RE Psicologia e Liderança

RE Psicologia e Liderança Psicóloga e Mentora de Lideranças
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Palestrante

A RE é uma empresa especializada no desenvolvimento e condução de programas e projetos de Educação Corporativa, Coaching, Orientação Vocacional e Atração e Seleção.

29/05/2026

Crescemos, mudamos, erramos e acertamos.

Conquistamos e perdemos, amamos, nos decepcionamos e recomeçamos.

Encontramos pessoas, nos despedimos de outras. Aprendemos, caímos e nos levantamos.

Carregamos lembranças, conquistas, perdas, encontros e despedidas.

A história de uma pessoa não começa no problema que ela vive hoje.

Ela começou muito antes. Nas experiências da infância, nas amizades da adolescência, nas escolhas, conquistas, dores e aprendizados que foram construindo quem somos.

Ao longo da vida, carregamos muito mais do que lembranças, carregamos experiências que influenciam a forma como pensamos, sentimos e nos relacionamos com o mundo.

E talvez seja por isso que escutar seja tão importante.

Porque compreender a nossa história não muda o passado, mas pode transformar a forma como vivemos o presente.

Existe algum capítulo da sua história que ainda influencia a pessoa que você é hoje?

Se essa reflexão fez sentido para você, a psicoterapia pode ser um espaço de acolhimento, compreensão e reconstrução de caminhos.

Rita Eltsinof
Psicologia e Liderança

Ele tinha conseguido exatamente o que queria. Depois de muito tempo desejando uma transição de carreira, surgiu a oportu...
29/05/2026

Ele tinha conseguido exatamente o que queria. Depois de muito tempo desejando uma transição de carreira, surgiu a oportunidade de migrar para uma área mais alinhada aos seus interesses, talentos e propósito profissional.

Mas havia um preço. Para fazer essa mudança, precisaria abrir mão de parte do pacote de remuneração que havia construído ao longo dos anos.

Não era apenas salário, era o carro da empresa, os benefícios, o status do cargo executivo e a segurança de permanecer em uma área onde já era reconhecido para ingressar em uma área de tecnologia, onde precisaria aprender e desenvolver novas competências. À primeira vista, parecia uma decisão financeira mas durante o processo, ficou claro que o conflito era outro.
Percebeu que não estava protegendo apenas um pacote de remuneração, estava tentando proteger uma identidade construída ao longo da vida.

A crença de que precisava ser o melhor, a ideia de que dar dois passos para trás significava fracassar, o medo de decepcionar.

E é exatamente aqui que a psicologia pode contribuir para a carreira, para a liderança e para os resultados. Nem toda decisão profissional é apenas profissional, podem ser crenças antigas influenciando escolhas atuais.

Quando essas crenças se tornam conscientes, ganhamos liberdade para decidir de forma mais alinhada aos nossos valores, objetivos e propósito.

Ele aceitou o desafio. E sabe o que aconteceu? Hoje está muito bem. Desenvolveu-se na nova área, ampliou suas competências, cresceu profissionalmente e superou aquilo que imaginava estar abrindo mão naquele momento.

Foi uma conversa que começou falando de carreira, mas terminou falando de identidade, crenças e escolhas.

Porque, muitas vezes, não é a falta de capacidade que nos impede de avançar, são histórias e crenças que continuam influenciando nossas decisões sem que percebamos.

Quando ampliamos essa consciência, ganhamos mais liberdade para construir caminhos alinhados com quem somos hoje.

Se você está vivendo um momento de decisão ou transição, podemos construir essa reflexão juntos.

No consultório, muitas pessoas chegam sem saber exatamente o que estão sentindo.E não é raro que peçam desculpas pela pr...
27/05/2026

No consultório, muitas pessoas chegam sem saber exatamente o que estão sentindo.

E não é raro que peçam desculpas pela própria emoção.

“Desculpa chorar.”
“Eu sei que isso é bobagem.”
“Eu não deveria me sentir assim.”

