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08/08/2017

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Pesquisa holandesa diz que beijar ajuda casais a fortalecerem os sistemas imunológicos juntos e combaterem mesmas doença...
20/11/2014

Pesquisa holandesa diz que beijar ajuda casais a fortalecerem os sistemas imunológicos juntos e combaterem mesmas doenças de forma mais eficaz.

Que ao beijar duas pessoas trocam saliva e obviamente bactérias, isso todo mundo sabe. Mas o que os cientistas acabaram de descobrir é que isso, além de bom, faz muito bem para a saúde! Uma pesquisa holandesa concluiu que durante um beijo de dez segundos são trocadas 80 milhões de bactérias que, no fim das contas, ajudam a melhorar o sistema imunológico do organismo e combater doenças.

Como? Estes germes ingeridos de outras pessoas ajudam o corpo a se preparar e lutar de forma mais eficiente contra doenças futuras. Isso porque os humanos têm trilhões de bactérias no corpo que juntas compõem a microbiota, conjunto fundamental que mantém em bom funcionamento os sistemas digestivo e imunológico. Após analisarem 21 casais se beijando, concluíram que o ato é uma forma evolutiva de justamente trocar esta microbiota e garantir uma cumplicidade no combate às infecções.

"Beijar intimamente com contato de língua e saliva é um comportamento comum em quase 90% das culturas conhecidas. A explicação para isso existir inclui essa troca de bactérias que existem na cavidade oral", explica Remco Kurt, responsável pelo Netherlands Organisation for Applied Scientific Research.

Segundo ele, quanto mais um casal se beija mais ele troca bactérias e, consequentemente, altera a sua microbiota, dando origem à um conjunto mais parecido possível com o do parceiro. Isso significa que pessoas que se beijam ao menos nove vezes por dia têm caracterísicas similares nessa região e estão igualmente preparadas para digerir os mesmos alimentos e combater as mesmas doenças.

Os cientistas explicam ainda que estes resultados vêm justamente provar que o excesso de preocupação com higiene da sociedade moderna é que causou um enorme crescimento de alergias e problemas de saúde. O excesso de casos de asma, por exemplo, muito se deve à exposição insuficiente aos germes que muita gente vive no dia a dia.

O professor Graham Rook, imunologista da Universidade de Londres, vai além nesta causa e afirma que as pessoas deviam eventualmente comer alimentos que caíram do chão, ter um cachorro e beijar os pais como algumas das formas mais eficientes de evitar as alergias. Ele diz que o corpo vive em "constante sistema de alerta" justamente porque não está acostumado a viver bem com germes. "Quando o corpo não exige que o sistema imunológico seja usado, ele é desligado completamente".

Fonte: http://saude.terra.com.br

Pesquisa informou que horários alternativos podem diminuir capacidade intelectual e causar doenças que vão de câncer de ...
17/11/2014

Pesquisa informou que horários alternativos podem diminuir capacidade intelectual e causar doenças que vão de câncer de mama à obesidade.

Trabalhar em horários "antissociais" pode envelhecer o cérebro prematuramente e diminuir a capacidade intelectual, de acordo com cientistas das universidades de Toulouse, na França, e Swansea, no País de Gales.

O estudo, publicado na revista Occupational and Environmental Medicine, afirma que dez anos de jornadas de trabalho instáveis envelhecem o cérebro em mais de seis anos.

Na pesquisa, depois que as pessoas pararam de trabalhar em horários alternados, houve recuperação, mas o cérebro demorou cinco anos para voltar ao normal.

Os efeitos nocivos de trabalhar contra o relógio biológico, de câncer de mama à obesidade, já eram conhecidos. O relógio interno do corpo é projetado para que as pessoas estejam ativas durante o dia e durmam à noite.

O novo estudo explora o impacto também sobre a mente. O cérebro naturalmente perde sua capacidade à medida que envelhecemos, mas os pesquisadores disseram que trabalhar em turnos antissociais acelera o processo. Três mil pessoas na França foram submetidas a te**es de memória, velocidade de pensamento e capacidade cognitiva.

Quem havia trabalhado mais de dez anos em turnos instáveis obteve resultados comparáveis a uma pessoa seis anos e meio mais velha.

