AETP - Associação de Empresas Turísticas Portuguesas

AETP - Associação de Empresas Turísticas Portuguesas Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de AETP - Associação de Empresas Turísticas Portuguesas, Serviço empresarial, R. D. José Alves Correia da Silva, n. º 34/3. ºdto/Cruz da Areia, Leiria.

Formalizada em 2008, a AETP - Associação de Empresas Turísticas Portuguesas, é uma estrutura associativa de base empresarial que entende a cooperação e o trabalho conjunto como vectores chave para o desenvolvimento turístico harmonioso de Portugal.

O Impensável aconteceu mesmo !O que marca a diferença entre bons e maus governos é a sua vontade, disponibilidade e capa...
26/01/2015

O Impensável aconteceu mesmo !

O que marca a diferença entre bons e maus governos é a sua vontade, disponibilidade e capacidade para corrigir os problemas que são do seu conhecimento. Infelizmente, no que respeita à imprescindível correcção de desleais, perigosas e até inconstitucionais leis que se aguardava em 2011 nada avançou, suportando-se assim por mais 4 anos um inseguro, desleal e fechado modelo económico que vinha de trás o qual, conforme facilmente se verif**a em Portugal apenas desenvolve a desigualdade e a injustiça social.

Esperamos naturalmente que os próximos 4 anos tragam a segurança, a justiça e igualdade de oportunidades que certamente ajudarão Portugal a sair do ciclo de dependência externa que leva já 40 anos.

http://www.aetportugal.pt/index.php?s=comunicados&scatid=0&id=667

Tendo inclusive as Autoridades Europeias, na sequência de um prolongado processo de clarif**ação económica despoletado pela AETP a nível nacional e europeu...

Aí está mais uma taxa de 1 €  aparentemente a cobrar a passageiros de transporte aéreo não residentes em Portugal assim ...
16/12/2014

Aí está mais uma taxa de 1 € aparentemente a cobrar a passageiros de transporte aéreo não residentes em Portugal assim como às suas dormidas em unidades de alojamento não podendo esta última cobrança aparentemente exceder os 7 € por pessoa.

Consubstanciando naturalmente mais esta sobrecarga fiscal, em formato de taxa, mais uma dificuldade para o negócio das companhias aéreas e principalmente para o negócio das unidades de alojamento turísticas, entende a AETP que todos os actores e agentes turísticos deveriam debater com responsabilidade o mais do que previsível negativo impacto que esta medida terá em especial no sector do alojamento turístico em Portugal.

Tendo o PIB turístico português, ao contrário dos PIBs turísticos dos nossos directos concorrentes europeus, estado a diminuir em formato preocupante, muito à conta de uma generalizada austeridade à qual se juntou uma impensável discriminatória e desalinhada sobrecarga fiscal exercida sobre o sector turístico que mais contribui para o PIB turístico português, ou seja o sector da restauração e similares, é evidente que esta medida agora anunciada e aprovada para a cidade e região que tem o principal aeroporto do país e que tem o segundo mais avultado volume de negócios turísticos do país não ajudará em nada a recuperação que Portugal necessita de garantir em formato saudável a toda a indústria turística portuguesa.

Contribuído já todas as actividades profissionais turísticas, à imagem de outras actividades económicas, quer directa quer indirectamente, para o orçamento do Estado e dos Municípios, queremos acreditar que o bom senso imperará pois, é evidente a já contraproducente sobrecarga fiscal que existe sobre toda a economia com adicional incidência na indústria turística portuguesa.

Anunciando-se a aplicação desta preocupante e ainda indefinida taxa para Abril de 2015 para o transporte aéreo e em Janeiro de 2016 para as dormidas no alojamento turístico, é evidente que a AETP irá continuar, na medida das suas parcas possibilidades, a tentar sensibilizar os nossos governantes para a necessidade de se interromperem e de se levantarem toda uma série de obstáculos (uns mais graves que outros) que foram levantados na última meia dúzia de anos os quais estão efectivamente a comprometer o saudável desenvolvimento do turismo e da economia nacional, conforme temos alertado nos últimos anos e pode ser já facilmente verif**ado através dos dados oficiais do Instituto Nacional de Estatística - INE ou outros em relação à evolução do volume de negócios dos sectores turísticos nos últimos anos.

http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=4290388&page=3

A Taxa Municipal Turística de Lisboa, que prevê a cobrança de um euro pelas chegadas ao aeroporto e ao porto da capital e sobre as dormidas, foi aprovada pela Câmara, com os votos contra da oposição.

