Luma Borges de Melo - Psicóloga

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Eu sei resolver.! Se alguém precisa eu dou um jeito, se aperta eu aguento, se faltar eu faço, se precisam de mim eu apar...
31/08/2026

Eu sei resolver.!
Se alguém precisa eu dou um jeito, se aperta eu aguento, se faltar eu faço, se precisam de mim eu apareço! Aprendi a ser uma mulher funcional, o que eu não sei mais é o que fazer quando ninguém esta me pedindo nada.

Existe uma diferença entre cuidar da própria vida e estar na própria vida! Pq vc pode ate dar conta, mas não consegue perceber o que vc sente enquanto ta dando conta.
Você pode até cumprir todos os papeis, mas não se reconhece quando eles silenciam.

Muitas mulheres quando finalmente tem um tempo pra si, nao sabem o que fazer com ele. Elas até desejam, mas passaram tanto tempo respondendo ao desejo do outro, as necessidades dos outros que a própria voz foi emudecendo.

Entre Nós é esse espaço que te permite experimentar algo que parece simples mas que se mostra tão dificil, não ser necessária!

Uma casa diante do açude, mulheres diversas, rede, comida, conversa, silencio, corpo, musica, tempo!
Tempo para descobrir o que acontece quando você não esta ocupada demais sendo mãe, filha, esposa, profissional, forte, disponivel. Tempo pra descobrir quantas mulheres existem em você!

Quantas mulheres cabem em uma mulher quando ela finalmente tem espaço pra escuta-las?

Bora descobrir!
Eu quero descobrir isso com você, ENTRE NÓS! ✨

Me chama!

05 e 06 de Setembro
Penedo - Maranguape

Entre Nós nasce da clinica, da escuta de mulheres, das muitas mulheres que encontro todos os dias e que tantas vezes não...
24/08/2026

Entre Nós nasce da clinica, da escuta de mulheres, das muitas mulheres que encontro todos os dias e que tantas vezes não conseguem dar noticia de si.
Criar um lugar onde você possa experimentar outras possibilidades de estar no mundo, não para descobrir uma versão definitiva de quem você é, mas pra ampliar repertório e perceber o que aparece quando você se permite ser outra, ou várias.

Você consegue imaginar se escolher por dois dias?
Se conseguiu, esse convite é seu!

Me chama pra gente viver essa experiência juntas 🤍

Se você chegou até aqui, talvez esse convite ja tenha começado antes mesmo desta leitura. O Entre Nós - Conexão nasceu d...
16/08/2026

Se você chegou até aqui, talvez esse convite ja tenha começado antes mesmo desta leitura.
O Entre Nós - Conexão nasceu da clínica, da escuta de mulheres que carregam muitas versões de si e poucas oportunidades de simplesmente existir.
Esta experiencia é para você que deseja compreender melhor sua história, ampliar a escuta de si e viver uma experiência de encontro e conexão com outras mulheres em um ambiente intimo e seguro.

Mais do que reservar uma vaga, representa a escolha de reservar um tempo pra si. Se este convite encontrou algo em você, vem viver essa experiencia Entre Nós 🤍

Para maiores informações entra em contato comigo.

Entre Nós - Conexão está oficialmente aberto, nos próximos dias vou contar como vai se desenrolar. Bora juntas?Se alguma...
10/08/2026

Entre Nós - Conexão está oficialmente aberto, nos próximos dias vou contar como vai se desenrolar. Bora juntas?

Se alguma coisa desse convite já se moveu em você, responde aqui com a palavra Conexão.

Renunciar sempre esteve no nosso cotidiano. Para sermos aceitas, aprendemos a controlar impulsos, desejos, vontades e mo...
09/08/2026

Renunciar sempre esteve no nosso cotidiano. Para sermos aceitas, aprendemos a controlar impulsos, desejos, vontades e modos de existir. Em algum momento, quase todas nós aprendemos que não é possível ter tudo. É preciso escolher! Em O Mal-Estar na Civilização, Freud nos mostra que viver em sociedade implica renúncias e que alguma coisa do desejo permanece, apesar delas, uma espécie de insatisfação que não desaparece só porque fizemos tudo “certo”.
Talvez seja por isso que algumas mulheres nos incomodem tanto e outras nos despertem uma admiração quase difícil de explicar, as vezes, encontramos em uma mulher justamente aquilo que um dia acreditamos precisar abandonar em nós e esse encontro pode doer. Não é sobre ela. Nunca é sobre ela!
Bateu, doeu, toma que é seu, escutei essa frase de uma mulher que muito admiro e que me remexe sempre que traz pontos divergentes dos meus, talvez seja isso que alguns encontros fazem, nos coloquem diante de alguma coisa nossa que estava mais confortável permanecendo escondida. O mal-estar pode nascer desse confronto entre aquilo que aprendemos a ser e aquilo que, apesar de tudo, continua desejando existir.
Por isso, não me interessa descobrir qual dessas mulheres é a verdadeira, me interessa saber o que acontece quando paramos de fazer guerra entre elas.
Tenho pensado muito nisso e é desse pensamento que nasce o Entre Nós – Conexão.
Porque talvez alguns encontros não aconteçam para nos ensinar quem devemos ser e sim para nos colocar diante de quem também somos.

