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Nutricional Consultoria Consultoria Nutricional para empresas do ramo da alimentação.

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Elaboração de cardápios
Adequação às normas da Vigilância Sanitária

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27/03/2020

é se informar sobre o Coronavírus em portais de confiança. Hoje eu quero indicar esse site da Microsoft que traz várias informações legais e é todo em português. Olha só!

Rastreador do COVID-19: site mostra notícias e atualizações em tempo real sobre o Coronavírus no mundo todo

16/02/2017

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Consultoria Nutricional para empresas do ramo da alimentação.

31/05/2016
Embora não tenha disposições específicas, por meio do uso da interpretação de suas normas, o Código de Defesa do Consumi...
18/04/2016

Embora não tenha disposições específicas, por meio do uso da interpretação de suas normas, o Código de Defesa do Consumidor é plenamente aplicável a essa modalidade de relação de consumo, confira abaixo alguns direitos. http://goo.gl/ih6e5S

Embora não tenha disposições específicas, porém por meio do uso da interpretação de suas normas o Código de Defesa do Consumidor é plenamente aplicável a essa modalidade de relação de consumo, confira abaixo alguns direitos. 1. Impossibilidade de cobrança de multa por perda da comanda Alguns bares e…

Vamos evitar a intoxicação alimentar!
30/03/2016

Vamos evitar a intoxicação alimentar!

O desperdício é uma das principais razões pelas quais os restaurantes, bares, padarias, lanchonetes, não conseguem ating...
05/02/2016

O desperdício é uma das principais razões pelas quais os restaurantes, bares, padarias, lanchonetes, não conseguem atingir suas metas de lucratividade.

Por isso, é fundamental:

Manter um registro de custos e controlar todos os resíduos de alimentos.
Rastrear e minimizar o desperdício na cozinha e no salão.
As sugestões a seguir, podem ajudar você a gerenciar melhor o desperdício no seu estabelecimento, e foram coletadas em revistas, sites e blogs sobre serviços de alimentação.

Lembre-se, todos os resíduos precisam ser custeados – Crie uma lista de produtos que são desperdiçados e seu preço de custo, para referência rápida. Mantenha esta lista acessível e calcule o valor dos resíduos. Analise-a periodicamente e divulgue para a equipe, para mostrar o que o estabelecimento está perdendo.
Registro do desperdício – Lembre-se de manter uma folha de desperdício/descarte numa prancheta na cozinha e outra no balcão de serviço do salão. As anotações de registro dos resíduos não devem ser apenas responsabilidade do pessoal da cozinha, mas de cada funcionário e, também, da gerência/supervisão. O descarte de resíduos deve ser anotado assim que acontece, em vez de ser feito ao final do dia.
Deixe os resíduos à vista de todos – coloque um recipiente de plástico transparente na cozinha para coletar todos os resíduos (inclusive sobras) de comida ali gerados, ou seja, acompanhamentos descartados, alimentos queimados, alimentos que voltaram do salão, etc. Isto vai permitir que todos possam ver o desperdício – que vai se acumular durante o dia – e tornar mais fácil para que o chef faça seu controle. Se você mostrar aos funcionários, de forma consistente, os resíduos, eles se tornarão mais conscientes do seu impacto no resultado financeiro do estabelecimento.
Faça verificações nos locais de descarte – compre um par de luvas grossas (para evitar cortes nas mãos) e verifique as latas de lixo periodicamente. Isto mostra a todos que você também está preocupado com o desvio de insumos e alimentos. É fácil qualquer funcionário colocar um pacote com carne no lixo e recolhê-lo fora do estabelecimento.
Preste atenção no que está voltando do salão – você sabe qual o percentual de seus custos de alimentos que vai para o lixo por causa de porções exageradas? Ajuste seu tamanho, se constatar que os pratos estão sendo devolvidos contendo alimentos não consumidos – não pela qualidade, mas pelo tamanho da porção.
Use sacos transparentes nos recipientes de descarte - Isto irá permitir que você veja tudo o que tem ido para o lixo, com uma rápida olhada. Verifique estes recipientes todos os dias. Você ficará surpreso com o que sua equipe pode jogar fora. Abra e olhe todos os recipientes. Examine o conteúdo dos sacos.
Certifique-se de que você está armazenando os alimentos corretamente – evite que eles se queimem no freezer (frio também queima), e se deteriorem ou se contaminem por armazenamento inadequado. Codifique e date todos os produtos armazenados no congelador e faça seu “giro” de maneira adequada: os mais antigos na frente, os mais novos atrás, etc. Organize as áreas de armazenamento refrigeradas e secas para facilitar o fácil acesso aos produtos e faça o controle de sua rotação. Isso vai minimizar o desperdício por derramamento, quebra ou deterioração
Identifique tendências e padrões de resíduos – se detectou desperdício considerável de terminado ingrediente, rastreie sua utilização e verifique a causa. Muitas vezes, uma receita mal elaborada pode ser motivo de desperdício. Ou uma preparação inadequada.
Os resíduos de pré-preparo devem ser irrisórios – o cozinheiro responsável, ou o chef, devem programar a preparação de acordo com as informações fornecidas pela gerência: público esperado, pratos com maior saída, reuniões, comemorações, etc., incluir uma margem de segurança e determinar a quantidade de cada item.
Tenha uma reunião semanal com a gerência – Discuta o desperdício e identifique oportunidades para reduzi-lo. Defina uma meta semanal de contenção de desperdício e comunique a equipe. Ao final do período, compare a quantidade efetiva de resíduos em relação ao projetado.
Os resíduos são alimentos/insumos que você comprou, pagou, mas não geraram receita. Cuide para que eles fiquem perto de zero.

