21/08/2026
É uma prática comum: sócios fixam o pró-labore no salário mínimo para reduzir o INSS. A lógica parece fazer sentido no curto prazo — mas tem um custo alto que só aparece depois. A aposentadoria é calculada com base nas contribuições ao longo da vida, e um pró-labore artificialmente baixo pode signif**ar um benefício previdenciário muito menor do que o esperado.
Além disso, em caso de fiscalização, a Receita pode questionar valores incompatíveis com a atividade exercida pelo sócio. Pró-labore não é só uma obrigação — é uma decisão estratégica que merece atenção.
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