24/09/2026
Em julho de 2026, o setor do alojamento turístico registou aproximadamente 3,4 milhões de hóspedes e 9,6 milhões de dormidas, o que corresponde a 923,7 milhões de proveitos totais e 734,4 milhões de proveitos de aposento 🧳 🏨
📈 O crescimento das dormidas resultou tanto dos residentes, como dos não residentes, sendo que as dormidas de residentes aumentaram 5,1%, atingindo 3,1 milhões, enquanto as de não residentes cresceram 0,7%, totalizando 6,6 milhões. Os maiores aumentos neste indicador registam-se no Alentejo e no Norte (+7,7% e +6,3%, respetivamente), sendo que, em sentido contrário, as Regiões Autónomas apresentam os decréscimos mais acentuados. Na globalidade dos estabelecimentos de alojamento turístico nacionais, a estada média foi de 2,83 noites (+1,1% face ao período homólogo). Os valores mais elevados mantiveram-se na R.A. Madeira (4,74 noites) e no Algarve (4,31 noites).
🌎 Entre os dez principais mercados emissores em julho, que representaram 74,0% do total de dormidas de não residentes, destaca-se o Reino Unido (18,4% do total), seguido por Espanha (10,8%) e pela Alemanha (9,3%). Em sentido contrário, continua a observar-se o decréscimo acentuado do mercado francês (-5,9%). Sabe-se ainda que o mercado polaco se destacou com o maior crescimento homólogo nas dormidas (+10,8%) e observa-se uma diminuição das dormidas do mercado norte americano (-3,1%), a segunda desde a pandemia.
💶 Os proveitos totais gerados pelos alojamentos nacionais registaram, em julho, um aumento de 4,9% face ao período homólogo. Neste mês, o Algarve foi a região que mais contribuiu para a globalidade destes proveitos (35,0% dos proveitos totais e 35,1% dos proveitos de aposento), seguida pela Grande Lisboa (21,2% e 21,9%, pela mesma ordem) e pelo Norte (14,1% e 14,2%, respetivamente). Sabe-se ainda que o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se nos 104,3 euros (+1,8%) e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu os 154,9 euros (+3,2%).
Fonte: INE – Estimativas Rápidas