Xperienz

Xperienz Consultoria e Formação em User Experience com duas décadas de experiência a nível nacional e internacional Produzimos a UXLx.

A Xperienz é a primeira consultora portuguesa dedicada exclusivamente à experiência de utilização, design de interacção e usabilidade.

AI is changing how we design products, and our toolkits need to keep up. In Designing AI Interfaces, Louise Macfadyen sh...
10/04/2026

AI is changing how we design products, and our toolkits need to keep up.
In Designing AI Interfaces, Louise Macfadyen shares practical design patterns for working with LLMs and autonomous systems, helping product teams build more responsible and effective AI experiences.

📚 Out this month from O'Reilly Media 👉 https://www.oreilly.com/library/view/designing-ai-interfaces/9798341639812/

01/04/2026

Saiu ontem o relatório anual WebAIM Million que analisa a acessibilidade de um milhão de homepages. Tanto o número de problemas de acessibilidade detectados, como o número de páginas com falhas no cumprimento dos critérios do WCAG aumentaram. Seria de pensar que a entrada em vigor de novas leis de acessibilidade (especialmente na Europa) e uma maior sensibilização para esta temática contribuíssem para uma melhoria geral, mas não. Os problemas aumentaram face aos últimos seis anos, nos quais se tinham registado melhorias graduais.

Duas das preocupações apontadas são o aumento da complexidade das homepages e do uso de elementos ARIA, que estão relaccionadas com o aumento do número de erros detectados. Estas parecem reflectir mudanças recentes no desenvolvimento web, com uma maior dependência de frameworks e bibliotecas de terceiros e práticas de código automatizadas ou assistidas por IA (vibe coding).
Páginas maiores e mais complexas são mais difíceis de tornar (e manter) acessíveis.
Quanto aos elementos ARIA, parece haver uma ideia generalizada entre os developers de que são a chave para tornar as páginas acessíveis. Não são. A regra deve usar elementos nativos sempre que possível.

Que passos então para o futuro? Melhores práticas de acessibilidade passam necessariamente pela sensibilização e formação de designers e developers. É igualmente essencial simplif**ar sistemas e processos, ou garantir que, mesmo quando complexos, mantêm o foco nos princípios fundamentais de acessibilidade. Só assim será possível escalar a acessibilidade de forma consistente e sustentável.

O W3C publicou recentemente os critérios de validação de conformidade do WCAG - Accessibility Conformance Testing (ACT) ...
24/03/2026

O W3C publicou recentemente os critérios de validação de conformidade do WCAG - Accessibility Conformance Testing (ACT) Rules, onde classificou os critérios de acordo com o tipo de validação que podem ter: manual (a maioria), semiautomática, automática ou com validador (de código).
Pegando nisso, criámos um novo filtro no nosso Guia WCAG 2.2 em linguagem clara.

Explorem o novo filtro e fiquem com uma idea do que podem ou não avaliar automaticamente em segurança 👉 https://www.xperienz.pt/wcag/

Bruno Figueiredo, our Director of User Experience, recently joined the Human x Intelligent podcast, hosted by Madalena C...
24/03/2026

Bruno Figueiredo, our Director of User Experience, recently joined the Human x Intelligent podcast, hosted by Madalena Costa, to discuss how AI is reshaping the UX field.
They talked about the shift in the ways designers work, how AI is being applied in research and accessibility, and some advice for junior designers.

Listen the episode here 👉 https://humanxintelligent.com/episodes/is-ai-replacing-ux-designers

Christopher Noessel explores how AI can be designed to support people rather than diminish them. The book introduces a p...
17/03/2026

Christopher Noessel explores how AI can be designed to support people rather than diminish them. The book introduces a practical framework for how to use AI to assist users, as well as mitigating the risks of de-skilling and overreliance on AI.

“Designing Assistant Technology” 👉 https://rosenfeldmedia.com/books/designing-assistant-technology/

Today we celebrate World Information Architecture Day 2026. 🌍👩‍💻This year’s theme, “Designing for Meaning”, reminds us t...
07/03/2026

Today we celebrate World Information Architecture Day 2026. 🌍👩‍💻

This year’s theme, “Designing for Meaning”, reminds us that Information Architecture is about more than organising content. It’s about helping people make sense of complexity.

This is particularly relevant when it comes to digital accessibility. When content is organised logically, headings reflect the hierarchy of information, and navigation is predictable, we ensure people using assistive technology can easily find, understand and use what matters to them.

At Xperienz, we help organisations structure information thoughtfully and create digital products that are clearer, more usable, and more inclusive for everyone.

Find out more about our approach 👉 https://www.xperienz.pt/services/information-architecture

Esta semana, numa das nossas sessões de formação em acessibilidade, um aluno perguntou como se poderiam tornar as máquin...
05/03/2026

