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BMG Technology Somos especialista em desenvolvimento de Software de captação de clientes para Corretores de Seguros e Plano de Saúde.

16/01/2018

🚨Atenção corretores de Seguros🚨

Com retração de 3,6% em relação ao ano anterior, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro caiu pelo segundo ano consecutivo em 2017 e confirmou a pior recessão da história do país. Enquanto isso, o mercado de seguros, sem considerar o ramo de saúde, teve expansão de 9,2% no ano passado ante 2016, totalizando 239,3 bilhões de reais em prêmios, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados —órgão regulador do setor).
Neste ano, o movimento continua positivo: com arrecadação de 117,9 bilhões de reais, o crescimento do mercado de seguros no primeiro semestre de 2017 foi de 3,5% frente ao mesmo período do ano passado. Descontando a arrecadação do Seguro DPVAT, cujo volume de prêmios foi reduzido por norma do CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados), o crescimento chegou a 5,3%. Já o PIB teve variação nula nos seis primeiros meses de 2017, na comparação anual.

Segundo a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), o seguro de pessoas tem sido um dos principais responsáveis pelo crescimento do setor. Entre janeiro e junho deste ano, a arrecadação dos seguros de vida individuais, por exemplo, aumentou 26% sobre o mesmo período de 2016.

“Na crise econômica, o comportamento do consumidor de seguros mudou. Os clientes perguntam mais sobre novos serviços e têm um cuidado maior com a cobertura que estão contratando. As seguradoras também passaram a oferecer produtos que se adaptam melhor à realidade dos consumidores e a comunicar isso de forma mais eficiente”, avalia Boris Ber, vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguro no Estado de São Paulo (Sincor-SP).

Muito desse movimento está relacionado à alta taxa de desemprego no país, de 12,6%, na avaliação de Claudio Leão Feitosa, diretor da Bradesco Vida e Previdência. “Com tantos desempregados, é evidente que haja menos trabalhadores com seguros oferecidos entre os benefícios das empresas. É natural que as pessoas procurem alternativas para a proteção que elas perderam”, diz.

Segundo Patrick Paiva, presidente da comissão de riscos da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) e gerente de produtos de vida da Icatu Seguros, a maior conscientização e conhecimento das pessoas em relação aos produtos de seguros também contribui para o avanço do setor. “Isso é importante porque o seguro de pessoas representa apenas 0,5% do PIB brasileiro atualmente. Ou seja, é um oceano azul com alto potencial de crescimento.”

“O seguro de vida deve fazer parte do planejamento financeiro das famílias, sendo a garantia de que mesmo em caso dos maiores imprevistos da vida, como a falta do provedor, o ciclo de planejamento e estruturação financeira familiar seja concluído. Os brasileiros estão criando, cada vez mais, a cultura de investir em seguros e isso inclui o de vida”, diz Eduardo Grillo, diretor comercial e market management da Allianz Seguros. Pesquise: Veja com a Mongeral Aegon como escolher o seguro de vida ideal para você Patrocinado

“Existe uma conscientização maior de que a aquisição deste seguro é de grande importância não somente para a proteção pessoal do segurado, em casos de acidentes ou invalidez, mas também pela necessidade de amparar financeiramente e reduzir impactos negativos no padrão de vida daqueles que dependam economicamente do contratante, em sua ausência.”

Ainda assim, levantamento realizado pela Icatu no início deste ano mostrou que o conhecimento sobre seguros pessoais precisa avançar no país. A pesquisa perguntou a 300 consumidores que não são clientes da seguradora quanto eles acham que custa um seguro de vida, de acordo com a sua idade e condições de saúde. Os entrevistados atribuíram um preço até 2,5 vezes acima do valor real.

“Se você pegar um seguro de vida, ele é muito mais barato do que um seguro de automóvel. Só que a indenização de um seguro de vida é muito maior”, diz Paiva, da FenaPrevi. “A demanda tem crescido, sim, e a indústria tem se adaptado às necessidades das pessoas, mas ainda precisamos criar o hábito do seguro pessoal no Brasil.”

Três modalidades de seguros pessoais têm chamado atenção especialmente no cenário atual, de crise: os seguros prestamista, educacionais e resgatáveis (dotais).