http://www.blogdobanas.com.br/leve-a-serio-o-controle-de-desperdicio/

RISCOS DA ALIMENTAÇÃO NA RUA-------------------------------------------------------------------------------A pressa do d...
28/10/2015

RISCOS DA ALIMENTAÇÃO NA RUA

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A pressa do dia-a-dia nos leva a hábitos alimentares que podem colocar em risco a saúde. Ao comer em barracas na rua é preciso ter em mente os cuidados da preparação e manipulação daquilo que vai parar direto no estômago

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Comer “apressadamente”­e com preços “mais em conta” fora de casa é uma rotina cada vez mais comum na sociedade moderna. Segundo estudo realizado pelo McCann Worldgroup, o consumo de alimentos na rua é de aproxidamente R$ 9 bilhões por ano. Em toda América Latina, os hábitos de alimentação de rua movimentam US$ 127 bilhões (aproximadamente R$ 256 bilhões). O estudo foi realizado em 25 cidades de 18 países latino-americanos. Diante desse perfil de consumo, a preocupação com o tema dieta saudável ganha projeção

-> Qual é o panorama da alimentação de rua no Brasil e no mundo?

Primeiro, é importante explicar que no Brasil o comércio de comida de rua vem se expandindo, principalmente nas cidades em que predominam altos índices de desemprego. Tais dados demonstram que o segmento é uma importante fonte de renda na economia informal de países em desenvolvimento e que não apresenta perspectiva de desaparecer ou mesmo diminuir. Os chamados alimentos de rua (streetfood) substituem ou complementam as cadeias de fast food em muitos países do terceiro mundo, com atendimento destacado para grupos de menor poder aquisitivo. São, freqüentemente, essenciais para a manutenção do estado nutricional desse segmento da população. Vários estudos indicaram que os alimentos de rua eram uma considerável fonte de calorias e nutrientes como proteína, ferro e vitaminas A e C, por exemplo, complementando a ingestão dietética feita em casa.

