14/08/2026
A farmácia deixou de ser o lugar onde se vai quando se está doente. E está virando o lugar onde se vai para não ficar doente.
No dia 12 de agosto, nossa CEO Anelise Campoi subiu ao palco do Abrafarma Future Trends 2026 para apresentar uma tese central: com a transformação digital do setor, a farmácia está deixando de ser ponto de venda para se tornar ponto de cuidado.
Com a Anvisa liberando marketplaces como Amazon, iFood e Mercado Livre para vender medicamentos, o digital se firma como canal de transação.
E o espaço físico ganha um novo papel: criar conexões, gerar confiança e acolher o usuário.O Brasil tem farmácias em 99% dos municípios.
Mas a demanda por cuidado contínuo já existe. Em uma pesquisa quantitativa realizada com 59 entrevistados para o Projeto Fujitsu Brasil, apuramos que 67,9% participariam de palestras preventivas na farmácia, 65,4% querem acompanhamento de doenças crônicas e 60,7% aceitam apps e wearables conectados.
A demanda existe. Falta arquitetura que a acolha
- Holland & Barrett transformou lojas em estúdios de wellness com exames de saúde, ioga, pilates e descoberta da idade biológica;
- Amazon abriu parafarmácia física em Milão — com Derma-Bar, Place & Learn e farmacêutico no mesmo ecossistema;
- Drogaria Raia inaugurou loja conceito no Itaim Bibi — 2,5 mil SKUs de beleza premium e 18 telas de última geração;
- K-Beauty provou que não se vende produto — vende ritual, descoberta e experiência.
A convergência entre saúde, beleza e bem-estar já é realidade. A próxima fronteira não é vender mais categorias — é conectá-las em torno da vida.
👉 Deslize para ver os cases e entender para onde o varejo farmacêutico está indo.
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