23/08/2026
A IA está tornando a execução cada vez mais rápida, barata e acessível.
Pesquisar, escrever, analisar, criar, organizar e automatizar já não são mais o grande diferencial.
O problema mudou.
Quando executar deixa de ser o gargalo, o valor passa a estar em outra camada:
saber o que deve ser feito.
Os dados ajudam a mostrar isso.
Segundo o State of AI in Business 2025, do MIT, 60% das organizações avaliam soluções de IA, 20% chegam a rodar um piloto e apenas 5% conseguem gerar impacto real no resultado.
Ou seja:
só 1 em cada 20 organizações chega lá.
E o gargalo não parece estar na tecnologia.
Está em escolher o problema certo, definir prioridades, integrar a IA ao fluxo correto e tomar boas decisões.
A IA pode executar em escala.
Mas alguém ainda precisa dar a direção.
Execução sem direção só faz você chegar mais rápido ao lugar errado.
Escrevi um artigo completo sobre essa mudança e sobre por que o profissional mais valioso tende a ser cada vez menos o melhor executor — e cada vez mais quem sabe decidir o que vale a pena executar.
Comente DIREÇÃO e eu te envio o artigo completo.