10/11/2014

AETP entende que as empresas turísticas já contribuem mais do que o suficiente em impostos directos, indirectos, taxas e licenças para que o Estado central e local garanta as mínimas condições públicas para o exercício e desenvolvimento da actividade turística em Portugal.

Além disso, solicitar-se 1 euro por cada dormida ou passageiro corresponderá em alguns casos a facturas de dezenas de milhar de euros ou mesmo a vários milhões de euros no caso da TAP por exemplo pelo que f**a a AETP sem perceber para que deseja a Câmara Municipal de Lisboa tantos milhões de euros adicionais.

Ficaremos atentos ao desenvolvimento desta notícia.

http://economico.sapo.pt/noticias/lisboa-vai-cobrar-um-euro-por-dormida-e-por-passageiro_205676.html

Baixar-se IRC sem antes se corrigir a desigual e discriminatória taxa de 23% de IVA aplicada à restauração e a outras ac...
13/10/2014

Baixar-se IRC sem antes se corrigir a desigual e discriminatória taxa de 23% de IVA aplicada à restauração e a outras actividades turísticas será pura injustiça fiscal.

Temos esperança de que na Assembleia da República e em sede de Concertação Social, a Confederação do Turismo Português vai exijir a par dessa descida do IRC a justa correcção da taxa de IVA aplicada a essenciais sectores turísticos.

http://www.noticiasaominuto.com/economia/288338/o-irc-vai-voltar-a-baixar-e-o-irs

Vem aí nova descida do IRC, a segunda em dois anos. Entre os partidos que compõem a coligação governamental, no entanto, surgem dúvidas sobre como justif**ar politicamente no alívio para empresas sem alívio para famílias.

"Milagre do Citius: Não há processos pendentes em Portugal" - titulo artigo jornal Expresso edição electrónica 16-09-201...
17/09/2014

"Milagre do Citius: Não há processos pendentes em Portugal" - titulo artigo jornal Expresso edição electrónica 16-09-2014

A AETP aguarda com avultado prejuízo, desde Julho de 2010, que o Estado Português garanta a justiça nos tribunais a impensável e depreciativo bloqueio público a importante projecto empresarial conjunto de internacionalização de empresas turísticas que a nossa associação conseguiu apresentar ao QREN no final de 2008 não se tendo conseguido implementar por causa de impensáveis acções e posicionamentos públicos.

Naturalmente, esta injusta e inaceitável destrutiva lentidão da justiça portuguesa beneficia já o infractor e penaliza adicionalmente todos aqueles que necessitam da justiça para poder prosseguir as suas vidas ou actividades em formato seguro.

http://expresso.sapo.pt/milagre-do-citius-nao-ha-processos-pendentes-em-portugal=f889740

Isto não é uma notícia boa: neste momento não há processos pendentes em Portugal porque desapareceram momentaneamente no apagão do sistema informático dos tribunais. Mas já há sinais de vida.

Uma entrevista clarif**adora do que andou a ser feito nos últimos anos neste caso na indústria turística portuguesa e do...
08/09/2014

Uma entrevista clarif**adora do que andou a ser feito nos últimos anos neste caso na indústria turística portuguesa e do problema com que estamos confrontados para futuro.

Efectivamente a continuidade e o agravamento por este governo da política que os últimos governos levantaram para a indústria turística consubstancia uma grande preocupação e desilusão pois, efectivamente essa política que se levantou nas anteriores legislaturas não é correcta em democracia nem é aceitável comercialmente como demonstra a não concordância de entidades empresariais turísticas e de entidades europeias com a legislação turística levantada em 2009, a qual recorde-se colocou em formato desleal e incompatível estruturas públicas a cobrar financeiramente por serviços de promoção empresarial, colocando-se assim por lei em causa a elementar neutralidade das estruturas públicas ao serviço do turismo.

A continuidade de uma política por diversos governos, inclusive de diferentes partidos, é sempre saudável se essa política implementada for assertiva, equilibrada, reprodutiva e democraticamente aceitável. Infelizmente não foi isso que se passou no turismo português na última meia dúzia de anos ou mais como bem comprovam as tomadas de posições que se tiveram que se assumir centralmente para se impedir o apoio público a actividades não profissionais no turismo; a já referenciada discordância nacional e europeia com o que se estipulou em formato de lei para a área promocional empresarial turística em 2009; a passagem em 2011 do IVA de 6% para 23 % aplicado à electricidade e gás; a discriminatória e destrutiva sobrecarga fiscal em sede de IVA aplicada em 2012 apenas à actividade de alguns sectores turísticos, como é exemplo preocupante o sector da restauração e similares pelo seu impacto transversal a toda a economia e pela sua elevada empregabilidade; ou mesmo a questionável alteração de natureza das estruturas pública ao serviço do turismo de estruturas simplesmente públicas para estruturas públicas de natureza associativa a qual consolida a predisposição demonstrada para se prosseguir a fechada, desleal, incompatível e discriminatória lógica de intervenção pública no caso na indústria turística portuguesa.

