Psicóloga Bruna Vilas Boas

Psicóloga Bruna Vilas Boas CRP 06/149017 Psicóloga Clinica e Palestrante

Nesses dias de comemorações, dia dos pais, dia das mães, quem me conhece sabe que eu não sou muito fã. Acho que amor, ca...
10/08/2026

Nesses dias de comemorações, dia dos pais, dia das mães, quem me conhece sabe que eu não sou muito fã. Acho que amor, carinho e reconhecimento são coisas para serem vividas no dia a dia, e não só em uma data.

Mas vou aproveitar o espaço para te falar algumas coisas.

Eu sei que tenho meus defeitos. Sou teimosa, às vezes autoritária, brava, insistente… você sabe bem. E, de alguma forma, essas mesmas características que podem ser tão difíceis também fizeram parte das coisas que me fizeram te escolher.

Eu te escolhi. E quando fiz isso, escolhi também, sem nem saber direito, o pai que eu queria que os meus filhos tivessem.

E nisso eu acertei muito.

O Theo é a sua cara. E o Rogério é a minha, por mais que você diga que não hahaha.

Mas o mais bonito de tudo é poder dar para eles o pai que eles têm. O pai que luta, que trabalha, que dança, que br**ca, que ensina, que prova, que se vira, que não mede esforços. O pai que está ali, que participa, que se preocupa e que faz de tudo por eles.

Eles ainda são pequenos e talvez não entendam isso agora, mas um dia vão entender o tamanho da sorte que tiveram.

Você é esse cara agitado, responsável, engraçado, esforçado, intenso, com esse seu jeito único de ver a vida. E, no fim, é exatamente esse conjunto todo que faz você ser você.

Eu te escolhi para dividir a vida comigo e, olhando para os nossos meninos, tenho ainda mais certeza dessa escolha.

Nós te amamos muito.

Obrigada por tudo. ❤️

20/07/2026

Esse vídeo me fez lembrar de algo que digo com frequência aos meus supervisionandos: olhar, tecnicamente, muita gente consegue. Mas enxergar uma pessoa é diferente.

Ao contrário do que muitos imaginam, esse olhar não é apenas algo espontâneo. Ele também é treinado. Todos os dias escolhemos a forma como vamos olhar para a vida, para as pessoas e para o ser humano.

Na clínica, isso me faz pensar em quantas vezes atendemos um caso e deixamos de atender uma pessoa. Olhamos para a teoria, para o diagnóstico ou para a técnica, quando, na verdade, existe alguém diante de nós precisando ser visto.

A técnica é essencial. A teoria também. Elas nos orientam e sustentam o nosso trabalho. Mas nenhuma delas pode ocupar o lugar da humanidade. Afinal, é a partir da nossa forma de compreender o outro que a técnica ganha sentido e se transforma em cuidado.

Na Psicologia, a ética estabelece os limites da relação terapêutica. E acredito que a verdadeira proximidade não acontece pela ausência desses limites, mas pela presença do respeito. Respeito que acolhe sem invadir, valida sem assumir e acompanha sem ultrapassar o espaço do outro.

Por isso, esse olhar vai além da ética. Ele fala sobre a escolha que fazemos todos os dias de como enxergamos as pessoas.

A forma como você decide olhar para o ser humano é uma escolha.

Que possamos escolher enxergar cada pessoa não pelo que gostaríamos que ela fosse, mas pelo que ela precisa naquele momento.

A vida como ela é (e tudo bem).Já passa de meia-noite. Eu com certeza deveria estar dormindo. Afinal, o dia logo ali na ...
16/07/2026

A vida como ela é (e tudo bem).

Já passa de meia-noite. Eu com certeza deveria estar dormindo. Afinal, o dia logo ali na frente será cheio: viagem, trabalho, as crianças acordando cedo (e provavelmente ainda esta noite), comida para preparar, malas para arrumar... Enfim, tenho a vida acontecendo em toda a sua beleza e, neste exato minuto, em toda a sua angústia.
Decidi escrever este texto porque, como psicóloga, muitas vezes carrego ou as pessoas depositam em mim a expectativa de que eu não deveria sentir ou que deveria saber exatamente como blindar a ansiedade, as preocupações e os medos. Como se a profissão me isentasse de viver a angústia como ela é.
Mas a verdade é que cá estou. Deitada, pensativa sobre planos, estratégias e receios, sabendo muito bem que essa falta de sono vai pesar logo mais. Vai ser um dia cansativo. Mesmo assim, reconheço que hoje, neste exato momento, eu escolho dar espaço para a minha ansiedade e minhas inquietações.
Estou consciente das consequências disso, e tudo bem.
O que quero dizer com isso é simples: está tudo bem não estar bem o tempo todo.
Isso não signif**a que estou patologicamente ansiosa ou deprimida.
Não signif**a sequer que estou triste. Signif**a apenas que estou reflexiva, pensativa e questionando a vida e a fé. Nesses momentos, o amparo da fé nos dá colo para acolher a dor sem que ela precise ser rotulada como algo ruim. É apenas a dor como ela é. A vida como ela é.
A intenção destas linhas é lembrar que:
Nem tudo é doença.
Nem tudo é problema.
Nem tudo é ruim.
Nem tudo é maior do que parece. Algumas coisas são apenas o que são.