Pesquisa feita pelo Google Brasil a pedido de EXAME aponta que o volume de buscas por seguro prestamista cresceu 38% entre janeiro e setembro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto que a procura por seguros resgatáveis saltou 93% no mesmo período. Já as buscas por seguro educacional ficaram praticamente estáveis.

Os números do setor compilados pela FenaPrevi (abaixo) mostram que essas três modalidades cresceram mais de 20% cada uma no primeiro semestre de 2017, sobre igual período do ano passado. Veja a seguir o que são, como funcionam e para quem são indicados os seguros prestamista, educacionais e resgatáveis.

12/01/2018

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🚨🚨Empresário individual terá exigências para plano coletivo🚨🚨Segundo a ANS, a medida tem como objetivo coibir abusos rel...
09/01/2018

🚨🚨Empresário individual terá exigências para plano coletivo🚨🚨

Segundo a ANS, a medida tem como objetivo coibir abusos relacionados a contratação de plano de saúde coletivo por empresários individuais
Por Agência Brasil access_time 28 dez 2017, 07h19
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Cartões de planos de saúde
Planos: a medida busca dar mais segurança jurídica e transparência ao mercado (foto/Agência Brasil)

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regulamentou a contratação de plano de saúde coletivo por empresários individuais.

Segundo resolução normativa publicada no Diário Oficial da União, o empresário deverá comprovar sua condição, apresentando documentos que confirmem a inscrição nos órgãos competentes por no mínimo seis meses e sua regularidade cadastral na Receita Federal.

Segundo a ANS, a medida tem como objetivo coibir abusos relacionados a esse tipo de contratação, como a constituição de empresa exclusivamente para esse fim. Também busca dar mais segurança jurídica e transparência ao mercado, ao estabelecer as particularidades desse tipo de contrato.

Para manter o contrato, o empresário individual deverá conservar a sua inscrição nos órgãos competentes e a regularidade do seu cadastro na Receita Federal. As operadoras e as administradoras de benefícios deverão exigir esses documentos no momento da contratação do plano e anualmente, no mês de aniversário do contrato.

Se for constatada a ilegitimidade, a operadora do plano de saúde poderá rescindir o contrato, desde que faça a notificação com 60 dias de antecedência.

A comprovação anual da condição de empresário individual e dos requisitos de elegibilidade dos beneficiários a ele vinculados também deverá ser exigida nos contratos celebrados antes da vigência dessa resolução.

A nova norma estabelece ainda que a operadora deve informar ao contratante as principais características do plano a que está se vinculando, como o tipo de contratação e as regras relacionadas.

O contrato só poderá ser rescindido unilateralmente pela operadora após um ano de vigência e na data de aniversário, mediante notificação prévia de 60 dias.

A proposta de resolução passou por consulta pública entre agosto e setembro deste ano, e entrará em vigor em 30 dias.

📢📢ANS disponibiliza nova edição de informativo com dados econômico-financeiros do setor📢📢 A Agência Nacional de Saúde Su...
04/01/2018

📢📢ANS disponibiliza nova edição de informativo com dados econômico-financeiros do setor📢📢

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibiliza uma nova edição do Prisma Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar com informações relativas ao 2º trimestre de 2017. A publicação traz o perfil econômico-financeiro do setor com dados por segmento, modalidade e porte das operadoras de planos de saúde.

Segundo o relatório, as contraprestações efetivas das operadoras de planos de saúde somaram o montante de R$ 169,45 bilhões no histórico dos últimos 12 meses (até junho de 2017), já as despesas assistenciais totalizaram R$ 143,05 bilhões no mesmo período. Tanto receitas como despesas cresceram praticamente no mesmo patamar (cerca de 11%) em relação à série histórica do ano anterior.

A margem de lucro líquido das operadoras do segmento médico-hospitalar permaneceu estável em 4%, ou seja, para cada R$ 100 de receitas com planos de saúde, as operadoras obtiveram R$ 4 de lucro.

