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28/01/2021

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15/03/2020

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16/12/2019

Setor de Franquias mantém ritmo gradual e cresce 6,1% no 3º Tri de 2019
5 de dezembro de 2019
Setor franquias
Pesquisa da ABF aponta que faturamento das franquias no Brasil passou de R$ 44,479 bilhões no 3º TRI de 2018 para 47,203 bilhões no 3º TRI de 2019
Segmentos que mais cresceram foram Casa e Construção, Moda, Comunicação Informática e Eletrônicos e Hotelaria e Turismo
O setor de franquias brasileiro registrou um crescimento nominal de 6,1% no terceiro trimestre deste ano, ante o mesmo período de 2018. O faturamento passou de R$ 44,479 bilhões para R$ 47,203 bilhões. Considerando-se os últimos 12 meses, a variação positiva foi de 6,8% (R$ 170,988 bilhões para R$ 182,657 bilhões). É o que mostra a Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising realizada pela ABF – Associação Brasileira de Franchising. Com uma taxa de crescimento semelhante à registrada no trimestre passado (5,9%) e no mesmo período de 2018 (6,3%), o terceiro trimestre indica que o franchising está mantendo sua trajetória de crescimento gradual, mesmo em um cenário de inflação baixa e demanda oscilante por parte do consumidor.

Setor franquias

“Depois de um segundo trimestre com algumas incertezas, o terceiro trouxe sinais mais positivos, especialmente no varejo e no andamento das reformas. Isso melhorou o índice de confiança empresarial e do consumidor, alavancando os negócios. Além disso, o setor manteve sua agenda de ajustes para busca de eficiência e, principalmente, para se adaptar à digitalização da economia e aos novos hábitos do consumidor”, afirma o presidente da ABF, André Friedheim.

Outro fator importante é que, após a definição do quadro eleitoral no ano passado, houve um reaquecimento da expansão em unidades no franchising brasileiro. “No terceiro trimestre, notamos que, além de se manter esse movimento de expansão, as lojas abertas em maior volume nos trimestres anteriores estão impactando positivamente o desempenho do setor. Em muitos casos, inclusive, essas lojas já apresentam conceitos mais modernos que primam pela eficiência e experiência mais amigável para o consumidor”, explica André Friedheim.

O índice de abertura de lojas no terceiro trimestre foi de 4,3%, contra o fechamento de 1,4% das unidades, o que resultou num saldo de 2,9% no período. Com isso, o total de unidades de franquia em operação no País chegou a 160.553. “De fato, quando comparamos os terceiros trimestre de 2018 e 2019 verificamos uma aceleração expressiva. Neste sentido, é importante lembrar que este período do ano passado precedeu, justamente, as eleições. Já em 2019, temos um quadro definido e perspectivas de medidas liberalizantes na economia, o que favorece muito a tomada de decisão de investimento”, afirma o presidente da ABF.

Algumas redes relataram a ABF também que as promoções associadas a Semana do Brasil, mesmo que em fase inicial, impulsionaram vendas em um período sem muita tradição.

A pesquisa da ABF apontou que houve uma alta de 4% no número de postos de trabalho no período, que passou de 1,286 milhão para 1,343 de pessoas diretamente empregadas no setor. “O setor de franquias apresentou um ritmo de geração de empregos superior à média nacional, alavancado pela abertura de novas unidades e também pela preparação para eventos sazonais como Dia das Crianças, o BlackFriday e até mesmo o Natal”, disse o presidente da ABF.

Segmentos
Todos os 11 segmentos listados pela ABF tiveram desempenho positivo no terceiro trimestre frente ao mesmo período do ano passado. A pesquisa indicou que o segmento com maior crescimento em receita no período foi Casa e Construção, com alta de 9,1%. As redes atribuem este desempenho a estratégias como o aumento da gama de produtos e serviços, a maior integração entre a indústria e as lojas e investimentos em capacitação. Moda foi o segundo de maior crescimento, com 8,6%, impulsionado, principalmente, pelo aumento das vendas online e redesign de produtos por parte de marcas tradicionais. O terceiro melhor desempenho foi registrado em Comunicação, Informática e Eletrônicos, com 8,3%. O segmento cresceu no período, alavancado principalmente pela melhora do quadro econômico, abertura de novas unidades, demanda de serviços de forma geral e ampliação no sortimento de empresas de gestão de meio de pagamentos.