Perda significativa

"Houve uma perda significativa na função cerebral. É provável que as pessoas cometam mais erros e deslizes ao tentar executar tarefas cognitivas complexas. Talvez uma em cem cometa erros com consequências importantes, mas é difícil medir a diferença que isso faz no dia a dia", disse Philip Tucker, que integrou a equipe de pesquisadores em Swansea.

Com base nos resultados, ele disse que evitaria trabalhos noturnos "se possível", mas observou que estes turnos são um "mal necessário" do qual a sociedade não pode prescindir.

"Há maneiras de mitigar os efeitos na forma como você planeja os horários de trabalho. Além disso, check-ups médicos devem incluir te**es de desempenho cognitivo para buscar sinais de perigo", indicou.

Michael Hastings, do laboratório de biologia molecular da organização britânica Medical Research Council, disse à BBC que "a possibilidade de reverter o quadro é uma descoberta muito animadora". "Não importa o quão comprometida uma pessoa esteja, sempre há esperança de recuperação", ele disse. "Ninguém havia demonstrado isso."

Porém, Derk-Jan Dijk, do Centro de Sono de Surrey, observou que, em outras pesquisas, aposentados que costumavam trabalhar de madrugada ainda tinham um sono pior do que pessoas que nunca tinham trabalhado em horários insalubres. "Ou seja, alguns desses efeitos podem não ser tão facilmente ou rapidamente revertidos", afirmou

Demência

Para Hastings, os resultados da pesquisa podem ter implicações para o tratamento de demência, conhecida por prejudicar os padrões de sono de forma semelhante ao trabalho por turnos.

"É improvável que possamos reverter a neurodegeneração apenas mantendo o ciclo vigília-sono o mais sólido possível. Mas você pode melhorar uma das suas consequências", explicou.

"Em casas de repouso, uma coisa que você pode fazer para ajudar (os pacientes) é estabelecer uma rotina diária. Eles precisam de claridade durante o dia, descanso à noite e medicação apropriada, como a melatonina antes de dormir."

Fonte: http://saude.terra.com.br

VAGAS LIMITADAS! Curso Audiologia Ocupacional.
14/11/2014

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A partir desta sexta-feira, grávidas, mães, pais, profissionais de saúde e qualquer outra pessoa interessada em partos p...
10/11/2014

A partir desta sexta-feira, grávidas, mães, pais, profissionais de saúde e qualquer outra pessoa interessada em partos podem opinar em uma consulta pública online realizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que pode ajudar a reduzir a "epidemia" de cesarianas realizadas na rede particular de saúde no Brasil.

Autoridades de saúde dizem que a realização de cesáreas aumenta os riscos para a mãe e o bebê. O índice desse tipo de parto chega a 84% em hospitais privados, que atendem majoritariamente pacientes com planos de saúde, enquanto que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de 15%.

A agência propôs duas resoluções para combater o problema. Uma prevê que a mulher receba um Cartão da Gestante, com dados sobre seu pré-natal para ser apresentado na maternidade, e um Partograma um documento que detalha a evolução do trabalho de parto e as condições da mãe e do bebê.

A outra é mais polêmica, já que prevê que os planos sejam obrigados a divulgar a porcentagem de cesáreas e partos normais de médicos e hospitais conveniados.

Assim, se a norma for aprovada, qualquer mulher, independentemente de estar grávida ou não, pode ligar para seu plano de saúde para saber que tipo de parto determinado médico ou hospital costumam fazer.

Melhor informada sobre o tipo de conduta que o obstetra costuma ter, a grávida teria uma ferramenta a mais para decidir se o que ela espera de seu parto é compatível com aquele profissional.

"Pela nossa proposta, as beneficiárias do plano entram em contato fazendo essa demanda e recebem um protocolo. Os planos terão então 30 dias para responder. Caso contrário, devem pagar uma multa de R$ 25 mil por protocolo não cumprido", explicou à BBC Brasil Karla Coelho, gerente de Assistência à Saúde da ANS.

De acordo com a agência, os interessados devem enviar sugestões via um formulário disponível site da ANS até 23 de novembro.

"Uma equipe vai receber e filtrar essas contribuições, que depois serão aprovadas pela diretoria. A expectativa é a de que isso ocorra até 15 de dezembro”, explica Coelho.

