31/08/2026
Nova York vestiu grama sintética por dentro do US Open 🎾
O símbolo mais claro está no Waldorf Astoria: por uma noite, o Grand Ballroom, com seus lustres e colunas centenárias, se transforma em quadra de tamanho oficial. Exibição com nomes do circuito, coquetéis assinados, ingressos a partir de 1.500 dólares.
O luxo aqui não decora o evento, ele é o evento.
Enquanto isso, em Newport, o tênis prestava contas com sua própria grandeza. Roger Federer, um dos nomes que redefiniram o esporte, era induzido ao Hall da Fama, celebrado como uma das figuras mais admiradas de sua geração. Ao lado dele, Mirka, sua mulher, presente desde os tempos em que ele ainda era apenas um jovem jogador suíço tentando se firmar no circuito. Duas décadas depois, a mesma companhia testemunhava e partilhava a consagração.
Duas cenas, dois registros. Um espaço que existe para durar, emprestado por uma noite a um esporte. Um esporte que existe para o instante, guardando sua própria memória.
É nesse contraste, entre o que é permanente e o que é passageiro, que o US Open ocupa Nova York entre 30 de agosto e 13 de setembro de 2026.
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