Hotelaria e Turismo ficou em 4º lugar (7,2%), graças, além da melhora do quadro macroeconômico, investimentos no segmento hoteleiro e o início da operação de novas companhias aéreas low cost no Brasil.

Ao observarmos o desempenho nos últimos 12 meses (4ºTRI2017-3ºTRI2018 X 4ºTRI2018-3ºTRI2019), os segmentos de Casa e Construção (expansão de 10,8%), Comunicação, Informática e Eletrônicos (10,1%), Moda (8,2%), Serviços Educacionais (8,0%) e Serviços e Outros Negócios (7,9%) também se destacam.

Projeções para o fechamento do ano
Com este desempenho, a ABF projeta que o crescimento do setor em 2019 deve ser de cerca de 7% em faturamento e de 5% em unidades franqueadas e empregos gerados. Já o volume de redes em operação no País deve ter um leve crescimento de cerca de 1%.

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13/09/2019

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15/02/2019

Cidades pequenas aparecem como alternativa e oferecem oportunidades ao franchising

Banneg – Banco de Negócios viu potencial em municípios de até 100 mil habitantes e adaptou modelo de negócio para essas regiões

Diversas questões influenciam na hora de investir no próprio negócio e no mercado de franquias a situação não é diferente. Depois de avaliar qual segmento tem mais a ver com seu perfil é preciso pensar, principalmente, onde será o empreendimento.

Atentas a esse fato, inúmeras marcas do franchising têm optado por abrir novas unidades no interior ao invés dos grandes centros, como as capitais, por exemplo. Investir em cidades pequenas tem dado muito certo e o movimento já foi notado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF): trata-se da interiorização das franquias.

Um estudo realizado pela ABF sobre a presença do setor nos municípios brasileiros indicou que entre as 30 cidades com mais unidades registradas neste ano onze não eram capitais – no ano passado, 20 metrópoles estavam no topo da lista. Inclusive, 36,7% dos 30 municípios com mais redes em operação também não são capitais.

O Banneg – Banco de Negócios viu o leque de oportunidades que cidades menores têm a oferecer e decidiu optar por elas. “Por mais que as metrópoles ofereçam maiores oportunidades de negócios elas já estão saturadas. Numa cidade como São Paulo, por exemplo, você vê diversas opções do mesmo segmento, então é mais difícil colocar sua marca no mapa”, explica Edmundo Nogaroto, diretor de expansão do Banneg.

Vantagens

Abrir uma unidade numa cidade pequena possibilita vantagens que, muitas vezes, não seriam possíveis em cidades maiores. Além da concorrência entre franquias ser mais acirrada nas grandes cidades, o custo de implantação também é maior. “O interessante das cidades pequenas é o baixo investimento. Por conta disso, o retorno do capital investido é mais rápido”, explica o diretor.

Custos com funcionários, aluguel e outras despesas são mais baixos em cidades com menos habitantes. Sem contar que a concorrência cai consideravelmente já que seu negócio pode ser a única referência na cidade, e trabalhar com exclusividade permite uma maior fidelização da clientela.

Além disso, a sensação de segurança aliada à qualidade de vida fez com que as cidades pequenas entrassem para o raio de interesse do franchising. “Quando a gente fala de cidades pequenas a gente fala de interior, e o interior paulista é o que mais oferece oportunidade nesse momento”, afirma Nogaroto.

De fato, o interior de São Paulo é o maior mercado consumidor do Brasil e representa 53,4% do total em dinheiro (R$654,4 bilhões) a ser gasto em todo o país, segundo dados do IPC Maps 2018. Durante muito tempo mais da metade do consumo nacional ficava por conta das capitais e de suas regiões metropolitanas, mas o cenário mudou e a interiorização se faz cada vez mais presente: “Marcas regionais estão cada vez mais fortes e não sentem mais a necessidade de ir para grandes polos comerciais para ter seu negócio reconhecido”, enfatiza.