-> Como é possível se alimentar fora de casa sem pôr em risco a saúde?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o perigo potencial dos alimentos vendidos nas ruas para a saúde pública. Recomenda-se aos consumidores de lanches rápidos vendidos em barraquinhas que observem, de maneira geral, as condições de higiene do estabelecimento (ponto de venda, equipamentos, utensílios etc.), a higiene pessoal do vendedor, a maneira como ele manipula o produto (armazenamento e preparo) e a qualidade dos ingredientes utilizados nos lanches.

-> O que é preciso avaliar no local de venda antes de consumir o alimento?

O ponto de venda deve ser um local organizado e limpo, sem lixo jogado na calçada e nas ruas. Precisa destinar corretamente seu resíduo e a maneira correta é utilizando lixeiras de fácil higienização, com tampa e pedal. O interior do ponto de venda não deve armazenar alimentos em contato direto com as paredes, com o balcão ou no chão. Nem é recomendável abrigar pertences pessoais como roupas, bolsas, carteira de ci****os e chaves na área de preparação, armazenagem ou consumo do alimento. Também deve ter água potável disponível, preferencialmente corrente, e o recipiente de armazenamento de água estar limpo, tampado e ser de fácil higienização. O local precisa ter sanitário acessível e possuir sistema de refrigeração adequado para os ingredientes comercializados.

-> Quais as doenças mais comuns decorrentes de comidas de rua contaminadas por bactérias?

As doenças veiculadas por alimentos (DVAs) de origem biológica podem ser causadas por diversos agentes, que já se encontram nos alimentos antes de sua obtenção, e por aqueles que contaminam os alimentos durante sua manipulação (preparo para consumo). Entre os alimentos que mais freqüentemente aparecem relacionados com surtos de toxinfecções alimentares destacam-se a carne bovina e os ovos, seguidos pela maionese, responsáveis pela veiculação, principalmente, das bactérias Salmonella. As DVAs apresentam como sintomas, em geral, dores abdominais, náuseas, vômitos, diarréias e, às vezes, febre.

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Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/nutricao/riscos-da-alimentacao-na-rua/3229/ #

Fonte da foto: http://journal.goingslowly.com/2010/11/street-food-in-phnom-penh Local: Camboja

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Higiene em restaurantes envolve mais do que lavar a mãoNada mais desagradável do que chegar a um restaurante, morrendo d...
20/10/2015

Higiene em restaurantes envolve mais do que lavar a mão

Nada mais desagradável do que chegar a um restaurante, morrendo de fome, e dar de cara com um atendente suado e sem toca no cabelo. Superada essa fase, sua bebida é servida em um copo sujo, e a comida possui temperos duvidosos.

Sergio Diniz, consultor do Sebrae de São Paulo, em seu estudo que aborda diversos assuntos da área gastronômica, destaca que “Higiene e Limpeza: trata-se de um ponto crítico, que merece especial atenção”.

Pode parecer exagero, mas não é. Muitos restaurantes e bares (principalmente) ainda não dão a devida atenção à higiene de seu estabelecimento. E às vezes, o próprio consumidor também não se atenta para esse problema que pode trazer danos à saúde.

O pior é que todo mundo já passou por alguma situação semelhante, onde a falta de higiene em algum momento o põe em dúvida se aceita ou não comer no local.

Limpeza Geral

É claro que lavar a mão é importante, mas não é a única prevenção que se deve tomar – e esperar de outros – para que sua comida seja corretamente servida.

O consultor do Sebrae SP, Diniz, destaca alguns pontos e dá dicas de como se tomar todas as precauções necessárias de higiene seja no preparo da comida, na hora de servi-la ou na mesa em que irá desfrutá-la.

Além da Higiene das Mãos, deve se prestar atenção à Higiene Pessoal, Higiene do Local de Trabalho e Higiene com os Alimentos.

Para tanto, em seu estudo Diniz separou os tópicos e explica quais cuidados devem ser tomados.

