18/08/2026
Em junho de 2026, o setor do alojamento turístico registou aproximadamente 3,1 milhões de hóspedes e 8,1 milhões de dormidas, o que corresponde a 786,6 milhões de proveitos totais e 609,3 milhões de proveitos de aposento 🧳 🏨
📈 O crescimento das dormidas resultou exclusivamente do mercado doméstico, sendo que que as dormidas de residentes aumentaram 3,8%, atingindo 2,5 milhões, enquanto as de não residentes diminuíram 0,6%, totalizando 5,7 milhões. Os maiores aumentos neste indicador registaram-se no Norte, na Grande Lisboa e no Alentejo (+4,8%, +2,3% e +2,1%, respetivamente), sendo que, em sentido contrário o Oeste e Vale do Tejo e a R.A. Madeira apresentaram os decréscimos mais acentuados. Na globalidade dos estabelecimentos de alojamento turístico nacionais, a estada média foi de 2,58 noites (-0,3% face ao período homólogo). Os valores mais elevados mantiveram-se na R.A. Madeira (4,37 noites) e no Algarve (3,90 noites).
🌎 Entre os dez principais mercados emissores em junho, que representaram 76,9% do total de dormidas de não residentes, destaca-se o Reino Unido (20,8% do total), seguido pelos E.U.A (11,5%) e pela Alemanha (10,9%). Em sentido contrário, continua a observar-se o decréscimo acentuado do mercado francês (-7,9%). Sabe-se ainda que o Canadá se destacou com o maior crescimento homólogo nas dormidas (+4,0%).
💶 Os proveitos totais gerados pelos alojamentos nacionais registaram, em junho, um aumento de 4,7% face ao período homólogo. Neste mês, o Algarve foi a região que mais contribuiu para a globalidade destes proveitos (29,4% dos proveitos totais e 28,5% dos proveitos de aposento), seguida pela Grande Lisboa (27,1% e 28,5%, pela mesma ordem) e pelo Norte (15,6% e 16,0%, respetivamente). Sabe-se ainda que o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se nos 90,5 euros (+1,0%) e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu os 140,8 euros (+2,7%).
Fonte: INE – Estimativas Rápidas