Leanked

Leanked Consultoria em Operações, Lean Management e Kaizen Mantém atualmente em gestão uma carteira ampla e diversif**ada de projetos de consultoria.

Fundada em 2009, a Leanked é uma empresa de consultoria em operações e engenharia e gestão industrial avançada, que tem alcançado um forte crescimento da sua atividade nos últimos anos. Atuando essencialmente no mercado nacional, a Leanked tem uma abordagem multissetorial, tendo ajudado com êxito várias organizações no seu processo de mudança. A Leanked atua na resolução de problemas de engenharia

e gestão industrial avançada e na liderança de projetos de transformação operacional para a excelência (lean e kaizen immersive projects) e na implementação de sistemas de melhoria contínua.

Os 3 KPIs operacionais que ligam o chão de fábrica ao EBITDA.Na semana passada falámos dos KPIs que não servem para nada...
30/04/2026

Os 3 KPIs operacionais que ligam o chão de fábrica ao EBITDA.

Na semana passada falámos dos KPIs que não servem para nada. Hoje vamos falar dos que servem.

Se pudesse escolher apenas 3 indicadores para gerir uma operação industrial, seriam estes:

OEE — Overall Equipment Effectiveness. Responde a uma pergunta simples: quando a máquina está ligada, está realmente a produzir bem?

Junta três coisas que normalmente andam separadas: o tempo que a máquina está disponível, a velocidade a que trabalha, e a qualidade do que sai. Quando se multiplicam os três, o número que aparece é quase sempre mais baixo do que as pessoas esperavam.

Já vi fábricas convencidas de que trabalhavam a 85% de eficiência. Quando medimos o OEE real, estavam nos 55%. A diferença eram paragens que ninguém contava, velocidades reduzidas que já eram "normais", e retrabalho que entrava na rotina.

Yield — Taxa de rendimento. Responde a outra pergunta simples: de tudo o que produzo, quanto é que sai bem à primeira?

Parece básico. Mas quando se começa a medir a sério, com o refugo, o retrabalho, as peças que voltam para trás, o número real assusta. Porque o custo não está só no material perdido. Está nas horas gastas a refazer o que devia ter sido feito bem à primeira.

OTIFQ — On Time, In Full, Quality. Responde à pergunta que o cliente faz todos os dias: recebi o que pedi, quando pedi, e como pedi?

Este é o indicador que liga a fábrica ao mercado. Quando o OTIFQ cai, os clientes não reclamam logo. Mas começam a procurar alternativas em silêncio. E quando se percebe, já é tarde.

Três KPIs. Três perguntas. Três ligações diretas ao resultado financeiro.
Não são os únicos que importam. Mas se a sua fábrica não mede estes três, está a gerir no escuro.

Na Leanked, começamos sempre por aqui. Porque antes de melhorar, é preciso ver.

E estes três mostram tudo o que é preciso ver.
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Anúncio da parceria oficial com a  Aveiro.Uma das coisas que aprendemos em 17 anos no terreno é que a excelência operaci...
28/04/2026

Anúncio da parceria oficial com a Aveiro.

Uma das coisas que aprendemos em 17 anos no terreno é que a excelência operacional não se constrói sozinha.

Constrói-se com as pessoas certas. E as melhores pessoas começam a formar-se muito antes de chegarem ao mercado de trabalho.

É por isso que temos orgulho em anunciar a nossa parceria oficial com a JELA Aveiro — a Júnior Empresa Lean de Aveiro.

A JELA é um projeto de estudantes que já nasce com a mentalidade certa: ir ao terreno, medir, questionar, melhorar. São jovens que não esperam pelo diploma para começar a resolver problemas reais.

E é essa energia que queremos perto de nós.
Esta parceria não é um selo numa página. É um compromisso com o que acreditamos:

→ Que o Lean se aprende a fazer, não a ouvir
→ Que o talento se desenvolve no terreno, não em salas de aula
→ Que as empresas que investem na próxima geração constroem hoje a competitividade de amanhã

Para a Leanked, estar ao lado da JELA e ao lado do Kaizen Institute, que também é parceiro, é estar onde o futuro da melhoria contínua em Portugal começa a ganhar forma.

