Paganini Avellar Comércio Exterior

Paganini Avellar Comércio Exterior A PAGANINI AVELLAR, fundada em 1997, é referência em despacho aduaneiro e consultoria em comércio internacional.

15/12/2017

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15/12/2017

PAGANINI AVELLAR agora como muitos já sabem é: SERPA COMÉRCIO EXTERIOR UBERLÂNDIA LTDA.

28/01/2016
Equipe da Paganini -Despedindo de 2015
30/12/2015

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Festa de confraternização da Paganini Avellar
05/12/2015

Festa de confraternização da Paganini Avellar

Governo baixa imposto para importados sem produção nacionalImposto cai de até 16% para zero a 2%, diz MDIC.Também foi de...
06/09/2015

Governo baixa imposto para importados sem produção nacional

Imposto cai de até 16% para zero a 2%, diz MDIC.
Também foi detectada falsa declaração de origem para louças.

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) publicou nesta quarta-feira (2) resoluções que reduzem o imposto de importação de 215 produtos, sendo 202 novos e 13 renovações, a maior parte de bens de capital (máquinas e equipamentos), informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
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Os produtos foram inseridos no regime de "ex-tarifário", que vale para itens sem produção nacional. Os 206 produtos classificados como bens de capital, que tinham tributação média de 14%, passarão a pagar de zero a 2% de imposto de importação, enquanto os nove itens de bens de informática, cujo tributo era de até 16%, também terão o imposto reduzido para 2%. A redução vigora até 31 de dezembro deste ano.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, os investimentos globais e os relativos às importações dos equipamentos são de US$ 2,9 bilhões e representam US$ 635 milhões em importações de máquinas e equipamentos não produzidos no Brasil. “Em relação aos países de origem das importações, destacam-se: Estados Unidos (35,95%); China (25,666%); Reino Unido (12,29%); França (6,28%) e Alemanha (5,82%)”, acrescentou.

Já os setores contemplados em relação aos investimentos globais, informou o governo, são: ferroviário (50,16%); de energia (21,92%); de serviços (12,75%); petroquímico (2,69%); naval/náutico (2,69%); de logística (2,16%) e de bens de Capital (1,03%). A maior parte dos investimentos está prevista para ser realizada nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará, acrescentou o MDIC.

Ex-tarifários
O governo lembrou que o regime de ex-tarifário é um mecanismo de estímulo aos investimentos produtivos no Brasil, que reduz custos de aquisição no exterior de bens de capital, informática e telecomunicação, desde que não haja produção nacional. O regime consiste na redução temporária para 2% do Imposto de Importação desses bens.

Direito antidumping
O Ministério do Desenvolvimento também informou que, após investigação da Secretaria de Comércio Exterior, foi detectada falsa declaração de origem nas importações de objetos de louça de mesa provenientes da Malásia. Esses produtos estavam burlando o direito antidumping (sobretaxa) aplicada de R$ 1,84 a R$ 5,14 por quilo. Com isso, também por meio de resolução da Camex, a licença de importação foi indeferida

A prática de "dumping" consiste na venda de produtos e serviços, para um país, por preços muito inferiores aos praticados no país de origem com o objetivo de eliminar a concorrência. Essa prática de comércio desleal é combatida por meio de investigações dos governos e pela aplicação de sobretaxas, entre outros. Para ser concedida no Brasil, a medida antidumping tem de passar pelo crivo da Camex.

Fonte: G1.com.br

Exportação de veículos cresceu 10,5% até agosto, diz AnfaveaMontadoras venderam 260 mil unidades desde janeiro, superand...
06/09/2015

Exportação de veículos cresceu 10,5% até agosto, diz Anfavea

Montadoras venderam 260 mil unidades desde janeiro, superando as 235 mil dos oitos meses do ano passado.

O desempenho das exportações de veículos brasileiros entre janeiro e agosto deste ano é maior que o verificado em 2014. As vendas para outros países de carros, caminhões, ônibus e outros veículos produzidos nos Brasil cresceu 10,5% até o mês passado, conforme balanço divulgado nesta sexta-feira (4) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Foram enviados 260 mil veículos ao Exterior, contra 235,5 mil unidades no período de janeiro a agosto de 2014. Em agosto, o volume atingiu 34,6 unidades, o que pontuou uma alta de 21,9% em relação a julho e 9,2% sobre agosto do ano passado.

De acordo com a Anfavea, o aumento ocorreu em função do dólar favorável para as exportações e a acordos comerciais do Brasil com outros países, como o México. O aumento na remessa de veículos coincide com a elevação no desembolso do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no primeiro semestre em financiamentos às exportações.

Conforme balanço divulgado ontem pelo banco, o segmento material de transporte (veículos automotores, embarcações, equipamentos ferroviários e aeronaves) recebeu R$ 747 milhões em crédito. Em 12 meses, o setor demandou 10% a mais em financiamentos do BNDES.

As exportações de caminhões somaram de 13,5 mil unidades em oito meses, registrando alta de 9,6% sobre o ano passado. Apesar do crescimento, o acumulado do ano, as vendas externas de 1,5 unidade no mês passado foram 16,6% menores que julho e 9,8% inferior a agosto de 2014.

O Brasil exportou entre janeiro e agosto um total de 4,5 mil ônibus a outros países. O volume representou um aumento de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já em máquinas autopropulsadas, as exportações caíram 24,9% neste ano, cujo total atingido foi de 6,9 mil unidades até agosto.

Otimismo

A comercialização interna de veículo no País neste ano caiu 21,4%, de acordo com a Anfavea, atingindo 1,75 milhão de unidades até agosto. O presidente da entidade, Luiz Moan, contudo, disse confiar nas ações do governo para minimizar o quadro adverso até o final do ano.

“Acreditamos que ações como as parcerias firmadas com Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, de financiamento à cadeia produtiva, além da criação de medidas de agilização e simplificação, como os casos da Esteira Agro BB e da transferência de veículos usados, são fundamentais para melhorar o humor vigente e estimular mercado e produção”, disse Moan.

Fonte: Portal Brasil

Comunicado: SISCOSERV
01/09/2015

Comunicado: SISCOSERV

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13/08/2015

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10/08/2015

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