Como bem dizia o saudoso Dr. Ernâni Lopes, sendo aliás essa referência sabiamente repetida por diversas vezes na entrevista, turismo não é apenas um ou outro sector turístico ou produto turístico e por outro lado afirmamos nós a referência apenas a determinados indicadores de um ou outro sector turístico é sempre curta para qualif**ar o avanço de uma indústria como é a turística ou mesmo do sector turístico em causa.

Sendo a indústria turística alimentada por um número bastante elevado de actividades profissionais turísticas às quais se juntam depois muitas outras actividades mais ou menos económicas relacionadas ou dependentes, o que é facto confirmado é que em 2012, após a austeridade e sobrecarga fiscal sectorial lançada, o volume de negócios de dois dos mais importantes e pesados sectores turísticos, responsáveis por mais de 70% do volume de negócios de toda a indústria turística portuguesa (alojamento e restauração e similares ) caiu perto de 10 % (Dados INE).

Não sendo conhecidos dos cidadãos e entidades comuns os dados oficiais para os mesmos sectores relativos a 2013 saudamos naturalmente o alegado sucesso que está a ser publicitado para o turismo nesse ano contudo, não escondemos a nossa preocupação com esse anúncio pois, sabemos que também em 2013 as dificuldades impostas não foram levantadas e que as dificuldades sectoriais existentes não se esfumaram.

Como é evidente ajudava muito a esse desejado sucesso que a tutela turística e económica reduzissem os impostos sobre factores chave de produção (energia, gás, água) e que clarif**assem o que ainda não foi clarif**ado desde 2009 a nível nacional nomeadamente em relação à lógica e aos limites da intervenção do Estado na promoção empresarial turística e também desde 2012 em relação à desalinhada lógica fiscal sectorial turística que se implementou na indústria turística pois, a verdade é que o decreto-lei 191/2009 de 17 de Agosto ainda não foi corrigido ou revogado apesar da já assumida discordância europeia com matéria essencial do mesmo, mantendo-se assim na legislação portuguesa a desleal e incompatível ambição pública de operar na área promocional empresarial turística. Da mesma forma, mantém-se no terreno uma desigual, estigmatizante e discriminatória inaceitável política fiscal sectorial turística desde 2012 que não tem paralelo junto de nenhum dos nossos directos concorrentes europeus, a qual compromete a elementar competitividade e equilíbrio comercial dos sectores turísticos afectados sendo profundamente injusta para uma sociedade que é das que tem menores rendimentos médios per capita na União Europeia.

Depois de tudo o que avançou e que não deveria de ter avançado e das dificuldades empresariais e sectoriais que efectivamente estão ainda no terreno, dizer-se que fez bem este governo em prosseguir a lógica levantada pelos anteriores governos é bem sintomático da situação difícil e inesperada a que estamos a ser forçados.

Pintar-se um quadro muito positivo sobre parte de uma realidade mais complexa é atitude insuficiente que inclusive certamente desanima tantas e tantas empresas turísticas que estão a passar por dificuldades também à custa das congestionantes e inadequadas políticas turísticas adoptadas, prosseguidas e levantadas nos últimos anos.

http://m.economico.sapo.pt/etv/video/oNOhfJEdKquQIHny1qUn

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Boas notícias para Portugal !O nosso país é de facto um grande destino internacional que tem mesmo das melhores activida...
04/08/2014

Boas notícias para Portugal !

O nosso país é de facto um grande destino internacional que tem mesmo das melhores actividades profissionais turísticas nos diversos sectores turísticos.

Parabéns aos vencedores e que continue o imprescindível processo de melhoramento da nossa indústria turística para que os resultados globais desta indústria sejam ainda melhores como é possível e desejável.

http://trendy.pt/2014/08/portugal-conquista-16-world-travel-awards-europa/

Turismo de Portugal recebeu prémio de melhor organismo oficial. Madeira e Algarve em destaque,

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