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19/10/2018

Vermelho ou Verde oliva? F. Silveira/outubro2018

O principal, é evitar-se o quanto possivel, qualquer transformação que possa ocorrer com a Democracia.
Ela deve se manter intacta, pura, intocavel.
De nada adianta querer mostrar ao Povo os novos caminhos do Paraíso, quando se sabe que ele ainda não está disponivel para nós, neste exato momento.
Antes de tudo, o que espera é que os problemas nacionais sejam tratados com toda a racionalidade, clareza e verdade.
Não é omitindo as verdadeiras necessidades da Nação que se chega á verdade absoluta.
Não é negando, escamoteando ou, enganando que o Povo irá cair novamente nas armadilhas dos Políticos desonestos, dos Partidos demagógicos ou, radicais.
Estamos no momento decisivo, entre a Verdade e a Mentira; entre a racionalidade e a irracionalidade, entre o Mal e o Bem.
Saber discernir sobre quem deve ascender á Presidência da República, é hoje a grande responsabilidade do Cidadão Brasileiro; não apenas do eleitor que por qualquer razão pode claudicar, na hora de digitar seu Voto.
Esta é a hora do VOTO CIDADÃO.
Este Voto não tem côr, mas certamente será aquele que permitirá ao Brasil, caminhar sobre os trilhos da Democracia, da Ètica e da Honra.
Mais de 200 milhões de habitantes do País, “estão de olho” nos que irão definir o seu futuro e certamente esperam que Deus os ilumine na hora de conceder tanto Poder, nas mãos daquele que for o escolhido.
Como todos sabem: Todo o Poder emana de Deus que o transfere ao Povo, para que este o outorgue ao seu representante que irá exerce-lo, em seu nome.
E aquele que passar a usar a faixa presidencial, não pode e não deve ser eterno, mas presente enquanto representa-lo com Honra e Dignidade.

03/04/2018

Quando a pluralidade judicial compromete a Democracia

F. Silveira/abril 18

Da mesma forma como existem beneficiários do Poder Judiciário, existe também, número maior ainda, de punidos pelo mesmo Sistema.
Considerando a importância dos Poderes da Nação, verifica-se que por termos abraçado ou, priorizado a Democracia, como modelo de Governança de um Povo, não pode ela extrapolar, em nenhum dos seus chamados Poderes.
Dos três Poderes do Brasil, nenhum pode ou, deve assumir a responsabilidade integral, pela administração do País.
Da mesma forma, nenhum dos Poderes, tem qualquer autonomia sobre os demais, o que infere dizer-se que “cada macaco deve permanecer no seu galho” e não se arvorar a querer ultrapassar os seus limites, na tentativa de demonstrar que é superior aos demais.
Quando isto acontece, o Poder Judiciário se transforma em detentores de um novo Poder que em hipótese alguma deve existir: a Magistocracia – um arremedo de Poder usurpador dos direitos que pertencem as outras esferas.
È o que poder-se-ia chamar, de Ativismo Judicial que pode abrir imensas brechas, no equilíbrio entre as Três áreas, de Governo de uma Nação.
Quando uma Eleição é realizada, dois Poderes principais se originam da preferência popular que através do Voto da maioria dos eleitores, indica quem deve Governar, com o reconhecimento e a preferência do Povo.
O terceiro Poder ( o Judiciário) é fruto da escolha, daquele que é considerado, o Chefe da Nação.
Ora, se a Nação tem um chefe, não se concebe que esteja ele, sob a tutela daqueles que sequer foram eleitos pelo Povo.
Quando isto acontece, o que se verifica é que a Nação se torna vulnerável e o Povo é quem sai perdendo, no fim da história.
Embora com ares de Terceiro Poder, o Judiciário tem hoje a finalidade precípua, de cuidar das questões que não encontraram respaldo, nas Varas inferiores e não de interferir nas ações presidenciais ou, até mesmo no âmbito Legislativo que representa também, um Poder originário, da preferência popular.
Por todas estas razões, conclui-se que embora o chamado 3º Poder, seja um recebedor contumaz, de expressivos valores financeiros, do Tesouro Nacional, está interferindo desastrosamente na vida da Nação que dele esperava, algo muito mais eficaz do que o simples bla, bla, bla, entre seus pares.

26/12/2012

A Academia que sonhei 2

A Academia
que sonhei.