Bem-vindos a bordo, JELA.
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KPI overload, porque 71% dos indicadores que a sua empresa mede não servem para tomar decisões.Quantos indicadores tem n...
23/04/2026

KPI overload, porque 71% dos indicadores que a sua empresa mede não servem para tomar decisões.

Quantos indicadores tem no quadro da sua fábrica?

E quantos desses é que realmente usa para tomar decisões?

A McKinsey analisou 18 empresas industriais e descobriu que só 29% dos KPIs definidos são efetivamente usados nas decisões. Os outros 71% estão lá. São medidos. Aparecem nos relatórios. Mas não mudam nada.

Vemos isto em quase todas as operações onde entramos.

Quadros enormes cheios de gráficos. Reuniões semanais onde se olha para 30 indicadores em 45 minutos. E no fim, as decisões tomam-se com base no que o encarregado disse ao almoço ou no que o cliente reclamou por email.

O problema não é medir. É medir o que não importa.

Uma fábrica não precisa de 30 KPIs. Precisa de 5 que lhe digam a verdade:

→ Estou a produzir bem? (OEE)
→ Estou a entregar a tempo e com qualidade? (OTIFQ)
→ Estou a desperdiçar material? (Yield)
→ Estou a usar bem as pessoas? (Capacidade libertada)
→ Estou a ganhar dinheiro com cada hora de trabalho? (Lucro por hora)

Cinco. Ligados diretamente ao P&L. Sem ruído.

Quando ajudamos empresas a fazer esta limpeza, a reação é sempre a mesma: "Finalmente percebo o que se passa na minha operação."

Menos dados. Melhores decisões. Mais resultado.

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O caminho certo: diagnóstico → enquadramento → execuçãoNos últimos dias falámos de dois erros que se repetem em fábricas...
21/04/2026

O caminho certo: diagnóstico → enquadramento → execução

Nos últimos dias falámos de dois erros que se repetem em fábricas de todo o país:
Investir antes de perceber onde está o verdadeiro problema.

Investir sem saber que podia ter tido apoio para parte do custo.
São erros que custam dinheiro, tempo e confiança. Mas a verdade é que não acontecem por falta de competência. Acontecem porque a sequência normal das coisas empurra as empresas a decidir rápido.

O fornecedor aparece com uma proposta. O orçamento parece caber. A administração aprova. E pronto, está decidido.

Ninguém parou para ir ao terreno ver se o problema era mesmo aquele.
Ninguém perguntou se existiam apoios para reduzir o esforço financeiro.
Ninguém desenhou o caminho antes de o percorrer.

Na Leanked, há 17 anos que trabalhamos com uma sequência diferente. E é simples:

Primeiro, vamos ver.
Andamos pelo chão de fábrica. Falamos com quem lá está todos os dias. Medimos. Percebemos onde está o aperto real — não o que parece, mas o que é.
Depois, estruturamos.

Quando sabemos o que precisa de mudar, trabalhamos com a Consultores para perceber se há apoios que encaixam. Incentivos, fundos, enquadramentos que transformam um custo pesado num investimento inteligente.
Só então, executamos.

Com um plano claro, com dinheiro bem aplicado, e com uma equipa no terreno que acompanha a implementação até estar consolidada.

Diagnóstico → Enquadramento → Execução.

Não é magia. É método. E é o que separa as empresas que investem bem das que investem e esperam que corra bem.

Se quer saber por onde começar, o primeiro passo é sempre o mesmo: ir ver.
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100% ou 40%, a diferença está no timing.Há uma coisa que ainda dói mais do que investir mal.É investir mal e ainda ter p...
17/04/2026

100% ou 40%, a diferença está no timing.

Há uma coisa que ainda dói mais do que investir mal.
É investir mal e ainda ter pago tudo do bolso.

Acontece muito mais do que se pensa.
Empresas que decidem comprar uma máquina, montar uma linha nova, mudar o software de gestão.

Tudo dinheiro próprio. E só meses depois é que descobrem, numa conversa de café com outro empresário do mesmo setor, que parte daquele investimento podia ter tido apoio a fundo perdido.

Mas era preciso ter estruturado a candidatura antes.