Em coletiva para anunciar as medidas, integrantes tanto da ANS quanto do Ministério da Saúde, ao qual a agência é vinculada, informaram que o objetivo não é "demonizar" a cesárea, já que em muitos casos ela salva vidas.

Mas lembraram que, sem indicação médica, ela traz problemas à saúde da mulher e do recém-nascido, como aumentar em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios no recém-nascido e triplicar o risco de morte materna.

Além disso, cerca de 25% dos óbitos neonatais no país estão relacionados à prematuridade, uma condição que pode vir ligada a uma cesárea desnecessária.

Ouvidos pela BBC Brasil, profissionais ligados à área de saúde concordam que é preciso tomar medidas para fazer o Brasil deixar a posição de número um em cesáreas de todo o mundo. Mesmo assim, as medidas da ANS causaram polêmica.

Defensoras dos direitos das mulheres e o Ministério Público, que moveu uma ação cobrando mais medidas da ANS para coibir cesáreas desnecessárias, elogiaram a divulgação da taxa de cesáreas, apesar de acharem que elas são apenas um primeiro passo.

Já um representante da classe médica disse que a medida "não deve surtir efeito" e "viola a autonomia médica". Confira:

LUCIANA COSTA PINTO, PROCURADORA FEDERAL E UMA DAS RESPONSÁVEIS PELA AÇÃO CIVIL QUE COBRA DA ANS MEDIDAS QUE AJUDARIAM NA REDUÇÃO DO NÚMERO DE CESARIANAS E PROMOÇÃO DO PARTO HUMANIZADO

"As propostas são boas e devem ajudar bastante, mas são insuficientes para começar a mudar algo para valer.

Divulgar as taxas de cesáreas é ótimo, afinal, quanto mais dados, melhor para a gestante. Essa era nossa principal demanda, porque são muito comuns os casos de médicos que, ao longo da gestação, convencem a grávida que queria parto normal a fazer uma cesárea.

Ela tem direito à informação, até como consumidora. Estou otimista quanto à aprovação das propostas. E será somente depois disso que o juiz vai dar a sentença na ação civil que cobra medidas da ANS."

ANA LUCIA KEUNECKE, ADVOGADA DA ARTEMIS, ONG QUE LUTA PELA AUTONOMIA FEMININA E PELA ERRADICAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

"As medidas propostas são o início do caminho da mudança. Ainda falta muita coisa, mas divulgar as taxas de cesáreas é ótimo porque a gestante terá uma informação clara e precisa do tipo de profissional que é aquele médico - e verá se ele é do tipo intervencionista ou 'cesarista', que faz poucos partos normais.

Obstetras exercem uma prestação de serviço. E por isso o Código de Defesa do Consumidor determina que as informações precisam ser claras e precisas.

A Artemis vai participar da consulta pública da ANS, sugerindo ideias sobre como aprimorar essas duas resoluções e algumas outras novas.

A decisão da ANS de propôr essas normas é uma resposta a uma ação judicial, que cobrava da agência medidas para reduzir as cesarianas na rede privada.

Em agosto, o juiz deu 60 dias para a ANS postular uma minuta para atender os objetivos da ação. Mas é preciso deixar claro que essa imposição judicial não tira o impacto positivo da iniciativa.

Sobre as propostas serem um reflexo direto da ação civil, a A ANS afirmou que "faz um trabalho contínuo para a promoção do parto normal e a redução do número de cesarianas desnecessárias, no qual o Ministério Público e outros órgãos são parceiros, sendo que há iniciativas sendo tomadas desde 2004. "

VERA SAMPAIO, GERENTE DE REGULAÇÃO DE SAÚDE DA FEDERAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR (FENASAÚDE)

"Já temos essas taxas em nossos arquivos, mas falta sistematizá-las. Ainda não sabemos como isso pode ser colocado em prática, operacionalmente falando, mas acho que não vai ser um custo grande para as operadoras.

Mas seria melhor se fosse passado o número de cada tipo de parto e não a taxa. Assim, não haveria problema se um médico tiver poucos partos por determinado plano e justamente estes precisaram ser cesáreas. Não daria uma imagem errada do profissional.