Desde cedo, muita gente aprende que sentir é exagero, fraqueza ou incômodo.

Meninas e meninos crescem ouvindo frases que ensinam a esconder, engolir ou negar o que sentem.

Mas as emoções não desaparecem quando são negligenciadas, elas ficam guardadas, atravessando escolhas, relações e formas de viver.

Por isso, o espaço terapêutico é tão transformador.

Ele ajuda você a se reconectar com as suas próprias emoções, reconhecer o que sente, compreender de onde isso vem e aprender a lidar de forma mais saudável.

Nem toda dor emocional precisa de uma resposta imediata. Primeiro, ela precisa de presença.

Você tem conseguido acolher o que sente?

Se essa reflexão fez sentido para você, estou aqui para caminhar com você nesse processo.

Presença também é cuidado.

Durante um programa de desenvolvimento de liderança, acompanhei um gestor que chegou dizendo estar apenas muito cansado....
25/05/2026

Durante um programa de desenvolvimento de liderança, acompanhei um gestor que chegou dizendo estar apenas muito cansado.

Mas, aos poucos, ficou claro que o cansaço já tinha virado sofrimento, ele evitava conversas, antecipava cobranças e o corpo começou a dar sinais de insônia, taquicardia, irritabilidade e dificuldade de desligar.

Na segunda reunião, entendemos que não era apenas uma demanda de mentoria, era necessário cuidado clínico.

O que aprendi nesse caso:

Nem toda demanda de liderança se resolve com mentoria.
Às vezes, o desenvolvimento começa em um contexto corporativo, mas precisa ser direcionado para um cuidado clínico.

Saber encaminhar também é parte da responsabilidade profissional.
Reconhecer o limite da intervenção é tão importante quanto conduzir o processo.

Burnout não se recupera apenas com força de vontade. Foi necessário acompanhamento psicológico, avaliação psiquiátrica, medicação por um período e apoio da liderança direta.

A rede de apoio muda o prognóstico.
Quando liderança e equipe compreendem o processo, a recuperação deixa de ser solitária.

Por trás da alta performance, pode existir uma cobrança interna adoecedora.
Perfeccionismo, autocontrole e medo de falhar podem sustentar resultados por um tempo, até o corpo cobrar.

Esse caso me ensinou que liderança, saúde mental e cuidado clínico não caminham separados.

Às vezes, o maior avanço começa quando sabemos reconhecer que o caminho precisa mudar.

Burnout não é falta de força.
É um sinal de que algo precisa ser cuidado.

Liderar não pode ser sinônimo de sobreviver.

Se esse texto fez sentido para você, me conte, você já viu um líder tentando sustentar tudo sozinho?

20/05/2026

Mudança não acontece apenas porque uma empresa decidiu mudar.

Muitas vezes, o que impede a transformação está nos padrões que foram normalizados no dia a dia: na forma de liderar, comunicar, cobrar, escutar e tomar decisões.

E quando falamos de fatores e riscos psicossociais, falamos também sobre isso: ambientes que podem fortalecer ou adoecer pessoas.

Performance sustentável exige mais do que metas.

Exige segurança psicológica, clareza, diálogo, responsabilidade e lideranças dispostas a rever seus próprios padrões.

Se esse conteúdo fez sentido para você ou para a sua empresa, compartilhe internamente com quem também precisa refletir sobre esse tema.

E se fizer sentido pensarmos juntos em uma estratégia para desenvolver lideranças, fortalecer equipes e construir ambientes mais saudáveis e produtivos, me chame para conversar.

18/05/2026

Nem toda liderança tóxica grita.

Às vezes, ela aparece na ausência de escuta, na pressão sem diálogo, na falta de reconhecimento ou no medo de falar.

Mas falar sobre liderança, saúde mental no trabalho, fatores e riscos psicossociais não é buscar vilões ou culpados.

É ampliar o olhar.