César Serra, diretor-adjunto de Normas e Habilitação das Operadoras da ANS, destaca que o Prisma é uma importante ferramenta para avaliar o cenário econômico-financeiro do setor. O diretor aponta que os dados de sinistralidade permaneceram estabilizados no período. Já a variação de custos médico-hospitalares (VCMH), pela primeira vez sugere tendência de redução, informação que precisa ser acompanhada de perto no próximo período.

No segmento médico-hospitalar, o resultado financeiro continuou contribuindo de forma positiva para a melhora dos indicadores econômico-financeiros. Porém, tal trajetória não se mostrou tão acentuada como em períodos anteriores, possivelmente em virtude da tendência de baixa dos juros na economia. Já o segmento exclusivamente odontológico historicamente não conta com a contribuição tão significativa dos resultados financeiros em suas contas, por possuir menos ativos garantidores e historicamente recorrer mais a empréstimos.

Provisões técnicas - Ao final do 2º trimestre de 2017, o volume de provisões técnicas totalizava R$ 36,35 bilhões e o de ativos garantidores vinculados à ANS superou R$ 35,47 bilhões. Tais números representam aumento nominal de 9% e 48%, respectivamente, em relação ao final de 2016. Cabe ressaltar que os ativos garantidores são o lastro financeiro das reservas do setor (provisões técnicas), importante ferramenta de segurança e solidez.

Na avaliação do diretor-adjunto, a despeito do menor retorno financeiro, já explicado pela tendência de queda dos juros, o aumento da vinculação de ativos garantidores à ANS pode ser resultado da necessidade de adequação às alterações regulatórias promovidas pela RN nº 419, de 26/12/2016.

A edição atual do Prisma compreende três capítulos: Dados Consolidados do Setor de Saúde Suplementar; Ativos Garantidores e Provisões Técnicas; e Indicadores Econômico-Financeiros. Os valores e indicadores econômico-financeiros e de garantia do Prisma são todos extraídos de demonstrações contábeis, Documentos de Informações Periódicas das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde (DIOPS) e outras informações obrigatoriamente reportadas trimestralmente pelas operadoras à ANS nos últimos oito trimestres, o que corresponde a quase três anos de levantamento.

Confira aqui o Prisma Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar na íntegra. O material também está disponível para consulta na Biblioteca ANS.

🚨Conjunto de reclamações contra plano chama a atenção da ANS🚨A reguladora chegou a discutir entrar com a operação de fis...
15/12/2017

🚨Conjunto de reclamações contra plano chama a atenção da ANS🚨

A reguladora chegou a discutir entrar com a operação de fiscalização Olho Vivo na operadora Prevent Senior, com base em “denúncias”

Não é de hoje que os planos de saúde criam dificuldade na contratação ou cobram custos exorbitantes para o público da terceira idade, tentando evitar muitos exames e consultas desses pacientes. Por isso, um conjunto de reclamações chamou a atenção do conselho da Agência Nacional de Saúde (ANS). A reguladora chegou a discutir entrar com a operação de fiscalização Olho Vivo na operadora Prevent Senior, com base em “denúncias” de que ela se recusava a aceitar novos clientes que tivessem menos de 47 anos.

A operadora tem um modelo de negócios que foca o público idoso, com acompanhamento preventivo programado pela empresa. Procurada, a ANS diz que não há processo fiscalizatório em curso, mas que as operadoras não podem recusar beneficiários em razão da idade.

A Prevent Senior nega e diz que tem beneficiários de diversas faixas etárias. A empresa ressalta ainda que segue as regras estabelecidas pela ANS.

🚨🚨Por que alguns donos de pets estão optando por planos de saúde para os animais🚨🚨Criar um animal doméstico custa caro. ...
14/12/2017

🚨🚨Por que alguns donos de pets estão optando por planos de saúde para os animais🚨🚨

Criar um animal doméstico custa caro. É ração, vacina, banho, tosa e castração, uma série de gastos que vão desde os primeiros dias e que devem ser mantidos até os últimos anos para que o bichinho tenha uma vida saudável. E, mesmo quando não faltam carinho e um bom lar, a saúde, por vezes – talvez por causa dos custos – acaba negligenciada. Como os pets nem sempre dão sinais claros de que algo não vai bem, pode ser que a consulta a um veterinário só aconteça quando um probleminha pontual acaba tornando-se uma questão mais grave.