Mas, para reduzir mesmo o número de cesáreas, é preciso mudar todo o modelo de atendimento. E isso inclui ter uma equipe multidisciplinar, não focar apenas no médico, incluir o enfermeiro obstetra para casos sem complicações.
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Mas para isso é preciso mudar a cultura dos médicos, e há uma resistência em relação a isso."

DR. JOÃO STEIBEL, PRESIDENTE DA COMISSÃO DE ASSISTÊNCIA AO PARTO, ABORTAMENTO E PUERPÉRIO DA FEBRASGO (FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS SOCIEDADES DE GINECOLOGIA E OBSTRETÍCIA)

"Eu não vejo problema nessa proposta da ANS. É um direito da paciente saber o que quiser.

Mas ela interfere na autonomia do médico, pois são dados específicos. De repente, o médico não quer dizer. E se meu índice de cesárea é 80% e eu não quero divulgar?

É uma medida fraquinha, que, acho eu, não vai diminuir o número de cesáreas.

Alguns médicos indicam cesárea por convicção. E são os médicos mais jovens, e normalmente mulheres, que são os mais convictos.

O que é preciso entender é que a cesárea em si não é um problema, é como uma rinoplastia.

Ela traz uma vantagem para paciente, que é a praticidade. Já o parto normal, para a paciente, é melhor por causa da recuperação, que é mais rápida. Agora, para o bebê, depois de 39 semanas, não faz diferença (se é cesárea ou parto normal).

A taxa de problemas em uma cesariana não é mais alta do que em um parto normal. A ANS diz isso porque só usa os trabalhos que dizem que cesáreas são um problema. Isso não é uma verdade absoluta. Existem 30 trabalhos dizendo isso. Mas existem outros 30 dizendo o contrário.

Não sei qual medida seria mais produtiva. Mas eu vou falar com o presidente (da Febrasgo) porque acho que é hora de a gente começar a se mexer (para diminuir estas taxas)."

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA (CFM)

O CFM informou por meio de nota que tem desde 2010 uma comissão para discutir como reduzir o número de cesáreas e estimular o parto normal, mas que a comissão atualmente está em estado de espera.

Informou ainda que o órgão está analisando as propostas da ANS e pretende se pronunciar em breve.

Fonte: www.terra.com.br/saude

Bom dia Saúde!
10/11/2014

Bom dia Saúde!

07/11/2014
Hábitos comuns como esconder produtos lights na geladeira e servir comida na mesa podem colaborar para rotina pouco saud...
31/10/2014

Hábitos comuns como esconder produtos lights na geladeira e servir comida na mesa podem colaborar para rotina pouco saudável.

Se você pensa que, ao ficar dentro de casa, estará livre de lanchonestes, restaurantes de fast food e assim terá mais chances de manter a forma, bom, pense de novo. Segundo uma lista feita pelo site Health, pequenos e comuns hábitos, como servir comida na mesa, podem estar colaborando com um peso acima do ideal. Não acredita? Então veja abaixo.

Prateleiras da cozinha lotadas

Se as prateleiras de sua casa estão lotadas de embalagens de comida abertas e com conteúdo pela metade, está na hora de repensar em seus métodos de organização. "Um s**o de batatas em evidência pode acionar o radar de comida em sua cabeça", diz o médico Sherry Pagoto. O ideal é limpar os armários com regularidade, se livrando de embalagens de alimentos que já tenham sido consumidos.

Suas maçãs estão escondidas na geladeiras

Outro hábito bastante comum que influencia em costumes pouco saudáveis é o de colocar frutas que não precisam ser refrigeradas na geladeira. Até mesmo esconder vegetais em uma gaveta que nem quem vive na casa lembra que existe. Neste caso, compre uma bela cesta de frutas que te incentive a mantê-la cheia o tempo todo, mesmo que seja pelo bem da decoração. Pense também em colocar seus vegetais em locais com acesso um pouco mais fácil.

Seus equipamentos de exercício estão sempre guardados

É normal que quem possui equipamentos de exercício os guarde para evitar bagunça, especialmente quando vai receber visitas. Mas isso não acontece sempre, não é mesmo? Então procure deixar seus equipamentos sempre em um lugar em que você possa notá-lo, de maneira bem organizada. Assim, o combate ao sedentarismo estará sempre em pauta na sua cabeça.