Q
uando lá pelos idos de 1.988 procurei pessoalmente, cada um dos fundadores (30) da Academia Nacional de Seguros e Previdência, com o objetivo de formar a base para sua fundação acreditávamos que poderia reunir os melhores profissionais do mercado e com isso, formar a amalgama que viria a se transformar numa expressiva sociedade de verdadeiros intelectuais, capazes de formar na novel entidade, o arcabouço inicial da mais representativa entidade cultural, do Seguro e da Previdência. Era o caminho natural.
Estava certo em alguns pontos mas não em todos. Queríamos uma entidade forte, valente, destemida que não se vergasse sob as ameaças de insólitos personagens que apenas faziam dos setores onde atuavam, a base de suas conquistas financeiras, sem se importarem se eles viriam no futuro a sobreviver, após tantas rapinagens.
Havia a necessidade premente de se estabelecer os princípios da ética e da moral, para que pudéssemos abonar os principais slogans que o mercado utilizava para promover seus produtos.
Mas na outra ponta, havia também a necessidade de começar-se a recolher informações, para transformá-las na base da cultura de seguros que precisava ser disseminada, junto a sociedade. Afinal, por incrível que pareça, ninguém sabia absolutamente nada, sobre Seguros e Previdência, como ocorre ainda hoje.
Foi aí que logo no inicio de suas atividades, a Academia resolveu realizar o 1º Congresso Brasileiro de Previdência Privada Aberta que embora sem uma grande assistência, foi um sucesso absoluto, tendo contado com a presença de dois Ministros, coisa que não se vê com freqüência, mesmo após tantos anos decorridos.
Estabeleceu-se os caminhos sobre os quais a Academia imprimiria sua performance cultural e a despeito da inesistência de recursos econômicos, as suas propostas foram sendo progressivamente conquistadas. Os mercados nos quais atuava, embora não muito acostumados com as estratégias mercadológicas, principalmente, no que se referia a propaganda e a publicidade, contou inicialmente com uma revista independente que abriu suas páginas para divulga-los dentro das mais modernas técnicas do jornalismo segmentado.
Criou-se uma Comissão para desenvolver as estatísticas do mercado que serviu como base para lançar-se o” Prêmio Seguros & Riscos” cujo principal objetivo, era o de reconhecer a performance das empresas e operadoras, dentro de seus respectivos mercados. Estava criado o Prêmio de tão saudosa memória e que marcou profundamente, a presença da Academia, em toda a sua trajetória,durante muitos anos
Se não foi possível reconhecer todo o esforço desenvolvido até então, espera-se que o seja agora, quando novos
Rumos estão sendo propostos e quem sabe aceitos, com mais facilidade.
A tentativa de marcar sua presença na área do ensino, foi também considerada, com o intuito de abrir um espaço maior
Buscou-se criar uma estrutura nacional, através de Vice-Presidências regionais que a fariam presente, em todos os
Estados da União, plano este, modificado posteriormente.
Sob a presidência de Marcos Lucio de Moura e Souza, estabeleceu-se as regras para formação do acervo técnico-científico que daria a Academia a sua principal finalidade, no registro da memória e dos conhecimentos das mais expressivas personalidades que passaram pelos nossos mercados.
Muitos foram os Seminários sobre as principais carteiras, realizados pela Academia, da mesma forma, como foram muitas, as reuniões para discussão das principais mudanças introduzidas no mercado.
È verdade que a Academia apesar das dificuldades de ordem financeira, procurou manter seu quadro associativo, dentro dos mais límpidos critérios, afim de poder apresentar-se ao mercado, sem o estigma de ser “mais um
Pedinte de recursos para a realização de suas atividades.
Até mesmo a edição de uma revista exclusiva também foi cogitado e cujo objetivo era a
Conquista da independência financeira.
Cogitou-se inclusive da fundação de uma Universidade exclusiva, para tratar das matérias relacionadas ao Seguro e a Previdência, conforme pode ser atestado pelo Dr. Affonso Heleno de Oliveira Fausto que deu os primeiros passos, no sentido da obtenção do registro da mesma, junto ao MEC.
Da mesma forma, quando da gestão de Rafael Ribeiro do Valle foi proposto a criação do Instituto Paulista de Avaliações Certificações e Arbitragens que seria um gerador de recursos para a Academia, evitando desta forma que os Acadêmicos fossem
Obrigados a pagar mensalidades ou, qualquer outro tipo de contribuição.
Também, desde seu inicio, foi cogitado o lançamento de uma
Publicação da produção intelectual dos Acadêmicos, nas suas mais diversas áreas. Ou seja, o lançamento da Revista da Academia.

Este foi o desenho da Academia Nacional de Seguros e Previdência que deveria ter sido seguido e que lhes dava os contornos, de uma entidade impar dentro dos mercados onde atuava.
Mas nos últimos anos a situação da chamada ANSP vem mudando progressivamente mas lamentavelmente para pior.
A Academia não é mais um Orgão independente. Por falta de recursos, o que é uma vergonha para o Mercado que ostenta hoje a capacidade de ter alcançado um volume de recursos da ordem de R$200 Bilhões que comparados com os 2$Bilhões da época de fundação da Acadêmia.
Mas não é apenas a falta de recursos que compromete a atuação da ANSP. A sua vinculação ao Sindicato das Empresas de Seguros de São Paulo, é seguramente a pior coisa que lhes aconteceu.
Por tudo o que foi exposto, eram estas as balizas sobre as quais seriam erguidos os contornos da Academia Nacional de Seguros e Previdência e seguramente, a Academia que sonhei.

26/12/2012

A Academia que sonhei 2

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