Apesar de ser líder em consumo no país e estar no topo do mercado de franquias (37,8% de participação no estado), São Paulo não é a única localidade que oferece oportunidades no franchising. As demais regiões brasileiras, mesmo que bem atrás no ranking, possuem grandes chances de crescimento no setor. “Quando olhamos para a participação do norte, nordeste e centro-oeste, por exemplo, não vemos um número negativo, pelo contrário, entendemos que esse número baixo significa uma ótima oportunidade de expandir para esses locais”, diz Nogaroto. As regiões norte, nordeste e centro-oeste possuem, respectivamente, 5,3%, 13,6% e 8,4% de participação no mercado de franquias.

O potencial dessas regiões é tão grande que desde que o Banneg entrou para o franchising, em 2017, houve um crescimento de 20% apenas na região norte. “Já temos unidades no Pará e no Tocantins, mas buscamos novos franqueados no Amazonas, Amapá e em Rondônia. O centro-oeste e o nordeste também estão no nosso radar de interesse”.

Novas possibilidades

Se é interessante para o mercado então é interessante para o franchising: o interior é um terreno fértil de novas oportunidades. Com sua economia diversificada, empreendedores locais e um público cada vez mais seletivo, é mais do que natural a demanda por serviços vindos do mercado de franquias – em cidades menores essa procura é ainda maior, já que muitas vezes alguns serviços não são prestados por conta do tamanho da população.

“A quantidade de agências bancárias está cada vez menor e muitas cidades ficaram sem atendimento presencial. Ainda existe essa ideia de que pela cidade ser menor a circulação de dinheiro também é. Se o cliente precisar de crédito, por exemplo, ele precisaria se deslocar até outro município para conseguir o serviço”, explica Nogaroto. “Foi justamente aí que vimos uma oportunidade: por serem menores e com poucos habitantes algumas cidades carecem de serviços como os que prestamos no Banneg”.

A marca possui parceria com mais de 20 bancos e oferece serviços como consórcio de imóveis, automóveis, caminhões e serviços; financiamento habitacional e de automóveis; crédito com garantia de imóvel; crédito consignado, entre outros. Com duas modalidades de atuação (loja física e home office) e uma das melhores taxas do mercado, o Banneg está presente em regiões com baixa densidade populacional e seus modelos de negócio foram desenvolvidos para se adaptar a essas áreas.

De 124 unidades espalhadas pelo Brasil 39 das franquias do Banneg estão em cidades pequenas e, juntas, representam 30% de todo o faturamento da rede. “Claro que é importante ser reconhecido numa metrópole, mas mais do que isso queremos levar nosso serviço onde ele é necessário e procurado. Encontramos essa demanda em cidades de até 100 mil habitantes e estamos trabalhando para marcar nossa presença nesses municípios”, diz o diretor.

10/02/2019

Em prévia, ABF aponta crescimento de 7% das franquias e expansão em unidades e redes

Franquias
Vanessa Bretas, gerente de inteligência de mercado, André Friedheim, presidente, e Marcelo Maia, diretor executivo, durante coletiva de imprensa em que a ABF divulgou os dados prévios de 2018 e projeções para 2019
Total de unidades em operação no País avança 5% e número de redes volta a crescer após 1 ano
Entidade projeta que crescimento do setor deve ficar entre 8% e 10% em 2019
Internacionalização de franquias mantém processo gradativo de desenvolvimento
A melhora gradativa do cenário econômico e a definição do quadro político refletiram positivamente no setor de franquias brasileiro, tanto que as redes devem registrar em 2018 um crescimento nominal de 7% da receita na comparação com o ano anterior. A estimativa é que o setor gere 8% mais empregos diretos no mesmo período (incluindo contratos intermitentes e temporários), totalizando cerca de 1,3 milhão de trabalhadores contratados. A expansão do número de unidades é de 5% e de novas marcas 1%, após um ano de queda. É o que indica o balanço preliminar parcial do desempenho do setor divulgado hoje pela ABF – Associação Brasileira de Franchising.

