London Dry Opera Co.

London Dry Opera Co. Avant-garde writer and director Gerald Thomas sets up his Dry Opera Company in London. He now plans to concentrate fully on the London venture.

From Natalie Woolman (The Stage)

Avant-garde writer and director Gerald Thomas is to set up his Dry Opera Company in London next year. Thomas, who has worked with Samuel Beckett and Philip Glass, is returning to the UK after 25 years living and working around the world because, he says, London “is where I feel I belong”. He established the first Dry Opera Company in Brazil in 1985, which he has n

ow left, and another company of the same name in New York. Thomas said: “I learned to be an adult in London and for some inexplicable reason I have always declined any invitations from any kinds of festivals here or venues in England. We would always fly over England and never stop here. This time I decided to face the demons and I found the most amazing company.”

The company’s first production will be Thomas’ new work, Throats, which will run at the Pleasance in London. It starts with a car crash, after which the victims emerge in a state between life and death for a banquet in hell. Describing it as “very funny and dark”, he said: “That territory of inbetweenness is coming from Beckett, which I do, coming from this absurdity which I have created in these years of travelling and directing over the world. This limbo, this purgatory, leaves a huge amount of space for the writer, me, and a huge territory for the actors also.”

Throats will run from February 18 to March 27, with press night on February 24. The company will tour internationally afterwards. Future productions are being planned for London for the company of seven actors.

Estoy extremadamente ansioso y triste porque veo este mensaje constantemente en mis correos electrónicos entrantes y no ...
19/08/2024

Estoy extremadamente ansioso y triste porque veo este mensaje constantemente en mis correos electrónicos entrantes y no puedo abrir LinkedIN. Raúl, si ves esto, por favor ponte en contacto (te envié un mensaje por messenger). AMOR gerald

13/11/2016

NUNCA VI TANTA GENTE SURTANDO POR AI.
(e bota surtando nisso !). A razão dessa “surtação”, dessas mentiras, dessas mascaras, dessas eternas desculpas e obsessões e compulsões? Não sei. Mas acho que é essa social media. Deve ser. Ou as micro ondas que nos invadem. Ou então são os “deuses astronautas de Erich Von Däniken. Ou então é um fracasso geral e uma TOTAL impotência perante o sistema (todos eles) e ... Ah sei lá. Mas sei que tenho tido experiências de arrepiar o cabelo. Não. Arrepiar o cabelo não. Tenho muito cabelo. Não chega a tanto. (por que sempre exagero?)
Está difícil se destacar. Ou melhor, é difícil se destacar. Quem já não o fez até agora, tem que apelar. E...apelar quer dizer (geralmente) ficar nu. Como se nudez fosse alguma novidade. Caramba. Então....o que me arrepia é ... não, deixa pra lá. Não estou aqui pra dedurar ninguém.
Quero que vocês acompanhem minha vida e vivam num mundo em que eu quero que vocês pensem que vivem.
“Eles” começam guerras, criam caos.
Eu começo guerras, crio caos. Eu os soluciono.
E quando convém a eles e quando convém a mim, tudo se resolve.
Em ENTRE DUAS FILEIRAS todos os personagens são reais e, ao contrário de qualquer outra biografia ou autobiografia, são funcionais e movimentarão mais dinheiro na quarteirão vizinho que o Banco Mundial em todo o ano que vem. Dinheiro cenográfico. Notas falsas. Sua aliança afeta mudanças marítimas e o caos climático em cada aspecto da vida humana – valor e distribuição de commodities, dinheiro, armas, água, combustível, a comida que ingerimos para viver, a informação na qual nos baseamos para nos dizer quem somos.
Que fique claro. No fim, “a verdade será revelada”.
Então, vamos lá: NUNCA VI TANTA GENTE SURTANDO POR AI.
“Venha pro Brasil. Venha. Quero muito te....”
Essa frase, assim como qualquer outra, virou uma commodity na mídia social. E isso é espantoso.