Projetada tanto para a prevenção quanto para o tratamento, uma opção tem sido oferecida para donos de pets: planos de saúde. Os serviços incluem desde consultas até vacinas, exames e procedimentos clínicos, além de alguns tipos de cirurgia. Nos pacotes mais completos, há sessões de acupuntura e fisioterapia.
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Tire suas dúvidas sobre castração de cães e gatos

Os planos funcionam como nas versões para humanos: paga-se uma mensalidade à empresa contratada e, nas clínicas conveniadas, os serviços acabam saindo por um preço menor (quando há coparticipação) ou até de graça. Há limites anuais, carências e, em alguns casos, taxas de adesão, assim como nos planos de saúde para humanos.

Da mesma forma, o valor também pode variar conforme o segurado – no caso, dependendo da espécie, da raça, da idade e da existência de problemas prévios de saúde.

– Os planos cobrem desde os casos mais simples, em que o foco é mesmo a prevenção, até os mais complexos, que exigem um cuidado maior – explica Murillo Trauer, sócio da Nofaro, empresa com rede conveniada em Porto Alegre, Região Metropolitana, Litoral e Serra que oferece seguro saúde animal.

Consolidado em alguns Estados do Nordeste e do Sudeste, especialmente em São Paulo, o mercado é relativamente novo no Rio Grande do Sul. Por enquanto, são poucas as instituições, e há um número restrito de clínicas conveniadas. A maioria concentra-se em Porto Alegre.

– O mercado ainda engatinha por aqui. Isso é normal. A oferta é uma coisa nova. As pessoas não sabem bem avaliar se vale a pena contratar um plano. Mas é como fazer um seguro para o carro: você só vai se dar conta quando mais precisa – avalia Munir Raad, diretor da Animed, inaugurada há 10 anos na Capital e que também conta com rede em Canoas.

Atendimento fora de horário comercial

Adeptos do seguro saúde animal garantem que a escolha compensa. No Estado, as mensalidades variam entre R$ 39 para gatos no plano básico até R$ 149 para cães na versão mais completa. Dona das pugs Charlotte, de um ano e dois meses, e Sophia, de um ano e sete meses, a estudante Gabrielle Ferreira fez as contas e descobriu que gastaria mais de R$ 2 mil somente nos primeiros seis meses para castrar, vacinar e levar as duas às consultas necessárias. Preferiu pagar as mensalidades de cerca de R$ 80 para cada, que incluíam esses serviços – nos 14 meses em que conta com o plano, gastou cerca de R$ 2,24 mil (R$ 1,12 mil por animal), mas com a vantagem de contar com os atendimentos inclusos no plano durante o período.

– Uso bastante o plano, não só quando dá algum problema, mas também de forma preventiva. Não conheço muita gente que contrata o serviço, mas sempre recomendo – diz Gabrielle.

Cuidando de duas cachorras e uma gata, a empresária Lisiane Giordani viu logo nos primeiros meses de contrato a utilidade de ter um plano de saúde para as pets. A pinscher Gaia ficou doente durante as férias da família. Ainda em dúvida sobre o que poderia fazer com o plano, ela ligou para um dos donos da empresa e recebeu as orientações para que o animalzinho recebesse o tratamento necessário. Lisiane gostou e resolveu contratar um plano também para a poodle Clara – e ainda pretende incluir a gata Brisa no pacote.

Gabrielle e Lisiane destacam que uma emergência médica, especialmente fora do horário comercial, já basta para compensar o valor pago mensalmente pelo plano. Ambas preferem cuidar para que a saúde dos bichinhos esteja sempre em dia, fazendo consultas de diferentes especialidades a fim de prevenir problemas futuros.

Registro é essencial

O registro dos planos de saúde para pets deve ser feito junto ao Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado. Para ser registrada, a empresa deve apresentar a relação de todos os serviços ou procedimentos que estão à disposição do usuário, diretamente ou por meio da terceirização, que são cobertos integralmente ou parcialmente pelo plano e sua respectiva carência. O documento também deve conter claramente os valores de matrícula, mensalidade das diferentes categorias e todos os serviços ou procedimentos que estão à disposição do usuário.

