04/02/2025
Por qual motivo o exercício é um aliado tão importante no combate e sobrevivência da doença?
Uma das razões é que a contração muscular ocasionada pelo esforço físico produz proteínas que tem função anti-inflamatória e atuam em vários órgãos do corpo. Essa ação colabora com a prevenção e o enfrentamento de um câncer.
Na fase de tratamento da doença, por sua vez, ocorre uma redução na capacidade de transporte de oxigênio, assim como mais fadiga e risco cardiovascular, o que signif**a menos autonomia funcional e, portanto, mais sedentarismo, perda de massa muscular e maior suscetibilidade a outros problemas. Neste caso, o exercício vai cumprir o papel de fortalecer o organismo para responder aos impactos da doença e aos efeitos colaterais do tratamento. Pacientes que continuam treinado no pós-tratamento também tem mais chance de sobrevida.
É importante um treinamento correto para cada etapa da terapia. Cada uma possui objetivos e requer sobrecargas diferentes.
No pré-tratamento, que abrange desde a fase do diagnóstico até o começo do tratamento, deve-se buscar no exercício o preparo do corpo para estar em um nível superior de condicionamento.
Na etapa do tratamento em si, o foco será atenuar os efeitos colaterais, como inchaços, e a toxicidade medicamentosa. O ideal é que a carga e frequência de treinos sejam diminuídas, uma vez que os fármacos podem afetar a capacidade de autorregenerarão dos músculos.
No pós-tratamento, quando o paciente recebe alta médica e tem pelo menos cinco anos para se acompanhado até se declarar livre de uma reincidência da doença, atividade física será fundamental no processo de recuperação.