Você serve suas refeições na mesa

Pode não parecer, mas isso pode te deixar mais gordinho, sim. Servir comida na mesa é uma tentação total para comer demais. Imagine todos aqueles alimentos ali, há uma esticada de braço de distância. O ideal neste caso é deixar os alimentos nas panelas/geladeiras mesmo, assim você ao menos terá que se esforçar um pouco mais para comer, o que pode fazer você pensar duas vezes no caminho.

Sua casa tem ambiente muito "preguiçoso" durante a noite

Sofá confortável, TV moderna, luzes apagadas, silêncio... sua casa é um convite irrecusável para vestir calças de moletom e tirar um cochilo assistindo novela. A dica é animar um pouco esse clima. Vista roupas mais casuais, coloque uma música animada. O som ambiente, segundo estudo da PLOS One, influencia na escolha entre deitar no sofá ou sair para fazer uma caminhada após o jantar.

Você tem muitas televisões

"Hora de assistir TV é hora de sedentarismo", diz Pagoto. Ou seja, quanto mais televisões você tiver em casa, mais chances de parar em frente à elas você terá e, consequentemente, horas sedentárias serão cada vez mais comuns. Ou seja, livre-se daquela TV no seu quarto, uma só na sala já é o bastante.

Fonte: www.terra.com.br/saude

Aids, Gripe Espanhola e Peste Negra são algumas das doenças que marcaram a história com muitas mortes.O ebola foi identi...
30/10/2014

Aids, Gripe Espanhola e Peste Negra são algumas das doenças que marcaram a história com muitas mortes.

O ebola foi identificado pela primeira vez em 1976 e, em 2014, apresenta sua pior epidemia, com mais de 4,5 mil mortos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). A doença causada por vírus, com taxa de letalidade que pode chegar até 90%, é uma das que se espalharam rapidamente e causaram muitas mortes. A doença não é transmitida pelo ar, como a gripe, mas está causando preocupação mundial exatamente por causa de sua capacidade de matar o infectado.

Mesmo com um discurso que pretende acalmar a população, o site oficial da Casa Branca, por exemplo, tem um artigo sobre o assunto. No espaço, está publicada uma frase do presidente Obama: “Quero que as pessoas entendam que os perigos de contrair ebola, os perigos de uma grave epidemia, são extraordinariamente baixos. Mas nós estamos levando isso muito a sério nos mais altos níveis do governo.”

Segundo site, a única maneira que uma pessoa contrair ebola é entrar em contato com os fluidos corporais de alguém que já esteja mostrando os sintomas da doença, como urina, saliva, suor, fezes, vômito, leite materno e sêmen.

Confira abaixo outras epidemias e pandemias que marcaram a história:

Aids

Em 1881, foram detectados os primeiros casos de Aids nos Estados Unidos. Causada pelo vírus HIV, destrói o sistema imunológico. Segundo a OMS, desde o início da epidemia, quase 75 milhões de pessoas foram infectadas com o vírus e cerca de 36 milhões morreram por conta da doença.

Cólera

A primeira pandemia de cólera começou em 1817 na Índia, se espalhou pelo sudeste da Ásia e, mais tarde, para outras localidades. Terminou em 1824 e o total de mortos permanece desconhecido, mas alguns estimam que só Bangcoc, na Tailância, deve ter registrado 30 mil mortes. Ao longo dos anos, partes do mundo têm sido esporadicamente afetadas pelos surtos da doença. É uma infecção intestinal aguda causada pela ingestão de alimentos ou água contaminados com a bactéria Vibrio cholerae.

Gripe Espanhola

A gripe ocorre no mundo todo, seja de forma esporádica, como surto localizado, ou regional, em epidemias e também como devastadoras pandemias. Segundo dados da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), durante o século 20, foram descritas três pandemias, sendo a chamada “Gripe Espanhola”, em 1918/19, a de efeitos mais graves, tendo causado mais de 20 milhões de mortes em todo o mundo. As outras foram a “Gripe Asiática”, no fim dos anos 50, e “Gripe de Hong Kong”, no fim da década de 1960.

