitais, proteger informações e defender organizações contra ataques cada vez mais sofisticados.

A Cisco Networking Academy oferece uma trilha de aprendizagem em cibersegurança para quem deseja desenvolver habilidades e dar os primeiros passos nessa área.

📚 O que você pode aprender?

- Fundamentos de segurança cibernética e redes

- Identificação de ameaças e vulnerabilidades

- Proteção de endpoints e infraestrutura

- Monitoramento de alertas e resposta a incidentes

Se você quer ingressar na área de tecnologia ou direcionar sua carreira para segurança da informação, essa pode ser uma excelente oportunidade para começar a se capacitar.

🚀 Invista no seu conhecimento e prepare-se para os desafios da segurança digital!

Acesse a trilha de cibersegurança da Cisco Networking Academy:
https://www.netacad.com/pt/career-paths/cybersecurity?courseLang=pt-BR

O Akamai Workforce Protector foi desenvolvido para atuar justamente nesse ponto, oferecendo visibilidade e controle sobr...
07/10/2026

O Akamai Workforce Protector foi desenvolvido para atuar justamente nesse ponto, oferecendo visibilidade e controle sobre como usuários interagem com aplicações SaaS, ferramentas de IA e agentes de IA.

Enquanto soluções SSE concentram-se no acesso e no tráfego, e o DLP tradicional busca identificar e bloquear movimentações de dados, o Workforce Protector monitora a própria interação: prompts, respostas, copiar e colar, uploads, downloads e extensões do navegador.

Já os Enterprise Browsers exigem a adoção de um navegador específico. O Workforce Protector permite aplicar controles diretamente sobre a experiência de navegação existente, inclusive em cenários de BYOD e dispositivos não gerenciados.

O resultado é uma camada complementar de segurança para enfrentar Shadow AI, vazamento de dados e uso não governado de aplicações de IA, sem transformar produtividade em um obstáculo.

A Medida Provisória publicada em 25 de setembro determinou o fim da exploração, oferta, intermediação e publicidade das ...
30/09/2026

A Medida Provisória publicada em 25 de setembro determinou o fim da exploração, oferta, intermediação e publicidade das bets no Brasil. As plataformas autorizadas têm cronograma para encerrar suas operações, enquanto o governo promete intensificar o combate ao mercado clandestino.

O cenário, porém, já chama atenção. Segundo reportagem do Estado de Minas, mais de mil plataformas clandestinas teriam entrado em operação após a medida. O número é uma informação publicada pelo veículo e não uma estimativa oficial do governo.

Do ponto de vista de cibersegurança, a migração para sites ilegais pode ampliar riscos como:

♦️ Roubo de dados pessoais e financeiros

♦️ Fraudes e golpes em pagamentos

♦️ Sites maliciosos e aplicativos comprometidos

♦️ Lavagem de dinheiro e operações sem rastreabilidade

♦️ Ausência de mecanismos formais de proteção ao usuário

O próprio governo já informou ter derrubado 506 sites suspeitos de apostas ilegais desde a edição da MP.

O desafio passa a ser não apenas regular o mercado, mas impedir que a demanda migre para um ecossistema digital ainda mais difícil de fiscalizar.

Esse é o volume registrado pela Fortinet no primeiro semestre de 2026, segundo o relatório Cenário Global de Ameaças, el...
25/09/2026

Esse é o volume registrado pela Fortinet no primeiro semestre de 2026, segundo o relatório Cenário Global de Ameaças, elaborado pelo FortiGuard Labs.

O número impressiona, mas o mais importante é entender a mudança no comportamento dos criminosos. Foram identificadas 9 bilhões de varreduras ativas, um crescimento de 44% em relação a todo o volume registrado em 2025, indicando um esforço cada vez maior para mapear vulnerabilidades antes de explorar os alvos.

O relatório também aponta 238 bilhões de tentativas de negação de serviço, 42 milhões de atividades relacionadas a botnets e cerca de 100 milhões de registros de trojans no período.

O cenário reforça a necessidade de uma estratégia de segurança baseada em visibilidade, prevenção, detecção e resposta, combinando proteção de rede, endpoints, identidades, aplicações e ambientes em nuvem.

Em um cenário com centenas de bilhões de tentativas, não basta reagir ao ataque. É preciso reduzir a superfície de exposição e antecipar o movimento do atacante.

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