A liderança tem impacto, sim, mas ela também faz parte de um sistema.

Por isso, precisamos olhar para a cultura, para a forma como o trabalho é organizado, para as relações que se repetem e para os ambientes que podem proteger ou adoecer.

Saúde mental no trabalho não é apenas uma questão individual, é também uma responsabilidade coletiva.

Isso faz sentido para você?

PsicologiaELiderança

Neste fim de semana, dias 16 e 17 de maio, participei da Imersão NR1 na Prática, conduzida por Izabella Camargo, com pro...
18/05/2026

Neste fim de semana, dias 16 e 17 de maio, participei da Imersão NR1 na Prática, conduzida por Izabella Camargo, com profissionais convidados de excelente nível, trazendo reflexões fundamentais sobre fatores e riscos psicossociais no trabalho.

Na apresentação da Dra. Luciana Baruki, ao falar sobre assédio, riscos psicossociais e estruturas organizacionais que adoecem, algo me atravessou de forma muito pessoal.

Há alguns anos, quando minha filha fazia tratamento de câncer, aos 13 anos, fui chamada pela minha gestora, diretora de RH, porque estaria “me ausentando demais”.

Essas ausências aconteciam para acompanhá-la, a cada 15 dias, nas sessões de quimioterapia.

Essa lembrança reforça algo essencial, muitas pessoas vivem situações de constrangimento, pressão ou desrespeito no trabalho e, muitas vezes, se calam, não porque concordam, mas por medo, fragilidade, insegurança ou ausência de apoio.

A atualização da NR1 nos convida a olhar para isso com mais seriedade, não para o indivíduo que sofre, mas para a cultura, a liderança, as práticas de gestão, as relações de poder e os ambientes que podem proteger ou adoecer.

Falar de fatores e riscos psicossociais é falar de saúde mental, responsabilidade coletiva e respeito à dignidade humana.

Espero que a atualização da NR1 nos ajude a humanizar novamente o trabalho.

Porque ambientes mais humanos não são menos produtivos, eles geram mais confiança, colaboração, pertencimento, segurança para falar, compromisso e resultados mais sustentáveis.

Resultados que nascem de relações mais maduras, lideranças mais conscientes, equipes mais colaborativas e pessoas construindo juntas um ambiente de trabalho mais saudável, responsável e sustentável.

E você? Já viveu ou presenciou alguma situação de constrangimento, pressão, desrespeito ou assédio no ambiente de trabalho?
Se fizer sentido pra você me conta nos comentários ou me chama no direct, gostaria de te ouvir.

E, se este texto fez você lembrar de alguém, compartilhe com essa pessoa.

Às vezes, uma reflexão chega no momento em que alguém precisa se sentir menos sozinho e mais autorizado a falar sobre o que viveu.

15/05/2026
Desenvolvimento e treinamento são dois termos que às vezes são usados como sinônimos, mas na verdade há diferenças signi...
05/06/2023

Desenvolvimento e treinamento são dois termos que às vezes são usados como sinônimos, mas na verdade há diferenças significativas entre eles. O desenvolvimento é um processo continuado de melhoria pessoal ou profissional, geralmente através da educação ou experiência. Já o treinamento é mais específico, envolve um conjunto de técnicas e atividades planejadas para preparar uma pessoa para um determinado trabalho ou função. Em suma, o desenvolvimento é mais abrangente e focado no longo prazo, enquanto o treinamento é mais imediato e direcionado a um objetivo específico.

Confira nossas ferramentas para desenvolvimento e treinamentos pessoal e profissional.
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Rita Eltsinof - 11.99171-9014

Um equilíbrio saudável entre descanso, cooperação e superação é essencial para proporcionar um ambiente de trabalho segu...
01/06/2023

Um equilíbrio saudável entre descanso, cooperação e superação é essencial para proporcionar um ambiente de trabalho seguro e produtivo. A saída da zona de conforto é necessária para aprimorar os resultados e alcançar objetivos.

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