📢📢ANS lança Manual de Diretrizes para o Enfrentamento da Obesidade📢📢A obesidade é uma doença crônica cujo avanço tem se ...
14/12/2017

📢📢ANS lança Manual de Diretrizes para o Enfrentamento da Obesidade📢📢

A obesidade é uma doença crônica cujo avanço tem se dado de forma acelerada em todo o mundo nos últimos anos. No Brasil, a situação não é diferente. De acordo com dados da pesquisa Vigitel Brasil 2016 da Saúde Suplementar, mais de 50% da população adulta está acima do peso, na faixa de excesso de peso e obesidade. Com o intuito de analisar a questão sob o ponto de vista das possibilidades de ação no setor da saúde privada, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) elaborou o “Manual de Diretrizes para o Enfrentamento da Obesidade na Saúde Suplementar Brasileira”.

O estudo está sendo lançado nesta quinta-feira (14/12) durante o “Seminário de Enfrentamento da Obesidade e Excesso de Peso na Saúde Suplementar”, no Rio de Janeiro, para 100 representantes de entidades de saúde, operadoras e prestadores de serviços. É fruto do trabalho do Grupo Multidisciplinar para Enfrentamento da Obesidade, criado pela ANS com o objetivo de promover melhorias e incentivos na atenção à saúde relacionada à prevenção e ao combate da obesidade entre beneficiários de planos de saúde.

“A ANS entende a discussão do tema como urgente e necessária à sustentabilidade da saúde suplementar, uma vez que o excesso de peso e a obesidade constituem o segundo fator de risco mais importante para a carga global de doenças, e estão associados a várias doenças crônicas não transmissíveis, como doenças cardiovasculares, diabetes, cirrose, câncer de cólon, de reto e de mama, entre outras. O objetivo do Manual é compor uma orientação criteriosa, na qual as operadoras de planos de saúde possam se basear para a melhoria da qualidade de vida de seus beneficiários. Daqui em diante nós teremos uma série de encontros com as operadoras para que se possa definir em conjunto como será feita a adesão à proposta junto à rede de prestadores”, explica Karla Coelho, diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS.

No âmbito de suas competências, a ANS tem buscado, ao longo dos anos, estimular as operadoras a repensarem a organização das suas redes de atenção, no intuito de rediscutir as formas usuais de organização dos serviços de saúde, tendo por objetivo: o monitoramento dos fatores de risco, o gerenciamento de doenças crônicas, a compressão da morbidade e diminuição dos anos de vida perdidos por incapacidades. O enfrentamento da obesidade, enquanto resultado de uma complexa combinação de fatores biológicos, comportamentais, socioculturais, ambientais e econômicos, representa um grande desafio para o setor.

“Sabe-se que a obesidade é uma doença multifatorial, recidivante e muitas vezes silenciosa, e se não prevenida e cuidada corretamente, tem um impacto devastador na vida do indivíduo, bem como na economia do país. Sua prevenção e tratamento requer uma abordagem multiprofissional e transdisciplinar, envolvendo diversos setores da sociedade”, afirma a gerente de Monitoramento Assistencial da ANS, Katia Audi.

Segundo dados da pesquisa Vigitel Brasil 2016 da Saúde Suplementar, a proporção de beneficiários adultos de planos de saúde com excesso de peso vem aumentando desde 2008, quando foi realizado o primeiro levantamento, passando de 46,5% para 53,7%. O mesmo ocorre com a proporção de obesos, que aumentou de 12,5% para 17,7%. É importante ressaltar que, no Brasil, apenas 10% dos pacientes com obesidade são diagnosticados, e porcentagem inferior a 2% dos mesmos recebem tratamento para obesidade.

🚨🚨Corretor acusa empresa de vender listagem de operadoras como novas leads🚨🚨SÃO PAULO - Não bastasse a imagem desgastada...
13/12/2017

🚨🚨Corretor acusa empresa de vender listagem de operadoras como novas leads🚨🚨

SÃO PAULO - Não bastasse a imagem desgastada - e até marginalizada - da honrosa profissão de vendedor de planos de saúde, o mercado ainda tem de conviver com supostas empresas que se apresentam no mercado como plataformas especializadas na captação e geração de leads – indicações de potenciais clientes.