Por isso, aproveite para se conhecer tanto no medo quanto na alegria. Seja consciente de quem você é e de como age, sem medo de sentir o que tiver que ser sentido. Deixe as decepções, as dores e as dúvidas do momento descansarem um pouco aqui, e entregue todo o resto a Deus.

Que sejamos conscientes dos nossos sentimentos, corajosos para vivê-los sem medo do que representam e sensíveis para reconhecer o propósito de cada um deles em nossas vidas.

19/06/2026

Theo e a aula sobre batata doce!

01/06/2026

Amar é uma decisão.

Quando essa decisão é bem elaborada, ela não depende da aprovação, do reconhecimento ou da forma como os outros nos enxergam. Ela nasce da consciência de quem somos e da capacidade que temos de oferecer o nosso melhor.

Escolher o amor não signif**a aceitar tudo ou ignorar limites. Signif**a agir com maturidade, respeito e coerência, mesmo diante de julgamentos, diferenças ou incompreensões.

Amar de forma racional e saudável é entender que o amor fala mais sobre quem escolhemos ser do que sobre aquilo que recebemos dos outros.

Esse final de semana foi sobre amor, entrega e fé. Vivemos um encontro tão especial, cheio de dinâmicas, aprendizado e m...
24/05/2026

Esse final de semana foi sobre amor, entrega e fé.

Vivemos um encontro tão especial, cheio de dinâmicas, aprendizado e momentos que fortaleceram ainda mais a nossa união como casal, lembrando aquilo que realmente sustenta nossa família: Deus no centro de tudo.

As crianças não foram conosco dessa vez, e deixá-las em casa aos cuidados dos nossos familiares também fez parte desse propósito, para que pudéssemos viver esse tempo de forma inteira, buscando sermos de fato uma só carne diante de Deus.

E hoje, no aniversário de 4 anos do Theo, meu coração de mãe sentiu o desafio de não comemorar essa data exatamente como imaginei, porque escolhemos estar totalmente entregues a Deus e ao propósito que Ele nos chamou a viver nesses dias.

Mas, em meio a tudo, Deus trouxe paz ao meu coração e me mostrou algo muito maior: sem Ele, nada existiria. Nada faria sentido.

E entendi mais uma vez que a maior herança que podemos deixar para o Theo não é algo material… é o exemplo de uma família unida, firmada no amor, na presença de Deus e na fé como única estrutura verdadeira para o caminho da vida.

Que ele cresça sabendo que tudo passa, mas quem permanece em Deus nunca estará sem direção.

“Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.”
Josué 24:15

E a Vic casou…E aquilo que sempre foi doce nela, finalmente encontrou o seu lugar. Quem conhece, entende.Há 15 anos, eu ...
06/05/2026

E a Vic casou…
E aquilo que sempre foi doce nela, finalmente encontrou o seu lugar. Quem conhece, entende.

Há 15 anos, eu conhecia uma das pessoas mais doces que já passaram pela minha vida. Engraçada, leve… e um pouco doida também — do tipo que t**a ir pra balada com alguém que mal conhece e ainda dormir na casa dela depois. Eu nova… e ela mais nova ainda.

Desde sempre, intensa.
Obstinada.

Eu vi você sair de menina e se tornar mulher.
De dependente a independente.
De namorada… a esposa.

A nossa conexão começou lá atrás e foi crescendo, se fortalecendo, virando muito mais do que qualquer rótulo poderia explicar.
Cunhadas, sim…
Mas também amigas.
Companheiras.
Dinda do meu filho.
Irmã que a vida me deu através do meu marido.

Hoje, te ver se tornar a senhora Topein fez passar um filme inteiro na minha cabeça.
E que orgulho eu sinto de você.
Da sua história.
Da sua força.
Da sua coragem de se construir.

Nossa família ficou ainda mais completa com o seu “sim”.

Atrasada…
Demorada…
Confusa…
Indecisa…
Tão você.

E talvez seja justamente isso que te faz tão bonita — porque ser quem você é também passa pelas dúvidas, pelas pausas, pelos caminhos tortos.

Sem dúvidas, eu sempre te amei.
Mas essa sua nova versão… tem ainda mais a minha admiração, lealdade e amor.

Seja feliz, Vic.
Aqui você tem uma torcida inteira.

Agora, por favor… me encha de sobrinhos.