Para André Friedheim, presidente da ABF, “houve uma recuperação perceptível das vendas no varejo e especificamente no franchising neste último trimestre, somada a um sentimento de maior otimismo refletido na elevação da bolsa e em outros indicadores. Apesar de termos enfrentado um ano ainda desafiador, marcado pela greve dos caminhoneiros e altos e baixos na economia, o franchising colocou à prova seus fundamentos básicos, como o trabalho em rede, os ganhos de escala e as redes, de forma geral, procuraram manter o foco em inovação, aportando tecnologia às suas operações e investindo em novos formatos”.

Os dados preliminares apurados pela entidade mostram que houve uma aceleração do ritmo de crescimento das franquias no quarto trimestre do ano passado. A conclusão das eleições – com a expectativa de mais reformas e melhoria geral no ambiente de negócios –, o aumento do volume de vendas com a Black Friday, o reaquecimento das vendas no varejo como um todo no final do ano e a melhora dos índices de confiança empresarial e dos consumidores contribuíram com esse bom desempenho. De acordo com Vanessa Bretas, gerente de inteligência de mercado da ABF, “os dados projetados estão dentro da expectativa da entidade e vale destacar que houve resultados positivos principalmente nos segmentos ligados a serviços administrativos, lazer e hotelaria”. O segmento de Alimentação, um dos mais tradicionais, mostrou resiliência e contribuiu com este desempenho do setor.

A prévia apontou um ritmo maior da expansão do total de unidades em operação no Brasil. Em 2018, essa taxa foi de 5%, enquanto que em 2017 e 2016, esse valor foi menor, 2% e 3,1%, respectivamente. “De fato, observamos uma disposição maior das redes e candidatos a franqueado a investir. Na ABF Franchising Expo, por exemplo, tivemos um público visitante variado e feedbacks positivos dos expositores. Esse movimento já concorreu para o faturamento do setor neste ano”, ressalta o presidente da ABF. A geração de empregos também foi destaque, atingindo cerca de 8%, enquanto nos dois últimos anos este número foi de 1% e 0,2%. A associação da recuperação econômica à aplicação de novos modelos de contratação previstos na Reforma Trabalhista explicam esse movimento mais intenso.

De forma semelhante, embora em ritmo menor, o total de redes em operação no Brasil cresceu 1%. “Pode parecer pouco, mas é um saldo positivo após quase um ano de queda e isso ocorreu antes do que havíamos projetado. Em geral, tratam-se de novas marcas nacionais e empresas tradicionais que aderem ao sistema de franchising”, explica André Friedheim.

Projeções para 2019

Observada a tendência de retomada do crescimento econômico, a ABF projeta para este ano uma alta do faturamento do setor de franquias entre 8% e 10%. Quanto à geração de emprego e renda no setor, a estimativa é que haja um incremento de 5%. A expansão das unidades deve ser de 5% a 6% e o número de redes pode ampliar 1%.

“As expectativas dos franqueadores para 2019 são positivas. O clima de otimismo observado no País com o início do novo governo e as possíveis medidas para estimular o crescimento econômico, incluindo a implantação das reformas da previdência e fiscal, favorecerão a retomada dos investimentos e o crescimento do franchising”, afirma André Friedheim. “Nossa expectativa é que o franchising volte a crescer na casa dos dois dígitos e que o setor possa ser a principal referência de um consumidor mais empoderado”, completa o presidente da ABF.

Internacionalização

O movimento de internacionalização das marcas brasileiras continua. O estudo já consolidado de 2018 (diferente dos dados gerais prévios, estes de internacionalização são os finais) indica que há 145 redes nacionais com operações em 114 países. Em 2017, era 142 redes, em 100 países. O segmento de Moda é o mais representativo, com 35 marcas; Saúde, Beleza e Bem-Estar vem a seguir, com 25 e Alimentação em terceiro lugar, com 22.

Os Estados Unidos permanecem sendo o principal destino das marcas brasileiras no exterior, com 59 redes operando localmente. Portugal se mantém como o segundo país mais procurado, com 34 marcas, e o Paraguai em terceiro, com 32 redes.

Já no movimento contrário, a ABF registrou a existência de 190 redes estrangeiras operando no Brasil, originárias de 24 países. Os Estados Unidos mantêm a liderança, com 79 das marcas, Portugal permanece na segunda posição, com 22 e a Espanha vem a seguir, com 13.

