For Tomorrow

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Você não entende a China pela teoria. Você entende andando nela.Em outubro de 2026, uma delegação brasileira atravessará...
14/08/2026

Você não entende a China pela teoria. Você entende andando nela.
Em outubro de 2026, uma delegação brasileira atravessará seis cidades chinesas em 14 dias. Beijing para entender o desenho, com Baidu, Kuaishou e ByteDance. Shenzhen e Guangzhou para ver o protótipo virar produto, com Tencent, DJI e QuingMu. Hengqin, onde a cooperação entre China e Brasil é testada na prática. Hangzhou, capital do live commerce, com Alibaba e o polo Yaowang X27. Shanghai, a vitrine, com Xiaohongshu e Bilibili.
Quatro pilares organizam o que se vê por lá: creator economy, varejo, tecnologia e cultura. Só que separar essas quatro coisas é um hábito ocidental. Na China elas operam como um sistema só, e é justamente isso que f**a difícil de enxergar de longe.
A próxima China é a própria China. Em outubro, dá para andar nela.
16 a 30 de outubro de 2026. Link na bio para o roteiro completo e as condições de participação.
Varejo Inovação

04/08/2026

O assunto do Fórum E- rende sim, especialmente quando a gente fala de curadoria!
Para a For Tomorrow, esse é um marco importante, que atesta a nossa expertise e valoriza as parcerias que estamos construindo ao longo desses anos. Essa edição do Fórum se superou em perfis, marcas e qualidade de conteúdo.
Vamos falar um pouco mais sobre como a For Tomorrow elabora essa curadoria. Acompanhe por aqui.

03/08/2026

Vocês conseguiram acompanhar de perto os nomes de peso que fizeram parte dessa edição do Fórum E-commerce Brasil?
Tivemos o prazer de receber nomes incríveis que estão à frente de marcas de alta performance nos palcos durante esses 3 dias e conduzir aprendizados que impactam muito no futuro do setor. Dá uma olhadinha!

O Poder das Ideias no Futuro de Cabo Verde.Na nova Insightalk do Tomorrowcast com Milton Paiva, falamos sobre Cabo Verde...
03/08/2026

O Poder das Ideias no Futuro de Cabo Verde.

Na nova Insightalk do Tomorrowcast com Milton Paiva, falamos sobre Cabo Verde como país por prototipar: regresso como ato de ambição, arquipélago como laboratório, geografia que só ganha valor quando tem “software” (instituições, redes, tecnologia) e a possibilidade de usar o digital e a IA para comprimir décadas de desenvolvimento em poucos anos.

“Não é preciso fazer em 50 anos o que podemos fazer em cinco.”

Se te interessa futuro, democracia, inovação e o papel da diáspora, escuta o episódio completo do Tomorrowcast com Milton Paiva.

31/07/2026

O Fórum E-commerce Brasil 2026 terminou e a sensação é de muito orgulho, como parceiros do na curadoria de conteúdo e presença ativa nos palcos. O que f**a: entregamos o maior evento de e-commerce do mundo, com vozes que orientam o mercado e mudam os olhares e paradigmas do segmento. Obrigado a todos que construíram essa edição com a gente. 🔮

11/06/2026

Uma das reflexões mais fortes da nossa conversa com , CTO da , ao final do 2026, foi sobre o que estamos entregando para a inteligência artificial.
Não só no sentido técnico.
Mas no sentido humano.
Porque existem fricções que a gente quer mesmo eliminar. Esperar um táxi na chuva, como ela comentou, é uma delas. Se a tecnologia resolve isso, ótimo.
Mas existem outras coisas que talvez a gente esteja terceirizando rápido demais.
O pensamento.
O critério.
A dúvida.
A decisão sobre o que realmente importa.
Para quem constrói projetos de IA em escala, essa diferença muda tudo.
Não basta perguntar: “dá para automatizar?”

