Clara Como Água

Clara Como Água de até à


Sobre projetos, pessoas, instituições e marcas com   .Termina em beleza esta temporada de episódios do Podcast Ostober.o...
07/01/2025

Sobre projetos, pessoas, instituições e marcas com .

Termina em beleza esta temporada de episódios do Podcast Ostober.org.

Conversas conduzidas com a mestria da Maria Meneses entre profissionais de saúde e pacientes com o propósito de desmistificar, esclarecer, eliminar preconceitos relacionados com a ostomia.

Neste episódio trouxemos a família DII através de duas grandes referências para a comunidade de pessoas com doença inflamatória intestinal.

Todos os episódios disponíveis nas plataformas Spotify, Apple Podcast e Youtube.

O movimento Ostober.org criado pela Convatec Ostomia Portugal em parceria com a ANOXV - Associação Nacional de Ostomizados e o apoio do Movimento , Associação Portuguesa de Enfermeiros de Cuidados em Estomaterapia - APECE e Farmácias Portuguesas

🎙️Iniciamos 2025 com um episódio onde abordamos o tema das Doenças Inflamatórias Intestinais, um diagnóstico que muitas vezes leva à cirurgia de construção ...

Aqui ficam algumas reflexões que ficaram do estágio da  na Clara Como Água. Com as conversas que ficarão memorizadas e s...
29/07/2024

Aqui ficam algumas reflexões que ficaram do estágio da na Clara Como Água. Com as conversas que ficarão memorizadas e sobretudo a mudança de perspetiva sobre a simples tarefa de estender roupa no estendal.

Esta publicação é parte do artigo disponível no Linkedin para quem queira aprofundar a discussão sobre o papel da comunicação e o tipo de mensagem para mobilizar-nos pela sustentabilidade. F**a o link em story.

Obrigada à Kendall, à sua família que a confiou nesta aventura e à

Seguimos de

Recuperei o filme “Mother Nature”, para partilhar com a Kendall Sneed, que estava a terminar o estágio na Clara Como Águ...
17/07/2024

Recuperei o filme “Mother Nature”, para partilhar com a Kendall Sneed, que estava a terminar o estágio na Clara Como Água, como mote para refletirmos sobre qual o discurso mais eficaz para alterar comportamentos em prol do desenvolvimento sustentável.

Recordo-me da primeira vez que vi o vídeo e de ter pensado: claro, que ideia esta de acharmos que somos “a última coca-cola do deserto”! Lembro-me também de questionar a relevância do impacto do homem no equilíbrio do ecossistema terrestre, para o bem (salvar o planeta) ou para o mal (dar cabo dele). Seremos assim tão importantes?!

Foi preciso estudar e ler um pouco mais sobre o tema para perceber que de facto somos, como diz Yuval Noah Harari no seu Sapiens, o maior predador terrestre. O nosso crescimento exponencial, a par do modelo de desenvolvimento que adotámos, tornou-nos de facto uma ameaça para o planeta.

São muitos os desafios que nos são colocados neste momento. Entre eles, se ainda vamos a tempo de manter o equilíbrio ecológico que conhecemos e no qual a vida acontece. E aqui entra a questão da urgência.

Será o papel da comunicação demonstrar a urgência e com isso mobilizar à ação? Vejamos a mensagem deste filme, uma iniciativa “Nature Is Speaking” da Conservation International que nos diz, na voz de Julia Roberts, que a Mãe Natureza existe há 4.5 biliões de anos, 22,500 vezes mais tempo que os humanos para explicar que, na verdade, não precisa das pessoas.

Perguntei à Kedall: O que nos pode mobilizar mais, uma mensagem que mostra que o poder regenerativo da natureza, pode eliminar a nossa espécie? ou uma mensagem que coloca o poder nos humanos de manter o equilíbrio no qual a vida se desenrola no planeta?

Confesso que é uma questão que me acompanha há uns anos, como profissional que acredita que a é a melhor ferramenta para para mobilizar públicos, desde que assente numa boa .

O desígnio da prosperidade em equilíbrio com a natureza é um por si só mobilizador. No entanto, como bem sublinhava Kendall na nossa conversa, a este desígnio estão associadas muitas regras, alterações de hábitos de produção e consumo, mudanças de estilo de vida ... que podem (e devem estar) a ser percecionados como um retrocesso.

Entendo por isso que os discursos centrados no “temos que fazer diferente”, “temos que olhar para o que estamos a deixar como legado” muitas vezes associados a julgamentos, podem não surtir os resultados que pretendemos.

