08/07/2026
Durante o primeiro trimestre do ano, concluímos a entrega de um levantamento LiDAR e fotogramétrico (RGB) de 1.440 hectares na Serra da Lousã em colaboração com o investigador Juan Guerra do CEF - Centro de Estudos Florestais
Assolada pelos incêndios de 2025, a Serra da Lousã foi também atingida pelo comboio de tempestades que fustigaram o país no início de 2026.
Como principais desafios operacionais, destacam-se:
1) Cotas e Altitude: Uma cota máxima a rondar os 1.165 metros, resultando numa amplitude altimétrica superior a 800 metros.
2) Orografia de Montanha: Vales encaixados e declives acentuados que obrigaram a uma estratégia de voo fragmentada para mitigar oclusões e garantir a consistência dos dados.
3) Condições Meteorológicas: Operação realizada em período de outono/inverno, lidando com ventos instáveis, nevoeiro e nuvens baixas.
4) Presença de infraestruturas como torres eólicas, linhas eléctricas, entre outros.
Os produtos gerados — nuvens de pontos LiDAR (LAS) de alta densidade e ortofotomapas — servirão de base, entre outros fins, para treinar algoritmos de Visão Computacional da terraDrone aplicados à deteção automática de árvores queimadas, caídas ou em pé, mapeamento de zonas de risco e monitorização da sustentabilidade florestal.
info: www.terradrone.pt | [email protected]
terraDrone | LiDAR, SIG e Deteção Remota