CPCON Consultoria em Gestão e Avaliação Patrimonial Great projects are built by great people.

Somos especializados em gestão de ativos, avaliação patrimonial, inventário físico, conciliação contábil e soluções tecnológicas para controle e rastreabilidade de ativos. Atuamos apoiando organizações na construção de informações patrimoniais confiáveis, integrando a realidade física dos ativos aos registros contábeis e operacionais. Nossos projetos contribuem para fortalecer a governança, a conf

ormidade, a qualidade das demonstrações financeiras e a tomada de decisão ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos. Com atuação internacional e experiência em projetos de diferentes portes e segmentos, combinamos conhecimento técnico, tecnologia e metodologias estruturadas para apoiar áreas de patrimônio, contabilidade, finanças, engenharia, manutenção e operações.

Como manter a depreciação dos ativos alinhada à realidade patrimonial da empresa?A gestão da depreciação começa com info...
25/08/2026

Como manter a depreciação dos ativos alinhada à realidade patrimonial da empresa?

A gestão da depreciação começa com informações técnicas consistentes sobre o ativo e continua durante todo o seu ciclo de vida. Vida útil, valor residual, intervenções, condição física e movimentações precisam permanecer atualizados para sustentar registros contábeis confiáveis.

No Brasil, o CPC 27 – Ativo Imobilizado estabelece critérios para reconhecimento, mensuração e depreciação do ativo imobilizado. Entre os pontos relevantes está a revisão, pelo menos ao final de cada exercício, da vida útil e do valor residual dos ativos. Quando as expectativas mudam, seus efeitos são tratados prospectivamente como mudança de estimativa contábil, conforme o CPC 23.

Na prática, uma gestão estruturada da depreciação reúne diferentes controles.

A definição da vida útil deve considerar a expectativa de utilização do ativo e pode ser sustentada por avaliações e critérios técnicos. A conciliação entre depreciação contábil e fiscal permite acompanhar diferenças entre as bases e seus respectivos tratamentos. Intervenções relevantes também precisam ser documentadas para que seus efeitos sobre componentes, vida útil e depreciação futura possam ser avaliados adequadamente.

O ERP ocupa outra posição importante nesse processo. Parâmetros como custo, data disponível para uso, método de depreciação, vida útil, valor residual, movimentações e baixas precisam estar estruturados para que o cálculo automatizado represente corretamente os critérios definidos pela organização.

E existe uma conexão especialmente importante entre depreciação e inventário físico de ativos.

Inventários periódicos permitem verificar existência, localização, identificação, condição e status de uso dos bens. A conciliação entre essa realidade física e a base patrimonial fornece informações para analisar baixas, transferências, reclassificações e atualizações cadastrais.

Essa periodicidade também pode ser estruturada de acordo com as características da base e os controles estabelecidos pela organização, direcionando verificações para diferentes grupos de ativos.

Assim, gestão da depreciação, CPC 27, revisão de vida útil, inventário físico, conciliação patrimonial e governança da base de ativos fazem parte de um mesmo ambiente de controle.

Quando essas informações permanecem conectadas, a empresa fortalece a qualidade dos registros do ativo imobilizado e cria uma base mais consistente para demonstrações financeiras, auditorias, planejamento de CAPEX e decisões sobre o ciclo de vida dos ativos.

Depreciação precisa acompanhar a realidade dos ativos.

Quem trabalha com gestão de ativos sabe que uma decisão aparentemente simples pode exigir consultas a diferentes fontes....
20/08/2026

Quem trabalha com gestão de ativos sabe que uma decisão aparentemente simples pode exigir consultas a diferentes fontes.

Qual referência utilizar para atualizar determinado valor? Onde consultar um pronunciamento contábil? Qual base oferece séries históricas para sustentar uma análise? Onde encontrar parâmetros de engenharia, indicadores econômicos ou normas internacionais de gestão de ativos?

Ter fontes confiáveis organizadas faz parte do trabalho técnico.