Há, obviamente, empresas sérias e conhecidas que já atuam no mercado há algum tempo. O BdC já fez parcerias com algumas, inclusive.

Mas, além dessas empresas sérias, há outras que podem ser a forquilha de uma arapuca na qual o corretor, inadvertidamente, pode cair.

Foi o que pode ter acontecido com o corretor Helton Ferreira Vilas Boas, conforme ele mesmo relatou ao Blog.

Segundo Vilas Boas - que integra a galeria de corretores de primeira linha do mercado paulistano – a Allyouneed AD SERVER, que não é americana e nem inglesa, apesar da razão social, teria lhe oferecido, por intermédio de seu CEO, Adson Carlos Carneiro Silva, um pacote de leads ao custo de R$ 1.800,00. “Uma ótima oportunidade de vender mais agora no final do ano”, nas palavras do CEO, conforme áudio enviado ao corretor através do WhatsApp ao qual o BdC teve acesso.

Mas, segundo Vilas Boas, o que teria chegado às suas mãos não seriam leads, mas um banco de dados de renomadas seguradoras e operadoras como SulAmérica e Amil, com informações completas das empresas clientes: nome, telefone, e-mail, tipo e valor do plano atual, número de funcionários, etc. No caso da SulAmérica, a tal empresa de leades teria enviado uma listagem com informações de clientes cujos contratos estariam a vencer no final deste mês de dezembro.

Em contato com Carneiro, o corretor disse que não havia interesse em listagens, mas em leades novas, conforme havia sido prometido. Diante da insatisfação do corretor e para fugir do imbróglio em que teria se metido, Carneiro, ainda segundo o Vilas Boas, teria então enviado mais duas listagens com orientação de como abordar os supostos clientes.

“Eu mesmo liguei para os telefones das listagens, mas as pessoas informam que não pediram nada, outras dizem ainda que acabaram de trocar de plano, e por aí vai”, disse o corretor, que agora quer o seu investimento de volta.

Tivemos acesso a outro suposto caso escabroso envolvendo a referida empresa de leads e uma importante administradora de benefícios.

O BdC tentou ouvir Adson Carlos Carneiro pelos dois celulares fornecidos. No primeiro a pessoa que atendeu informou que não havia ninguém com o nome de Carlos; no segundo, a ligação foi remetida para caixa postal, na qual deixamos recado, mas, até o fechamento desta edição, não houve retorno.

13/12/2017

📢📢ANS realiza a 7ª reunião do Comitê de Regulação da Estrutura dos Produtos📢📢

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou no dia 08/12 a 7ª reunião do Comitê de Regulação da Estrutura dos Produtos, tratando, pela primeira vez, sobre o tema política de preços e reajustes dos planos privados de assistência à saúde. Participaram do encontro 60 representantes de operadoras e de entidades do setor.

“A intenção do Comitê é promover um debate técnico para a discussão de propostas que permitam aprimorar e avançar nas sugestões de mudança de regulação. O tema política de preços e reajustes é bastante amplo, então focamos em algumas questões prioritárias”, explicou a diretora de Normas e Habilitação das Operadoras, Karla Coelho. Sendo assim, foram priorizados três eixos relevantes para assegurar o mutualismo e a viabilidade do setor: sustentabilidade, transparência e concorrência, de modo a estimular a qualidade do serviço prestado em todos os níveis.

Durante a reunião, foram apresentadas as ações regulatórias já realizadas pela ANS e seus monitoramentos.

A gerente da área Econômico-Financeira e Atuarial dos Produtos, Daniele Rodrigues, explicou os próximos passos do Comitê: “Teremos a discussão das ações regulatórias propostas com os participantes do Comitê que podem enviar as suas contribuições até o dia 15/01, para o e-mail [email protected]”.

Também participaram da reunião a diretora-adjunta de Normas e Habilitação dos Produtos, Carla Soares; o gerente geral de Regulação da Estrutura dos Produtos, Rafael Vinhas; e o especialista em regulação João Matos.