Ninguém faz isto por mal. Faz-se porque a urgência aperta, o fornecedor pressiona, o orçamento parece bom, e o tempo para "tratar de papelada" parece tempo perdido.

Só que essa "papelada" pode ser a diferença entre pagar 100% ou pagar 40% do mesmo investimento.

E não estamos a falar de empresas pequenas. Estamos a falar de empresários experientes, com equipas competentes, que simplesmente não pararam para perguntar: "isto pode ter apoio?"

A resposta, na maior parte das vezes, é sim. Mas só se a pergunta for feita a tempo.

Aqui no grupo, o que fazemos é juntar as duas coisas que costumam andar separadas:

→ Vemos o que está a acontecer no terreno (Leanked)
→ Vemos o que pode ser estruturado financeiramente para apoiar o investimento (HM Consultores)

Não é magia. É só não deixar dinheiro em cima da mesa.
Porque uma operação não vive só de boas decisões técnicas.

Vive de boas decisões financeiras tomadas no momento certo.

Diagnóstico primeiro.
Enquadramento depois.

E só aí, o investimento.
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Antes de investir, diagnostique. Quantas vezes já viu uma máquina nova a chegar à fábrica e, seis meses depois, os mesmo...
14/04/2026

Antes de investir, diagnostique.

Quantas vezes já viu uma máquina nova a chegar à fábrica e, seis meses depois, os mesmos problemas continuarem exatamente no mesmo sítio?

A máquina não era o problema.

O problema estava no que ninguém parou para olhar antes.

Acontece todos os dias em empresas que queremos ajudar. O encarregado diz que "precisamos de uma linha nova". O diretor aprova. A máquina chega. E passados uns meses, a mesma fila de paletes continua a acumular-se no mesmo corredor, os mesmos atrasos continuam a aparecer, e o dinheiro que devia estar a entrar continua a escapar pelas mesmas frinchas.

O que falhou? Ninguém foi ao chão de fábrica perguntar onde estava o verdadeiro aperto.

No nosso trabalho, vemos três erros que se repetem quase sempre:

→ Comprar equipamento para resolver um problema que estava duas operações antes
→ Automatizar um processo que nem devia existir daquela forma
→ Investir em software quando o problema era a forma como as pessoas passam informação umas às outras

Ninguém faz isto por mal. Faz-se porque parece que a solução está no que se pode comprar. Mas a resposta está quase sempre no que se tem de olhar primeiro.

É por isso que na Leanked começamos sempre pelo terreno. Vamos ver. Medimos. Ouvimos quem lá está todos os dias. Só depois falamos de investimento.

E é por isso também que, quando chega a altura de estruturar o dinheiro, de perceber se há apoios disponíveis e de organizar a candidatura, trabalhamos em conjunto com a HM Consultores. Eles fazem o que nós não fazemos. Nós fazemos o que eles não fazem. No meio, o cliente ganha tempo e ganha dinheiro.

Diagnóstico primeiro. Dinheiro depois. E só aí, o investimento.

É assim que evitamos a armadilha mais cara que há numa operação: gastar bem para resolver mal.

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Workshops práticos no Gemba, porque a formação só funciona onde o trabalho acontece. Quantas formações já pagou que acab...
09/04/2026

Workshops práticos no Gemba, porque a formação só funciona onde o trabalho acontece.

Quantas formações já pagou que acabaram num PDF esquecido no email?

Provavelmente mais do que gostaria de admitir.
O problema não é o conteúdo. É o contexto.

A maior parte da formação industrial falha pelo mesmo motivo: é teórica, é genérica, e acontece longe do sítio onde o trabalho realmente acontece.

Os colaboradores voltam para o chão de fábrica e, uma semana depois, tudo funciona exatamente como antes.

Os Workshops da Leanked são diferentes. E a diferença começa na localização: acontecem no Gemba, o terreno real, com processos reais, equipas reais.

Na prática, isto signif**a:

→ Simulações com base em problemas concretos da operação
→ Teoria aplicada diretamente ao que está a acontecer naquele momento
→ Exercícios onde as equipas experimentam, erram e ajustam
→ Ferramentas Lean que saem do workshop já integradas no trabalho diário

O resultado? Conhecimento que f**a. Comportamentos que mudam. Melhorias que começam no dia seguinte, não daqui a 6 meses.