A pergunta mais importante talvez seja:
o que faz sentido entregar para a máquina e o que precisa continuar com a gente?

10/06/2026

Na conversa com , CCO da .design , f**a uma leitura muito interessante sobre o 2026: a conversa sobre inteligência artificial parece ter mudado de estágio.
Menos ansiedade. Menos distopia. Mais contexto.

Pablo percebeu uma espécie de espinha dorsal nos conteúdos de IA desta edição: a combinação entre inteligência artificial e capital humano. Não como uma disputa entre homem e máquina, mas como uma conversa mais madura sobre aplicação, metodologia e julgamento.

Quando olhamos para design, comunicação e criação, a questão deixa de ser apenas qual ferramenta usar. A pergunta mais importante passa a ser: qual inteligência faz sentido para este contexto?
E é aí que a presença humana continua central. Na leitura do problema, na escolha do caminho, na avaliação do que faz sentido e na direção do processo.

A IA amplia possibilidades. Mas ainda é o repertório humano que transforma essas possibilidades em valor.

09/06/2026

No , uma coisa ficou muito clara: nem toda boa palestra precisa vir embalada como grande espetáculo.
Às vezes, o que marca é justamente o contrário.
Conversas mais densas.
Menos autopromoção.
Mais gente usando o palco para pensar de verdade.
Na entrevista, , CTO da , resumiu muito bem essa percepção: por aqui, as palestras foram mais “cabeçudas”, com mais conteúdo e menos compromisso com o jabá.
E talvez seja por isso que o SXSW London deixe uma sensação diferente.
Não é só sobre sair com anotações.
É sobre sair com ideias que ainda vão decantar por muito tempo.

08/06/2026

, CCO da .design traz uma das sínteses mais fortes desta edição do 2026: a cultura anda na frente dos negócios.

Depois de uma semana atravessada por tecnologia, inteligência artificial e novas formas de criação, essa ideia funciona quase como um fechamento de chave de ouro.

Marcas que querem ganhar relevância não podem f**ar correndo atrás da cultura depois que ela já virou tendência. Precisam estar mais próximas das pessoas, dos comportamentos, das conversas e dos sinais que começam pequenos, mas depois reorganizam mercados inteiros.

E esse ponto é ainda mais importante agora. Em um momento em que falamos tanto de máquinas, automação e agentes de IA, Pablo nos lembra que cultura continua sendo feita por pessoas.

A tecnologia acelera. A inteligência artificial amplia. Mas é a cultura que mostra para onde vale a pena olhar.

06/06/2026

Encerramos o 2026 com mais uma conversa que resume bem o que levamos na mala: menos ansiedade, mais consciência.

Na entrevista com , CCO da .design , falamos sobre como esta edição parece ter amadurecido. O festival ficou mais compacto, mais fácil de navegar e mais conectado com a própria cidade. Menos tentativa de espelhar Austin. Mais Londres. Mais cultura local. Mais encontros acontecendo entre uma palestra e outra.

Pablo trouxe uma leitura importante: as conversas sobre inteligência artificial estão mudando de tom. Saímos um pouco daquela ansiedade sobre “o que a IA vai roubar” e entramos em uma discussão mais útil sobre contexto, julgamento, metodologia e direção humana. Em outras palavras, estamos todos sendo promovidos a diretores de agentes. A pergunta agora é se sabemos ocupar esse lugar com repertório e intenção.

Também falamos sobre cultura como eixo central dos negócios. Marcas relevantes não caminham atrás da cultura. Elas entendem seus códigos, participam das conversas certas e reconhecem que, mesmo em um festival cheio de tecnologia, o capital humano continua sendo o que dá sentido a tudo.

Talvez esse seja um dos aprendizados mais fortes desta edição: quando inteligência artificial, design, cidade e pessoas se encontram de forma mais orgânica, o evento deixa de ser apenas uma sequência de palestras e vira uma experiência de leitura do presente.

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Lisbon

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