Gripe H1N1

No dia 24 de abril de 2009, a OMS fez o alerta sobre o surgimento da Influenza A (H1N1), inicialmente chamada de gripe suína. Em agosto do ano seguinte, anunciou o início da fase pós-pandêmica, que significa que o vírus continuava circulando no mundo, mas junto com outros vírus sazonais (da gripe comum) e em intensidade diferente entre os países. Segundo a OMS, foram 18,5 mil mortes comprovadamente relacionadas à doença entre abril de 2009 e agosto de 2010. No entanto, estudo publicado em 2012 no The Lancet Infectious Diseases estimou que a pandemia teria matado 15 vezes mais que os dados oficiais.

Peste negra

A pandemia conhecida como Peste Negra aconteceu no século 14 e acredita-se que tenha matado cerca de um terço da população europeia. A doença é transmitida pela picada de pulga infectada pela bactéria Yersinia pestis, que se apresenta sob a forma de bacilo Gram-negativo, segundo o Ministério da Saúde.

Sars

A epidemia da doença viral chamada de Síndrome Respiratória Aguda Grave, a Sars (abreviação de severe acute respiratory syndrome, em inglês), começou na Ásia e contaminou mais de 8 mil pessoas e levou a mais de 700 mortes em 2003, segundo a OMS. Foi a primeira grande epidemia do século 21. Apesar do número relativamente baixo de mortes, atrapalhou economia, comércio e viagens.

Varíola

Depois de grande campanha de vacinação mundial, a varíola é o primeiro vírus erradicado na história na década de 1970. Permaneceu sem tratamento durante séculos e chegava a matar 30% dos infectados. Dados indicam 300 milhões de mortes só no século 20.

Fonte: www.terra.com.br/saude

Descoberta foi feita após experimento com ratos, que comeram menos depois de serem expostos a luz ultravioleta.A exposiç...
27/10/2014

Descoberta foi feita após experimento com ratos, que comeram menos depois de serem expostos a luz ultravioleta.

A exposição ao sol pode desacelerar o ganho de peso e o desenvolvimento de diabetes tipo 2, segundo pesquisa realizada em ratos. Cientistas descobriram que a radiação ultravioleta nesses animais superalimentados fez com que os animais comessem menos. Mas a vitamina D, produzida pelo corpo em resposta à luz solar, não estaria envolvida no fenômeno, disse o estudo.

Após o tratamento com luz ultravioleta, os ratos do estudo também apresentaram menores sinais de alerta de diabetes tipo 2, tais como níveis anormais de glicose e resistência à insulina (condição em que a insulina produzida pelo corpo é insuficiente ou ineficiente para processar a glicose nas células).

Estes efeitos estavam ligados ao óxido nítrico, que é liberado pela pele após a exposição à luz solar. O mesmo efeito foi obtido quando um creme contendo este composto foi aplicado sobre a pele dos ratos.

Os pesquisadores disseram que os resultados devem ser interpretados com cautela, pois ratos são animais noturnos, cobertos de pelo, e que normalmente não são expostos a muita luz solar.

A descoberta, feita por cientistas de Edimburgo (Escócia), Southampton (Inglaterra) e Perth (Austrália), foi divulgada na publicação científica Diabetes. Mais pesquisas são necessárias para descobrir se a luz do sol tem o mesmo efeito em humanos, disseram especialistas.

"Nós sabemos de estudos epidemiológicos que aqueles que tomam sol vivem mais do que aqueles que passam a vida na sombra. Estudos como esse nos ajudam a entender como o sol pode ser bom para nós", disse Richard Weller, professor de dermatologia da Universidade de Edimburgo.

"Precisamos lembrar que o câncer de pele não é a única doença que pode matar e talvez devessemos equilibrar o nosso conselho de exposição ao sol".

Shelley Gorman, do Instituto Telethon Kids, de Perth, na Austrália, e principal autora do estudo, disse que os resultados mostraram que a luz do sol era um elemento importante de um estilo de vida saudável.

"Eles sugerem que a exposição ocasional da pele à luz solar, juntamente com a prática de exercícios e uma dieta saudável, pode ajudar a prevenir o desenvolvimento da obesidade em crianças".

Fonte: www.terra.com.br/saude

Estudos mostram que a exposição de luzes de tablets, computadores e smartphones podem ser prejudiciais. A luz artificial...
22/10/2014

Estudos mostram que a exposição de luzes de tablets, computadores e smartphones podem ser prejudiciais.