Ontem eu fiz uma pergunta.“Quem você precisou ser para sobreviver?”As respostas começaram a chegar e nenhuma delas nasce...
05/08/2026

Ontem eu fiz uma pergunta.
“Quem você precisou ser para sobreviver?”
As respostas começaram a chegar e nenhuma delas nasceu por acaso, muitas dessas mulheres foram construídas para continuar pertecendo, ou continuar sendo amada ou simplesmente sobreviver.

O perigo de quem muito sobrevive passa a ser a ver a prisão como proteção e existe uma diferença entre a mulher que você escolheu ser e a que precisou inventar para continuar existindo, e normalmente elas so conseguem surgir de encontros, afinal, algumas partes de nós so ganham linguagem quando encontram outras historias.

A potencia desse grupo, Entre Nós, ta aí. Escutar, falar e sentir. Eu conto em breve sobre, enquanto isso que tal começar a escutar, perceber, sentir quem dentro de você ainda espera ser encontrada.

Bora nessa?

Ei, deixa eu te perguntar um negocim..Tu ja teve a sensação de que existem versões suas que só aparecem diante de alguns...
03/08/2026

Ei, deixa eu te perguntar um negocim..
Tu ja teve a sensação de que existem versões suas que só aparecem diante de alguns pessoas?

Há mulheres que so aparecem quando outra mulher chega, talvez por isso alguns encontros nos desorganizem tanto. Não porque a outra tem a resposta mas porque ela nos devolve perguntas que sozinhas não faríamos.
Existe a mulher que vc é no trabalho, a que a filha conhece, a que se diverte com as amigas, tem tambem a que silencia pra não incomodar e nenhum delas é falsa, mas talvez nenhuma delas seja inteira.

A clinica vem me mostrando cada vez mais que é no encontro com o outro que partes de nós aparecem, porque são desses encontros que nos autorizamos ou não a existir de determinados modos.

É intrigante perceber como algumas mulheres despertam em nós admiração, outras incomodo e tem aquelas que parecem que te conhecem desde do dia que vc nasceu. nenhuma delas vai nos atravessar sem deixar uma pergunta, talvez porque algumas perguntas não encontrem respostas na solidão, elas precisam de presença, de escuta, de uma testemunha.

A psicanalise me ensina que o outro nunca é so o outro, e que é do encontro que encontramos aquilo que ainda não conseguimos reconhecer em nós. Talvez seja por isso que algumas travessias não possam ser feitas sozinhas.

Não precisamos de alguém que nos diga quem somos, e é diante do que venho vivenciado nas escutas, na clinica, na vida que nasce o ENTRE NÓS - CONEXÃO, uma experiência que surge dessa escuta mas que só faz sentido quando encontra a sua. Um lugar onde mulheres se encontram para ampliarem a possibilidade de perceber aquilo que as torna singulares, não iguais.

Se fez sentido, escreve aqui.
Em breve, essa conversa ganha um lugar pra continuar.

Andar em bando sempre foi algo mal interpretado, principalmente quando se trata de mulheres. Durante muito tempo (vulgo ...
06/03/2026

Andar em bando sempre foi algo mal interpretado, principalmente quando se trata de mulheres. Durante muito tempo (vulgo até hoje) disseram que mulheres juntas eram sinônimo de fofoca, intriga, disputa. Era preciso nos separar para nos enfraquecer.

Entendi que andar em bando é um ato político.! É o que nos mantem vivas.

Não falo de multidão vazia, daquelas que se vai pq todos estão, falo de comunidade, de mulheres que se reconhecem nas suas faltas, nas suas histórias e também nas suas forças. Mulheres que se escutam sem precisar disputar quem sofreu mais, que se olham e dizem, com o olhar “eu entendo um pouco do que você sente.”

Existe algo profundamente revolucionário quando uma mulher não precisa mais enfrentar o mundo sozinha. O bando protege, o bando sustenta, o bando lembra quem somos quando a gente esquece.

Durante séculos fomos ensinadas a competir pela atenção, pelo amor, pelo lugar possível dentro de um mundo que quase sempre foi organizado por e para os homens, mas quando mulheres começam a andar juntas, algo nessa lógica se rompe.

No bando, uma cuida da outra, uma levanta a outra, uma segura quando a outra cansa. E isso não é fraqueza, é estratégia de sobrevivência.

Talvez por isso um bando feminino assuste tanto, porque mulheres em comunidade deixam de pedir permissão para existir, elas criam outras formas de viver.

Andar em bando, no fundo, é lembrar de algo ancestral de que nenhuma de nós foi feita para caminhar só.
E quando mulheres caminham juntas, não é só um grupo que se forma é um território novo que nasce.


Por aqui, sigo me juntando aos bandos que me acolhem e me sustentam, e tu?

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