José Carlos Maximino

José Carlos Maximino Jornalismo. Comunicação. Relações Públicas. Ensino/Formação.

11/05/2026

É algo estranho, que tende a normalizar-se, esta falta de comunicação da Câmara de Aveiro sobre assuntos relevantes. Protocolos e regras podem estar a ser seguidos e cumpridos, mas não deixa de fazer falta a comunicação aos cidadãos. Enquanto isso, assuntos que não transmite aos cidadãos e...

11/05/2026
Ó balha-me Deus!
11/05/2026

Ó balha-me Deus!

Mesmo!
11/05/2026

Mesmo!

Foi preciso um comediante com microfone para fazer o que meses de concertação social não conseguiram: sentar Armindo Monteiro, da CIP, e Mário Mourão, da UGT, à mesma mesa sem que ninguém saísse pela janela. O resultado? Um acordo histórico. Sobre o Benfica

Ouça a entrevista em podcast pelo link nos comentários

Crónica dos parasitas políticos, por David Ferreira, no Facebook."Ventura não criou o descontentamento dos mais desfavor...
21/04/2026

Crónica dos parasitas políticos, por David Ferreira, no Facebook.

"Ventura não criou o descontentamento dos mais desfavorecidos. Explora-o.
Não curou injustiças, salários baixos, serviços degradados ou vidas apertadas. Montou banca à porta deles.
É o oportunista clássico, aparece quando há cansaço, aponta culpados fáceis, promete milagres baratos e desaparece sempre que chega a hora de explicar como faria melhor. Vive da ferida alheia sem nunca a querer sarar. Porque se o país melhorasse, o negócio encolhia.
Se houvesse confiança, perdia clientela.
Se houvesse esperança, perdia palco.
Se houvesse soluções, perdia assunto.
Por isso precisa de crise permanente, raiva constante, conflito diário e Ódio a tudo o que mexe, principalmente se for cigano ou imigrante. Alimenta incêndios e vende-se como bombeiro.
Fala pelos esquecidos, mas usa-os como escada. Defende o Povo, mas serve-se dele como plateia. E no fundo, o venturismo vive de uma contradição quase perfeita, ataca o Sistema enquanto vive dele com conforto, com tudo o que é de melhor, e a que os desgraçados não têm acesso. Mas querem mais, e é ver as ajudas de custo, venham de onde vierem, sempre a subirem.
Entram no Parlamento a prometer limpeza e acabam instalados nas cadeiras que juravam combater. Recebem salários públicos, subsídios, tempo de antena, assessorias e visibilidade institucional, tudo pago pelo mesmo Estado que insultam em campanha. Mordem a mão que lhes passa o cheque.
Transformam o Parlamento em circo permanente: gritaria, provocação, teatro indignado e polémica de turno. Produção séria escassa, rendimento mediático elevado. Resolver problemas dá trabalho. Encenar revolta dá lucro. Falam contra privilégios enquanto acumulam os seus. Pregam moralização enquanto colecionam embaraços próprios. Invocam o Povo enquanto aguardam, pontualmente, o cheque mensal. No fim, não lideram revolta nenhuma. Administram frustrações para proveito próprio. Não são anti-sistema.
São parasitas especializados nele."
sicnoticias.pt
Manifestação contra visita de Lula da Silva pode degradar a relação Portugal-Brasil?

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