A luz artificial mudou a forma como a raça humana viveu os últimos 100 anos. Mas as preocupações estão aumentando acerca da exposição a ela, que, estima-se, quadriplicou entre 1950 e 2000. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

Mesmo para quem não trabalha durante a noite, é praticamente impossível evitar o ofuscamento noturno a partir de lâmpadas de rua, lanternas de carros e luzes de TVs, computadores e smartphones.

Este tipo de iluminação afeta o ritmo circadiano – o relógio biológico do corpo – e a produção de melanina, hormônio liberado pela glândula pineal.

Veja, a seguir, de que forma este processo pode gerar problemas e afetar a sua saúde.

Quilinhos a mais
Cientistas da Universidade de Northwestern, em Chicago, descobriram recentemente que a exposição à luz de computadores e smartphones podem levar ao ganho de peso. Ela aumentaria a angústia da fome e pode fazer isso durar por horas.

Uma razão apontada é que estes aparelhos emitem mais luz azul, do tipo que geralmente funciona como uma chamada para o relógio do corpo acordar e repor seus estoques de energia.

O estudo mostrou que a exposição por três horas durante a noite estimula o apetite.

Risco de câncer
O uso ocasional de dispositivos tarde da noite não deve trazer danos, mas, repetidamente, pode aumentar o risco de câncer. Um relatório publicado no European Journal of Cancer Prevention mostrou uma análise de 16 estudos nesse sentido. Pesquisadores de uma universidade chinesa descobriram que o hábito pode aumentar em até 17% as chances do câncer de mama.

Outros estudos mostraram que enfermeiras que trabalham durante a noite podem sentir esse efeito – uma teoria é que isso corrompe o equilíbrio hormonal do corpo e cria o ambiente ideal para o desenvolvimento do câncer.

Crianças ansiosas
Pesquisa realizada com animais sugere que a exposição noturna à luz torna as crianças mais ansiosas. Um estudo publicado no jornal Physiologu and Behaviour mostrou que bebês de ratos expostos à luz durante a noite apresentaram mais sinais de estresse e ansiedade do que os que dormiram na escuridão, provavelmente por ter aumentado os níveis do hormônio do estresse, o cortisol.

Outra pesquisa, publicada no mês passado, mostrou que crianças podem ser mais suscetíveis à supressão da melatonina do que os adultos.

Diabetes tipo 2
Uma pesquisa publicada no jornal Chronobiology International mostrou que os idosos são mais propensos a desenvolver diabetes ao se sentarem por quatro horas diante de luzes brilhantes antes de se deitar.

Cientistas japoneses verificaram que pacientes expostos a luzes brilhantes à noite se mostraram 50% mais propensos a desenvolver a doença. Isso pode ser explicado pelo fato de o relógio do corpo ter um papel importante no controle dos níveis de açúcar no sangue.

Mau humor
Enquanto uma boa noite de sono pode fazer muito bem, a exposição noturna à luz pode ter o efeito oposto em sua saúde mental e psíquica. Estudos recentes da Universidade de Ohio mostraram que hamsters fêmeas expostas à luz durante a noite demonstraram sinais de mau humor e depressão.

Cientistas descobriram que os animais também apresentavam níveis mais elevados de sangue de fator de necrose tumoral, proteína que envia mensagens em resposta à lesões ou inflamações. A elevação constante dessa proteína também tem sido associada à depressão.

Sonolência durante o dia
A exposição à luz azul – o tipo que vem de smartphones, tablets e laptos – pode fazer com que você se sinta sonolento no dia seguinte, mesmo que tenha tido uma boa noite de sono. Essa é a conclusão de um estudo recente da Universidade de Tsukuba, no Japão, onde nove homens foram expostos à luz azul ou a nenhuma luz por duas horas antes de irem para a cama.

Embora tenham dormido o mesmo tempo, na manhã seguinte os pesquisadores notaram que os altos níveis de sonolência estavam entre os que tiveram expostos à luz azul. O metabolismo deles se tornou mais lento, sugerindo que este tipo de luz interrompe a habilidade do relógio do corpo de dar início às atividades pela manhã.

Fonte: www.terra.com.br/saude

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