Conforme dados partilhados por Filipe Santos, Dean na Católica Lisbon na abertura do encontro do Yunus Social Innovation Center, no passado dia 5, as várias gerações que nos trouxeram até aqui, foram responsáveis por: em “50 anos multiplicarmos por 10 o crescimento económico e social”; ou
termos hoje um “acumulado de 100 triliões de dólares de capital financeiro e produtivo que pode ser aplicado onde for mais preciso”

Demonizar estas gerações também pode não ser a melhor solução.

A Kendall trouxe a esta conversa valores, que são para mim essenciais. E vou copiar a frase que deixou escrita no seu trabalho final de estágio para que a ideia não se perca numa tradução simples:

Relearning the ethics of care is essential to this transformation. By cultivating a mindset of responsibility and empathy, we empower individuals to make impactful changes. Everybody is capable of changing the world in some corner of the planet, no matter how small their actions may seem. (…) Only by fostering a deeper sense of empathy for our Earth and making conscious choices can we hope to build a sustainable future.

É preciso desenvolver e promover a ética do cuidar e a mentalidade da responsabilidade e da empatia. Por oposição a discursos envoltos em julgamentos.

A responsabilidade empodera-nos, pois permite reconhecer que temos o poder de transformar. A empatia garante que a ação transformadora se faz em profunda ligação com o outro e com a natureza.

A comunicação para a sustentabilidade deve estar ao serviço da promoção da ética do cuidar, sem julgamentos ou atribuição de culpas, contribuindo para o reconhecimento de que todos somos beneficiários desta ação conjunta. Que não se tratará de perder benefícios, qualidade de vida, mas sim ganhar mais vida.

A Kendall terminou o seu estágio a semana passada e antes de partir, referiu que quando chegou a Portugal e lancei o desafio de pesquisar sobre os temas da , propósito, , ... não imaginava a viagem que iria começar a fazer pela sustentabilidade.

Recordo uma das suas primeiras observações: “nos EUA não nos ocorre pôr a roupa a secar ao sol e ao vento. Todos temos máquinas de secar. A conveniência está em primeiro lugar na decisão de consumo.” Falou da simplicidade da solução vento e sol, como algo romântico. E atribuiu a este hábito tão simples, que percebeu ser comum em Portugal, um bom motivo para gerar a reflexão sobre consumo.

A comunicação deve demonstrar de forma , que existem benefícios muito concretos para cada um de nós, de estender a roupa no estendal e tornar este novo hábito como algo apetecível. Este e tantos outros que nos permitem uma vida mais conectada com a natureza.

Eu posso dizer-vos que através do seu olhar, passei a apreciar a tarefa de estender a roupa no estendal. Irei sempre lembrar-me da Kendall nesses momentos.

Obrigada, Kendall.
Obrigada Lisbon

25/06/2024

Kendall Sneed está connosco desde 22 de maio em Programa de Estágio “Summer Global Internship” ao abrigo da parceria estabelecida entre Lisbon e Clara como Água.

O programa Summer Global Internship é um programa da CIEE desenvolvido para proporcionar a experiência de estágio em empresa selecionada pela rede global do CIEE. Durante a experiência de estágio, pretende-se que a participante aprenda como aplicar na prática conhecimentos e competências académicas, como interagir e colaborar em equipa, as diferenças culturais nas relações interpessoais e como prosperar em ambiente de trabalho. A experiência deve permitir desenvolver competências relevantes e uma visão sobre os desafios específicos enfrentados pelas organizações e indústria em que está a estagiar. O programa inclui um curso académico (Estágio Académico no Global Workplace) e atividades extracurriculares, ambos ministrados pelo CIEE.

Kendall é tranquila e muito observadora. Tem uma mente irrequieta que procura mais a pergunta que a resposta. A sua distância aparente (que refere ser cultural) contrasta com a profundidade do seu pensamento. Temos questionado mais em conjunto, que resolvido tarefas ou projetos.

Está a começar a olhar para o , na perspetiva europeia que diz ser muito diferente da do seu país de origem – EUA. Refere que o comodismo, o rápido, continua a ser privilegiado.

Ainda vamos a meio caminho desta viagem para perceber estas diferenças, mas creio que será uma descoberta para todos. Uma aprendizagem conjunta que iremos partilhar por aqui de , clar@!

23/05/2024

♻️Sobre , com propósito e de propósito pela . Conceitos que reutilizamos diariamente e que precisamos ir reciclando para que não se percam numa moda.