Há 17 anos que é assim que formamos. Porque sabemos que as equipas aprendem de verdade onde realmente trabalham.

Quer transformar formação em resultados concretos?
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Os 8 desperdícios que drenam rentabilidade sem as empresas perceberem, o iceberg dos custos ocultos.A maioria das empres...
07/04/2026

Os 8 desperdícios que drenam rentabilidade sem as empresas perceberem, o iceberg dos custos ocultos.

A maioria das empresas industriais só vê os custos que estão à superfície: refugo, avarias, paragens.

Mas o verdadeiro impacto na rentabilidade está escondido.

> Excesso de produção que ninguém questiona.
> Excesso de stock que imobiliza capital.
> Movimentações que não acrescentam valor.
> Tempos de espera que já se tornaram "normais".
> Talento que não está a ser aproveitado.
> Transporte interno desnecessário.
> Processamento que o cliente não pediu.
> Defeitos que geram retrabalho silencioso.

Estes são os 8 desperdícios (MUDA) que o Lean identif**a e elimina de forma cirúrgica.

O problema não é tê-los. Todas as operações têm. O problema é não os ver.
Porque o que não se vê, não se mede. O que não se mede, não se gere. E o que não se gere, come a margem mês após mês.

Na Leanked, começamos sempre pelo Gemba, porque os números reais estão no terreno, não nos relatórios. Há 17 anos que ajudamos organizações a tornar visível o invisível e a desbloquear rentabilidade escondida.

Quer saber o que está abaixo da superfície na sua operação?
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NIS2 e o chão de fábrica, o que muda na prática operacional. Porquê: traz a NIS2 para o território natural da Leanked e ...
02/04/2026

NIS2 e o chão de fábrica, o que muda na prática operacional.
Porquê: traz a NIS2 para o território natural da Leanked e mostra que conformidade não é só IT, é operações.

A NIS2 fala de cibersegurança. Mas na prática, o impacto começa no chão de fábrica.

Porquê?

Porque a maioria das vulnerabilidades operacionais não está nos servidores. Está nos processos:

→ Máquinas ligadas a redes sem monitorização
→ Dados de produção em folhas Excel partilhadas sem controlo
→ Acessos a sistemas industriais sem gestão de permissões
→ Procedimentos de continuidade que nunca foram testados

A NIS2 obriga as organizações a tratarem estes temas com a mesma seriedade com que tratam a qualidade ou a segurança no trabalho.

E é aqui que o Lean faz a diferença.

Padronização de processos. Gestão visual. Rotinas de auditoria. Cultura de melhoria contínua. São estas as bases que transformam conformidade num sistema operacional robusto, não num relatório que f**a na gaveta.

Na Leanked, ajudamos a construir esta robustez desde o terreno. Porque a resiliência operacional não se decreta, implementa-se.

Quer saber como preparar as suas operações?
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NIS2 e a cadeia de valor, porque os vossos clientes vão exigir istoA NIS2 não vai bater à vossa porta pela via legal. Va...
31/03/2026

NIS2 e a cadeia de valor, porque os vossos clientes vão exigir isto

A NIS2 não vai bater à vossa porta pela via legal. Vai bater pela via comercial.

Os vossos maiores clientes, especialmente os que operam em setores críticos ou cadeias de valor europeias, vão começar a exigir conformidade aos seus fornecedores.

Não por obrigação regulatória direta, mas por gestão de risco.

Na prática, isto signif**a que:

→ Auditorias de fornecedores vão incluir critérios de cibersegurança e resiliência operacional
→ A capacidade de demonstrar processos robustos de gestão de risco será um fator de seleção
→ Quem não estiver preparado arrisca perder posição na cadeia de valor, antes de qualquer multa

A pergunta já não é "a NIS2 aplica-se à minha empresa?"
A pergunta é: "os meus clientes vão exigir isto?"

A resposta, na maioria dos casos, é sim.

Na Leanked, ajudamos organizações a construir resiliência operacional com método, desde o diagnóstico à implementação. Porque a conformidade começa nas operações.

Quer preparar a sua organização antes que a cadeia de valor o exija?
www.leanked.com

Endereço

Aveiro
3800-159

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