Leonardo Leão

Leonardo Leão 🚀| Fundador da
💰| Sua empresa mais organizada, com caixa e lucro.

Setembro de 2026. Guarda essa data.É quando 23 milhões de empresas do Simples Nacional vão ter que decidir sobre o própr...
20/04/2026

Setembro de 2026. Guarda essa data.

É quando 23 milhões de empresas do Simples Nacional vão ter que decidir sobre o próprio jeito de pagar imposto. E a maioria ainda nem sabe que essa decisão existe.

A LC 214 de 2025 criou o Simples Híbrido. Você continua no Simples pros impostos clássicos, mas paga CBS e IBS por fora, no regime regular. Paga mais direto? Paga. Mas passa a gerar crédito cheio pro teu cliente B2B.

E aí a matemática inverte. Você para de ser o fornecedor caro.

O detalhe que ninguém tá contando: a janela é semestral. Setembro de 2026 ou março de 2027. Quem perde setembro f**a quase um ano inteiro em desvantagem enquanto o concorrente que decidiu na hora certa come teu pedaço.

Três perguntas pra saber se isso mexe com a tua empresa. Teu cliente principal é Lucro Real? Você sabe quanto do teu faturamento depende dessa carteira? Quem cuida do teu imposto hoje sabe disso?

Se você não sabe responder as três, você tem cinco meses pra descobrir.

Esse é o tipo de leitura que a gente faz na Brave. Cenário lido, empresa mapeada, plano m***ado. Se quiser entender onde a tua empresa tá exposta, a gente tem uma aplicação gratuita. Link na bio.

Quem entendeu, entendeu.

19/04/2026

Ele fundou a XP com R$ 10 mil num porão do Rio. Vinte e quatro anos depois, a empresa tem R$ 2,1 trilhões em ativos e R$ 5 bilhões de lucro. E a decisão mais corajosa dele não foi construir. Foi sair.

Três decisões que quase nenhum empresário brasileiro toma:

1. Saiu do cargo de CEO depois de 20 anos — passou o comando pro Thiago Maffra em 2021 e foi ser presidente do conselho

2. Fez mea culpa público — admitiu erros de contratação, home office e demissões adiadas (Brazil Journal / Pipeline, março 2026)

3. Declarou guerra aos próprios assessores — cobrou métricas de qualidade, não só volume de vendas (Bloomberg Linea)

Os números após cada decisão:

Ativos sob custódia: de R$ 700 bilhões (2021) para R$ 2,1 trilhões (2026) — DEPOIS que ele saiu da operação diária (NeoFeed)

Lucro: de R$ 3,6 bilhões (2023) para R$ 5 bilhões (2025) — crescimento de 39% APÓS o mea culpa (NeoFeed)

Receita 2025: R$ 19,5 bilhões. Guidance 2026: R$ 22,8–26,8 bilhões

Recompra + dividendos: R$ 2,4 bilhões devolvidos aos acionistas em 2025

ROAE: 23,9%

A lição que o mercado ensina e a maioria ignora: quando o fundador admite o erro e corrige, os resultados melhoram.

Três perguntas para o seu negócio:

1. Se você desaparecesse amanhã, a empresa continua funcionando?

2. Quando foi a última vez que você admitiu um erro publicamente?

3. Quantas pessoas do seu time de vendas vendem o que é melhor para elas, não para o cliente?

Se você está crescendo e sente que virou o gargalo do próprio negócio, minha equipe faz um diagnóstico gratuito — link na bio.

Meu nome é Leonardo Leão. Eu traduzo os números do mercado em lições práticas para a sua gestão.

19/04/2026

Todo ano é a mesma armadilha.

A meta de faturamento tá na ponta da língua. O número que você quer bater em dezembro você sabe de cor.

Mas se eu perguntar qual é a sua margem bruta, operacional, líquida, orçamento de despesa e de custo, quantos de você sabem responder agora, sem abrir planilha?

É aí que mora o perigo.

Empresa que só pensa em faturamento atinge o faturamento. Mas sacrif**a tudo que vem depois. Quando você queima margem pra ter um pico em novembro e dezembro, você não tá construindo resultado. Você tá comprometendo o ano seguinte pra ter um dia de glória.

O retrato do financeiro é a operação. Se o seu setor operacional tá desorganizado, se o seu CMV tá fora de controle, se você tá dando desconto além do que devia só pra fechar volume, o balanço vai aparecer isso. Não agora. Em março, em abril, quando o passivo de 2025 chegar na sua mesa.

Tão importante quanto gerar receita é gerir essa receita.

Faturamento sem margem é ilusão. E 2026 não pode ser comprometido por uma decisão tomada no calor do fim de ano.

Se você quer entrar no próximo ano organizado e com visibilidade real do que tá acontecendo no seu negócio, clica no link da bio.

18/04/2026

Faturar 100, 150 mil por mês e ainda assim estar no limite todo dia não é sinal de incompetência. É o custo de quem constrói uma empresa sem estrutura por trás.

Todo dono passou por isso. Girar prato é fase, não é destino. O problema é quando vira rotina permanente e você continua achando que precisa estar em tudo porque ninguém faz igual a você.

Tem uma pergunta que muda o jogo quando você para pra responder com honestidade: no que você é, de fato, bom? Não no que você faz. No que você é bom.

Porque é aí que você deveria estar concentrado, e todo o resto deveria estar nas mãos de quem entende daquilo.

E tem uma segunda pergunta, que dói mais: quanto você perde todo mês por não ter alguém que te ajude a enxergar o que você não tá vendo?

Na Brave, a gente não entra numa empresa pra entregar relatório. A gente entra pra sentar do lado do dono. Um profissional dedicado, todos os dias, linha a linha, lançamento a lançamento. Toda segunda-feira cedo, contas a pagar e a receber da semana, com reunião na sequência pra discutir o que aquilo signif**a na prática.

Porque quando você olha pro caixa e percebe que talvez não consiga honrar as obrigações da semana, a questão não é técnica. É: com quem eu divido esse peso?

A gente existe pra isso.

Pra pegar a batata quente e tirar um pedaço do peso das costas de quem constrói.

Se a sua empresa fatura bem mas você ainda não sabe o que sobra de verdade, você não precisa descobrir isso sozinho. Clica no link da bio.

17/04/2026

Hoje encerramos a terceira edição do Brave Executive Program.

Dois dias intensos. Empresários de todo o Brasil. Sem atalho e sem narrativa confortável.

No primeiro dia, abrimos o DRE, calculamos a margem real, expusemos os custos que ninguém via e colocamos no papel cada decisão que estava no vermelho.

Faturamento bonito não signif**a empresa saudável. E muita gente descobriu isso olhando pro próprio negócio.

No segundo dia, entramos na estratégia, na delegação e no plano de ação.

Crescer ou consolidar. O que parar de fazer. Como deixar de ser o gargalo.

E cada empresário montou o plano de 90 dias com no máximo 3 frentes, dono, métrica e prazo.

Dois dias de desconstrução. De encarar verdades. De decidir o que não vai mais ser adiado.

Todos os dias eu acordo e faço um pedido: que o que eu fale toque alguém de alguma forma. Não é sobre palco. Não é sobre evento.

É sobre saber que cada dono que sai dessa sala enxergando melhor o próprio negócio leva isso pra todo um ecossistema.

Funcionários, famílias, fornecedores, comunidade. Empresa saudável transforma tudo ao redor.

O mais importante agora não é o que aconteceu nesses dois dias.

É o que cada um vai fazer a partir de segunda-feira.
Saber, todo mundo já sabe. Fazer é a parte que separa os 10% dos outros 90%.

Obrigado a cada empresário que confiou, abriu os números e escolheu agir.

Turma 3 foi especial. E o trabalho continua.

Turma 4 | 21 e 22 de maio | São Paulo

Link na bio.

17/04/2026

Hoje encerramos a terceira edição do Brave Executive Program.

Dois dias intensos. Empresários de todo o Brasil. Sem atalho e sem narrativa confortável.

No primeiro dia, abrimos o DRE, calculamos a margem real, expusemos os custos que ninguém via e colocamos no papel cada decisão que estava no vermelho.

Faturamento bonito não signif**a empresa saudável. E muita gente descobriu isso olhando pro próprio negócio.

No segundo dia, entramos na estratégia, na delegação e no plano de ação. Crescer ou consolidar.

O que parar de fazer. Como deixar de ser o gargalo. E cada empresário montou o plano de 90 dias com no máximo 3 frentes, dono, métrica e prazo.

Dois dias de desconstrução. De encarar verdades. De decidir o que não vai mais ser adiado.

Todos os dias eu acordo e faço um pedido: que o que eu fale toque alguém de alguma forma.

Não é sobre palco. Não é sobre evento.

É sobre saber que cada dono que sai dessa sala enxergando melhor o próprio negócio leva isso pra todo um ecossistema. Funcionários, famílias, fornecedores, comunidade.

Empresa saudável transforma tudo ao redor.

O mais importante agora não é o que aconteceu nesses dois dias.

É o que cada um vai fazer a partir de segunda-feira.
Saber, todo mundo já sabe. Fazer é a parte que separa os 10% dos outros 90%.

Obrigado a cada empresário que confiou, abriu os números e escolheu agir.

Turma 3 foi especial. E o trabalho continua.

Turma 4 | 21 e 22 de maio | São Paulo

Link na bio.

Dois dias. Uma sala. Empresários que escolheram encarar a verdade.Cada um abriu o DRE, calculou a margem real, mapeou os...
17/04/2026

Dois dias. Uma sala. Empresários que escolheram encarar a verdade.

Cada um abriu o DRE, calculou a margem real, mapeou os custos ocultos e descobriu quais decisões estavam no vermelho.

Ninguém ficou confortável. E era esse o ponto.
No segundo dia, a pergunta mudou de “onde está o problema” pra “o que eu vou fazer agora”.

Crescer ou consolidar. Delegar ou segurar. O que priorizar e o que parar de fazer.

Plano de 90 dias m***ado. Máximo 3 frentes. Dono, métrica, prazo. Compromisso feito na frente de toda a sala.
Sem lista de desejos.

Sem 18 iniciativas que morrem na segunda semana. Plano real pra resultado real.

Por trás de cada empresa nessa sala tem gente que depende dela funcionar bem.

Família, funcionário, fornecedor. Quando o dono enxerga melhor, o ecossistema inteiro melhora junto.

Obrigado a cada empresário que largou a operação, sentou nessa cadeira e decidiu agir.

E obrigado à Oracle, UPDA e a EasyFlow, nossas parceiras, por trazerem pra sala o que faz diferença na prática.

Agora é segunda-feira. Agora é execução.

O melhor plano executado 70% bate o plano perfeito que nunca saiu do papel.

Brave Executive Program. Terceira edição.

Turma 4 | 21 e 22 de maio | São Paulo

Link na bio.

17/04/2026

O ativo mais valioso da sua empresa são as pessoas. E é exatamente aí que a maioria dos donos economiza.

Quer pagar barato. Contrata mal. E depois gasta o dobro em tempo, retrabalho e esforço tentando fazer funcionar o que nunca ia funcionar.

Boas pessoas trazem bons resultados. Economizam tempo. Sabem o que fazer. Precisam de acompanhamento, one-on-one, validação — não de microgerenciamento.

Quando você economiza em gente, paga caro em tudo o resto.

E tem outra coisa que precisa ser dita: eu gosto de faturar. Sou ambicioso. Mas faturar mais não faz sentido se a margem não é aceitável.

Não faz sentido se tem produto ou serviço que não performa. Não faz sentido se eu sou o gargalo do meu próprio negócio.

E não faz sentido se o crescimento anterior ainda não foi absorvido.

Crescer é obrigação. Mas crescer sem base é sentença.

Antes de buscar mais faturamento, responde: a margem sustenta? O time aguenta? A operação absorve? Você ainda é o gargalo?

Se a resposta for sim pra qualquer uma dessas, o próximo passo não é vender mais. É arrumar o que já tem.

Porque empresa não morre de fome. Morre de indigestão.
Esse é o tipo de clareza que construímos dentro do Brave Executive Program.

2 dias presenciais em São Paulo pra enxergar o que os números escondem e sair com plano na mão.

Turma 4 | 21 e 22 de maio | São Paulo

Clique no link da bio e garanta a sua vaga

17/04/2026

Uma das coisas mais importantes que aprendi lendo Michael Porter: estratégia não é saber o que vou fazer.

É saber o que NÃO vou fazer.

E isso vale pra tudo. Inclusive pra forma como lidero meu time.

Na minha empresa, a regra é simples: ninguém chega pra mim só com problema. Chegou com problema, traz a solução junto.

Se vier sem solução, a chance de eu responder é zero. E não respondo mesmo. Todo mundo que trabalha comigo já sabe.
Parece duro? É método.

Quando faço isso, estou fazendo dois trabalhos ao mesmo tempo.

Primeiro, educo o time a não trazer pra mim aquilo que eles mesmos podem resolver.

Segundo, dou carta branca, confiança e segurança pra aquela pessoa tomar a decisão.

A maioria dos donos reclama que é o gargalo da própria empresa. Que tudo depende dele.

Que não consegue delegar. Mas na hora que o time chega com um problema, ele resolve.

E resolve no ato. Sem perceber que está ensinando o time a depender dele.

Delegar não é largar. É construir uma cultura onde as pessoas chegam com solução, não com dependência. E isso libera o ativo mais escasso que o dono tem: tempo.

Tempo pra pensar em estratégia. Tempo pra olhar os números. Tempo pra decidir o que NÃO fazer — que é onde mora o crescimento real.

16/04/2026

Encerramos o primeiro dia do Brave Executive Program.

Turma 3.

Olhando para a empresa como ela é, sem atalhos e sem narrativa confortável.

Cada empresário abriu o DRE, destrinhou a margem real, mapeou os custos que ninguém via e colocou no papel as decisões que estavam no vermelho.

Faturamento, margem bruta, margem líquida, custos ocultos, tributação. Tudo na mesa.

Aqui, gestão não é conceito.

É prática.
É escolha.

É encarar o que os números estão dizendo e agir.

Mais do que conteúdo, criamos clareza.

Mais do que clareza, compromisso com execução.

Amanhã: estratégia, delegação e o plano de 90 dias que cada empresário m***a antes de sair dessa sala.

Esse é o Brave Executive Program.

E o trabalho continua.

O primeiro dia da terceira edição do Brave Executive Program acabou.Cada empresário abriu o próprio DRE, calculou a marg...
16/04/2026

O primeiro dia da terceira edição do Brave Executive Program acabou.

Cada empresário abriu o próprio DRE, calculou a margem real e descobriu o caminho que o dinheiro percorre dentro do negócio — e onde ele escapa sem ninguém ver.

Matriz de Decisão preenchida.

Custos ocultos expostos. Decisões que estavam no vermelho, agora com número.

Ninguém ficou confortável. E era esse o objetivo.

Amanhã entra estratégia, delegação e o plano de 90 dias que cada um m***a antes de sair da sala.

Saber já sabem.

Amanhã é sobre decidir e agir.

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