13/11/2016

NUNCA VI TANTA GENTE SURTANDO POR AI.
(e bota surtando nisso !). A razão dessa “surtação”, dessas mentiras, dessas mascaras, dessas eternas desculpas e obsessões e compulsões? Não sei. Mas acho que é essa social media. Deve ser. Ou as micro ondas que nos invadem. Ou então são os “deuses astronautas de Erich Von Däniken. Ou então é um fracasso geral e uma TOTAL impotência perante o sistema (todos eles) e ... Ah sei lá. Mas sei que tenho tido experiências de arrepiar o cabelo. Não. Arrepiar o cabelo não. Tenho muito cabelo. Não chega a tanto. (por que sempre exagero?)
Está difícil se destacar. Ou melhor, é difícil se destacar. Quem já não o fez até agora, tem que apelar. E...apelar quer dizer (geralmente) ficar nu. Como se nudez fosse alguma novidade. Caramba. Então....o que me arrepia é ... não, deixa pra lá. Não estou aqui pra dedurar ninguém.
Quero que vocês acompanhem minha vida e vivam num mundo em que eu quero que vocês pensem que vivem.
“Eles” começam guerras, criam caos.
Eu começo guerras, crio caos. Eu os soluciono.
E quando convém a eles e quando convém a mim, tudo se resolve.
Em ENTRE DUAS FILEIRAS todos os personagens são reais e, ao contrário de qualquer outra biografia ou autobiografia, são funcionais e movimentarão mais dinheiro na quarteirão vizinho que o Banco Mundial em todo o ano que vem. Dinheiro cenográfico. Notas falsas. Sua aliança afeta mudanças marítimas e o caos climático em cada aspecto da vida humana – valor e distribuição de commodities, dinheiro, armas, água, combustível, a comida que ingerimos para viver, a informação na qual nos baseamos para nos dizer quem somos.
Que fique claro. No fim, “a verdade será revelada”.
Então, vamos lá: NUNCA VI TANTA GENTE SURTANDO POR AI.
“Venha pro Brasil. Venha. Quero muito te....”
Essa frase, assim como qualquer outra, virou uma commodity na mídia social. E isso é espantoso.

Gerald Thomas

09/11/2016

Não é o FIM DO MUNDO P***A ! aprendam um pouco de história:
Voces acham que sempre TUDO é o fim, não é? Pois não é! Pode ser um retrocesso mas estamos longe de um FIM, desse berro de “oh meu deus ! meu deus!!!!”. Eu mesmo reagi a vitória do Trump como “Horror!”, já que desci pra votar com febre, desmaiando, tudo rodando, passando mal pra ca***ho já que sou um ser sozinho as voltas com essas autobiografias em inglês e português ..enfim. Votei e, assim como todos os ferrenhos democratas, não tive duvidas de que a Hilary iria ganhar.
Continuei passando mal pelo noite adentro mas quero dizer uma coisa: PAREM DE PROCLAMAR ESSE FIM E revisitem a historia seus tolos.
Os maiores PULOS culturais da HISTORIA não vieram do conforto, não vieram de momentos fáceis, não vieram de um mar de rosas !
Exemplos (serei breve pois aqui em NYC são 5:24 da manhã de uma noite não dormida):
- Todo o movimento de CONTRACULTURA, todo ele: veio de um enorme protesto contra o Status Quo. E esse Status Quo era o inimigo e o inimigo era o Governo. No caso, na época eram figuras como o nojento Nixon, Barry Goldwater, etc. E esse movimento culminou com 500 MIL pessoas se divertindo na LAMA de Woodstock e uivando de prazer ao ouvir Hendrix tocando o Star Spangled Banner como se fossem BOMBAS caindo sobre Vietnam, Cambodja e assim por diante.
- “Keep on rockin in the Free World” , o hino de Neil Young foi composto durante o governo do Velho Bush, sucedendo Reagan e o MUNDO CHEGANDO ao fim estava perto com o Muro de Berlim caindo e a morte do Idolo máximo do mundo islâmico morrendo, O Aiatolah Kholeini, no Irã.
- Ah sim, “Blowin in the Wind”, que influenciou TODO MUNDO, criou raízes, procriou, teve filhos e estabeleceu Bob Dylan como o pai e mãe da música e poesia que hoje temos (até Nobel ganhou) foi escrita e cantada em 1962....em pleno FIM DO MUNDO, Europa em....Baia dos Porcos....a guerra nuclear pra acontecer : JFK e Khrushchev prontos pra apertarem o botão vermelho por causa da “crise dos mísseis” !!!! Que época. Sim era o FIM do Mundo. Meus pai e minha mãe caídos no chão, esperando a bomba, a bomba. E no chão de novo, em Novembro de 1963 quando JFK foi assassinado.
FIM do MUNDO? P***a nenhuma. O sol se levanta daqui a pouco. Como sempre se levantou. Com guerra, sem guerra, não existe o FIM do MUNDO enquanto estamos aqui LIVRES pra escrever, ca***ho !! E foi assim quando os BEATS se formaram em torno de Kerouac e Guinsberg e Borroughs em meados dos anos CINQUENTA em plena GUERRA FRIA e GUERRA de McCarthy contra os próprios Americanos , alguém se lembra?
Sim? Não? Alguem se lembra da HISTORIA seus histéricos?
Macartismo como é chamado? Listas negras, perseguições que EXILARAM pessoas como Alfred Hitchcock e dezenas , Centenas de intelectuais.....J Edgar Hoover e McCarthy SIM.
E mesmo assim, estamos aqui.
Manerem seus pessimismos.
Não é o fim de nada. É o INICIO de um tempo de provocações.
Oito anos atrás, elegemos Presidente Obama. Um MEGA passo pra frente.
Agora (hoje) foram vários passos pra tras.
A dança é assim !!! Sempre foi.
Gerald Thomas

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