Esta semana, numa das nossas sessões de formação em acessibilidade, um aluno perguntou como se poderiam tornar as máquinas que imprimem senhas de vez mais acessíveis. E isto desencadeou uma discussão sobre a importância de uma visão holística no desenho de experiências, que é ainda mais fundamental quando estamos a querer tornar um mecanismo acessível. Podíamos olhar apenas para a experiência da máquina, mas uma visão abrangente permite-nos assegurar uma melhor experiência. Vejamos um exemplo de uma máquina destas num banco:
1) Em primeiro lugar preciso de saber que estou na agência bancária correcta. Por isso preciso de um letreiro em braille à porta com pelo menos o numero de porta e nome do banco e agência. O horário também seria simpático, mas também pode ter um QR code com essa informação. A entrada devia também ter uma textura no chão a identificá-la e já agora ser acessível para cadeiras de rodas.
2) À entrada preciso de saber onde está a máquina. Um mapa em relevo com a disposição da agência é muito util. A partir daqui uma textura no chão pode direccionar até à máquina.
3) Tipicamente estas máquinas têm agora ecrãs tácteis. Além de terem um bom contraste (preto no branco), os botões devem ser grandes. Para que pessoas cegas consigam usar convém que a máquina verbalize a escolha. Ou tem esta característica sempre activada ou deverá ter um botão para activar as características acessíveis, que começa a ser de uso standard. Outra alternativa é a máquina ter um NFC ou QR code que active uma página Web com senha virtual e que possa enviar uma notif**ação ao utilizador.
4) Depois o utilizador precisa de saber quando é a sua vez. O típico ecrã que apita não é suficiente. Tem de ser verbalizada a senha activa e o número do balcão. Ou usar a app mencionada anteriormente.
5) E agora como sei qual é balcão onde me devo dirigir? Aqui posso novamente ter um mapa ou o balcão em questão pode emitir um som localizador. Tem é de se ter cuidado com a sobreposição com outras chamadas que aconteçam ao mesmo tempo.
Como se pode perceber, uma visão holística implica olhar para múltiplos factores e poderá implicar a integração com outros sistemas e a criação de artefactos físicos. Mas é essencial para que se possa proporcionar uma boa experiência.

Como assim Auditorias de Acessibilidade… Instantâneas?? Muitas empresas estão a preparar-se para integrar a acessibilida...
13/02/2026

Como assim Auditorias de Acessibilidade… Instantâneas?? Muitas empresas estão a preparar-se para integrar a acessibilidade nos seus ciclos de desenvolvimento. Mas começar é complicado. O primeiro passo costuma ser uma auditoria, mas tipicamente demora várias semanas e resulta num PDF que é enviado a toda a gente na equipa. Se o documento for tendo várias versões então é um inferno saber se estamos a trabalhar com a última informação. Nós passámos por isto com alguns clientes e achámos que podíamos melhorar este paradigma. Por isso connosco as Auditorias de Acessibilidade são instantâneas. Mal registamos um problema de acessibilidade ele f**a imediatamente visível para o cliente e pode começar a trabalhar na sua resolução naquele momento. E o problema identif**ado não vem acompanhado de uma descrição críptica. Tem um nome claro, uma breve descrição do que está a acontecer por causa do problema e uma indicação de resolução extremamente clara para a equipa de desenvolvimento. Não precisam de perceber nada da componente técnica da acessibilidade. Mas à medida que vão corrigindo os problemas vão aprendendo. E esta é a melhor forma também de capacitarem as vossas equipas. Com as mãos na massa.

11/02/2026

A empresa Belga Craftzing lançou recentemente o Digital Trust Index, um parâmetro para perceber o estado de acessibilidade dos sites europeus. Tendo em conta que o European Accessibility Act entrou em vigor em Junho do ano passado, os resultados são algo preocupantes…
👉 A nível Europeu foram avaliadas 266 000 homepages, das quais 93% não cumprem os requisitos de acessibilidade do WCAG.
👉 Portugal está a acima do valor europeu, com 95% das páginas a não cumprirem os requisitos.
👉 Apenas os países Nórdicos têm um melhor resultado do que o resto da Europa, ainda assim muito longe do número aceitável de websites sem problemas de acessibilidade.

⚠️ É imperativo que as empresas percebam que ao criarem serviços digitais mais acessíveis melhoram a experiência para todos os utilizadores, aumentam receitas e evitam repercussões legais.
Conseguiremos em 2026 traçar um melhor caminho para um futuro mais inclusivo?

O relatório completo está disponível em 👉 https://www.digitaltrustindex.eu/

Reginé Gilbert’s book is a must-read for everyone who wants to understand how new tech can impact accessibility and incl...
05/02/2026

Reginé Gilbert’s book is a must-read for everyone who wants to understand how new tech can impact accessibility and inclusion. It’ll help you recognise who’s being left out and how to design systems where more people can participate.

“Inclusive Design for a Digital World” 👉 https://buff.ly/faRMNdG

Acabámos de desenvolver um novo recurso para a comunidade 👉 Guia WCAG 2.2 em linguagem clara. 🤲�✅ Filtros para ajudar a ...
19/01/2026

Acabámos de desenvolver um novo recurso para a comunidade 👉 Guia WCAG 2.2 em linguagem clara. 🤲�
✅ Filtros para ajudar a explorar as directrizes - Por Tipo, Nível (A, AA ou AAA), Categoria, Critérios de Sucesso, Impedimento Afectado e Responsabilidade de Resolução
✅ Escrito de forma clara para facilitar a compreensão
✅ Funciona em desktop e mobile
✅ Gratuito

Disponível em 👉 https://www.xperienz.pt/wcag/

[EN]
There are plenty of resources about the WCAG in English, including versions written in plain language. In Portuguese, however, such resources are much harder to find. That’s why we created a new accessibility resource for the Portuguese-speaking community: a plain-language guide to WCAG 2.2.
✅ Filters to help explore the guidelines - by Type, Level (A, AA, or AAA), Category, Success Criteria, Affected Barrier, and Resolution Responsibility
✅ Written clearly for easy understanding
✅ Works on desktop and mobile
✅ Free of charge

Endereço

Avenida Dom João II, 13, Piso 1
Lisbon
1990-077

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
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