Para avaliações e estudos de engenharia, referências como SINAPI e IBAPE podem apoiar diferentes etapas da análise. Em questões contábeis e tributárias, CPC e Receita Federal concentram pronunciamentos e normas relevantes. Já Banco Central, IBGE e FRED oferecem bases importantes para análises econômicas, atualização de valores, índices e construção de séries históricas.

Quando o tema avança para gestão de ativos em âmbito internacional, a ISO se torna uma referência importante, especialmente por meio da família ISO 55000.

O ponto não está apenas em ter acesso aos dados. Está em saber qual fonte consultar, para qual finalidade e como aquela informação deve ser incorporada à análise.

Por isso, reunimos neste material algumas fontes que fazem parte do universo de quem trabalha com patrimônio, avaliação e gestão de ativos.

Salve esta lista para consultar quando precisar fundamentar sua próxima análise.

19/08/2026

Digitalizar um processo é ampliar a capacidade da empresa de transformar informação em decisões mais rápidas, integradas e consistentes.

Hoje, ERP, sensores, dashboards, automações e inteligência artificial já permitem acompanhar operações em uma escala que seria impensável há alguns anos. Na gestão de ativos, esse avanço abre espaço para um novo nível de visibilidade sobre os recursos que sustentam o negócio.

Um equipamento transferido entre unidades, um componente substituído durante uma manutenção, um novo ativo colocado em operação ou uma mudança em sua condição física são acontecimentos que geram informação relevante para diferentes áreas da empresa.

Quando esses eventos são registrados, integrados e mantidos atualizados, a organização constrói uma representação cada vez mais precisa da própria operação.

Quanto melhor a informação disponível, maior a capacidade de transformar dados em planejamento, previsibilidade e inteligência para o negócio.

Por isso, uma das discussões mais importantes para empresas que avançam em inteligência artificial em 2026 vai além de “qual tecnologia devemos implementar?”

Ela inclui uma pergunta ainda mais estratégica:

“Que decisões queremos ser capazes de tomar com os nossos dados?”

Essa perspectiva coloca a gestão de ativos no centro da transformação digital. Inventário, conciliação, identificação, governança cadastral e integração entre informações físicas, operacionais e financeiras formam uma infraestrutura capaz de sustentar automação, análises avançadas, manutenção preditiva e planejamento de investimentos.

Preparar os dados hoje significa ampliar as possibilidades de uso da tecnologia amanhã.

Acompanhe o Grupo CPCON e veja como gestão de ativos, dados e tecnologia estão criando novas possibilidades para as organizações.

RFID é uma solução única aplicada da mesma forma em qualquer operação?A tecnologia pode ser a mesma, mas o desenho da so...
18/08/2026

RFID é uma solução única aplicada da mesma forma em qualquer operação?

A tecnologia pode ser a mesma, mas o desenho da solução muda conforme o ativo, o ambiente e o processo que precisa ser rastreado.

No varejo, por exemplo, o alto volume de itens e a dinâmica de inventário exigem uma arquitetura diferente daquela utilizada em um hospital, onde higienização, criticidade e rastreamento de equipamentos fazem parte da decisão. Em logística, velocidade de fluxo, docas e ativos retornáveis trazem outras exigências para tags, leitores e integração com sistemas.

É justamente por isso que uma implantação de RFID começa antes da escolha da tag ou do equipamento de leitura. É necessário entender o que será identificado, onde a leitura acontecerá, como os itens se movimentam, qual nível de rastreabilidade a operação exige e com quais sistemas essas informações precisam conversar.

A partir desse diagnóstico, diferentes combinações podem ser estruturadas: tags UHF descartáveis, tags rígidas ou laváveis, coletores móveis, portais RFID, RTLS e integrações com ERP, WMS ou sistemas específicos da operação.

Organizamos alguns dos principais segmentos de aplicação pelo desafio técnico e pelo perfil de solução mais aderente a cada contexto.

O valor do RFID está na capacidade de transformar eventos físicos da operação em informações rastreáveis e utilizáveis pelos sistemas de gestão. E a arquitetura correta é o que permite fazer essa conexão de forma consistente.

A escolha de uma solução RFID começa muito antes da escolha da tecnologia.Embora a sigla seja a mesma, cada projeto resp...
13/08/2026

A escolha de uma solução RFID começa muito antes da escolha da tecnologia.

Embora a sigla seja a mesma, cada projeto responde a necessidades completamente diferentes. Em alguns ambientes, o fator determinante é a velocidade de leitura. Em outros, a resistência da etiqueta, a precisão da localização, a integração com sistemas corporativos ou a capacidade de suportar condições operacionais específicas tornam-se os principais critérios para definir a arquitetura da solução.

É justamente por isso que projetos bem-sucedidos raramente começam pela escolha da tag ou do leitor. Eles começam pela compreensão do processo que se pretende transformar.

O ambiente operacional, o tipo de ativo, o fluxo de movimentação, o volume de itens e o destino das informações capturadas influenciam diretamente a combinação entre etiquetas, leitores, infraestrutura e integrações sistêmicas.

Neste comparativo, organizamos alguns dos principais segmentos de aplicação do RFID e mostramos como diferentes desafios operacionais conduzem a diferentes arquiteturas de solução.

Mais do que escolher uma tecnologia, o objetivo é estruturar uma solução capaz de produzir informações confiáveis para apoiar operações, patrimônio, logística e tomada de decisão.

12/08/2026

Planejar o próximo ciclo de crescimento começa por entender a capacidade que a organização já possui.

Na metade do ano, decisões sobre orçamento, CAPEX, expansão e renovação de ativos começam a ganhar espaço nas agendas das empresas. Nesse momento, conhecer a estrutura patrimonial existente permite transformar o planejamento em decisões sustentadas pela realidade operacional.

Onde existe capacidade disponível? Quais ativos podem ser melhor aproveitados? Quais equipamentos devem entrar nos próximos ciclos de substituição? Onde estão concentrados os principais riscos operacionais?

Responder a essas perguntas exige visibilidade sobre localização, condição, utilização, vida útil e desempenho dos ativos. São informações que conectam a gestão patrimonial a temas cada vez mais relevantes para as organizações, como manutenção preditiva, gestão de riscos, produtividade, sustentabilidade e planejamento de investimentos.

Uma base patrimonial confiável permite avaliar melhor a capacidade instalada, estabelecer prioridades e direcionar recursos para iniciativas capazes de gerar maior impacto para a operação.

Siga o Grupo CPCON e continue aprofundando essa relação entre gestão de ativos, eficiência operacional, planejamento de investimentos e crescimento sustentável, trazendo análises sobre os temas que estão orientando decisões dentro das organizações.

Sua gestão de ativos está estruturada como processos isolados ou como um ciclo integrado?A gestão de ativos raramente de...
11/08/2026

Sua gestão de ativos está estruturada como processos isolados ou como um ciclo integrado?

A gestão de ativos raramente depende de um único processo. A qualidade das informações patrimoniais é construída ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos, desde sua aquisição até a baixa, por meio de processos que influenciam diretamente a confiabilidade das demonstrações financeiras, a eficiência operacional e a capacidade de tomada de decisão.

Quando uma dessas etapas deixa de funcionar de forma consistente, os impactos tendem a se refletir em toda a organização. Registros desatualizados, depreciação inadequada, dificuldades em auditorias, planejamento de investimentos menos preciso e perda de rastreabilidade frequentemente têm uma mesma origem: a falta de integração entre os processos que sustentam a gestão patrimonial.

Neste carrossel, apresentamos sete processos essenciais para estruturar uma gestão de ativos de ponta a ponta:
• Criação e capitalização dos ativos;
• Controle das movimentações;
• Transferências de ativos;
• Verificação física dos ativos;
• Reavaliação patrimonial;
• Baixa de ativos;
• Planejamento patrimonial de longo prazo.

Quando esses processos operam de forma integrada, a organização fortalece a qualidade das informações patrimoniais e cria uma base mais consistente para apoiar decisões financeiras, operacionais e estratégicas.

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