Na Higiene Pessoal destacam-se os cuidados com o uniforme de trabalho: “Trocar o uniforme diariamente ou, sempre que necessário, no próprio dia”. “Manter o cabelo curto e aparado, usar touca, manter as unhas aparadas e limpas, manter a barba aparada / feita, escovar os dentes após as refeições e manter os sapatos e botas limpas” são outras dicas de Diniz.

Outro ponto ainda referente à Higiene Pessoal, é tomar cuidado com pequenos ferimentos. Deve-se sempre “Comunicar a chefia direta a ocorrência de ferimento, doença ou acidente de trabalho”, e limpar e cobrir qualquer que ele seja.

E mesmo tendo lavado direitinho as mãos, não esquecer de usar luvas descartáveis, quando necessário, como numa troca de função. Mexer com dinheiro e depois comida, e vice-versa, é muito anti-higiênico.

Todo mundo aprendeu que as frutas, verduras e legumes devem ser utilizados somente após serem higienizados, mas não esqueça de que “Todos os alimentos devem ser mantidos cobertos, sempre, com tampas ou filme plástico transparente”.

Importante: as portas de geladeiras, freezers e câmaras frias devem ser mantidas bem fechadas. Mesmo na correria, todos têm que prestar atenção nesse detalhe.

E quando houver sobra de alimentos nas latas, estes devem ser transferidos para recipientes de plástico branco atóxico ou inox e cobertos com tampas ou filme plástico transparente e identificados através de etiquetas.

Segundo Diniz, o prazo de validade dos enlatados, após abertos, é de 24 horas, desde que armazenados a, no máximo 6º C.

No trabalho

Já parou para pensar que as bandejas de restaurantes fast-food são objetos que entram e sai da boca do lixo com enorme freqüência? E que a batata-frita que você derrubou ali, é resgatada e vai direto para sua boca?

Pois é, a limpeza destas não se resume a passar um pano seco. E a preservação delas é obrigação do restaurante responsável.

Entre outros, Sergio Diniz lembra que “Os pratos, panelas, talheres, copos, devem ser manuseados pelos cabos, beirais e pegadores, evitando-se tocar nos locais que entram em contato com os alimentos”.

Toalhas de pano na cozinha, nem pensar. Deve-se usar papel toalha ou toalha descartável.

As pias para higienização das mãos não podem ser usadas para higienização de alimentos e vice-versa, explica Diniz.

E o mais importante, “O lixo deve ser mantido em latões de lixo tampados, com sacos de plástico e removidos sempre que estiverem cheios”.

Tudo limpo, e agora?

Depois de todos os cuidados, que no fundo, todo mundo sabe que devem ser tomados, toda a equipe do estabelecimento deve manter o costume de limpeza. Todos devem ser educados e prevenidos para imprevistos.

“Os funcionários não devem falar, tossir ou espirrar sobre os alimentos ou utensílios.

Para a degustação / prova do alimento devem ser usados talheres e pratinho, que não devem voltar a tocar nos alimentos”, lista Diniz.

Um cliente passar mal e sujar o chão, um inseto – baratas em especial – ser encontrado no ambiente, ou outro problema, não é culpa necessariamente do restaurante e que ele seja sujo.

São muitos fatores que contam e podem favorecer a sujeira. É só pensar na sua própria casa.

Quantas vezes, depois de um dia inteiro de limpeza, não apareceram baratas, moscas e afins? Elas vêm muitas vezes do ralo e são atraídas pelo calor. Então cabe aos estabelecimentos sempre se prevenirem com essas questões, e ter em mente como lidar com a situação.

“A presença de baratas, insetos, ratos ou seus dejetos na cozinha e nas áreas ao redor deve ser imediatamente comunicado aos superior hierárquico”.