O Comitê de Regulação da Estrutura dos Produtos foi criado com o objetivo de propiciar um espaço permanente de discussão com os representantes do setor de saúde suplementar a respeito dos temas relacionados à estrutura e funcionamento dos planos de saúde: acesso aos produtos e mobilidade de beneficiários, regulação dos produtos e estrutura e monitoramento das redes assistenciais. A primeira reunião do Comitê foi realizada em março deste ano com o tema Portabilidade de Carências.

24/11/2017

🚨Comercialização de planos PME fora da área de atuação do produtor.🚨

Lembramos que, desde 16/10/2017, a Amil passou a aceitar propostas PME Amil, Amil Dental e One Health com CNPJs de fora da filial de atuação do produtor. Ou seja, o corretor está autorizado a comercializar planos PME de qualquer estado do Brasil. Essa regra é válida para as vendas online.
Atenção! O preço da contratação a ser considerado na proposta comercial deverá ser o da tabela da filial na qual o CNPJ está inscrito. Não serão aceitos valores da tabela da filial do corretor.
Exemplo: corretor cadastrado na filial do Rio de Janeiro está negociando uma proposta comercial de um CNPJ inscrito no Ceará. A cotação deverá utilizar preços da tabela de vendas do Ceará.

🚨A internet muda a vida de muitas pessoas e seus negócios🚨Quem já conseguiu imaginar o mundo sem internet? Já imaginou f...
24/11/2017

🚨A internet muda a vida de muitas pessoas e seus negócios🚨

Quem já conseguiu imaginar o mundo sem internet? Já imaginou fazer uma pesquisa ou entrar em contato com um amigo sem ela? Na verdade, essa era uma realidade nem tão antiga assim.

“Hoje a internet faz parte da vida de tantas pessoas que todo dia é dia da internet. Quem é mais antigo lembra como era difícil acessar a internet no passado (década de 90)”, desabafa o Jornalista e Editor de Mídias Sociais do Sistema Jangadeiro, Emilio Moreno.

Mais do que um simples meio de comunicação, a internet é uma forma prática de buscar e compartilhar informações, notícias, mensagens, fotos, dentre outros. De acordo com dados do Norton Cybercrime Report 2011, o brasileiro passa, em média, 30 horas conectado, número superior ao global, que é de 24 horas.

O coordenador de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC), Riverson Rios, dá um breve significado da importância da conexão: “A internet muda, diariamente, a vida de muitas pessoas. A rede nos proporciona desde o acesso mais fácil às informações até a colaboração dos internautas na geração de conteúdo”.

Histórico

A rede mundial de computadores começou na década de 90, por meio de uma linha telefônica. Ela surgiu em plena Guerra Fria e seria usada para fins militares. Atualmente, conta com mais de dois bilhões de usuários.

A popularização dos celulares e tablets contribuiu para o aumento do acesso e do número de compartilhamento dos conteúdos online. Vários serviços podem ser realizados por meio de um clique, como comprar roupas, eletrônicos, comida, garantir o ingresso do cinema, marcar uma consulta no médico e fazer transações bancárias sem sair da frente da tela do computador.

Redes sociais

As redes redes sociais cresceram no Brasil a partir de 2006, com o surgimento do Orkut. Em 2012, o Facebook e o Twitter são as preferidas dos usuários. “Essa maneira rápida, facilitada e que tão popularmente vem conquistando as pessoas no Brasil só é possível graças aos avanços da internet”, explica Emilio Moreno.

No entanto, o jornalista afirma que internet não é um território sem lei. “Engana-se quem pensa isso. Da mesma forma não se pode calar movimentos naturais na rede. O exemplo disso veio com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao reconhecer, por exemplo, que não pode fiscalizar o Twitter, no que diz respeito às manifestações de propaganda eleitoral nas redes sociais.”

Sites de compras coletivas

Desde 2010, um novo serviço vem se tornando febre no mundo da Internet. Conhecidos como sites de compras coletivas, eles fazem a intermediação entre consumidores e empresas. Estes sites conseguem negociar descontos para a venda de grande quantidade de produtos e serviços. Os consumidores compram cupons com 50% de desconto ou até mais.

E a internet não para por aí! Ela continua crescendo e se renovando todos os dias.

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