🎯 Em 2020 decidi colocar no centro da minha ação o meu propósito. Com uma certeza: o propósito impulsiona a , logo a ; o propósito é mobilizador de e . O propósito cria , e .

💡 Não faço esta introdução para demonstrar como a Clara como Água foi uma iniciativa pioneira. Mas para demonstrar que ao colocar no centro do e de o meu porquê, as soluções surgiram e a forma de gerar valor tornou-se Clara Como Água: apoiar outros , , a desenvolver o seu plano de marketing a partir do propósito para gerar valor com impacto positivo.

Neste processo, não saltei etapas. Aproveitei o confinamento, para desenvolver um plano de marketing que começou pela fase de onde ouvi os meus . Li estudos e livros e a palavra que acompanhava o meu percurso profissional - o propósito - demonstrava promover resultados comerciais quando colocada no centro da de .

📚 Em 2021 Paul Polman e Andrew Winston publicam . O livro é-me oferecido em 2023 durante a formação na Lisbon School of Business and Economics “Sustentabilidade como Estratégia”, mas só em 2024 comecei a lê-lo e, curiosamente, num momento em que voltei a fazer em para pelo Portugal - Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável com o financiamento da Santander Portugal.

O livro tal como a formação versam sobre propósito e sustentabilidade. Uma forma de eu própria reciclar o meu propósito e dar a estas palavras novos significados.

2024 está a ser o ano para dar à minha atividade um enquadramento renovado, suportado em conhecimento. Uma preparação para apoiar cada vez mais e melhor o nosso tecido empresarial a alinharmo-nos em conjunto pelo .

Obrigada e

🚀 Seguimos de pela

Há muitos anos atrás, uma empresa de recrutamento com posicionamento “diferente” contactou-me para uma entrevista. A per...
05/05/2024

Há muitos anos atrás, uma empresa de recrutamento com posicionamento “diferente” contactou-me para uma entrevista.

A pergunta da praxe surgiu: “que pessoa mais admira, é uma referência e a inspira?”

A resposta foi como água: a minha mãe.

Acompanhou-me um nó na garganta até ao final da entrevista.

A minha mãe teria morrido pouco tempo antes. Mas não era essa a razão.

A pessoa que conduzia a entrevista esperava um nome conhecido, alguém com impacto e relevância mundial. E eu referi a minha mãe.

A mãe era aquela pessoa que onde entrava enchia o espaço de luz, a sua gargalhada contagiava, a atenção que dava a todos sem exceção impressionava… o seu querer fazer sempre bem, a sua transparência, o ter escolhido sempre o lado certo do coração… arrastou muitos pelo exemplo.

O que a tornou especial para mim foi o ter ficado. Ter estado. Ter permanecido.

Creio que é isso que faz das mães seres especiais com impacto e relevância mundial.

António Miguel fundador e diretor executivo da .impact deu uma entrevista recentemente à Helena Garrido no Jornal de Neg...
26/03/2024

António Miguel fundador e diretor executivo da .impact deu uma entrevista recentemente à Helena Garrido no Jornal de Negócios que responde de forma clara à pergunta que muitos gestores colocam: maximizar o lucro e ter impacto social e ambiental positivo é contraditório?

Pergunta, que inclui algum receio por entender a como uma fonte de obrigações, dificuldades e investimentos para os quais as empresas, muitas vezes, pensam não estar preparadas.

Caminhar pela sustentabilidade de facto implica investimento, como qualquer percurso pela inovação. É disso que se trata, do ponto de vista Clara como Água: é um empurrão que o mercado está dar para que as empresas inovem, isto é criem soluções - produtos/ serviços - que resolvam questões sociais e ambientais.

Sim "empurrão" porque como nos dizem diversos estudos e fontes, e repete António Miguel na sua entrevista de 13 de março, 2/3 dos consumidores e talentos optam por marcas e empresas com .

No artigo podemos ler vários casos que demonstram que impacto positivo é igual a resultados positivos.

A boa notícia para quem está desse lado e não sabe por onde começar:
tudo começa na identificação clara como água do propósito da organização, ouvindo ativamente os seus stakeholders. Todas as empresas e organizações têm uma razão de existir que os faz criar ou desenvolver a sua atividade. Essa razão está ligada ao impacto que se deseja (e que já existe) no seu meio, através daquilo que a organização ou empresa produz.

Os dados de mercado não mentem. E não há como evitar este percurso de .

Endereço

Lisbon

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Clara Como Água publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar