14/10/2026
O passado já não prevê o futuro. E 7 em cada 10 transformações continuam a falhar.
Passámos uma manhã na ###II Conferência da Revista Human Resources Portugal a refletir sobre os desafios de 2027. Do futuro da liderança à entrada dos jovens no mercado de trabalho, uma ideia destacou-se: a capacidade de operar na incerteza será cada vez mais determinante.
Algumas das principais reflexões:
→ Capabilities antes da eficiência. Mais do que resultados passados, importa a capacidade de aprender, adaptar-se e liderar em contextos de incerteza.
→ A tecnologia não é, por si só, um fator diferenciador. Digitalizar um processo ineficiente apenas acelera as suas limitações.
→ A mudança exige confiança. Alterar rotinas e certezas é um desafio humano, que requer propósito e uma liderança capaz de mobilizar as pessoas.
→ O julgamento continua a ser essencial. Num contexto de crescente utilização da IA, o pensamento crítico e a capacidade de interpretar informação ganham ainda mais valor.
→ O talento não tem idade. Integrar jovens, valorizar profissionais experientes e promover uma cultura de aprendizagem contínua são decisões fundamentais para preparar o futuro.
No centro de tudo, permanece a liderança: a capacidade de desenvolver pessoas e organizações para desafios que ainda não conhecemos.
Esta reflexão liga-se à ideia que exploramos no nosso artigo na edição de setembro da Human Resources Portugal (pp. 114–115): quanto mais acessível é a informação, mais valiosa se torna a capacidade de a interpretar. No futuro do Executive Search, compreender o talento será tão importante como identificá-lo.
A sua organização está a construir capacidades para o futuro ou apenas a otimizar o presente?
Leia o artigo e partilhe connosco a sua perspetiva.