“Frente a um cenário local tão complexo, a internacionalização – ainda que tenha seus percalços – continua a ser uma estratégia de longo prazo de muitas redes brasileiras. Já temos um grupo significativo de marcas brasileiras no exterior, algumas delas com alto nível de maturidade, como mostrou um estudo conjunto da ABF com a ESPM. A entidade continua a incentivar este movimento, atuando inclusive em parceria com a Apex-Brasil, por entender que é importante para o fortalecimento, ganho de escala e conhecimento das franquias brasileiras”, conclui André Friedheim.

10/01/2019

As microfranquias são consideradas a “bola da vez” na economia. Isto se deve ao grande crescimento que esta modalidade de franquias tem apresentado nos últimos anos, motivado especialmente pelo aumento da nova classe C brasileira.

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) estima que já exista no país cerca de 2.500 franqueados de um total de mais de 50 marcas de microfranquias. Elas já representam 5% do segmento de franchising no Brasil, mas crescem a uma velocidade de 25% ao ano.

Mas o que são microfranquias? Quais as vantagens que este modelo apresenta para os empreendedores? Quais os cuidados que os interessados em atuar neste segmento devem tomar?

O que são microfranquias?
Microfranquia é nome dado às franquias cujo investimento a ser realizado pelo empreendedor não ultrapasse os R$ 50.000,00. Assim, trata-se de uma classificação dada pelo mercado e não pela lei, ou seja, elas estão sujeitas, assim como as demais franquias, às regras e condições estabelecidas pela lei n.º. 8.955/94 (Lei das Franquias Empresariais).

Como nas demais modalidades de franquia, a microfranquia é um sistema de parceria onde o franqueador, proprietário de um negócio, disponibiliza para interessados (os futuros franqueados) o uso da sua marca comercial bem como a transferência do know-how, ou seja, da tecnologia do seu negócio, com ou sem o fornecimento de produtos e serviços.

Vale lembrar que, para permitir o uso de uma marca, tal marca deverá ter sido devidamente registrada junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

Vantagens
De acordo com os especialistas, as maiores vantagens apresentadas pelas microfranquias são o baixo investimento necessário para se iniciar o negócio bem como o rápido retorno desse investimento, sendo que o maior número de microfranquias encontra-se no setor de serviços, tais como ensino, serviços de beleza, reparos de roupas e sapatos, entre outros.

A maioria delas não exige um ponto comercial e pode ser operada de casa, no esquema home-based. Isso faz com que os custos operacionais (aluguel, transporte, refeição etc.) e de contratação de funcionários, por exemplo, sejam reduzidos.

É por esse motivo que o modelo tem tido um crescimento tão expressivo no Brasil – temos uma classe C atingindo praticamente 50% da população do país e ansiosa para ter o seu próprio negócio sem que haja a necessidade de um enorme investimento.

Cuidados necessários
Como em qualquer outro tipo de franquia, é preciso verificar qual a visibilidade da marca dessa franquia no mercado, pois quanto mais sucesso essa marca fizer junto aos seus consumidores, maior será a garantia de retorno do investimento realizado pelo franqueado.

Outro cuidado importante é verificar se toda a documentação da franquia, especialmente a sua circular de oferta está em acordo com o que estabelece a menciona lei n.º 8.955/94, e se o perfil do empreendedor é compatível com a atividade.

No caso de microfranquias montadas em quiosques, é preciso muita cautela com o contrato de locação do espaço onde eles se localizem, pois a mudança desse local pode até mesmo inviabilizar o negócio.

Sugestão: pesquise muito. Conheça seu franqueador, converse com franqueados e tenha sempre em mente que ser dono do seu próprio negócio pode exigir muito mais trabalho que ser um funcionário de uma empresa, especialmente no início.

Casos de sucesso
Separei duas matérias muito interessantes, que tratam de casos reais de sucesso com empreendedores que largaram seus trabalhos e abriram uma microfranquia:

A vez das microfranquias estão em alta, microfranquias permitem à classe C abrir o próprio negócio.

Se está interessado e quer saber mais sobre franquias baratas, recomendo a leitura do artigo ‘10 franquias mais baratas do Brasil‘.

Endereço

Varginha, MG
37004080

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