Te amamos 🤍

É curioso como cada pessoa conta uma história a partir da própria ótica, da forma como sente, interpreta e precisa enxer...
23/04/2026

É curioso como cada pessoa conta uma história a partir da própria ótica, da forma como sente, interpreta e precisa enxergar. E, de certa forma, isso é humano. Nem sempre é fácil compreender o que de fato aconteceu… muito menos o que o outro gostaria que fosse compreendido.

Mas o que mais me faz refletir são aqueles que “compram” versões que nem sequer viveram. Pessoas que tomam partido de histórias que não são suas, acreditando que o olhar do outro pode definir uma verdade absoluta.

Psicologicamente, isso tem explicação: buscamos coerência, pertencimento e validação. Nosso cérebro tende a preencher lacunas com narrativas que fazem sentido para nós mesmo, ainda que pareça incompletas ou distorcidas. É mais confortável acreditar em uma versão do que lidar com a complexidade dos fatos.

E aí deixo uma pergunta:
A verdade que você aceita do outro fala mais sobre o que realmente aconteceu… ou sobre o que você quer que seja verdade?

No meio disso tudo, surgem suposições, julgamentos e barreiras, muitas vezes construídas sobre percepções rasas que acabam escondendo o que realmente importa.

Porque, no fim, quase sempre existem três versões:
A história de um
A história do outro
E o que, de fato, aconteceu

E encerro com outra reflexão:
Nas relações que você manteve , ou das quais se afastou, foram realmente suas decisões… ou elas também foram influenciadas pela ótica de alguém?

Na imagem, o silêncio fala mais alto que qualquer palavra. O corpo de Jesus Cristo, marcado pela dor, revela algo que va...
03/04/2026

Na imagem, o silêncio fala mais alto que qualquer palavra. O corpo de Jesus Cristo, marcado pela dor, revela algo que vai além do sofrimento: um amor que não desistiu, que permaneceu, que se entregou por completo.

A Sexta-feira Santa nos convida a sentir, não apenas lembrar. Sentir a profundidade de um amor que escolheu f**ar, mesmo quando tudo doía. Um amor que acolhe nossas fraquezas, que entende nossos silêncios e que nunca se afasta, mesmo quando nos sentimos distantes.

Existe uma beleza silenciosa nessa entrega…
um amor que não exige, mas se oferece.
Que não aponta, mas perdoa.
Que não abandona, mas permanece.

Hoje, mais do que refletir, é dia de se permitir ser tocado por esse amor. De reconhecer que, mesmo nos dias mais difíceis, existe um cuidado que nos sustenta, uma presença que nos envolve e uma esperança que nunca se apaga.

Que a gente possa viver com mais entrega, mais compaixão e mais amor, daquele jeito que transforma tudo por onde passa.

Eu sinto que uma parte de mim se foi… para que outra pudesse começar.Mas, dentro disso, percebo que ainda não conheço es...
19/03/2026

Eu sinto que uma parte de mim se foi… para que outra pudesse começar.
Mas, dentro disso, percebo que ainda não conheço essa nova versão.

O que precisa acabar para que algo novo nasça?
O que, de fato, é esse recomeçar da vida?

São várias ideias, vários caminhos, vários “eus”.
Muito do que já fui… e, ao mesmo tempo, pouco do que realmente sou.

Carrego julgamentos.
Histórias mal contadas.
Pessoas que passaram pela minha vida, fizeram suas escolhas e foram embora…
Mas, antes de partir, se despediram da versão de mim que elas gostavam de ver.

E, muitas vezes, o que dizem sobre mim não fala de quem eu sou,
fala mais sobre o que existe dentro delas.

Talvez seja isso a vida:
interpretamos o mundo com aquilo que temos por dentro.
Talvez os fatos nem sejam absolutos…
mas a forma como eu olho para eles se torna a minha verdade.

A forma como eu olho para o outro…
também revela muito de mim.

E então me pergunto:
quem são as pessoas com quem você convive?
E, principalmente… quem é você quando está sozinho?

Sem nada para trocar.
Sem nada para fazer.
Apenas no silêncio — o único que é real.

Eu me questiono:
sou quem eu sou… ou sou quem eu preciso ser?

O que eu preciso ser hoje?
E amanhã? E depois?

No fim, f**a a reflexão:
você é quem você é… ou quem sente que precisa ser?
Sem medo do julgamento.
Sem medo da solidão.
Sem se tornar refém das expectativas dos outros.

E a sua fé… onde ela f**a?
Onde ela mora? Como ela se constrói?

Que a sua fé seja morada.
Que o seu ser seja livre e escolhido por você.

Que você seja feliz…
ou, ao menos, tenha coragem de reconhecer o que não te faz feliz
e siga em busca daquilo que te traz paz.

Endereço

Santos, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Psicóloga Bruna Vilas Boas posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar