Embracetime Imóveis e Gestão Lda

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Apoiamos invest estrangeiros

Basée à Lisbonne, Embracetime est engagé à fournir un service de coordination générale des projets de réhabilitation urbaine dans ses divers aspects:,, l'exercice, la direction urbaine juridique, technique et économique. Pour ce faire, il a le soutien de titulaires de qualif**ations professionnelles et l'expérience appropriées pour les services qu'il se propose de fournir, et dispose d'un réseau d

e partenaires avec des références sur le marché. Dites-nous ce qui est «votre maison de rêve» et dont l'investissement qu'il envisage de le faire et nous prendre sur lui à une meilleure conception, construction de qualité, les matériaux appropriés et de licences (si nécessaire). L'Embracetime est capable et disponible pour consulter les vendeurs du marché / produits (biens et services), d'analyser et de comparer les offres, faire de la négociation et d'assurer la gestion du processus de sélection, mise en œuvre et la prestation des concepteurs, entrepreneurs, fournisseurs et décorateurs. Le chemin sera caractérisée par un dialogue constant, parce que les décisions finales seront toujours la vôtre et parce que notre accent, notre mission est de mettre tout notre savoir-faire à votre service. Regardez-nous, marcher avec nous, vous libérer des soucis et nous mettons la "clé en main"! Headquartered in Lisbon, Embracetime is committed to providing a general coordination service of urban rehabilitation projects in its various aspects: urban, legal, economic, fiscal, technical direction. To do so, it has the support of holders of professional qualif**ations and experience appropriate to the services it proposes to provide, and disposes of a network of partners with credentials in the market. Tell us what is "your dream's House " and which investment he plans to have it and we take it upon himself to better design, construction of quality, appropriate materials and licensing (when necessary). The Embracetime is able and available to consult the market vendors / products (goods and services), analyze and compare the offers, make the negotiation and ensure the management of the entire selection process, implementation and delivery of designers, contractors, suppliers and decorators. The path will be characterized by a constant dialogue, because the final decisions will always be yours and because our focus, our mission is to put all our know-how at your service. Look us, walk with us, free yourself from worries and we put it in a "turn key"! Com sede em Lisboa, a Embracetime está empenhada em prestar um serviço de coordenação geral de projectos de reabilitação urbana, nas suas várias vertentes: urbanística, jurídica, económica, fiscal, técnica e construtiva. Para tanto, conta com a colaboração de profissionais detentores da qualif**ação e experiência adequadas aos serviços que se propõe prestar, e dispões de uma rede de parceiros com credenciais no mercado. Diga-nos qual é a “sua casa de sonho” e qual o investimento que pretende realizar para a ter e nós levamos a si o melhor projecto, a qualidade da construção, os materiais adequados e o licenciamento (quando necessário). A Embracetime está apta e disponível a consultar o mercado de fornecedores / produtos (bens e serviços), analisar e comparar as propostas, efectuar a negociação e a assegurar a gestão de todo o processo de selecção, implementação e concretização de projectistas, empreiteiros, fornecedores e decoradores. O caminho será caracterizado por um diálogo constante, pois as decisões finais serão sempre as suas e porque o nosso foco, a nossa missão é colocar todo o nosso know-how ao seu serviço. Procure-nos, caminhe connosco, liberte-se de preocupações e nós colocamos-lhe “a chave-na-mão”!

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24/03/2025

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Por isso há que suspender ou até acabar com as licenças de AL em Lisboa , facilitando o espaço ao lobby das redes hotele...
11/03/2022

Por isso há que suspender ou até acabar com as licenças de AL em Lisboa , facilitando o espaço ao lobby das redes hoteleiras. Mudam as moscas mas a M—-da é a mesma . Interesses acima de tudo o que o país precisa .

MUDAM-SE OS TEMPOS MUDAM-SE AS VONTADES.Longe vão os tempos em que o Turismo em geral e o Alojamento Local em particular...
23/11/2020

MUDAM-SE OS TEMPOS MUDAM-SE AS VONTADES.

Longe vão os tempos em que o Turismo em geral e o Alojamento Local em particular eram considerados como um fator de gentrif**ação dos bairros históricos de Lisboa, e o culpado de todos os males.

Tenho vindo a escrever nos últimos anos alguns artigos chamando a atenção para o erro monumental que era pensar dessa forma, que culminou na criação das áreas de contenção do alojamento local.

O Alojamento Local contribuiu de forma decisiva para a recuperação do património edif**ado das cidades em geral e, muito em particular, em Lisboa, mas fez muito mais do que isso.

O AL deu uma nova alma as bairros históricos, trouxe investimento, criou inúmeros postos de trabalho directos e indirectos e contribuiu, em larga medida, para o desenvolvimento económico e social dos mesmos, dinamizou novos e velhos negócios, que beneficiaram dos turistas que f**aram alojados nos nossos estabelecimentos.

Dinamizámos o comércio tradicional, os restaurantes, os bares, os supermercados de bairro, as empresas de animação turística, demos trabalho a muitos profissionais de informação turística e a muita gente que vivia de fazer check ins, viabilizamos muitos negócios como o das limpezas, o das lavandarias, e até o da construção civil fruto das muitas obras de reabilitação urbana feitas que recuperaram prédios que estavam à dezenas de anos, em ruína, devolutos e abandonados.

Porque demos nova vida a esses bairros, ajudamos sobremaneira a torná-los mais seguros, e com muito menos criminalidade.

Um fator que muitas vezes é ignorado na definição de políticas públicas e planeamento e ordenamento do território e a realização que a grande maioria dos prédios nesses bairros são constituídos por apartamentos em estúdio e T1 com áreas muito diminutas, em que poucos dos prédios têm elevador e ainda menos têm garagens para estacionar os carros e, por isso, não são propriamente propícios a serem utilizados como casas para habitação permanente e, por isso mesmo, a procura de casas nesses bairros para esse fim foi preterida por outras localizações alternativas na periferia da cidade, em que o preço de construção era mais em conta e que tinham outras condições de habitablidade e conforto.

Por essa simples razão essas casas estão especialmente vocacionadas para estadias de curta duração e para receber turistas e visitantes.

Quando se tem razão antes do tempo, normalmente somos considerados como sendo uns otimistas e sonhadores, mas a realidade e o tempo encarregam-se de nos dar razão.

O Turismo é uma atividade que não gera apenas rendimento a quem presta serviços de alojamento, ou de animação, mas é um setor que tem um efeito multiplicador na economia e no bem estar social das cidades e dos bairros que lhe servem de palco, e quando o turismo e os turistas desaparecem, não são só os agentes do setor a sofrer as consequências, como agora a realidade se encarregou de demonstrar.

Espero sinceramente que quando a pandemia acabar e os turistas voltarem se lembrem do que é viver sem turismo e sem turistas, e que não voltem a cometer os mesmos erros.

Transformar as áreas de contenção do alojamento local em áreas de proibição foi um erro estratégico cujos efeitos, infelizmente, ainda se vão fazer sentir durante vários anos, gerir o crescimento não devia ser sinónimo de proibir, e ao contrário do que aconteceu por exemplo na cidade do Porto, em que a Câmara voltou atrás e está hoje a estudar um modelo alternativo de gestão do território, em Lisboa, a Câmara insiste do erro, convencidos que o AL iria, fruto da pandemia, migrar em massa para o arrendamento em geral e para o arrendamento a preços acessíveis em particular.

A realidade tem vindo a demonstrar que esse não é o único e principal caminho para resolver o problema da habitação da cidade de Lisboa, e que os calendários políticos não deviam condicionar as políticas para a cidade, mas infelizmente não é isso a que estamos a assistir.

Pelas razões que antes referi não existem grandes alternativas ao turismo como atividade geradora de rendimento e bem estar, pelo que em vez de o combaterem deviam pensar em formas de conciliar interesses e fazer as coisas de forma se calhar um pouco diferente de forma a alinhar interesses e procuramos novas soluções para velhos problemas.

Texto de advogado da ALEP .

https://www.dn.pt/pais/os-turistas-desapareceram-e-na-baixa-de-lisboa-o-tempo-parou-13062201.html?fbclid=IwAR3t1EumiQfi41dEvydUpch6k1HLSDIuArXepEqpvEMWBxWu4O_51MUWZcw

O presidente da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina explica à agência Lusa, no centro da Praça da Figueira, que com o desaparecimento do turismo quase não há clientes no centro histórico.

DE VOLTA AO ANTIGAMENTE?Há uns anos a esta parte uma parte importante da cidade de Lisboa, estava neste estado de degrad...
17/11/2020

DE VOLTA AO ANTIGAMENTE?

Há uns anos a esta parte uma parte importante da cidade de Lisboa, estava neste estado de degradação e abandono.

Boa parte da cidade foi entretanto objeto de obras de reabilitação urbana, sendo que uma boa parte dessa reabilitação foi da responsabilidade de empresários do alojamento local.

Recuperamos uma parte importante do património edif**ado da cidade, e fizemo-lo sem recursos a apoios nacionais ou comunitários, através de capitais próprios.

Lavámos a cara das cidades, trouxemos nova vida aos bairros em que bom parte da população autóctone tinha saído para outras paragens, à procura de condições mais fáceis de vida na periferia das cidades, em que as casas tinham outras condições de habitabilidade.

O comércio local que atravessava momentos muito complicados prosperou e os turistas que f**avam alojados nos nossos estabelecimentos deram nova vida às cidades, o mesmo se passando com os estabelecimentos de restauração, com as lojas tradicionais e com os supermercados de bairro.

O AL ajudou a tornar essas zonas das cidades seguras, particularmente à noite, sendo que os problemas de criminalidade e da toxicodependência, que eram problemas graves e difíceis de resolver, quase desapareceram e as pessoas sentiram que era seguro passear na rua.

A procura desses bairros pela população mais jovem aumentou, fruto da melhoria das condições de vida e da nova atractividade desses locais alcançada pelas razões atrás referidas.

O crescimento do AL nessas zonas foi acentuado, e casos há que até pode ter sido excessivo, mas a grande maioria das casas transformadas em estabelecimentos de alojamento local eram casas como as que vemos aqui na fotografia deste artigo, casas semi-destruídas, abandonadas, em muitos casos devolutas, e que há muito, muito tempo não serviam para alojar ninguém.

O AL começou então a ser perseguido, primeiro por pessoas que se diziam defensores da identidade dos bairros, e que acusavam o AL de ser o culpado de todos os males, sendo que o maior era o da falta de alojamento para os jovens e para as classes médias na cidade de Lisboa.

Esses movimentos de cidadãos alimentaram primeiro por razões ideológicas e depois por razões políticas esses protestos, o que levou a que primeiro o Governo e depois as autarquias a criar uma série de obstáculos à instalação de novos AL nessas zonas.

Em 2018 a nova lei da responsabilidade da Assembleia da República e dos partidos políticos nela representados, criou um conjunto de mecanismos para devolver às autarquias o poder de decidir como é que queriam gerir o crescimentos, à época exponencial do alojamento local, e criaram uma série de mecanismos legais com essa finalidade de que a criação das áreas de contenção do alojamento local é a face mais visível.

Foram então aprovados regulamentos das áreas de contenção, nomeadamente em Lisboa e depois no Porto, que em vez de gerirem esse crescimento, optaram por uma solução mais fácil e com efeitos mais imediatos que passava pela proibição da instalação de novos AL.

Foram criadas áreas de contenção absoluta e relativa, com critérios tão apertados que desde a sua implementação não foram registados na mesma praticamente nenhum estabelecimento de alojamento local.

Foi então que veio a pandemia, e com o desaparecimento do turismo e dos turistas estes bairros voltaram a f**ar sem ninguém, sem vida, sem atividade, e os antigos problemas voltaram.

O investimento privado praticamente desapareceu, e a recuperação do património edif**ado que decorria a bom ritmo deixou de acontecer.

Confrontados com a grande falta de habitação, principalmente nas grandes cidades de Lisboa e do Porto, os autarcas lançaram mão de todos os mecanismos que dispunham para convencer os titulares de alojamento local a colocarem as suas casas no mercado do arrendamento a preços acessíveis.

E para o conseguirem fizeram de tudo.

Aumentaram o coeficiente em sede de IRS no regime simplif**ado, de 0.35 para 0.50, que atingiu os titulares de AL´s mais fragilizados, acenaram com programas de renda acessível e segura com isenção de IRS e IMI, ao mesmo tempo que se preparam para aumentar o IMI dos que mantiveram os estabelecimentos abertos.

Queriam esses autarcas resolver o problema da habitação com recursos que não lhes pertenciam, e f**aram muito surpreendidos e muito chateados quando, apesar de todos os aliciantes alegadamente criados, os titulares de AL não aderiram a essa migração.

Mas a falta de turistas começo a produzir efeitos e as populações local começaram também elas a queixar-se da quebra de receita, das lojas estarem a fechar e de os restaurantes estarem às moscas, e também porque muitos estabelecimentos foram obrigados a fechar as suas portas.

Algumas câmaras municipais perceberam os sinais dos tempos e suspenderam a aprovação dos regulamentos municipais das áreas de contenção, de que o Porto é o melhor exemplo, e preparam-se para isentar os comerciantes de muitas taxas e impostos que os estão a asfixiar.

Infelizmente Lisboa não seguiu o exemplo, e os apoios que disponibilizou foram, uma vez mais a reboque dos protestos populares e temendo consequências políticas para os restaurantes, desprezando uma vez mais o alojamento local, e sempre que podem aproveitam para fecharem AL usando e abusando dos novos poderes que lhes foram concedidos, nomeadamente quando confrontados com qualquer alteração ao registo dos mesmos, considerando caducados os registos originais mesmo quando não houve alteração da titularidade dos mesmos.

E se não percebem rapidamente que estão do lado errado da história vão dar cabo de um setor que tão importante foi para recuperar o património edif**ado, para desenvolver economicamente o país, para ser um fator de prosperidade não apenas aos titulares do AL mas para muitos negócios que existem a montante e jusante deste setor, que criou emprego e deu uma alternativa de vida a muita gente, que vê agora esse seu esforço f**ar em águas de bacalhau.

É tempo de acordar e mudar de atitude por o AL fez por merecer esse respeito e consideração.

Escrito por Advogado da ALEP

As últimas contas da Câmara Municipal de Lisboa, feitas no ano passado, apontavam para 3246 imóveis devolutos – abandonados e sem condições de habitabilidade. O PSD pediu essa lista, mas a mesma nunca foi divulgada.

07/10/2020

Ouvir a CNN dizer que Portugal é um dos mais bem guardados segredos culinários da Europa é quase tão emocionante como ver o Ronaldo levantar a taça, no domingo, à frente de milhões de franceses. E não estamos propriamente a falar de uma francesinha perdida num texto sobre a Europa gourmet. Estamos a falar de todo um artigo onde são enumeradas as 20 razões objectivas que tornam Portugal numa das melhores cozinhas europeias, a par da francesa, da italiana ou da
espanhola.
Segundo a CNN, os restaurantes portugueses no estrangeiro não deviam servir apenas para “melancholy emigrants seeking in vain to matar saudades (kill their longing) for mom's home-cooked food”. Há razões para valorizar a cozinha portuguesa. E começam logo com a mais indiscutível de todas: o melhor peixe do Mundo.
1. O peixe perfeito
Só há um país na Europa onde se come mais peixe do que em Portugal – e são logo os nossos amigos islandeses. No entanto, existe uma diferença colossal que a estação de televisão destaca: o famosíssimo chef Ferran Adriá diz que o melhor peixe do mundo vem do mar português. E ele é espanhol, como lembra a CNN.
O canal americano fala dos fantásticos mercados, onde se compra todo o tipo de peixe, do magnífico robalo grelhado no churrasco e dos fabulosos restaurantes onde comer um peixinho único: São Roque, em

Lagos; Restinga, no Alvor; Furnas, na Ericeira; Azenhas do Mar ou Restaurante da Adraga, em Sintra; Ribamar, em Sesimbra; ou Doca das Cavacas, na Madeira.
2. O maravilhoso azeite
É a base da cozinha portuguesa e, para a CNN, é também uma
maravilha difícil de igualar – seja o azeite do Alentejo, da Beira Interior ou de Trás-os-Montes. Tanto f**a óptimo por cima do bacalhau, de uma simples sopa ou de uma fatia de pão saloio acabado de sair do forno a lenha.
O canal de TV fala dos gigantes Gallo e Oliveira da Serra ou dos pequenos e artesanais produtores que estão a fazer um azeite
imperdível – o destaque vai para o último prémio internacional ganho pelo azeite biológico Olmais.

3. O cozido à portuguesa
A cozinha portuguesa pode ser mais pesada no Norte e mediterrânica no Sul, mas uma coisa une todo o país: o cozido à portuguesa. A CNN fala inclusivamente dos vários tipos de cozido: o do Algarve, com grão e hortelã; o do Alentejo, com borrego; o da Madeira, com batata-doce; ou o das Furnas, cozido debaixo do chão.
4. Os novos chefs gourmet de Lisboa
Esta diferenciação regional não se percebe muito bem. A CNN elogia o
magnífico trabalho de José Avillez, no Belcanto, de Henrique Sá Pessoa, no Alma, ou de João Rodrigues, na Feitoria – e elogia muito bem e merecidamente – mas esquece-se do fabuloso trabalho que está a ser feito no Porto (Pedro Lemos, Rui Paula ou Vítor Matos são só alguns exemplos) ou no Algarve.

Entre os pratos que encantaram a CNN, está o fantástico salmonete braseado com molho de fígados e xerém de amêijoas à Bulhão Pato, do Belcanto.
bacalhau
5. O
A CNN ficou encantada com os pastéis de bacalhau com feijão-frade, ou com o bacalhau à Brás, ou à lagareiro, ou com broa, ou à Zé-do-Pipo ou de qualquer maneira e feitio. Dizem que em Portugal há muito mais de 365 receitas de bacalhau, o que dá mais de um prato diferente por cada dia do ano.
Para a CNN, o melhor sítio para comer bacalhau é essa contradição de
género que dá pelo nome de Laurentina, O Rei do Bacalhau.
6. O queijo

Isto, sim, é um assunto que merece ser esclarecido internacionalmente: por que é que os queijos portugueses não são mais conhecidos? Segundo a estação de televisão, é um mistério por esclarecer. Seja por causa do extraordinário Queijo da Serra, do Queijo Amarelo da Beira Baixa, do Queijo da Ilha de São Jorge, do Terrincho de Trás-os-Montes, ou de tantos outros. Para acompanhar, os americanos recomendam Vinho do Porto, vinho tinto ou marmelada.
7. As tripas à moda do Porto
É inegável que se trata de um dos pratos mais procurados do Porto. A CNN fala ainda das francesinhas.
8. Os pratos de arroz
Mais uma injustiça identif**ada – e muito bem – pela CNN: se a paella e
o risotto são famosos internacionalmente, por que raio é que o arroz de marisco não é conhecido em todo o mundo? De facto, ninguém consegue replicar aquele maravilhoso arroz malandrinho, nem o

delicioso sabor a alho, tomate e coentros, muito menos os suculentos nacos de lavagante, santola, gambas ou amêijoas.
Segundo a CNN, também vale a pena provar o fantástico arroz de pato, o maravilhoso arroz de cabidela ou o divinal arroz doce.
9. O presunto
Mais uma injustiça desmascarada pela CNN: Portugal tem o mais saboroso e suculento porco da Europa. O presunto de porco preto
alentejano é tão bom ou melhor do que o presunto espanhol ou italiano. E não sou eu que o digo...
10. Os pratos típicos regionais
É verdade: cada região tem um prato típico que é único e delicioso. A CNN destaca a sopa de cação do Porto Santana, em Alcácer do Sal; as lulas do Correia, em Vila do Bispo; o ensopado de enguias, do Telheiro,
em Aveiro; ou a perdiz do Solar Bragançano, em Bragança. Convenhamos que é de quem conhece, de facto, o país.
11. O vinho
Espantoso. É esse o adjectivo que a CNN usa para qualif**ar a variedade de vinhos que tem um país tão pequeno como Portugal. Desde o vinho verde até ao vinho de Carcavelos, a estação de televisão fala de tudo.

12. A abertura ao mundo
Desde o século XV que Portugal influenciou e foi influenciado pelas mais variadas cozinhas internacionais. Foram os portugueses que levaram a tempura para o Japão ou o caril vindaalo para Goa. Em troca recebemos o frango assado com piri-piri, a feijoada ou as especialidades de Angola,
Moçambique e Cabo Verde.
13. O leitão
Da Bairrada, claro. A CNN fala do Pedro e da Meta dos Leitões, na Mealhada, ou da Casa Vidal, em Aguada de Cima. Mas para mim, o melhor leitão da Bairrada é claramente o da Meta, onde tudo é bom: o leitão com a pele estaladiça, o molho picante, a salada de alface e cebola, as batatas fritas fininhas e o fantástico vinho frisante da Casa Sarmentinho.
14. A fruta

As bananas da Madeira, o ananás dos Açores, as cerejas da Serra da Gardunha, as laranjas e os figos do Algarve, os melões do Tejo, as ameixas de Elvas e as maçãs Bravo Esmolfe merecem tudo. Mas eu acrescentava as meloas da Ilha Graciosa nos Açores. De facto, não há fruta como a portuguesa.
15. As sardinhas
A CNN está deslumbrada com os Santos Populares e as magníf**as sardinhas assadas na rua. Não há dúvida de que é um programa imperdível. Mas se experimentarem as sardinhas fora da época dos Santos, entre Julho e Agosto, então, sim, vão comer um peixe inesquecível, gordo, saboroso e cheio de ovas.
16. Os petiscos mais estranhos
Da fantástica lampreia aos imperdíveis percebes, passando pelas línguas de bacalhau ou pelo pudim Abade de Priscos, a CNN ficou

impressionada pelos petiscos exóticos portugueses. E nem provaram os ovos mexidos com mioleira.
17. Os mercados
Especialmente os mercados de frescos, com o peixe acabado de pescar, as frutas e os legumes das quintas ou as flores apanhadas diariamente.
18. Os rivais dos pastéis de nata
Não é que os pastéis de nata não sejam bons, é que a CNN descobriu os outros deliciosos bolos portugueses, como o bolo de mel da Madeira, o bolo de figo, amêndoa e alfarroba do Algarve, os pastéis de Tentúgal, o toucinho do céu ou as barrigas de freira, aqui pomposamente apresentadas como “nun’s belly”.
19. Os pregos e as bifanas
São boas escolhas, mas francamente não estão entre as 20 melhores especialidades da cozinha portuguesa. A CNN destaca os pregos do
Ramiro, em Lisboa. Eu prefiro as gambas. Ou o delicioso presunto.
20. O cabrito e outros animais
A CNN diz – e muito bem – que a carne em Portugal não se resume ao porco e ao leitão. O cabrito é elogiadíssimo, tal como a chanfana de Coimbra, a carne Barrosã ou a vaca maronesa. Também se fala do javali, do v***o e da lebre.

VIVA PORTUGAL
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Hoje celebra-se o Dia Mundial do Turismo. Infelizmente, este ano em circunstancias muito diferentes, pois a COVID19 teve...
28/09/2020

Hoje celebra-se o Dia Mundial do Turismo. Infelizmente, este ano em circunstancias muito diferentes, pois a COVID19 teve um impacto tremendo no turismo, levando a enormes perdas económicas e colocando milhões de empregos em risco.

A Organização Mundial do Turismo (OMT) está a trabalhar para promover um turismo mais sustentável, inclusivo e resiliente. Saibam mais em

“Tourism and Rural Development” celebrates the sector’s unique ability to drive economic development and provide opportunities outside of big cities, including in those communities that would otherwise be left behind. World Tourism Day 2020 also highlights the important role tourism plays in p...

O seu paraíso no Alentejo 🙂
09/07/2020

O seu paraíso no Alentejo 🙂

Moradia, Venda, 534 Área (m²): em Arcos,Portugal. Vejas fotografias e todos os detalhes em Portugal agora.

24/04/2019

What will change on the other side of the river.

14/02/2019

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