Cada um tem que fazer o seu papel. O cliente, fiscalizar, e o restaurante, combater.

fonte: https://gestaoderestaurantes.wordpress.com/2008/04/26/higiene-em-restaurantes-envolve-mais-do-que-lavar-a-mo/

Fonte da foto: http://www.breinguash.com/blog/cierran-restaurant-chino-por-terrible/

Porque atualmente tantos restaurantes são interditados pela vigilância sanitária?Infelizmente está se tornando cada vez ...
06/10/2015

Porque atualmente tantos restaurantes são interditados pela vigilância sanitária?

Infelizmente está se tornando cada vez mais comum os noticiários informando sobre a interdição de restaurantes em todo o Brasil. O medo e a desconfiança do consumidor crescem diante de relatos da vigilância sanitária sobre os motivos de interdição dos estabelecimentos que fornecem refeições fora do lar como, restaurantes, bares e lanchonetes. Fezes de ratos nas panelas e utensílios, alimentos mal acondicionados, podres, vencidos, sem data de validade e a má higiene do local são os motivos mais comuns que levam à interdição da vigilância sanitária em alguns estabelecimentos pelo Brasil. Mas a pergunta que se passa na cabeça de todos diante destas informações é: Porque isto acontece nestes estabelecimentos?

A princípio pode-se encontrar alguma resposta individual para tal questionamento, mas se aprofundarmos nesta discussão veremos que diversos fatores contribuem para que um estabelecimento chegue a tal situação de insalubridade.

Falta de treinamento – Apesar de inaceitável, grande parte destas infrações acontece por falta de qualificação em Segurança Alimentar. Todo e qualquer indivíduo envolvido na produção ou comercialização de alimentos deveria obrigatoriamente passar por tal treinamento, seja ele garçom, cozinheiro, gerente ou caixa. É preciso que todos os colaboradores estejam totalmente treinados para que contribuam com a higiene local.

Falta de estrutura – Muitos destes estabelecimentos não possuem estrutura para se estabelecer como fornecedores de refeições. Caixas de gordura e lixos em locais inapropriados, falta de ralos, ausência de vedações em portas e janelas, distribuição inadequada dos ambientes são fatores que contribuem para a interdição de estabelecimentos.

Omissão por parte do proprietário e do gestor – Se o proprietário (ou gestor) permite ou ignora o acontecimento de tais fatos dentro do seu estabelecimento deveria ser penalizado rigorosamente para que exemplos similares não aconteçam com tanta frequência. É de responsabilidade do proprietário ou gestor treinar, qualificar e oferecer condições e equipamentos para que a higiene do local, a conservação e a produção dos alimentos se estabeleça dentro dos padrões regulamentados para ANVISA.

Falta de fiscalização – Apesar de considerarmos que todos deveriam conduzir seus empreendimentos dentro dos quesitos mínimos de higiene e limpeza, nem todos pensam assim e acham que podem ignorar tais procedimentos. Infelizmente muitos conseguem permanecer por algum tempo atuando fora destes padrões de higiene. O fator que mais colabora para que tal fato aconteça é a deficiência na fiscalização sanitária dos estabelecimentos. Em todo o Brasil o número de fiscais é insuficiente para atender à quantidade de estabelecimentos atuando no comércio. Grande prova disto é a quantidade de estabelecimentos que abrem suas portas sem um alvará da vigilância sanitária para funcionamento, e muitas das vezes, o alvará é solicitado pelo proprietário, mas a demora no atendimento pela vigilância sanitária colabora para a abertura destes estabelecimentos sem uma fiscalização prévia.

Nosso país precisa evoluir na condução de questões relacionadas à qualificação dos empreendedores que conduzem negócios como restaurantes, bares e lanchonetes. É preciso oferecer e exigir uma qualificação em segurança alimentar, ofertando treinamentos de baixo custo e de forma acessível a todos os proprietários e colaboradores que atuam no fornecimento de alimentos fora do lar.

Fonte: GR Gestão de Restaurantes – Alison Alves Figueiredo http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/tag/vigilancia-sanitaria/

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São Paulo, SP

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